Bariloche (Parte II) – Dicas de viagem


Queridos jeguiantes, como todos sabem, sempre costumo e gosto de fazer relatos das viagens e dar dicas aos leitores para não passarem aperto. Os relatos servem para que, se um dia a nossa memória falhar (a do Jegueton, do Erik e a minha), tenhamos cá nossa memória externa. Gosto de relembrar cada detalhe, cada passo e tentar reproduzir para vocês as sensações que permearam esta nova experiência de deslocamento e o que aprendi neste processo. Como todos sabem também, nossa viagem a Bariloche aconteceu a convite da Royal Holiday, que tem contribuído muito para que os laços de blogueiros de viagem de todo o país se estreitem. Cada viagem promovida pela Royal é uma oportunidade de pelo menos cinco blogueiros de várias partes do Brasil se encontrarem, trocarem informações e conhecerem mais a fundo o trabalho um do outro. Desta vez, reencontrei a serelepe Mari Campos do Pelo Mundo e conheci o simpático e brincalhão Marcio Nel Cimatti do A Janela Laranja, com quem troquei várias figurinhas e tomei uma Quilmes, que me fez visitar várias vezes o banheiro no voo de volta ao Brasil. Sempre esqueço que cerveja é diurética! Ô, derrota!

Vista panormâmica de Bariloche. Imagem: Erik Pzado.

Vista panormâmica de Bariloche. Imagem: Erik Pzado.

DICAS  E PREPARATIVOS DE VIAGEM PARA BARILOCHE

Assim que as passagens são emitidas, o que fazer? Entre as várias providências a serem tomadas, listaremos, Erik e eu, algumas para ajudar você, leitor, que resolver congelar o nariz nesta simpática e geladíssima cidade. Mas se você ainda não emitiu sua passagem, calma que a gente também te explica como chegar até lá!


  • Como chegar em Bariloche:

Para chegar em Bariloche, voos partem do Brasil rumo ao Aeroporto Internacional de Ezeiza e ao Aeroparque Jorge Newbery. De lá, são feitas conexões para o Aeroporto Internacional Teniente Luis Candelaria. Caso esteja em Buenos Aires e queira encarar uma roadtrip até a cidade, o percurso é longo! São 1638 km! Já se estiver no Chile, pegar estrada vale a pena! São apenas 130 km até a fronteira e mais 115 km até a cidade chilena de Osorno.

Loja de locação de equipamento de esqui em Bariloche, Argentina. É aqui onde tudo começa: dos tombos às quedas! Imagem: Erik Pzado.

Loja de locação de equipamento de esqui em Bariloche, Argentina. É aqui onde tudo começa: dos tombos às quedas! Imagem: Erik Pzado.

  • Como levar dinheiro para a viagem?

A moeda Argentina, para quem não sabe, é o Peso Argentino, que hoje está desvalorizado em relação ao Real, o que significa que está mais fácil viajar para a terra dos hermanos. O primeiro passo é ir a uma casa de câmbio confiável e trocar Reais (R$) pelos Pesos Argentinos ($). Com a desvalorização do peso,  hoje, se você chega em uma casa de câmbio com 100 reais na mão, levará quase o dobro da quantia em pesos. Para quem opta por levar pouco dinheiro em espécie, há opções como cartões de crédito internacionais, aceitos em vários estabelecimentos, e o Visa Travel Money, um cartão pré-pago de viagem, que também pode ser adquirido nas casas de câmbio. Na Argentina também é aceito o dólar, mas cuidado com as variações loucas cambiais. Cada estabelecimento resolve, por si só, estabelecer qual é seu câmbio, aí vira uma zona e você acaba perdendo dinheiro!

Observação: Ligue com antecedência para as casas de câmbio e reserve seus pesos.

