Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

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Visite Foz do Iguaçu com o Hotel Tarobá Express!

Posted by Janaína Calaça On junho - 19 - 2010

Caros jeguiantes, cá estamos nós, Jegueton, Erik Pzado e eu, escrevendo diretamente de Foz do Iguaçu para vocês! Há poucos dias comuniquei aos leitores do blog que havíamos sido convidados pelo Hotel Tarobá Express para conhecermos a cidade de Foz do Iguaçu, localizada no extremo oeste do Paraná e fronteiriça com a Argentina e o Paraguai. Programada para acontecer entre os dias 18 e 21 de junho de 2010, nossa vinda à cidade, para conhecer um pouco mais do seu turismo, se deu graças à iniciativa de nossos anfitriões, que não só acreditam no potencial turístico desta cidade como também na máxima de que só se conhece uma cidade indo até ela!

Hotel Tarobá Express, nossos anfitriões em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Hotel Tarobá Express, nossos anfitriões em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Foz do Iguaçu é uma cidade cuja economia está baseada em dois pontos principais: energia e turismo. Energia, devido à presença da Hidrelétrica Binacional de Itaipu, sobre a qual falaremos no próximo post, e turismo, devido à pluralidade das belezas naturais e da peculiaridade da cidade de estar conectada, através das fronteiras, a dois países da América do Sul. Foz do Iguaçu atrai não só amantes de ecoturismo, como também pessoas que queiram vivenciar a experiência de entrar em contato com outras culturas sem ter que percorrer grandes distâncias: a Argentina e o Paraguai estão logo ali!

Hotel Tarobá Express, aconchego e economia em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Hotel Tarobá Express, aconchego e economia em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A cidade, devido ao seu potencial turístico, é pontuada pela presença de diversos hotéis e há espaço para todos os públicos. O Hotel Tarobá Express tem o seu perfil construído em pontos que considero importantes para um turista: preço bom, aconchego, proximidade com o cliente, segurança e ótima localização. O hotel fica localizado no centro, próximo inclusive ao zoológico da cidade, restaurantes, bares e centros comerciais, onde são vendidos artesanatos e outros itens.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A palavra que o define definitivamente é aconchego. Tanto nas áreas comuns do hotel, que contam com salinha de televisão, onde as pessoas podem sentar e assisitir a algo juntas ou conversarem ao charmosinho café, tudo traz a sensação de um conforto familiar e descontraído.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O hotel conta com um restaurante chamado Menu Brasil, onde são servidos pratos brasileiros e outros que demonstram a influência da fronteira com a Argentina, por exemplo, com a presença no cardápio do famoso Bife de Chorizo, que o Erik inclusive saboreou em sua primeira noite em Foz.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para quem quer comodidade no planejamento de passeios, o Hotel Tarobá Express oferece uma série de pacotes que levam o turista para conhecer as principais atrações da cidade e aquilo que mais se adequa ao seu perfil. Dentre as atrações que o hotel programou para a gente, já visitamos a Hidrelétrica Binacional de Itaipu, as Cataratas Argentinas, em Porto Iguaçu e ainda visitaremos as Cataratas Brasileiras, o Parque das Aves, o Templo Budista, o Marco das Três Fronteiras, a Mesquita Árabe, além de assistirmos a um show Latino Americano, no restaurante Rafain.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Outras opções de diversão oferecidas são as idas ao Paraguai e a Argentina para compras. Todos os dias, turistas atravessam a fronteira para voltarem cheios de sacolinhas e sacolonas. Eu prefiro ainda a experiência tranquila de observar as belezas naturais, conversar um pouco com um, um pouco com outro, ouvir outra língua, enfim, me sentir realmente fazendo algo distinto do dia a dia, mas, como disse anteriormente, Foz do Iguaçu é uma cidade peculiar por sua pluralidade e o Tarobá Express entendeu justamente a dinâmica plural da cidade onde se situa. Há espaço e opções para todos os gostos!

Janaína Calaça e Erik Pzado em Foz do Iguaçu à convite do Hotel Tarobá Express.

Janaína Calaça e Erik Pzado em Foz do Iguaçu à convite do Hotel Tarobá Express.

É isso aí, caros jeguiantes! Este é só o primeiro post sobre Foz! Se não deu para trazê-los na mala, como fizemos com Jegueton, pelo menos nos acompanhem nesta aventura e viajem com a gente!

Até o próximo post e hoje tem Show Latino Americano no Restaurante Rafain!

Beijos,

Janaína Calaça.

Imagens: Erik Pzado.

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Comidas típicas juninas – O que provar na sua viagem?

Posted by Janaína Calaça On junho - 17 - 2010

No post passado, dei algumas dicas de onde passar o São João no Nordeste, região em que, sem dúvidas, as festas juninas são realmente aguardadas e festejadas durante dias. As principais festas populares do mês de junho são: Festa de Santo Antônio (13 de junho); São João (24 de junho, sendo esta a mais famosa) e São Pedro (28 de junho). Além do forró, das bandeirolas, fogos de artifício e fogueiras, o viajante, que resolver arrumar as malas para o nordeste, já deve saber o que o espera em termos de comidas típicas da época. Apesar das receitas circularem o país, há sempre algumas variações, seja no nome dos pratos ou até mesmo na presença ou não de alguns itens na mesa, como, por exemplo, o caso do amendoim e do pinhão. No Nordeste, nesta época, é comum cozinhar amendoim em grande quantidade para serem consumidos na festa, já no sul e sudeste, o que vemos mesmo é a presença do pinhão cozido. O importante mesmo é experimentar um pouco de cada e entrar na festa!

