Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

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Xcaret

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Xcaret

Floresta do Navio – Pernambuco">Floresta do Navio – Pernambuco-->

Floresta do Navio

Restaurante Parraxaxá – Cozinha típica nordestina em Recife/PE">Restaurante Parraxaxá – Cozinha típica nordestina em Recife/PE-->

Restaurante Parraxaxá

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Museu de Arte da Pampulha

Parque Municipal Américo Renné Giannetti – BH/Minas Gerais">Parque Municipal Américo Renné Giannetti – BH/Minas Gerais-->

Parque Municipal Américo Renné Giannetti

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Feira de Artesanato de BH

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Jungle Tour

Recomendações do Jegueton em 5 de fevereiro de 2010

Posted by Jegueton On fevereiro - 5 - 2010ADD COMMENTS

Estas são as recomendações do Jegueton para o dia 5 de fevereiro de 2010:

Popularity: 1%

Vila de Paranapiacaba – Santo André/SP

Posted by Jana On janeiro - 18 - 20102 COMMENTS

Conhecer a Vila de Paranapiacaba, que significa em tupi-guarani “lugar de onde se avista o mar”, é um exemplo de como é possível viajar sem gastar muito e ter uma experiência para guardar e recordar. Obviamente, o passeio fica barato para quem vive em São Paulo ou no ABC, mas este post na verdade é um convite ao leitor a tentar descobrir, próximo à sua cidade, algum lugarzinho interessante de visitar como assim o fiz, morando em São Paulo. Neste fim de semana descobri, através da indicação de uma grande amiga, a Natalina Costa (a quem agradeço a companhia), este encanto de vila, situada em Santo André, no ABC Paulista.

Paranapiacaba. Santo André/SP. Imagem: Jeguiando.

Viajar para mim independe da distância percorrida, mas sim da sensação de “estar em outro lugar”, de ter a oportunidade de conhecer outras paisagens. Para chegar em Paranapiacaba, peguei metrô, trem e um ônibus metropolitano, comum. Foi um pouco mais de uma hora e vinte de viagem, que me proporcionou um fim de semana agradável, tranquilo, fotos e recordações interessantes.

Locobreque de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

A Vila de Paranapiacaba, que trata-se de um distrito do município de Santo André, é um museu a céu aberto. Sim, literalmente um museu. A vila foi tombada como patrimônio histórico pela sua importância na economia do Brasil no século XIX e conserva algumas características da época em que funcionava a todo vapor (com todos os trocadilhos possíveis!).

Locobreque de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

Segundo verbete extraído da Wikipedia, Paranapiacaba “surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway – estrada de ferro que possibilitava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos, e vice-versa (…)”.  “A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 1º de janeiro de 1867. Ela primeiramente serviu como transporte de passageiros de Santos a São Paulo e Jundiaí (última estação); também serviu como escoamento da produção de café da província paulista para o porto de Santos. Em 1874, é inaugurada a Estação do Alto da Serra, que mais tarde seria denominada Paranapiacaba”.

Vila de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

A vila é dividida em Parte Alta e Parte Baixa, que corresponde a uma espécie de pequeno vale. Não há hotéis em Paranapiacaba, somente pequenas pousadas. Natalina e eu, enquanto escolhíamos onde ficar, acabamos optando por uma pousada localizada na parte alta da, que fica próxima ao ponto de ônibus, a Pousada da Casa Roxa, administrada pelo Álvaro e pela Margarete, que transformaram sua casa em um hostel simples, mas daqueles em que você se sente bem à vontade. O ponto positivo desta pousada, além da simpatia e receptividade dos seus anfitriões, é a vista privilegiada da vila. A casa é quase um mirante e de lá consegui tirar fotos panorâmicas e ter o prazer de jogar um baralhinho no final do dia, presenciando a neblina descer sinuosa e cobrir a vila. Linda cena! Ah! E o bolo de fubá do seu Álvaro também vale a pena a visita!

Trem antigo. Imagem: Jeguiando.

Paranapiacaba parece ter parado no tempo, lá nos fins do século XIX, inícios do século XX. As casas, construídas para abrigar os ferroviários e suas famílias, permanecem, muitas delas, com suas características originais. Caminhar pelas ruas é caminhar através do tempo. Muitas dessas casas são habitadas, são residências dos moradores da vila. Outras foram transformadas em ateliês de arte ou pequenos restaurantes, que atendem à população e aos turistas. Como a frequência de turistas é bem variável, os horários dos estabelecimentos, que servem refeições, também variam muito, logo é preciso caminhar um pouco e procurar  onde é possível fazer uma refeição, que quase sempre é caseira, mas bem preparada. Há vários cafés e restaurantes, mas poucos funcionam efetivamente em um horário regular.