  • Arrumando as malas
Jegueton e sua roupinha de frio se esbaldando na neve. #Jeguenamoda. Imagem: Erik Pzado

Jegueton e sua roupinha de frio se esbaldando na neve. #Jeguenamoda. Imagem: Erik Pzado

Não tem jeito, caros jeguiantes, para andar com tudo de fora em Bariloche, só se você for um pinguim em visita à Patagônia, uma gaivota comedora de bolacha seca ou o Nahuelito, o primo mais próximo do monstro do Lago Ness. Deixe suas regatinhas em casa, seus shorts de piriguete, suas sandálias Havaianas e prepare uma mala com agasalhos, roupinhas do tipo segunda pele, moletons, calças jeans, botas ou tênis, meiões, luvas e gorrinhos. Vale lembrar que mesmo com casacos bem quentes, botas que vão até os joelhos, nada disso funciona quando o assunto é neve. Roupa leve na mala? Apenas se o hotel em que você se hospedar tiver spa, piscina, etc. Só neste momento você terá a oportunidade de colocar um pouco de pele pra fora, além dos olhos!

Erik Pzado com vestuário apropriado para a neve. Gorrinho, casaco e calça impermeáveis e botas para neve. Ele está sem luva, mesmo no frio, porque é primo do Chuck Norris.

Erik Pzado com vestuário apropriado para a neve. Gorrinho, casaco e calça impermeáveis e botas para neve. Ele está sem luva, mesmo no frio, porque é primo do Chuck Norris.

  • Aluguel de roupas em Bariloche (Por Erik Pzado):

Pense no aluguel de roupas para visitar a estação de esqui, realizar a travessia para a Isla Victoria ou para subir o Cerro Campanário. Ao longo da cidade, há várias lojas especializadas em locação de roupas especiais para segurar o frio em Bariloche, a preços que variam de 35 a 45 pesos argentinos. O espaço necessário em sua mala para levar e retornar com as roupas será melhor empregado para comportar lembrancinhas, vinhos, chocolates ou qualquer outra compra que pretenda fazer, além de que, por mais quentinha que possa parecer sua roupa, entenda: ela não vai suportar a contento o vento frio local. Renda-se ao aluguel dos trajes, são relativamente baratos e com certeza desempenharão, com maestria, o papel de mantê-lo aquecido. Ao traje completo, entende-se: calça  e casaco impermeáveis; bota especial para neve e luvas.

Loja de aluguel de roupas e equipamentos para esquiar. Imagem: Erik Pzado.

Loja de aluguel de roupas e equipamentos para esquiar. Imagem: Erik Pzado.

Se você tem estômago fraco ou incomoda-se com o fato de usar uma roupa já bastante utilizada por outras pessoas, gaste um bom tempo caçando lojas que primam pela conservação das roupas. Com certeza você encontrará uma, que se adeque à sua necessidade, pois há diversas  opções em relação a modelos, cortes e, principalmente, a condições dos trajes. Um certo Jeguiante gordinho, por exemplo, foi surpreendido com um belo rasgo entre as pernas durante o momento do café da manhã. Nesse episódio, ficou claro que pernas gordinhas e tecido roto são uma combinação infalível para imprevistos. ;)

Janaína Calaça com sua roupa imperméavel para aguentar o frio de Bariloche e levemente "zarolha" por causa do vento. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça com sua roupa imperméavel para aguentar o frio de Bariloche e levemente “zarolha” por causa do vento. Imagem: Erik Pzado.

  • Documentos para viajar para Bariloche

Como a Argentina e o Brasil participam do Mercosul, há um acordo entre os países para que não seja necessário o uso de passaporte para entrar nos países. Com seu RG, você entra tranquilamente na Argentina e vice-versa. Fique atento apenas para que o documento tenha menos de 10 anos. Não se apresente à Aduana com um RG da década de 70, com o corte do John Travolta, porque provavelmente você será barrado. Eu sempre levo RG e passaporte, porque se eu perder um, tenho outro de backup!

  • Dicionário de espanhol na bagagem
Jegueton e seu dicionário de espanhol. "Me gustaria hacer una ligación! No, no! Una llamada, una llamada!". Imagem: Janaína Calaça.

Jegueton e seu dicionário de espanhol. “Me gustaria hacer una ligación! No, no! Una llamada, una llamada!”. Imagem: Janaína Calaça.

