Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Turismo’ Category

Acqua Mundo – Guarujá, São Paulo

Posted by Janaína Calaça On agosto - 31 - 2010

Caros jeguiantes, hoje daremos início a uma série de posts dedicados aos destinos próximos às capitais brasileiras. Obviamente, trata-se de um projeto ambicioso, que levará muito tempo para cobrir todos os destinos que temos em mente, mas estamos sem pressa. O importante é sempre trazer boas dicas para os viajantes, ampliar as opções e ver que turismo também é ir para aquelas cidadezinhas próximas, até uns 200 km, das capitais. Se viagens longas não cabem no bolso e no pouco tempo que muitas vezes dispomos, dá para reunir a família e amigos e ir para uma cidade próxima, conhecer novas paragens e reunir boas histórias para contar.

Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Para dar início à série Jeguiando pertinho, resolvemos pegar a Jabuticaba, nome carinhoso de nossa caranguita, pusemos Jegueton no banco de trás, e rumamos para o Guarujá, cidade litorânea que fica a 82 km de São Paulo. Por sorte, pegamos um fim de semana comum, daqueles em que você ainda consegue descer a serra sem levar 6 horas para chegar lá.

Mangue. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Mangue. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Como sempre, em nossas viagens, buscamos indicar lugares bacanas para conhecer sozinho, com amigos ou com a família. Para dar início à nossa viagem, vamos falar hoje do Acqua Mundo, considerado o maior aquário da América do Sul.

Cobra d'água. Acquamundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Cobra d'água. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Com uma estrutura que comporta 1.446.560 litros de água e totalizando uma área de 5.775 m², o Acqua Mundo é um convite para todos aqueles que se interessam por passeios que envolvam contato com a natureza, principalmente os amantes de animais que habitam as águas de rios e oceanos.

Peixinho entre corais. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Peixinho entre corais. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Numa espécie de túnel, o complexo de aquários possui desde cenários representando mangues, com caranguejos e siris, passando por um cenário que representa a floresta inundada amazônica, com gigantescos troncos de árvores submersos, até um tanque que comporta tubarões e arraias.

Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Além de peixes e crustáceos, os visitantes também podem ver de perto répteis como jacarés e cobras gigantescas como a píton, aves, como os pinguins, anfíbios, como sapos, etc.

Crocodilo. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Jacaré. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Os aquários são cuidadosamente construídos e em vários deles os corais, com suas cores fortes, vibrantes, enfeitam o ambiente e atraem a atenção dos visitantes.

Pinguins. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Pinguins. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Uma ideia que curti bastante foi o observatório, onde podemos ver de pertinho os peixes, como se estivéssemos dentro d’água. Há uma acesso por debaixo do aquário, onde podemos ficar ajoelhados ou em pé (no caso de crianças). Neste aquário, tinha filhotinhos de tubarões para ver de perto. Muito bacana a experiência!

Onde estão Jana e Jegueton? Glub, glub, glub... Imagem: Erik Pzado.

Onde estão Jana e Jegueton? Glub, glub, glub... Imagem: Erik Pzado.

Olha eu e Jegueton curtindo a visão dos tubarõezinhos nadando por cima de nós! :)

Jegue e Jana no aquário ou fora dele? Imagem: Erik Pzado.

Jegue e Jana no aquário ou fora dele? Imagem: Erik Pzado.

Outro ponto interessante do Acqua Mundo é a possibilidade do visitante presenciar o momento de alimentação dos animais. A programação diária para acompanhar o processo é a seguinte:

De terças a sextas e domingos:

  • Pinguins: 11h e 17h.
  • Amazônia: 12h.
  • Oceano: 13h.
  • Lobo-marinho: 11h30 e 15h.

Aos sábados:

  • Pinguins: 11h e 17h.
  • Amazônia: 12h e 18h.
  • Oceano: 13h e 19h.
  • Lobo-marinho: 11h30, 14h30, 17h30 e 19h30.
Peixe palhaço. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Peixe palhaço. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

O aquário que mais me encantou foi o do Oceano, um “tanque com 800 mil litros de água salgada, construído especialmente para a exposição de grandes cardumes e peixes de mar aberto, como tubarões oceânicos”. Segundo a monitora, o tanque é semi-circular para dar a impressão aos animais de infinitude, para recriar a sensação de estarem no oceano.

