Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Livros e Viagens – Vaporzinho de Enéas Guerra

Posted by Janaína Calaça On agosto - 22 - 2010

Tempos atrás, eu havia criado uma categoria aqui no Jeguiando dedicada a Livros e Viagens, duas das minhas grandes paixões. Viajar é uma experiência positiva em todos os aspectos. É revigorante, renova as pessoas e as fazem aprender com a experiência de conhecer algo distinto de sua realidade cotidiana. A literatura proporciona uma experiência parecida com o ato de viajar, de se deslocar, só que, para embarcar neste tipo de viagem proporcionada pelos livros, não é preciso malas nem passagens, só a boa vontade de querer mergulhar em um mundo construído pela combinação de palavras, que se unem para contar uma história.

No penúltimo dia da 21ª Bienal Internacional do Livro, em São Paulo, Erik e eu resolvemos dar um pulo no Anhembi para conferir o evento. Por se tratar justamente do penúltimo dia da bienal, obviamente pegamos o salão cheio. Assim como nós, muita gente deixou para ir na última hora e eu não funciono muito bem na muvuca e acabo não aproveitando muito do que poderia aproveitar.

Vaporzinho do Enéas Guerra - Literatura Infantil

Vaporzinho do Enéas Guerra - Literatura Infantil

Apesar de toda a muvuca da bienal, tive uma grata surpresa quando entrei no stand da editora Solisluna, atraída pelos livros do Pierre Verger. Acabei descobrindo que a editora era baiana e aí a conversa rendeu com a vendedora. Sabe como é, né? Papo de conterrâneos! Entre uma conversa e outra, a vendedora acabou me trazendo este livro para folhear. Vaporzinho é um exemplar delicado da literatura infantil, que conta a história de um barco a vapor que fazia a rota pelo recôncavo baiano até Cachoeira e São Félix, na Bahia.

Enéas Guerra e Vaporzinho. Imagem: Erik Pzado.

Enéas Guerra e Vaporzinho. Imagem: Erik Pzado.

O barco não só transportava pessoas, como itens para o comércio local, correspondências, etc. Sua chegada era sinônimo de alegria para as pessoas da cidade, que aguardavam não só novos rostos nas ruas, mas os rostos das pessoas queridas que haviam viajado e que agoram aportavam novamente na terra. Um ponto interessante de Vaporzinho é o fato de que muitos de seus personagens são pessoas que vivem em Cachoeira e que ajudaram a contar esta história. Como disse, um trabalho delicado, colorido, com belas imagens e que, apesar de ser direcionado para o público infantil, me encantou como apreciadora dos livros e principalmente das viagens. E já que hoje é o último dia da Bienal, deixo então a dica deste livro para pais, tios e avós que queiram proporcionar aos seus pequenos uma viagem diferente, uma viagem proporcionada pela literatura.

Vaporzinho sendo autografado pelo Enéas Guerra para o Vini e o Guga. Imagem: Erik Pzado.

Vaporzinho sendo autografado pelo Enéas Guerra para o Vini e o Guga. Imagem: Erik Pzado.

Este exemplar, autografado pelo autor, o Enéas Guerra, já tem donos! Vini e Guga, esta é uma lembrança dos tios Erik e Jana para vocês, viu? Espero que curtam estas linhas e conheçam um pouco da história que povoa o imaginário da tia baiana. As histórias que ouvi de meu avô com certeza estão de alguma forma contadas neste livrinho. Amo vocês!

Vivi e Guga, os novos leitores do Vaporzinho. Imagem: Erik Pzado.

Vivi e Guga, os novos leitores do Vaporzinho. Imagem: Erik Pzado.

Jana e Erik

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Onde passar o São João no Nordeste?