Antiga casa em ruínas. Imagem: Jeguiando.

A atração principal da vila é, sem dúvidas, a ferrovia com seu trenzinho que ainda funciona, mas não para fins comerciais. O trem hoje é operado apenas para fins turísticos. Por R$ 5,00 é possível fazer o passeio de 10 minutos. O passeio não é longo, mas vale para conhecer o interior do vagão, a sensação do movimento, os apitos e tudo mais a que se tem direito. O projeto é tocado por voluntários e o ingresso cobrado é o que mantém o trem funcionando.

Trenzinho. Passeio turístico pela vila. Imagem: Jeguiando.

Além do trem, datado de 1814, se não me engano, há uma réṕlica que roda a vila, só que em cima de rodas e não de trilhos. Para passear no trenzinho de mentirinha, o visitante deve se dirigir à Rua Direita. Não tem como errar. Ele está lá paradinho, amarelo e reluzente para fazer a festa de quem visita Paranapiacaba.

Clube União Lira Serrano. Imagem: Jeguiando.

Além das casas dos ferroviários e dos passeios de trenzinho, o visitante pode ainda ter acesso a vários pequenos museus, espalhados ao longo da vila, como o Museu do Funicular, que é uma espécie de casa de máquinas; o Museu do Castelo, ou Castelinho, localizado no alto da colina e antiga moradia do engenheiro-chefe, que de lá fiscaliza o trabalho dos ferroviários; o Clube União Lira Serrano, onde aconteciam exibições de cinema mudo. Além desses pontos turísticos, há ainda o Antigo Mercado e o Pau da Missa.

Utensílios domésticos. Imagem: Jeguiando.

A vila recebe geralmente visitantes de regiões próximas ou ecoturistas, acostumados a enfrentar trilhas árduas para descansar e relaxar em cachoeiras e piscinas naturais. Há vários monitores que trabalham na vila organizando as trilhas e acompanhando os turistas para dar-lhes segurança. Além de seu apelo ecológico, a vila também se tornou ponto de encontro de esotéricos, bruxos e Xamãs. Se não me engano, já rolaram alguns eventos, como encontro de bruxas, na vila.

Paranapiacaba. Santo André/SP. Imagem: Jeguiando.

Bom, queridos Jeguiantes, deixo então a vocês a dica deste simpático distrito de Santo André, que muito me encantou. Tenho planos de voltar lá quando puder, pela acessibilidade da viagem em termos de custo e, principalmente, pela tranquilidade, paz e aconchego que este deslocamento me proporcionou. Aos paulistanos, acostumados ao ritmo acelerado da cidade, uma ressalva: visitar a Vila requer paciência com o ritmo do lugar. Nada de correria, nem de lugares abertos 24 horas. É uma oportunidade de perceber que há sim outras formas possíveis de viver, sem tanta parafernália, sem tanta pressa e que ainda assim funciona e muito! Agora, agradeço à minha companheira nesta viagem, Natalina, pela companhia agradável, pelas partidas de baralho, pelo bate papo e por ter me apresentado este lugar tão bacana. Obrigada, minha querida!

Eu e Nathy em Paranapiacaba!

Informações Gerais:

Onde fica? Distrito do município de Santo André, São Paulo.

Como chegar? Acessem o site do Wikipedia e lá tem tudo detalhado para o visitante.

Onde se hospedar? Pousadas. Fiquei na Pousada da Casa Roxa, na Parte Alta da Vila.

Quer conhecer um pouco mais, acesse os sites dedicados à Paranapiacaba!

Paranapiacaba Ecoturismo

Guia Paranapiacaba

Popularity: 3%

É com  muito prazer que inauguro hoje a categoria Livros e Viagens. Resumidamente, essa categoria será dedicada a livros ficcionais ou autobiográficos (que também são ficcionais, já que a narrativa envolve criação), cuja temática principal seja viagem! Como alguém que, por diversas vezes, utilizou este recurso para poder conhecer outros ares, tentarei trazer dicas interessantes de livros que te fazem viajar ao lado dos personagens! A literatura, além de ter sido uma paixão nutrida ao longo da vida, foi o caminho profissional que escolhi, que me fez cursar Letras e sair da universidade com a formação em Estudos Literários. Apesar de ter me afastado por uns tempos de minha área, estou fazendo meu caminho de reencontro e resolvi começar  no Jeguiando esta caminhada. Mas vamos lá, que não temos tempo a perder! Logo, logo o trem sai!