Canjica ou Curau

Canjica ou curau. Imagem: Fábio F. Santos.

Canjica ou curau. Imagem: Fábio F. Santos.

O mês de junho é pontuado pela fartura do milho, sendo assim a maioria dos pratos juninos são feitos à base do cereal. No nordeste, este doce feito à base de milho, leite e açúcar, polvilhado com canela, é chamado de canjica, mas é conhecido no sudeste como curau de milho, o que mostra já uma variação regional. Algumas pessoas acrescentam leite de coco na preparação do prato, juntamente com o leite de vaca.

Bolo de milho

Bolo de milho. Imagem: Sérgio Paolillo.

Bolo de milho. Imagem: Sérgio Paolillo.

O bolo de milho é, sem dúvidas, o mais consumido entre os bolos que circulam nas festas juninas, mas divide espaço também com os de aimpim (mandioca/macaxeira), tapioca, laranja, puba, cenoura, entre tantos outros que enfeitam as mesas e as barraquinhas das quermesses.

Pamonha

Pamonha. Imagem: Cris Masson.

Pamonha. Imagem: Cris Masson.

A pamonha, feita também de milho, é preparada com uma massa que leva leite, açúcar e sal, submetida a cozimento e embalada na própria palha do cereal.

Milho cozido ou assado

Milho cozido ou assado. Imagem: Vantunes.

Milho cozido ou assado. Imagem: Vantunes.

Como havia dito anteriormente, junho é o mês do milho e, além de podermos utilizá-lo em diversas preparações, o cereal ainda pode ser consumido cozido ou assado. Na minha infância, nas festas juninas, esperávamos a madeira da fogueira ser reduzida a carvão para assar nossas espigas de milho na brasa espalhada no chão. Eita, coisa boa!

Amendoim cozido

Amendoim cozido. Imagem: Zhelio Cartoon 2.

Amendoim cozido. Imagem: Zhelio Cartoon 2.

No Nordeste, as feiras e supermercados são tomados por balaios e mais balaios de amendoim e lá é preparado em sua própria vagem, com sal, através de cozimento. Junto com o bolo de milho, é o prato mais apreciado na época dos festejos juninos.

Mungunzá ou canjica

Mugunzá no Nordeste, canjica no sudeste. Imagem: Fábio Righetti.

Mungunzá no Nordeste, canjica no Sudeste. Imagem: Fábio Righetti.

E mais uma vez nos deparamos com uma variação regional. No nordeste, este doce feito com milho, principalmente branco, cozido em água, açúcar e sal, onde se acrescenta leite de vaca ou de coco, é chamado de Mungunzá. No Sudeste, o doce é conhecido pelo nome de canjica.

Arroz doce

Arroz doce. Imagem: Paulo J. Serra.

Arroz doce. Imagem: Paulo J. Serra.

Outro prato, bastante consumido e apreciado na época, é o arroz doce, preparado com leite condensado e com o cereal que dá nome à preparação através de cozimento.

Pinhão cozido

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

Se, no Nordeste, os balaios das feiras e supermercados são recheados de amendoim, no sudeste quem manda mesmo é o pinhão. Da mesma forma que o amendoim é cozido em água e sal, na panela de pressão, o pinhão também é preparado, a diferença está no tempo de cozimento, que, no caso do pinhão, é definitivamente muito mais longo que o do amendoim.

Bom, caros jeguiantes, espero que tenham aproveitado as dicas do que experimentar durante as viagens para os festejos juninos. As opções são muitas, mas escolhi apenas os pratos mais conhecidos e que geralmente figuram com maior frequência nas festas, tanto nas do norte, quanto nas do sul do país. Boa viagem e curtam uma degustação também!

Matéria: Janaína Calaça.

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Onde passar o São João no Nordeste?

Posted by Janaína Calaça On junho - 16 - 2010

O mês de junho chegou e cá estamos nós às portas do São João, uma das festas populares mais festejadas no Nordeste do Brasil. Como todos sabem, nasci e cresci em Salvador/ Bahia e, até o ano de 2007, festejar a data era algo que não só me dava um enorme prazer, como também é fonte de lembranças felizes, que carrego até hoje na memória. Depois que me mudei para São Paulo, só acompanho a festa por flashs televisivos ou comendo canjica (que aqui é conhecida como curau). Bom, mais deixemos a nostalgia de lado e vamos ao que interessa. Onde passar o São João no Nordeste?

São João! Imagem: Erik Pzado.

Viva São João! Imagem: Erik Pzado.

SÃO JOÃO NO NORDESTE

Bahia

Guerra de espadas em Cruz das Almas. Fonte da Imagem: A Tarde On line.