Se você fala um pouco espanhol ou fala mal, leve nem que seja um mini-dicionário na mala para te ajudar nas horas de sufoco. Tudo bem que o Portuñol es la lengua del futuro e que todo mundo se entende bem ou mal no final, mas o dicionário te livrará de situações esdrúxulas como soltar um “me gustaria hacer una ligación” para a tia do locutório, quando na verdade o que você queria mesmo era “hacer una llamada!”. Soltar para a senhorinha do locutório um “me gustaria hacer una ligación” é o mesmo que dizer ” e aí, tia, bora ali pro canto?”.

  • Onde fazer ligações telefônicas em Bariloche?
Jegueton na cabine telefônica, depois de ter rodado os locutórios de Bariloche para falar com sua família. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton na cabine telefônica, depois de ter rodado os locutórios de Bariloche para falar com sua família. Imagem: Erik Pzado.

Ao longo de Bariloche, há vários locutórios, onde você, caro jeguiante, poderá fazer suas “llamadas” para o Brasil ou para onde quer que seja. Os locutórios possuem cabines telefônicas e o preço das chamadas não costumam ser exorbitantes, como são as feitas pelo celular. Neste espaço, além do serviço telefônico, você poderá comprar água, refrigerantes, biscoitos, alfajores, etc.

  • Comer e beber em Bariloche (Por Erik Pzado)

Para comer

Oyo de Bife, corte argentino macio e saboroso. Nhai, ai. #Buenavida. Imagem: Erik Pzado.

Oyo de Bife, corte argentino macio e saboroso. Nhai, ai. #Buenavida. Imagem: Erik Pzado.

Cortes argentinos são uma pedida sem arrependimento! Imagem: Erik Pzado.

Cortes argentinos são uma pedida sem arrependimento! Imagem: Erik Pzado.

Bife de Chorizo, tradicional corte argentino. #Buenavida. Imagem: Erik Pzado.

Bife de Chorizo, tradicional corte argentino. #Buenavida. Imagem: Erik Pzado.

Risotos variados também são boas opções em Bariloche. Imagem: Erik Pzado

Risotos variados também são boas opções em Bariloche. Imagem: Erik Pzado

A mesmice do café da manhã, forrado de “Medialunas” todo santo dia, é recompensado pela variedade e riqueza dos cortes de carne argentinos, risotos e iguarias facilmente encontradas à mesa Patagônica. Em Bariloche, o termo “comida de pub” deve ser usado com cautela em locais como o Wilkenny Irish Pub, pois seus pratos realmente estão muuuito acima da média, com ótima apresentação e sabor exclusivo.  A tábua de frios, uma das especialidades da casa, por exemplo, conta com defumados especiais como salame de javali e carne de cervo. Muy rico! Sugiro pedir cortes como o Bife de Chorizo, Oyo de Bife ou carnes de porco e cervo. Para quem gosta de peixes, salmão e truta são presenças obrigatórias no cardápio. Para mordiscar, nada como as empanadas de carne, frango, queijo e presunto. De sobremesa, doce de leite, alfajores e chocolates. Para beber, nada como um bom vinho Patagônico ou uma cerveja gelada, como a pilsen Quilmes.

Para beber

Jegueton, el Borracho, e o Saurus, boa opção de vinho Patagônico. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton, el Borracho, e o Saurus, boa opção de vinho Patagônico. Imagem: Erik Pzado.

A tradicional pilsen Quilmes, gelada e diurética! Ótima para voos longos!. Imagem: Erik Pzado.

A tradicional pilsen Quilmes, gelada e diurética! Ótima para voos longos!. Imagem: Erik Pzado.

  • Cubiertos

Em Bariloche, assim como em Buenos Aires, muitos restaurantes cobram os cubiertos, que corresponde não só à cestinha de pães com manteiga ou algum patê, mas também aos talheres, pratos, toalha de mesa e copos. Tudo bem que não faz o menor sentido alguém cobrar por itens mais do que necessários para uma refeição. Mas fazer o que, né? Fiquem atentos ao preço dos cubiertos, para não terem surpresas na conta ao final do almoço ou do jantar. Em alguns casos, o cubierto pode também funcionar como cover artístico, mas só pague se o estabelecimento realmente tiver um serviço de música ao vivo. Não vale pagar para o tangão tocando no cd player!