Para inaugurar a categoria Livros e Viagens, falarei rapidamente do romance autobiográfico (?) da Iris Bahr, As aventuras de uma pseudo virgem. O livro conta as experiências insólitas (!) de Iris pela Ásia, depois que a personagem, aos 20 anos, cumpre o serviço militar obrigatório em Israel e decide colocar uma mochila nas costas para conhecer novas searas e, de quebra, ainda resolver suas questões sexuais. Freud adoraria ler este livro!!!

Em seu deslocamento através da Ásia, passando pela Tailândia e indo parar na Índia, a personagem sempre se enfiava em alguma situação esdrúxula, seja por viajar com criaturas malucas que encontrava pelo caminho, seja por se envolver com homens, que definitivamente sempre tinham como característica peculiar serem levemente problemáticos, como um que se apaixonou por sua bunda.

A personagem decide viajar, como muitos, com uma mochila nas costas e boa vontade para se meter em enrascadas. A viagem de Iris começa tendo como foco perder a virgindade de vez e de quebra ainda conhecer novas paisagens e as particularidades das culturas orientais, mas acaba, paralelamente, traçando uma viagem de auto-conhecimento, o que a faz amadurecer na trajetória.

O livro tem ótimaaaaaas passagens. Para quem não sabe, Iris Bahr é atriz e comediante e o livro é pontuado de várias passagens muito, muito divertidas mesmo e é o tipo de livro que é fiel à sua proposta: fazer o leitor viajar junto, mesmo sem sair do sofá, da cama ou de uma poltroninha confortável. A leitura é leve e vale a pena conhecer um pouco mais da dinâmica plural da Ásia através da narrativa da personagem-autora.

Bom, caros jeguiantes, espero que tenham gostado desta primeira dica do Livros e Viagens.

Até a próxima!

Beijão,

Jana.

Popularity: 4%

Eu já havia espalhado em meu Twitter que estava de partida para Montevidéu, capital do Uruguai, bem como desabafei com meus seguidores todo o martírio para chegar.

Havia comprado uma passagem pela TAM (era a mais barata), porém o vôo seria operado pela Pluna, o que pra mim seria uma coisa boa, pois vejo críticas boas sobre a companhia Uruguaia, além do fato de eu não gostar muito da TAM como cheguei a relatar na série comparativa entre ela e a Gol.

Mas vamos ao que interessa: ontem, dia 6, seria o dia que eu embarcaria rumo a terras Uruguaias, com horário de saída do vôo previsto para as 9:00 da manhã, chegando as 11:40. Chego em GRU por volta das 7:00, ou seja, 2 horas antes da decolagem, dentro de um prazo aceitável para vôos internacionais.

Fila do check-in da TAM. Tá vendo o pontinho velho ali na frente? É o balcão!

Fila do check-in da TAM. Tá vendo o pontinho velho ali na frente? É o balcão!

Eu precisava fazer o check-in, pois sabe-se lá por qual motivo o web check-in da TAM não funcionava para meu bilhete, bem como os terminais de auto-atendimento. Minha única opção era enfrentar a fila do check-in internacional. Estava absurdamente grande, apesar de já ter visto pior, essa pelo menos não dava a volta, ficava só até a asa C mesmo. Como quem iria fazer o vôo era a Pluna, perguntei a um funcionário TAM se poderia fazer o check-in diretamente com eles. Resposta: não, pois o bilhete é TAM e o check-in teria que ser feito por lá mesmo. Fazer o que, né? Fui pro fim da fila e esperei minha vez pacientemente.

Meia hora depois, a fila não tinha andado nem 1/4 do seu estado original e eu começava a me preocupar com o horário. Até tirei uma foto com o celular, é a primeira do post! :P

De tempos em tempos eu perguntava para os funcionários TAM se realmente não poderia fazer o check-in na Pluna, e a resposta era sempre a mesma: bilhete TAM, check-in TAM!

Passagem na mão! Vou embarcar no horário negão!

Passagem na mão! Vou embarcar no horário negão!

Fui chegando mais ou menos próximo ao balcão de check-in, mais ou menos no sentido de identificar se o atendente era homem ou mulher. Cheguei a um ponto que era possível ver o painel de vôos da Infraero e meu vôo já indicava embarque imediato.

Consultei novamente um funcionário e o mesmo teve a audácia de dizer que o vôo estava atrasado! Claro que não era verdade. Enfim o horário do vôo se aproximava mais ainda, até que resolveram dar prioridade aos passageiros para Montevidéu. Pensei: “Até que enfim, espero que a Pluna seja solidária e espere quem sofreu com a cagada da TAM.”