Arraias. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Arraias. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Neste tanque, há arraias, peixes como o Mero, que chega a atingir o tamanho de um fusca e os tubarões-lixa, que fazem a festa das crianças e adultos abobalhados como eu (fiquei por lá um bom tempo só admirando estes lindos animais).

Tubarões-lixa. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

Tubarões-lixa. Acqua Mundo. Guarujá, São Paulo. Imagem: Erik Pzado.

O tanque Oceano é o mesmo onde ocorre uma das atrações mais emocionantes do Acqua Mundo, o nado com tubarões. Lá, mediante reserva antecipada, o visitante, acima de 12 anos, pode nadar livremente com tubarões-lixa, sendo acompanhado por um instrutor. O nado dura em torno de 40 minutos e todo o material é cedido pelo aquário.

Hora de alimentar as arraias. Imagem: Erik Pzado.

Hora de alimentar as arraias. Imagem: Erik Pzado.

O nado com tubarões, que inclui todo equipamento, curso e acompanhamento de instrutor custa R$ 250,00 para quem possui carteirinha de mergulho e R$ 300,00 para quem não tem.

Alimentando os tubarões. Imagem: Erik Pzado.

Alimentando os tubarões. Imagem: Erik Pzado.

Para quem não tem coragem de nadar com os animais ou a grana anda curta para pagar a experiência, ver a equipe do aquário alimentando os bichinhos também é motivo de festa. Pude presenciar grupos inteiros indo de um lado para outro só para fotografar o momento em que os tubarões pegam seu almoço das mãos dos mergulhadores.

Alimentando os tubarões. Imagem: Erik Pzado.

Alimentando os tubarões. Imagem: Erik Pzado.

O Acqua Mundo tem um foco educativo muito forte e promove palestras, oficinas infantis, passeios de barco e trilhas, todos voltados para educação e conscientização sobre a dinâmica e conservação da natureza. Todos os detalhes sobre as atividades desenvolvidas pelo aquário encontram-se aqui.

Nadando com os tubarões. Imagem: Erik Pzado.

Nadando com os tubarões. Imagem: Erik Pzado.

Outra possibilidade do visitante interagir com animais como as arraias são os tanques de toque, onde, após lavarmos as mãos, podemos colocá-las dentro d’água e esperar que os animais venham ao nosso encontro. Além das arraias, há também ouriços que podem ser tocados.

Tanque de toque. Jana e a arraia. Imagem: Erik Pzado.

Tanque de toque. Jana e a arraia. Imagem: Erik Pzado.

O espaço ainda conta com sala de Cinema 3-D, praça de alimentação e loja de lembrancinhas, stands de tatuagens temporárias, caricaturas e fotos.

Jegueton viajando no navio. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton viajando no navio. Imagem: Erik Pzado.

O passeio vale muito a pena e, como disse anteriormente, é voltado para todas as idades. Para quem se interessou em conhecer o Acqua Mundo, seguem mais informações logo abaixo:

  • Endereço: Av. Miguel Estéfno, 2001. Enseada. Guarujá, São Paulo.
  • Tels: (13) 3398-3000 e 3379-2709.
Erik Pzado e Jegueton no Acqua Mundo. Imagem: Janaína Calaça.

Erik Pzado e Jegueton no Acqua Mundo. Imagem: Janaína Calaça.

  • Ingressos:
  • R$ 25,00 – Adultos
  • R$ 15,00 – Crianças de 2 a 12 anos
  • R$ 12,50 – Maiores de 60 anos e aposentados

Atenção: não cobram meia-entrada.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no Acqua Mundo.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no Acqua Mundo.

Para consultar os horários, acesse o site oficial do Acqua Mundo.

Extras de viagem: Coisinhas bacanas

Jegueton e Carina, a simpática monitora do Acqua Mundo.

Jegueton e Carina, a simpática monitora do Acqua Mundo.

Não adianta! Sempre que o Jegueton viaja, ele faz novos amigos. Desta vez, Jegueton conheceu Carina, a monitora do Acqua Mundo que presta suporte aos visitantes no tanque de toque. Ela até que tentou nos dar boas dicas de como interagir com as arraias, mas quem disse que elas quiseram conta conosco? Hahaha. Carina, parabéns pelo seu trabalho e quem sabe logo você não realizará seu sonho, hein? Boa sorte na carreira que escolheu e na vida! Parabéns!