  • Clima quente em Bariloche (Por Erik Pzado)

Não pense que, apenas por haver neve ao redor, você está condenado a passar frio. Quem pensa nisso, acaba cozido. Diferentemente de nossos hábitos, o pessoal em Bariloche costuma usar e abusar mesmo dos sistemas de calefação. Não se assuste, mas poderá alternar entre ambiente externo com temperaturas de 6ºC e ambientes climatizados com 40ºC próximo aos radiadores da calefação. Fica a sugestão: escolha com carinho o local de sua mesa em restaurantes, pois pode correr o risco de ficar mais quente do que o próprio prato servido. Eu, mesmo, quase virei prato principal!

  • Dicas de “regalos” argentinos: o que levar de lembrancinha depois da viagem a Bariloche?
Lembrancinhas de viagem: chocolates. Não sobrará urso sobre urso! Imagem: Erik Pzado.

Lembrancinhas de viagem: chocolates. Não sobrará urso sobre urso! Imagem: Erik Pzado.

O que mais há em Bariloche são lojinhas atraentes e opções de lembrancinhas para parentes, amigos e, claro, para se auto-presentear. Para as crianças, há bonecos de neve de tecido, bolas de vidro com bonecos de neve e ovelhas, ovelhas e llamas de pelúcia, camisetas e moletons com motivos da Patagônia e chocolates, muitos chocolates, de todos os tipos, formas, tamanhos, sabores, mas este será um post especial. Não vou adiantar agora!

Bonequinhos de neve para presentear. #LembrancinhasdeBariloche. Estes aí já são dos sobrinhos! Imagem: Janaína Calaça.

Bonequinhos de neve para presentear. #LembrancinhasdeBariloche. Estes aí já são dos sobrinhos! Imagem: Janaína Calaça.

Para os adultos, há os vinhos, de várias adegas, de várias uvas. Trouxe quatro garrafas, inclusive duas do Saurus, um bom vinho Patagônico, que tomei no primeiro dia de viagem, indicado pela Andrea Hernandez, representante da Royal Holiday. Outras dicas de presente são artefatos de couro, alfajores, cds de tango e cumbia e artesanato em geral.

Alfajores e chocolates. Regalos argentinos. Lembrancinhas. Imagem: Janaína Calaça.

Alfajores e chocolates. Regalos argentinos. Lembrancinhas. Imagem: Janaína Calaça.

  • Transporte de vinho no avião

Apesar da restrição de líquidos de até 100 ml para voos internacionais, pelo menos no trajeto de volta ao Brasil nos aeroportos argentinos, há tolerância em relação aos vinhos. Comprei 2 garrafas em uma loja em Bariloche e pude levar como bagagem de mão. A única exigência é que estivesse lacrado e há um limite de 5l por pessoa. No Free Shop, acredito que o limite de garrafas seja maior.

    Saurus, vinho patagônico, o vinho consumido pelo T-Rex, pelos Brontossauros, etc. Imagem: Erik Pzado.

Saurus, vinho patagônico, o vinho consumido pelo T-Rex, pelos Brontossauros, etc. Imagem: Erik Pzado.

  • Passagem pela Aduana

No retorno ao seu país, você receberá, dentro ainda do próprio avião, um formulário para passar na Aduana (alfândega). Lá há uma lista de itens para você marcar se está trazendo ou não e itens referentes a valores também. Se você só está trazendo vinhos, chocolates, roupas e se tudo isso não ultrapassar 500 dólares, siga para a portinha de “nada a declarar”, na chegada ao aeroporto. Caso tenha marcado algum item na lista presente no formulário ou se porta um valor de mais de 10.000 dólares, dirija-se à portinha de “bens a declarar”.