Posted by Janaína Calaça On junho - 16 - 2010

O mês de junho chegou e cá estamos nós às portas do São João, uma das festas populares mais festejadas no Nordeste do Brasil. Como todos sabem, nasci e cresci em Salvador/ Bahia e, até o ano de 2007, festejar a data era algo que não só me dava um enorme prazer, como também é fonte de lembranças felizes, que carrego até hoje na memória. Depois que me mudei para São Paulo, só acompanho a festa por flashs televisivos ou comendo canjica (que aqui é conhecida como curau). Bom, mais deixemos a nostalgia de lado e vamos ao que interessa. Onde passar o São João no Nordeste?

São João! Imagem: Erik Pzado.

Viva São João! Imagem: Erik Pzado.

SÃO JOÃO NO NORDESTE

Bahia

Guerra de espadas em Cruz das Almas. Fonte da Imagem: A Tarde On line.

Guerra de espadas em Cruz das Almas. Fonte da Imagem: A Tarde On line.

Para quem está se programando para viajar para a Bahia, algumas cidades são as mais tradicionais nos festejos Juninos. Dentre elas estão: Amargosa, Senhor do Bonfim e Cruz das Almas, famosa principalmente pelas guerras de espada e outros tipos de fogos. Amargosa está localizada a 231 km de Salvador, Cruz das Almas a 142 km e Senhor do Bonfim a 380 km. Para maiores informações, é só acessar o site  São João na Bahia. Lembre-se… Passagens de ônibus e reservas em pousadas, casas, hotéis, devem ser feitas com antecedência devido à demanda. Vale lembrar que o São João é festejado na maioria das cidades baianas e há opções para quem não queira enfrentar tanta muvuca, mas queira curtir a tradição da festa junina.

Pernambuco

São João em Caruaru. Fonte da Imagem: Portal de Caruaru.

São João em Caruaru. Fonte da Imagem: Portal de Caruaru.

Em Pernambuco, a cidade mais conhecida pelo seu São João sem dúvidas é Caruaru, localizada a  130 km de Recife e que conta com a estrutura do Pátio e da Vila do Forró, que completam, em 2010, 15 anos de fundação. Antes o São João era organizado pelos próprios moradores do lugar, que enfeitavam inclusive as ruas de bandeirolas. Quer saber um pouco mais sobre a festa na cidade pernambucana, é só acessar o Portal de Caruaru. Vale lembrar que em Recife a festa também é comemorada, sendo a segunda mais popular depois do carnaval.

Paraíba

São João em Campina Grande/ PB. Fonte da Imagem: Embratur.

São João em Campina Grande/ PB. Fonte da Imagem: Embratur.

A cidade paraibana conhecida como a realizadora do Maior São João do Mundo é Campina Grande. Para a edição de 2010, os festejos juninos durarão exatamente um mês, tendo início no dia 4 de Junho e término no dia 4 de Julho. “A grande novidade do ano será a realização da festa em 2 espaços simultaneamente.  Além do Parque do Povo, o evento deve ocorrer também no Parque Evaldo Cruz, fazendo com que, assim, a festa ocorra num espaço de 80.000 metros quadrados”, segundo verbete publicado na Wikipedia.

Sergipe

São João em Aracaju. Fonte da Imagem: A Tarde On Line.

São João em Aracaju. Fonte da Imagem: A Tarde On Line.

Em Sergipe, as cidades mais conhecidas pelas suas festas são Areia Branca, Estância e Aracaju, onde acontece anualmente o Forró Caju. Tive a oportunidade de participar da festa tanto de Estância quanto do próprio Forró Caju e gostei de ambas as experiências. Quer conferir a programação do São João em terras Sergipanas? Acesse o site da Infonet.

Bandeirolas enfeitando o céu. Imagem: Erik Pzado.

Bandeirolas enfeitando o céu. Imagem: Erik Pzado.