Jana, Erik e Jegueton.

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Cartão de viagem – Visa Travel Money

Posted by Janaína Calaça On julho - 28 - 2010

Um dos pontos que sempre preocupa quem viaja para outros países é como levar o dinheiro para cobrir as despesas. O que fazer? Levar todo o dinheiro em espécie ou usar um cartão de crédito internacional e esperar pelas surpresas na variação do dólar no momento de fechamento da fatura? Levar todo o dinheiro em espécie é complicado, principalmente por facilitar demais os roubos. Os cartões de crédito internacionais podem ser práticos e realmente quebram um galho quando alguma emergência acontece, por isso é bom tê-los na carteira, mas há o inconveniente de você, como disse anteriormente, esperar tenso pela próxima fatura, afinal o valor é calculado em cima da cotação do dólar do dia de fechamento. Hoje, no entanto, o viajante já pode contar com mais uma opção, os cartões pré-pagos de viagem

Cartões pré-pagos de viagem

Nas viagens para outros países que o Jeguiando realizou, utilizamos o Visa TravelMoney (VTM), um cartão de débito pré-pago, que o viajante pode adquirir e recarregar nas casas de câmbio. Caso o viajante esteja em outro país e precise de mais créditos em seu cartão de débito, é só solicitar nova recarga através de um procurador no Brasil. O cartão pode ser carregado em dólar, euro ou libras, mas, ao efetuar o saque no país para onde você viajou, a moeda que terá em mãos é local, como foi no caso dos pesos argentinos, quando fiz minha primeira viagem para a Argentina.

Outras facilidades do cartão pré-pago estão relacionadas a não incidência de juros sobre saques no exterior e a “consulta ao saldo do cartão, extrato de saques e troca de senha, além do acesso total a informações sobre números de contato de diversos países e localização de caixas eletrônicos”, segundo artigo publicado no site Finanças Práticas. A taxa de IOF é mais baixa que a dos cartões de crédito, não existe variação cambial e anuidade. Só existe mesmo limite do valor disponibilizado.

Uma dica importante é: encontre uma casa de câmbio confiável, que você sabe que poderá contar no caso de precisar de novas recargas. Para maiores informações acesse os seguintes sites e saiba um pouco mais sobre os cartões pré-pagos de viagem e como adquiri-los: Confidence Câmbio e o Finanças Práticas.

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Parque das Aves – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte IV)

Posted by Janaína Calaça On julho - 23 - 2010

Caros jeguiantes, dando continuidade à série de posts sobre nossa viagem à Foz do Iguaçu, a convite do Hotel Tarobá Express, nosso anfitrião na simpática cidade paranaense, hoje falaremos um pouco sobre nossa ida ao Parque das Aves, que não se resume apenas às aves. O parque conta também com serpentários, borboletários e com um vasto exemplário da nossa flora também. Apesar do dia, em que visitamos o empreendimento, estar frio e levemente chuvoso, conseguimos ver muitos animais, apesar de muitos deles terem se escondido do frio.

Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Chegamos bem cedo ao Parque, que funciona das 08:30 h até as 17:30 h. Após atravessarmos o portão principal, o passeio já começa com os primeiros exemplares de aves. Ao redor, a vegetação, que comporta exemplares de nossa flora, compõe o cenário do parque. A trilha sonora do passeio? O som misturado de vários pássaros, que convivem nos amplos viveiros.

Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Todo o passeio é feito a pé, por trilhas devidamente sinalizadas. No caminho, todos os viveiros possuem placas contendo informações gerais sobre as aves expostas no Parque. Gostei muito da possibilidade de entrar nos viveiros. A princípio, fiquei pensando se, ao entrar em um destes espaços, não levaria umas boas bicadas de um tucano exibicionista, mas até que não. Só levei uns rasantes na cabeça, mas até aí tudo bem!

Erik Pzado no Parque das Aves. Imagem: Janaína Calaça.

Erik Pzado no Parque das Aves. Imagem: Janaína Calaça.