Bom, caros jeguiantes, espero que tenham gostado das dicas de viagem para Bariloche. Espero que sejam úteis e que ajudem vocês a fazer uma boa viagem. Os próximos posts sobre a cidade serão dedicados aos pontos turísticos e às curiosidades.

Até mais,

Jana, Erik e Jegueton.

Observações importantes: Por ser uma viagem internacional, é aconselhável fazer um seguro de viagem. Viajou para longe de casa, não deixe de fazer um seguro!

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36 Comentários

  1. Andressa disse:

    Quantas comidinhas deliciosas de se ver! Vinhos…alfajores… nhai ai, quero ir para Bariloche tb!

  2. Diego Paiva disse:

    Excelentes dicas, Jana e Erik!!! Parabéns pelo post, muito esclarecedor e de grande ajuda para os viajantes rumo ao freezer natural chamado Bariloche. Hahaha

    Algumas coisas relatadas eu não passei por ter ido no verão, mas não pensem que senti calor lá não… Peguei temperaturas de 4ºc e sensação térmica negativa. Não precisei alugar roupas por ter levado um casaco de neve (para escalar o Vulcão Villarrica no Chile)e ele me salvou pelos dias que passei lá. ;)

    Sobre a moeda, uma grande vantagem da Argentina (e também do Chile) é que eles aceitam o nosso cartão de débito Maestro e Visa Electron, é muuuuuito mais vantagem na hora da conversão, já que é bem próxima da moeda comercial. A gente fazia os cálculos de 1 real = 2 pesos e acabou que em alguns dias dava ainda mais usando o débito, fora que as taxas por estar fora do país só são cobradas se sacar o dinheiro no banco, que também foi vantagem (pra mim) já que a taxa era muito pequena. Corram do banco Santander, saque somente no La Nación, mesmo eu sendo cliente do banco o limite de saque diário era menor e a taxa maior, acredita? (mas só no Santander Argentino). Só é preciso se lembrar de desbloquear o cartão para uso internacional e sacar SEMPRE da conta corrente, e não do crédito do cartão.

    Vi que vocês foram na Del Turista! Pra mim era a melhor no quesito preço e com ótima qualidade, principalmente nos chocolates artesanais… o paraíso! Hahaha.

    Depois de escrever quase um post aqui nos comentários, vou guardar mais considerações para os próximos posts. rsrs

    Grande abraço! =]

  3. Alberto disse:

    Excelentes dicas pessoal!!

    Sempre consulto o Jegueton antes realizar as minhas viagens, muito embora a maioria delas seja baseado em ervas… hahaha..

  4. Mari Campos disse:

    Vixe, que post completissimo, adorei! E entao vcs embarcaram com 2 garrafas de vinho da mao, passando pelo raio-x, na boa? Que otima noticia! Em muitos destinos, vinhos na bagagem de mão só rola se as compras tiverem sido feitas no free shop, depois de passar no raio-X. Marquei toca dessa vez, então. Vou ter que voltar por mais uns vinitos ;)

  5. Excelente post!!!
    A matéria está completissima. Parabens!
    So senti falta de alguns videos pra vermos tudo em movimento, rsrs.

    PS: Jana, depois corrige seu link do twitter q tá errado.

    • Oi, Maurício! :)

      Que bom que gostou da matéria! :) Eu gravei algumas imagens, só preciso ver como ficou em termos de qualidade e como vai ser para editá-las. Se ficarem boas, devo montar um vídeo para os próximos posts, mas vamos ver como ficou! :)

      Muitoooooooo obrigada pelo toque do endereço do twitter. Viajei! :P

      Beijão e obrigada por passar por aqui,

      Jana.

  6. Carmem disse:

    Tô adorando as histórias da viagem a Bariloche.
    Jegueton tá o máximo com suas roupinhas de frio.
    Estive em Bariloche no verão, dezembro. Fazia muito frio, embora sem neve.
    Passei pela Mamuschka e trouxe ursinhos pra um amigo.
    Mas veja o que aconteceu com eles: http://bit.ly/c7wupD
    Beijo meu e de Charlotte!