Caros jeguiantes, o Nordeste é amplo e tentei realmente me concentrar nos locais em que o Soão João é realmente mais forte, o que não significa que os demais estados não festejem a data com tanta beleza como nos que foram aqui citados. A ideia foi traçar um panorama e dar dicas de por onde começar a planejar a sua viagem para passar o festejo junino em terras nordestinas. Enfim, espero que tenham curtido este post especial e que apreciem, caso viajem, a beleza, o colorido, a leveza e alegria desta festa popular.

Matéria: Janaína Calaça.

Imagens:

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5º salão do turismo – Roteiros do Brasil: Impressões

Posted by Janaína Calaça On junho - 4 - 2010

Entre os dias 26 e 30 de maio de 2010, aconteceu, em São Paulo, o 5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil e o Jeguiando foi lá conferir o que rolou. O evento acontece com o intuito de mobilizar o turismo nacional, oferecendo ao visitante a possibilidade de transitar por diversos destinos até encontrar o que melhor se encaixa ao seu gosto e ao seu bolso. Estrategicamente realizado antes do período das férias, o salão provavelmente ajudou a muitos dos visitantes a decidir para onde ir este ano. Adorei a sacada das pistas no chão! Literalmente é um convite para colocarmos o pé na estrada!

5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O salão é organizado pelo Governo Federal através do Ministério do Turismo e conta com a participação de expositores, que representam desde companhias áereas, passando por operadoras de turismo até artesãos, que aproveitam a oportunidade para apresentar o trabalho que desenvolvem em vários estados brasileiros.

VITRINE BRASIL

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O Salão foi dividido da seguinte forma: feira de roteiros, vitrine Brasil, área de comercialização, núcleo de conhecimento e rodada de negócios. Na feira de roteiros, o visitante teria a oportunidade de conhecer, de forma panorâmica, um pouco de cada região brasileira, através de apresentações de grupos folclóricos, por exemplo.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O espaço Vitrine Brasil (ilustrado nas fotos) foi um dos destaques do evento, contando com lojas de artesanato, onde eram vendidas peças produzidas em vários estados brasileiros, agrupados por regiões; com o espaço Saber Fazer, onde os visitantes assistiam à produção de peças artesanais e a manifestações culturais; com o Espaço Vivências, onde o visitante assistia a modelagens com barro, ao trabalho de tecelãs, entre outros; com o Mercado de Agricultura Familiar, onde eram vendidos produtos alimentícios e bebidas.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O Vitrine Brasil ainda contou com o Espaço Talentos do Brasil, onde eram expostas e comercializadas peças de vestuário e acessórios; com uma área de Gastronomia, que montou um cardápio com pratos das regiões brasileiras e ainda contou com apresentações variadas, como cortejos, apresentações de violeiros e grupos de forró.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Visitamos todos os stands de artesanato do salão e foi difícil não me emocionar em dois momentos: quando entrei no stand da Bahia e no de Pernambuco, onde estão fincadas as minhas raízes. Saudades do meu nordeste, tão representado pelas suas cores e pela sua leveza.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

ARTESANATO

Bailarinas. Imagem: Erik Pzado.

Bailarinas. Imagem: Erik Pzado.

Se há algo que me encanta é a confecção de peças de artesanato e hoje acredito que as pessoas estão voltando a valorizar este trabalho tão bacana e  minuncioso. Como citei anteriormente, foram montados stands representando todos os estados brasileiros e neles foram comercializadas várias peças, produzidas por artesãos locais.

Feira e acarajé. Imagem: Erik Pzado.

Feira e acarajé. Imagem: Erik Pzado.

Foram muitas peças, de esculturas a mobiles, de bolsas a tapetes. Feitas para todos os gostos, utilizando materiais diversos como barro, madeira, xita, palha, as peças, de variados preços e tamanhos, foram aos poucos deixando as prateleiras dos stands para enfeitarem as casas de vários visitantes do evento, que queriam levar para seus lares um pouquinho da pluralidade deste país tão rico em termos culturais.

Casinha de sapê. Imagem: Erik Pzado.