Não sei se pela visitação frequente, os animais acabam não estranhando tanto a presença das pessoas nos viveiros. No entanto, nem todas as aves encontram-se nestes espaços de acesso livre aos visitantes, como Hárpias, águias, aves de grande porte.

Jacutinga. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jacutinga. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O passeio é indicado para pessoas de todas as idades: de crianças a idosos. Como as trilhas não são longas e o visitante pode fazer seu passeio no seu ritmo, há espaço e oportunidade para todos. Indico sem medo de errar a visita ao Parque para famílias, casais com ou sem filhos e para pessoas que estejam viajando sozinhas também. Envoltos pela vegetação e pelos pássaros, não tem como não desacelerar da correria cotidiana.

Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Além de uma variedade grande de aves, como citei anteriormente, o parque também conta com a presença de serpentários e borboletários. Nos serpentários, sucuris e jiboias se confundem com o habitat, despertando a curiosidade dos visitantes.

Tucano. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Tucano. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Em termos de estrutura, o parque conta com banheiros, espalhados por vários pontos da trilha, uma lanchonete e uma loja de souvenirs com itens variados. Fiquei encantada com as peças de artesanato de madeira em formato de frutas e aves. O único ponto que não gostei da lojinha de souvenirs foi o atendimento, que deixou muito a desejar.

Serpentário. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Serpentário. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para quem se interessou em conhecer o local, um dos principais pontos turísticos de Foz do Iguaçu, no Paraná, visite o site do Parque das Aves e obtenha mais informações sobre o passeio.

Urubu-rei. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Urubu-rei. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Informações gerais:

  • Horário de Funcionamento: Das 08:30 h às 17:30 h.
  • Tarifa: R$ 18,00.
  • Endereço: Foz Tropicana, Parque das Aves. Av. das Cataratas, km 17. Foz do Iguaçu. Paraná.
  • Telefone: (45) 3529-8282.
Corujinha. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Corujinha. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Araras. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Araras. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Extras de viagem: Coisinhas bacanas.

Sempre, em toda viagem, rolam umas cenas memoráveis. No passeio ao Parque das Aves, destaco dois momentos bacanas: um deles foi quando Jegueton confraternizou com esta Ararajuba dengosa e o outro foi ter araras pousadas em nossos braços.

Jegueton confraternizando com seu (sua) novo (a) amiguinho (a)  plumado (a). Imagem: Erik Pzado.

Jegueton confraternizando com seu (sua) novo (a) amiguinho (a) plumado (a). Imagem: Erik Pzado.

Sim, nunca vi uma ave tão dengosa como esta em especial. Aproximei Jegueton da Ararajuba e ela começou a emitir uns pios lânguidos. Hahahahaha. Muito engraçada a cena! Só tendo visto de perto pra ter noção do dengo!

Erik morrendo de medo da arara. Imagem: Janaína Calaça.

Erik morrendo de medo da arara. Imagem: Janaína Calaça.

Ah, as araras! Quando soube que no Parque permitiam que as segurássemos um pouquinho, fiquei animadíssima! Da última vez que tive uma interação com animais durante viagens, mergulhei com tubarões-lixa! A única precaução foi tirar os óculos escuros de cima da cabeça para a arara não querer carregar. Fora isso, foi uma oportunidade bacana de interagir com estas aves tão coloridas. Acho apenas, como podem ver pela foto, que o Erik estava com medo de levar uma bela bicada no meio do nariz! Hahahaha! ;)

Eu sou corajosa. Rah! Janaína Calaça e a arara. Imagem: Erik Pzado.

Eu sou corajosa. Rah! Janaína Calaça, Jegueton e a arara. Imagem: Erik Pzado.

Bom, é isso aí, caros jeguiantes! Aguardem o próximo post sobre Foz do Iguaçu e se puderem, em visita pela cidade, adicionem o passeio aos seus planos! Vale a pena! :D

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Cataratas Brasileiras – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte III)

Posted by Janaína Calaça On junho - 28 - 2010

Dando continuidade à série de posts Passeios em Foz do Iguaçu, em que relatamos nossas visitas à Hidrelétrica de Itaipu e às Cataratas Argentinas, hoje falaremos sobre nossa ida ao Parque Nacional do Iguaçu, a convite do Hotel Tarobá Express, que nos levou à cidade de Foz para conhecê-la e relatar nossa experiência turística. O hotel montou para nós um dos roteiros que oferece aos seus clientes, ou seja, todos os passeios que relatamos aqui são oferecidos a quem se hospeda no hotel, localizado no centro da cidade. Vale lembrar que há opções de roteiros para todos os gostos: desde passeios com enfoque em ecoturismo como passeios focados em compras, como no caso daqueles que são organizados para levar os visitantes ao Paraguai.