    • Carmem,

      fico tão feliz de te ver voltando aqui com sua Charlotte. :)

      Fiquei besta com as fotos dos chocolates com fungos. Como citei no post, achei que a Mamuschka é muito boa no quesito apresentação, mas o sabor deixa muito a desejar quando o assunto é chocolate. Gostei muito dos chocolates e do preço da Del Turista e em termo de sabor a Rapa Nui é muito boa tb, embora os preços não sejam tão atraentes, se o peso não estiver bem abaixo em relação ao real.

      Volte sempre por aqui, minha querida. A casa é nossa!

      Beijos,

      Jana.

  7. […] viajar não envolve só fotografar e falar sobre pontos turísticos. Trazemos dicas importantes de como se virar em uma cidade como Bariloche, por exemplo, ou de como como tirar passaporte e dicas de como otimizar sua viagem. Dicas de livros […]

  8. MARCOS disse:

    FALA JEGUETON, MUITO BOAS AS DICAS, SHOW DE BOLA… AGORA FALA PRA MIM, VOU PRA BARILOCHE EM JUNHO,E PRA ALUGAR ROUPAS PARA GORDINHOS, RSRS, É FÁCIL LÁ, TEM LOJAS ESPECÍFICAS OU É MELHOR LEVAR DAQUI? TENHO 2 MTS DE ALTURA E CALÇO SAPATO 48, HAHAHA, SEI NÃO, ACHO QUE VOU TER QUE COMPRAR ROUPAS E SAPATOS AQUI, SENÃO VOU PASSAR FRIO LÁ… ABRAÇOS E PARABÉNS

  9. Di Oliveira disse:

    kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk o da “ligacion” foi boa… xD

  10. Renata disse:

    Oi! Conheci o site por indicação do Viaje na Viagem. Tô gostando mto do estilo do Jeguiando, relatam as viagens de um jeito bem pessoal, gostoso de ler, fora as belas fotos! Parabens pelo trabalho.

    Queria uma dica sobre a melhor epoca para ir a Bariloche. Ouvi dizer que para pegar neve o melhor é ir de julho ao final de agosto, mas acho q só poderei ir em Outubro. Vale a pena? Pois acho q se não ver nada de neve ficarei meio frustrada… rs!

    Abraços!

    • Oi, Rê. Tudo bem? :)

      Rê, a época em que a neve está em alta realmente é entre os meses de junho e agosto, mas em setembro você ainda vê um pouco. Nos meses de junho e julho é alta temporada, logo, vc acaba tendo que pagar um pouco mais caro! Mas, em setembro, vc ainda consegue esquiar e tudo mais! :D

      Beijão,

      Jana.

  11. silmeri disse:

    Agradeço as dicas e Parabenizo pelo conteúdo.
    Abraço
    Silmeri

  12. Adriana disse:

    Prepare-se para viver uma experiência inesquecível…
    Bariloche é um sonho e vale muito a pena conhecê-la.
    Eu fui e recomendo, por isso deixo aqui algumas dicas bem simples, baseadas na experiência que eu tive, para “sobreviver” lá:

    1. O clima externo da cidade é muito frio (ainda mais se você for entre os meses de junho e setembro), porém, o clima dentro de qualquer ambiente lá é muito quente. (Eu disse MUITO quente). A calefação lá é quase um forno. Você vai estar passeando nas ruas encolhido, usando gorro, luvas, botas, sobretudo, mas, ao entrar em qualquer loja ou em um dos maravilhosos restaurantes que a cidade oferece, prepare-se para um “strip-tease”. Então a minha dica é: Não se encha de roupas feias por baixo dos casacos. Senão quando começar a suar vai passar vergonha ao mostrar o pijama escondido.