Casinha de sapê. Imagem: Erik Pzado.

Uma das peças, que realmente falou muito comigo, foi essa casinha de sapê, muito parecida com a casa de meus avós paternos, que hoje mora sozinha no meio do sertão pernambucano, próximo à Floresta do Navio. A porta, o fogão à lenha, o pote de água, através de uma peça tão pequena, feita por mãos habilidosas, viajei para longe, para lembranças de infância e pelas narrativas de meu pai. Linda, linda peça!

CENÁRIOS

Capela de Pirenópolis - Goiás. Imagem: Erik Pzado.

Capela de Pirenópolis - Goiás. Imagem: Erik Pzado.

Outro ponto a ser destacado, sem dúvidas, foi o cuidado da organização do evento no sentido de tentar realmente fazer o visitante ter a sensação de conhecer uma cidade ou uma região, através dos diversos cenários espalhados ao longo do salão. Apesar de não conhecer a cidade de  Pirenópolis, em Goiás, me encantei pela réplica de uma capela, que ficou com aquela carinha convidativa de praça de interior. Acho que fui atraída mesmo pelas bandeirolas, tão graciosamente instaladas em frente ao cenário.

Canoa e objetos de palha. Amazonas. Imagem: Erik Pzado.

Canoa e objetos de palha. Amazonas. Imagem: Erik Pzado.

Elementos que povoam o nosso imaginário foram escolhidos para ilustrar as particularidades de cada região. Do Amazonas, as canoas e cestas de palha foram escolhidas; do Rio Grande do Sul, cuias de chimarrão; do Rio de Janeiro, as calçadas de Copacabana; de Salvador, as fitas do Senhor do Bonfim. Para quem viajou para algum estado brasilieiro, os cenários ajudaram  a recordar a experiência. Para quem ainda planeja sua próxima viagem, foi uma oportunidade de conhecer alguns elementos e se ambientar. Ponto para o evento!

Aconchego. Imagem: Erik Pzado.

Aconchego. Imagem: Erik Pzado.

Além dos cenários, o salão também contou com a exposição de algumas maquetes, utilizadas também para ambientar o visitante aos destinos a serem escolhidos. Tudo foi direcionado no sentido de fazer o visitante querer viajar, querer conhecer outras paragens e, de preferência, sem sair do país.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

O saldo do 5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil sem dúvidas foi positivo. Apesar de termos chegado à noite para a visitação, conseguimos aproveitar bastante a estrutura do evento e os detalhes que fizeram o diferencial. Iniciativa bacana, didática e atraente. Gostei! :) Até o próximo Salão, caros jeguiantes!

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no 5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no 5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Matéria: Janaína Calaça.
Fotos: Erik Pzado.

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Solar do Unhão – Salvador

Posted by Janaína Calaça On outubro - 7 - 2009

O maior clichê de Salvador, eternizado por Vinicius de Morais, é passar uma tarde em Itapoã. Nasci em Salvador, vivi grande parte de minha vida por lá e digo tranquilamente que há lugares bem mais interessantes, tranquilos e belos para se passar uma tarde. Itapoã se tornou um ponto turístico devido a toda carga poética a ela atribuída, mas há cantinhos como Monte Serrat e o Solar do Unhão, localizado às margens da Baía de Todos os Santos, que emociona pela beleza e que me toca muito mais. Sentar no pequeno cais, na balaustrada ou na pequena ponte, que dá acesso ao mar, e assistir ao pôr-do-sol é impagável. Seja sozinho, seja com amigos ou família, ver o sol se pôr, ouvindo o som das ondas arrebantarem na prainha é bonitooooooo.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