Parque Nacional do Iguaçu. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Parque Nacional do Iguaçu. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Logo cedo, pegamos nossas mochilas e Jegueton e partimos em direção ao Parque Nacional do Iguaçu, para visitarmos as Cataratas Brasileiras e fazermos o passeio do Macuco Safari, que consiste em pegarmos um barco e subirmos o Rio Iguaçu em direção à Garganta do Diabo, a mesma Garganta que vimos de cima em nossa visita às Cataratas Argentinas, em Porto Iguaçu.

Janaína Calaça fazendo a trilha para chegar às Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça fazendo a trilha para chegar às Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Se já nos molhamos no passeio das Cataratas Argentinas, dessa vez literalmente tomaríamos um banho, segundo relatos do nosso guia e de algumas pessoas, que já haviam feito o passeio. Não levei muito a sério a história do banho, mas, só para adiantar um pouco, digo que as capas de chuva que vendem tanto na entrada do parque, quanto nas lojas de presentes do local, não servem para muita coisa, exceto para evitar que a gente congele em dias mais frios, como foi o caso, depois da ida às quedas.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para pegarmos o barco, que nos leva ao Rio Iguaçu, temos que fazer uma trilha por dentro da mata. Parte desta trilha é feita por uma carreta puxada por um jipe elétrico e conta com a presença, durante todo o passeio, de um guia. Na carretinha em que fomos, só estavam Jegueton, Erik, eu e mais um casal de colombianos. O guia falava muito bem o espanhol e, durante o trajeto, fazíamos algumas pequenas paradas para conhecer uns exemplares da flora nativa.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de fazermos a maior parte do trajeto na carreta, decidimos chegar ao Rio Iguaçu a pé, completando assim a trilha. Acredito que o trajeto foi um pouco complicado apenas devido à chuva no dia, que acabou deixando as pedras das escadarias um pouco escorregadias, mas repito que foi escolha nossa fazer o restante da trilha a pé. Para quem não está muito afim de caminhar, pode continuar o trajeto na carreta.

Erik Pzado e Janaína Calaça se preparando para o passeio de barco do Macuco Safari.

Erik Pzado e Janaína Calaça se preparando para o passeio de barco do Macuco Safari.

Ao chegarmos às margens do Rio Iguaçu, há uma espécie de cais, onde os barcos estão aportados. Lá recebemos os coletes salva-vidas e instruções de como nos comportar durante o passeio.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Algumas das instruções que recebemos do guia do hotel foi de levarmos uma toalha para nos enxugar após o passeio e um calçado, como tênis, para a trilha, mas, no momento do passeio de barco, é melhor entrarmos no veículo descalços ou com sandálias de borracha e guardar o tênis em uma sacola plástica, para não molhar. Outra opção é alugar um armário no cais, caso você leve uma mochila ou bolsa. O ideal é entrar no barco com o mínimo de pertences para não correr o risco de perder.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Outra dica, contida no flyer do Macuco Safari, é usar protetor solar e roupas leves. Quanto a equipamentos, como câmeras fotográficas e filmadoras, se você não tiver uma caixa estanque para acondicioná-los de forma segura, coloque-os dentro de sacolas plásticas, certificando-se de que não haja rasgos ou furos, onde a água possa penetrar. Caso não se sinta seguro, o próprio Macuco Safari oferece serviços de fotografia e filmagem. O preço é um pouco salgado, mas entre danificar um equipamento e pagar por uma fotografia, o turista deve decidir o que fica mais barato para ele.

Turista colombiano e Janaína Calaça no barco do Macuco Safari. Imagem: Erik Pzado.

Turista colombiano e Janaína Calaça no barco do Macuco Safari. Imagem: Erik Pzado.