    2. Tenho uma dica ótima para não levar o Brasil nas malas. O segredo é levar, no máximo, dois ou três casacos grandes, duas ou três calças de passear e um ou dois pares de botas. Só. O restante da mala encha com roupas “menos volumosas” para você usar por baixo das citadas acima. Leve muitas peças como: segunda-pele, meia fio 60, meia sport (aquela que você usa aqui no Brasil mesmo), calça legg (vale para os homens também, ninguém vai ver…), calça de lã mais apertada, cacharrel mais fina, etc. Assim você fica com a mala menos pesada e tem bastante variedade dessas peças leves… e olha que você vai precisar mesmo delas… saiba porque:

    3. Você só vai usar suas próprias roupas para andar no centro da cidade (normalmente à noite), mas para fazer QUALQUER passeio em Bariloche você vai precisar alugar a roupa própria de neve, inclusive luvas e botas próprias para este fim. (Não precisa comprar nada aqui no Brasil. Lá você aluga tudo e o preço é acessível. Não gaste dinheiro comprando roupas que você não usará aqui depois). Você vai passar o dia todo vestido como um astronauta. E por baixo desta roupa especial, você deverá usar somente as roupas “menos volumosas” que falei na dica acima, porque você vai esquiar, vai brincar no esqui-bunda (o melhor é o de “Piedras Blancas” onde você desce uma montanha inteirinha escorregando) e vai precisar da mobilidade que as roupas muito grossas não dariam, além de também chegar a sentir calor durante estas atividades. As próprias empresas de aluguel de roupas de neve orientam nesse sentido.

    4. A maioria das lojas “aceptam reales”. Ou seja, não se precipite em trocar seu dinheiro no aeroporto. É mais caro. No centro de Bariloche tem casa especializada com o câmbio mais barato além de você poder pagar muitas coisas com real.

    5. O ônibus urbano é uma ótima opção para os mais econômicos, tem uma variedade imensa de horários, é muito barato e chega aos mesmos lugares onde o taxi chega. Basta pedir no próprio hotel orientações sobre os horários e itinerários.

    6. Agora algumas curiosidades: * Lá não existe guaraná. * A água deles é literalmente neve derretida. Detestei o gosto. Por fim consegui encontrar umas garrafinhas de água “importada” com o gosto um pouquinho melhor, mas com um preço muito alto em comparação com as demais. * Você vai encontrar 30% de argentinos e 70% de brasileiros. Já ouviu a expressão “Brasil-loche???” Se você está esperando uma oportunidade para treinar seu espanhol, esqueça, aperfeiçoe seu português mesmo. Se você não fala nada de espanhol, não se preocupe, os que não forem brasileiros, mas trabalharem com turismo, falarão em português normalmente. Os argentinos em Bariloche são muito educados e gostam do turismo brasileiro. Você será bem recebido lá. * Líquidos somente podem embarcar na mala despachada. Na mala de mão não pode ir liquido algum, nem cremes, nem pacote de bolacha (alimentos em geral) abertos, nada…

    7. Em alguns restaurantes deixe seu nome antes. Depois superlota, chega a ter fila de mais de 2 horas de espera.

    8. Prepare-se para se deliciar com os melhores chocolates, fondues, vinhos, etc…

    9. Se oriente quanto aos lugares que não pode deixar de conhecer e quanto aos horários de funcionamento do comércio. Lá eles fecham quase tudo no começo da tarde e só reabrem depois das 16hs. Villa la Angostura é um exemplo. Nem chocolate você consegue comprar antes das 4. Não se esqueça disso ao ser convidado a passar a tarde lá.

    Espero que minhas dicas ajudem a você ter uma ótima viagem.
    Boa sorte!
    Adriana.

    • Erik PZado disse:

      Adriana,

      Obrigado pela colaboração! Nada melhor do que saber que outros tiveram a mesma experiência e se sentiram a vontade o suficiente para compartilhar suas impressões com tanta clareza aqui em nosso cantinho!

      Valeu e ótimas viagens!

      Erik, Jana e Jegueton!

  13. João disse:

    Eu posso dizer que bariloche não é so o centro da cidade, achei bom ficar em cabanas com cozinha ( Link publicitário excluído ).

    A avenida bustillo da de frente para o lago Nahuel Huapi, a vista é muito legal!