Minha vez de fazer o check-in, a atendente olha pro meu e-ticket e diz: “Sr. seu vôo é Pluna, o check-in teria que ser feito por eles, porém o vôo já está na última chamada!”

Claro que minha reação foi ficar puto com aquilo, não só eu como Paula, que estava me acompanhando e me acalmando até então. TODOS OS FUNCIONÁRIOS DA TAM DISSERAM QUE O CHECK-IN ERA ALI MESMO.

Repito: TODOS OS FUNCIONÁRIOS DA TAM DISSERAM QUE O CHECK-IN ERA ALI MESMO.

Eba! Vamos todos para Montevidéu!

Eba! Vamos todos para Montevidéu!

Percebendo a cagada disseram que iriam me colocar em outro vôo, com saída as 9:15, da própria TAM. Esse sim era o vôo que estava atrasado. Porém, sempre tem um porém, eu só poderia ir nesse vôo caso houvesse disponibilidade de assento.

Ainda bem que tinha lugar disponível e consegui fazer o check-in. Saí correndo para o embarque internacional que felizmente estava bem tranquilo. Raio-x, verificação de passaporte, essas coisas, não levaram mais do que 5 minutos. Corri pra sala de embarque, que foi a piorzinha, aquela no terreo que você precisa pegar um ônibus até o avião. Chegaria em cima da hora, caso o vôo saisse no horário (9:15).

Praia de Pocitos, já em Montevidéu

Praia de Pocitos, já em Montevidéu

O embarque só começou as 11:30 e depois, já dentro do avião, ainda tive que esperar mais uns 40 minutos para decolar.

Galera pegando um bronze na praia de Pocitos.

Galera pegando um bronze na praia de Pocitos.

Pelo menos o vôo foi normal, sem percalços, chegando em Montevidéu por volta das 15:00. Pela Pluna eu chegaria as 11:40. A parte de imigração, bem como a alfandêga uruguaia são bem tranquilas e por volta das 16:00 eu já estava no hostel. Ainda deu tempo dar uma volta e conhecer a praia de Pocitos, que ilustrou o resto desse post. Em breve, voltamos com a programação regular, com posts sobre “Montebidêo”. :)

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São Luís do Paraitinga – História destruída

Posted by Fabio On janeiro - 5 - 20101 COMMENT

Tive a oportunidade de conhecer São Luís do Paraitinga em novembro do ano que acaba de se findar, e lamento muito por não ter tido o tempo disponível para escrever sobre a cidade antes da tragédia que destruiu boa parte do local.

São Luís é uma cidade pequena, de gente simpática, com cerca de 10.000 habitantes, localizada na região do Vale Paraíba no estado de São Paulo, de uma riqueza histórica e folclórica impressionantes.

Rua de São Luís do Paraitinga

Rua de São Luís do Paraitinga

Infelizmente as chuvas que atingiram a região destruíram boa parte da cidade, incluindo casarões antigos e a igreja da matriz, além de deixar mais de 80% da população desabrigada.

O tradicional carnaval de marchinhas, obviamente, teve que ser cancelado. Em seu lugar será realizado um mutirão para reconstrução da cidade, terra natal de Oswaldo Cruz, médico sanitarista pioneiro no estudo de doenças tropicais como malária e febre amarela.

Jegueton em frente a casa de Oswaldo Cruz

Jegueton em frente a casa de Oswaldo Cruz

Nesse momento a terra dos sacis precisa de ajuda para cuidar dos desabrigados, bem como para a reconstrução do patrimônio histórico destruído.

No momento estão sendo recolhidos itens de necessidade básica como:

  • Água;
  • Produtos de higiene pessoal (pasta de dente, escovas de dente, sabonetes, shampoo, toalhas, etc.);
  • Sacolas plásticas para fazer a triagem das doações que chegam à cidade (sacos de lixo, sacolas de supermercado, etc.);
  • Produtos de limpeza;
  • Fraldas (geriátrica e infantil);
Igreja da Matriz, antes do desabamento

Igreja da Matriz, antes do desabamento

No site Paraitinga Turismo existe uma lista de locais que estão recolhendo as doações, porém ainda não vi nenhuma informação sobre doações em dinheiro. Se alguém souber de algo a respeito, comente aqui no Jeguiando que atualizo o post.

Igreja do Rosário

Igreja do Rosário

As fotos que ilustraram esse post foram tiradas na minha viagem de novembro, antes da enchente, para que vocês conhecessem um pouco a cidade. Outras fotos podem ser vistas no nosso Flickr.

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