Depois que todos os visitantes, já devidamente preparados para o passeio, se acomodam no arco inflável bimotor, partimos então para a subida do Rio Iguaçu em direção à Garganta do Diabo.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no Macuco Safari.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no Macuco Safari.

O trajeto para a Garganta do Diabo é pontuado de muita vegetação e do principal: a vista das Cataratas por outro ângulo. As quedas, que vimos de cima, nas passarelas suspensas, agora são vistas do Rio Iguaçu.

Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O barco é potente, o que é necessário para conseguirmos subir as águas do Rio, que, devido à força das quedas, em muitos pontos torna-se extremamente revolto, mas nada que assuste em excesso. O passeio é bem tranquilo inclusive.

Erik Pzado nas Cataratas Brasileiras. Imagem: Janaína Calaça.

Erik Pzado nas Cataratas Brasileiras. Imagem: Janaína Calaça.

Outro ponto que achei interessante neste passeio é o fato de ser direcionado a todas as idades. Em nosso grupo, havia idosos, que estavam ali para aproveitar também o contato direto com a natureza. Talvez seja um passeio não tão indicado para crianças muito pequenas, devido ao banho nas cataratas. A força das quedas é grande e a criança pode se atrapalhar e engolir água.

Caminho para as Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Caminho para as Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para quem se interessou pelo passeio do Macuco Safari, o preço do ingresso por pessoa é de R$ 140,00 (adultos). Crianças até 6 anos não pagam e crianças de 7 a 12 anos pagam 50% do valor. Apesar do preço parecer salgado, há toda uma estrutura envolvida que justifica o que é cobrado. Carreta conduzida por um jipe elétrico, guias profissionais, barco, salva-vidas, tudo isso é incluso no valor.

Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu.

Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu.

O Macuco Safari também oferece outras atividades, como rafting, rapel, arvorismo, trilha do Poço Preto, trilha das Bananeiras, Passeio Porto Canoas e as Linhas Martins. Para maiores informações sobre os demais passeios, acesse o site do Macuco Safari.

Janaína Calaça e Erik Pzado. Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça e Erik Pzado. Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Ainda sobre o passeio de barco, a duração total, incluindo as trilhas, é de uma hora e quarenta e cinco minutos. Funciona de segunda a domingo, das 09ho0 às 17h30.

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Um dos momentos mais bacanas do passeio sem dúvidas é quando o condutor nos leva para bem próximo das quedas e tomamos um banho naquelas águas. Sim, um banho! Não são respingos não. Literalmente passamos quase debaixo das águas. A força é tanta que estar ao lado das quedas significa sair de lá completamente molhado!

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

No retorno ao cais, o friozinho bateu. Com as roupas molhadas e o vento gelado, potencializado pela velocidade do barco, não teve quem não se encolhesse nos bancos para tentar se esquentar. Mas… Eu faria tudo novamente… Uma, duas, três, inúmeras vezes! O passeio realmente vale muito a pena! Se puderem ir, vão!

Janaína Calaça, Erik Pzado e Jegueton na mochila. Jeguiando nas Cataratas Brasileiras.

Janaína Calaça, Erik Pzado e Jegueton na mochila. Jeguiando nas Cataratas Brasileiras.

Depois do passeio de barco, ainda fizemos algumas paradas para admirarmos as Cataratas Brasileiras. Só não fizemos as trilhas, porque estávamos enxarcados, o frio castigava e ganhar uma gripe no meio da viagem não seria nada inteligente de nossa parte! Bom, caros jeguiantes, espero que tenham gostado da terceira parte de nossa aventura em Foz do Iguaçu! Para vocês curtirem um pouco mais da nossa viagem, encerramos o post com o vídeo do nosso passeio de barco no Macuco Safari. O vídeo é um pouco longo, mas guardem um tempinho para assisti-lo! Vale a pena ver a gente tomando um senhor banho nas Cataratas do Iguaçu! Até o próximo post!

Extras de viagem: Coisinhas bacanas

Viajar não significa conhecer apenas outras paragens, outras culturas. Viajar envolve também conhecer pessoas. De pessoas que partilham conosco alguns passeios a quem nos atende bem, há espaço para todos em nossa memória. Hoje vamos reservar este espaço para o Marcio , um dos funcionários do Macuco Safari que foi extremamente simpático e prestativo no sentido de nos rodear com o maior número de informações sobre o espaço e os passeios oferecidos. Parabéns, Marcio, pela visão e dedicação ao seu trabalho! Deixo um registro seu e do mascote do Macuco, o Quati, ao lado de nosso Jegueton.