  14. rafael soares disse:

    adorei as dicas estou mais seguro para embarcar nesta viajem
    muito obrigado pelas dicas

  15. […] e sinais de trânsito na argentina | LINK 52. @jeguiando | dicas de viajem para ir a bariloche | LINK 53. @viagenseandancas | o que fazer em 4 dias. dicas de roteiro e passeios | LINK 54. @silmara09 | […]

  16. Cássia disse:

    Pessoal, estamos indo pra Bariloche em agosto e gostaríamos de algumas dicas, tais como: se chegar a noite conseguiremos alugar roupas de frio (neve), pois o primeiro passeio está previsto para o dia seguinte logo cedo? Vcs indicam algum lugar para o aluguel dessas roupas? Qual a média de preços?;
    Como vamos passar apenas 3 dias, que passeios indicam? Quanto ao deslocamento, a agência está nos cobrando USD 26,00 de transfer por pessoa, somos dois, o preço está justo, ou indicam outra opção?

    • Erik PZado disse:

      Oi Cássia, tudo bom?
      Quanto a questão do aluguel de roupas normalmente as lojas fecham a noite. No nosso caso mesmo sendo GG, deu tempo de ir logo cedo, antes das 8 da manhã para uma das lojas que fica imediatamente ao lado do hotel em que ficamos. Há diversas lojas e todas meio que se conversam, então ao chegar no hotel já sugiro que converse na recepção pq sempre alguém pode ter uma dica mais quentinha! :-)
      Sugiro ainda dar uma passada em lojas como a Decathlon, onde por um precinho baixo conseguirá pelo menos uma segunda pele ou calça/blusa polar. Use e abuse das roupas em camadas para zanzar, mas para a Neve… Vai precisar mesmo da roupa adequada.

  17. Cássia disse:

    Complementando… estamos pensando em visitar Circuito Chico e Cerro Otto no primeiro dia e no segundo, Cerro Catedral. O que acham?

  18. Álice disse:

    Bom dia! Estou pensando em ir a Bariloche em Lua de mel… Sou mineira e não estou acostumada a passar tanto frio, ou seja, não tenho agasalhos, rsrsrs…. Li em alguns posts sobre as roupas que devemos levar mas não entendi mto bem… Gostaria de saber se estas roupas térmica são apenas pra esquiar ou pra passar os dias??? E também se essas lojas de aluguel de agasalhos, são apenas de roupas pra esqui?
    Ah, nossa viagem será final do mês de agosto…
    Obrigada e Bjim…

    • Erik PZado disse:

      Oi Alice, tudo bem contigo? Parabéns pelo casório, o destino escolhido é delicioso. Preparem-se para se entregar aos chocolates e carnes da região, sem esquecer é claro dos vinhos… ah, os vinhos!!! Mas sua pergunta não tem nada haver com essas gordices, então vamos lá.
      As lojas promovem locação de peças capazes de suportar diárias em estações de esqui e também perambular pela cidade. Como hoje me dia há lojas como a Decatlhon em várias capitais, eu sinceramente pensaria mesmo em comprar umas segunda peles e polares aqui no Brasil que são baratinhas e vão direto em contato com seu corpo. Uma outra cama de corta vento e estarão prontos para suportar muuuito baixas temperaturas. Um exemplo. Eu e Jana para suportar -15oC em British Columbia gastamos entre sapatos, calças polares, calças corta vento, segundas peles e blusas polares (tudo isso bem fininho e equipamento técnico em nossos números) menos de 600,00 REAIS. A locação varia de peça para peça, mas acho que pelo menos umas roupinhas mais quentinhas para emergências já dá pra levar daqui, principalmente caso sejam gordinhos ou muuuito magrinhos (já sabemos que lá acharão mais facilmente roupas para os medianos). No meu caso, usei uma calça em Bariloche que era uma “Quase 62″, que me garantiu um retorno a loja de locação para esperar que eles recosturassem a calça enquanto tive que aguardar de cueca :D.

  19. Vanessa disse:

    Nossa! Não posso deixar de elogiar o blog(site). Adorei as dicas e o senso de humor. Esta ajudando bastante para montar nossa rápida ida a Bariloche! Obrigada! Abs! Vanessa


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