O Solar é um museu a céu aberto, que reúne em sua área a “Capela de Nossa Senhora da Conceição, um cais privativo, aqueduto, chafariz, senzala e um alambique com tanques. O conjunto atualmente sedia o Museu de Arte Moderna da Bahia”, segundo verbete extraído da Wikipedia. O Museu de Arte Moderna ou simplesmente MAM conta com um acervo de obras permanente e lá acontecem também várias exposições, que já tive a oportunidade de assistir. No Solar do Unhão também está funcionando hoje uma das salas de arte de Salvador, onde são exibidos filmes alternativos aos blockbusters da vida.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Segundo artigo publicado na Wikipedia, o conjunto que constitui o Solar do Unhão foi tombado pelo “Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na década de 1940. Posteriormente, foi adquirido pelo Governo do Estado para sediar o Museu de Arte Moderna da Bahia. Após um trabalho de restauração com projeto da arquiteta Lina Bo Bardi, o MAM foi inaugurado em 1969, oferecendo oito salas de exposição, teatro-auditório, sala de vídeo, biblioteca especializada e banco de dados”.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Caminhar por dentro do Solar é uma experiência sensorial. Muitas das características originais do complexo arquitetônico foram mantidas, como por exemplo as paredes da parte interna do solar, onde funcionava por exemplo a senzala do casarão. Há alguns anos, o solar foi transformado em um restaurante dedicado à gastronomia teoricamente baiana, mas hoje no lugar funciona um café.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Na parte externa do solar, o visitante pode apreciar o que é chamado de Parque das Esculturas, que reúne obras de artistas como Bel Borba, Mário Cravo Jr e Carybé. As obras encontram-se espalhadas pelo gramado da área externa, paredes e até na prainha.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

A ponte que rodeia a área externa do solar dá acesso à prainha, cujas águas são tranquilas. Os habitantes que residem próximo ao solar usam a prainha para banho, mergulho e navegação.

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Escultura do Parque das Esculturas, no Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Espero que tenham gostado de visitar virtualmente e conhecer um pouco do Solar do Unhão. Preferi me centrar nas fotografias da área externa para atiçar a curiosidade do viajante, para que ele mesmo descubra o que tem mais por lá. Volto a afirmar que o Solar é um dos pontos mais belos de Salvador a ser visitado e há detalhes suficientes para ocupar uma tarde ou até um dia inteiro. Para quem curte fotografia, vale a pena passar umas boas horas por lá. Tenho certeza que belas imagens serão extraídas deste cantinho tão solar e belo de Salvador.

Endereço: Avenida do Contorno, s/n. Comércio.
Tel: (71) 3117-6131 / (71) 3329-5551.

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Recomendações do Jegueton em 16 de setembro de 2009

Posted by Jegueton On setembro - 16 - 2009

Estas são as recomendações do Jegueton para o dia 16 de setembro de 2009:

  • 500 Internal Server Error – 500 Internal Server Error
  • 500 Internal Server Error – 500 Internal Server Error
  • 12 maneiras de viajar de graça! – Ou quase! Dicas muito interessantes para quem não se importa de abrir mão de alguns confortos, e executar algumas atividades no destino. Diversão e enriquecimento cultural garantidos. Em inglês.
  • Quer ir para Praia do Forte, Bahia? Leia algumas dicas antes – Praia do Forte, cidade que encanta nativos e turistas pelas suas belezas naturais e opções de lazer. Ali há excelentes resorts, pousadas, hotéis e, para os mochileiros, um Albergue da Juventude (o que seria de nós sem eles?).
    A Praia do Forte conta com um cardápio diversificado, com comidas típicas baianas e internacionais como italiana, francesa, espanhola, japonesa e argentina.
  • Porto: muito mais que vinho! – Além do tradicional (e delicioso) vinho que leva seu nome (e tem aí um museu em sua homenagem, por sinal), “O Porto” há muito o que se ver. São cerca de 220 mil habitantes que vivem nessa cidade de importância histórica que remonta às origens de Portugal, e sendo responsável pelo nome original do país (antes Portus Cales), o município luso tem seu centro histórico tombado como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO e muitas supresas a serem encontradas em cada esquina.

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