Marcos do Macuco Safari, simpatia e profissionalismo. Imagem: Erik Pzado.

Marcio Feira do Macuco Safari, simpatia e profissionalismo. Imagem: Erik Pzado.

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Cataratas Argentinas – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte II)

Posted by Janaína Calaça On junho - 25 - 2010

Partimos hoje, Jegueton, Erik Pzado e eu, para a segunda parte da série de posts sobre Passeios em Foz do Iguaçu, resultado da nossa passagem pela cidade a convite do Hotel Tarobá Express. Na primeira parte da série, falamos sobre nossa visita à Hidrelétrica Itaipu Binacional e hoje vamos relatar nossa ida à Porto Iguaçu, cidade fronteiriça com o Brasil, para visitarmos as Cataratas Argentinas. Situei este post como sendo parte da série de Passeios em Foz do Iguaçu porque foi de lá que partimos e é comum a travessia constante de brasileiros para Porto Iguaçu, assim como para o Paraguai, em função das compras.

Entrada para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Entrada para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Partimos cedo para Porto Iguaçu. Passamos por duas barreiras para podermos entrar na Argentina. Uma delas foi a barreira da aduana, onde fica registrada nossa entrada no país. Para quem não sabe, devido ao acordo entre os países do Mercosul, podemos apresentar a carteira de identidade no lugar do passaporte para entrar, por exemplo, na Argentina. Basta que o RG esteja atualizado e em perfeito estado.

Jegueton esperando o trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton esperando o trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para termos acesso às Cataratas Argentinas, a tarifa cobrada para países do Mercosul (Brasil, Paraguai, Uruguai) é de 45 pesos argentinos. A tarifa geral é de 85 pesos, mas há uma variação tarifária para nativos também, que pode ser conferida no site oficial das Cataratas.

Erik Pzado, Janaína Calaça e Jegueton no trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu.

Erik Pzado, Janaína Calaça e Jegueton no trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu.

Há duas opções para chegarmos às Cataratas: pegar o trenzinho que nos leva até lá ou ir a pé pelas trilhas. Jegueton, Erik e eu decidimos economizar nossas pernas e pegamos o trenzinho. A trajetória acalma. Há muita vegetação e uma brisa gostosa embala o passeio.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de caminharmos pelas passarelas elevadas, construídas acima das águas, finalmente chegamos à nossa primeira parada: a Garganta del diablo, considerada “a queda com maior fluxo das Cataratas do Iguaçu”, segundo verbete extraído da Wikipedia.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Se você, leitor, já ouviu alguém se referir à experiência de ver a Garganta de perto como sendo emocionante, não há nenhum exagero nesta afirmação. É realmente de emocionar. Diante da grandeza e da beleza da natureza em sua força bruta, não há como ficar… digamos… um pouco mais sensível. A visão da força da água é algo que nenhuma fotografia ou vídeo conseguirá traduzir. Só indo lá para ver!

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Não preciso nem dizer o quanto a força da queda das águas produz uma chuva particular. Por isso, ao utilizar câmeras e filmadoras, certifique-se de que estejam bem protegidas para não correr o risco de danificar o equipamento.

Janaína Calaça e Erik Pzado com a Garganta del Diablo ao fundo.

Janaína Calaça e Erik Pzado com a Garganta del Diablo ao fundo.

Jegueton na Garganta del Diablo. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton na Garganta del Diablo. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de passarmos um tempinho admirando a Garganta del Diablo, partimos para conhecer as demais quedas. Pegamos então novamente o trenzinho e rumamos para a outra metade de nossa aventura.

Trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Além da beleza das quedas e da vegetação, os visitantes também poderão ver de perto alguns animais silvestres, que circulam pelo parque, como é o caso deste simpático quati, que encontramos passeando com seu bando.

Quati. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Quati. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Continuamos nossa trilha para conhecermos as demais quedas pelas passarelas suspensas. O fluxo de visitantes é intenso e de vez em quando acontece um engarrafamento de gente, mas nada que estrague a experiência de conhecer de perto as cataratas.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Apesar de todo o percurso ser plano, convém utilizar sapatos confortáveis para realizar o trajeto. Vi muitas mulheres caminhando de salto alto (não sei como) com cara de sofrimento! Tênis sem dúvidas é o tipo de calçado mais adequado para o passeio e não scarpins, minha gente!

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Outras dicas para fazer a trilha da forma mais confortável possível, é levar um agasalho, caso esfrie, e uma garrafinha com água. Durante a caminhada, acabamos perdendo água através do suor e corremos o risco de desidratarmos, sendo assim não custa nada reservar um lugar na mochila para estes dois itens importantes para que o passeio corra bem.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Um fenômeno que fatalmente o visitante presenciará, exceto em dias com pouco sol, é a formação dos coloridos arco-íris. No dia que visitamos as Cataratas Argentinas, o céu estava meio nublado, mas, ainda assim, o Erik conseguiu fotografar um tímido arco-íris que se formou com as águas de uma das quedas.

Arco-íris. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Arco-íris. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois que terminamos o passeio, fomos almoçar no restaurante La Selva, localizado no interior do parque. O restaurante funciona no esquema de tenedor libre, ou seja, o visitante paga um valor fixo e tem direito ao buffet, onde são servidas massas, saladas, refogados e sobremesas. A parrilla (churrasco) é o prato principal, como não deixaria de ser, e o bife de chorizo sem dúvidas deve ser a carne mais pedida por quem está visitando a Argentina. Uma dica: tomem uma Quilmes para acompanhar a carne!

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Algo que me chamou a atenção e que facilita muito a vida do viajante é o fato de no interior do parque aceitarem outras moedas, como o real e o dólar, além dos pesos argentinos. Tanto no restaurante quanto na lojinha de regalos (lembrancinhas), aceitaram o real para pagamento das compras, ou seja, nem precisamos passar em uma casa de câmbio. Foi bem tranquilo e economizamos tempo!

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois do almoço, pegamos a estrada de volta para o Brasil e passamos novamente pelas duas barreiras que atravessamos na ida, para registrar nossa saída da Argentina. Novamente é necessário apresentar o RG, carteira de habilitação ou o passaporte.

Fronteira Brasil e Argentina. Imagem: Erik Pzado.

Fronteira Brasil e Argentina. Imagem: Erik Pzado.

Antes de sair de Porto Iguaçu, há um Duty Free na cidade para quem não esteja afim de enfrentar o Paraguai. O Hotel Tarobá Express, onde ficamos hospedados, oferece como cortesia para os hóspedes traslado gratuito diariamente para o local a partir das 17:45 horas.

Extras de Viagem: Coisinhas bacanas

Não poderíamos deixar de registrar a presença de nossos companheiros de viagem nas Cataratas Argentinas. O casal Jaciara e Adriano, que estavam de férias em Foz, acabaram nos fazendo companhia neste passeio. A grande surpresa? O casal é de Salvador, minha terra! Hahaha! Bairrismo à parte, foi muito bacana ouvir o som do sotaque da minha terrinha e dividir a alegria de conhecer um lugar tão agradável com meus conterrâneos! Jaciara e Adriano, um abraço apertado em vocês e quem sabe não nos encontramos por aí!

Jaciara e Adriano, baianos em Foz do Iguaçu. Ê mundo pequeno! Imagem: Erik Pzado.

Jaciara e Adriano, baianos em Foz do Iguaçu. Ê mundo pequeno! Imagem: Erik Pzado.

Outra surpresa bacana nesta viagem foi a companhia de nosso guia, o Alisson, que, representando o Hotel Tarobá Express, desenvolveu seu trabalho com muita paciência e bom humor, afinal acompanhar duas figuras tagarelas e um jegue de pelúcia não deve ser tarefa muito fácil! Ao Alisson, nosso obrigado sincero e torço para que outros guias sejam tão simpáticos e prestativos como ele!

Jegueton e Alisson, nosso guia em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton e Alisson, nosso guia em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Caros jeguiantes, até o próximo post sobre Foz do Iguaçu! Não deixem de nos acompanhar!

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