Guerra de espadas em Cruz das Almas. Fonte da Imagem: A Tarde On line.

Para quem está se programando para viajar para a Bahia, algumas cidades são as mais tradicionais nos festejos Juninos. Dentre elas estão: Amargosa, Senhor do Bonfim e Cruz das Almas, famosa principalmente pelas guerras de espada e outros tipos de fogos. Amargosa está localizada a 231 km de Salvador, Cruz das Almas a 142 km e Senhor do Bonfim a 380 km. Para maiores informações, é só acessar o site  São João na Bahia. Lembre-se… Passagens de ônibus e reservas em pousadas, casas, hotéis, devem ser feitas com antecedência devido à demanda. Vale lembrar que o São João é festejado na maioria das cidades baianas e há opções para quem não queira enfrentar tanta muvuca, mas queira curtir a tradição da festa junina.

Pernambuco

São João em Caruaru. Fonte da Imagem: Portal de Caruaru.

São João em Caruaru. Fonte da Imagem: Portal de Caruaru.

Em Pernambuco, a cidade mais conhecida pelo seu São João sem dúvidas é Caruaru, localizada a  130 km de Recife e que conta com a estrutura do Pátio e da Vila do Forró, que completam, em 2010, 15 anos de fundação. Antes o São João era organizado pelos próprios moradores do lugar, que enfeitavam inclusive as ruas de bandeirolas. Quer saber um pouco mais sobre a festa na cidade pernambucana, é só acessar o Portal de Caruaru. Vale lembrar que em Recife a festa também é comemorada, sendo a segunda mais popular depois do carnaval.

Paraíba

São João em Campina Grande/ PB. Fonte da Imagem: Embratur.

São João em Campina Grande/ PB. Fonte da Imagem: Embratur.

A cidade paraibana conhecida como a realizadora do Maior São João do Mundo é Campina Grande. Para a edição de 2010, os festejos juninos durarão exatamente um mês, tendo início no dia 4 de Junho e término no dia 4 de Julho. “A grande novidade do ano será a realização da festa em 2 espaços simultaneamente.  Além do Parque do Povo, o evento deve ocorrer também no Parque Evaldo Cruz, fazendo com que, assim, a festa ocorra num espaço de 80.000 metros quadrados”, segundo verbete publicado na Wikipedia.

Sergipe

São João em Aracaju. Fonte da Imagem: A Tarde On Line.

São João em Aracaju. Fonte da Imagem: A Tarde On Line.

Em Sergipe, as cidades mais conhecidas pelas suas festas são Areia Branca, Estância e Aracaju, onde acontece anualmente o Forró Caju. Tive a oportunidade de participar da festa tanto de Estância quanto do próprio Forró Caju e gostei de ambas as experiências. Quer conferir a programação do São João em terras Sergipanas? Acesse o site da Infonet.

Bandeirolas enfeitando o céu. Imagem: Erik Pzado.

Bandeirolas enfeitando o céu. Imagem: Erik Pzado.

Caros jeguiantes, o Nordeste é amplo e tentei realmente me concentrar nos locais em que o Soão João é realmente mais forte, o que não significa que os demais estados não festejem a data com tanta beleza como nos que foram aqui citados. A ideia foi traçar um panorama e dar dicas de por onde começar a planejar a sua viagem para passar o festejo junino em terras nordestinas. Enfim, espero que tenham curtido este post especial e que apreciem, caso viajem, a beleza, o colorido, a leveza e alegria desta festa popular.

Matéria: Janaína Calaça.

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Memorial do Imigrante – São Paulo

Posted by Janaína Calaça On junho - 14 - 2010

Localizado em um dos bairros mais conhecidos de São Paulo, a Mooca, pela concentração de imigrantes, principalmente italianos,  o Memorial do Imigrante é um dos  museus da cidade que mais recebe visitações ao longo do ano. O Memorial, fundado no ano de 1888, antigamente funcionava como uma Hospedaria para imigrantes, que aportavam no Brasil. Os recém-chegados, ao desembarcarem na estação de trem, que passava pela Hospedaria, ali permaneciam por um prazo de mais ou menos oito dias, para acertar contratos de trabalho.

Memorial do Imigrante. Imagem: Erik Pzado.

Memorial do Imigrante. Imagem: Erik Pzado.

Enquanto os imigrantes aguardavam o prazo estabelecido para entrar de vez no país, faziam uso da estrutura da antiga hospedaria, onde recebiam atendimento médico e faziam suas refeições.

Memorial do Imigrante. Imagem: Erik Pzado.

Memorial do Imigrante no dia da 15ª Festa do Imigrante. Imagem: Erik Pzado.

A antiga hospedaria passou por uma série de reformas e também serviu de presídio político na década de 20. Ainda nesta década, a hospedaria foi utilizada para abrigar desalojados da enchente de 29.

Maquete do Memorial do Imigrante. Imagem: Jeguiando.

Maquete do Memorial do Imigrante. Imagem: Erik Pzado.

Em 1978, a hospedaria recebeu sua última leva de imigrantes e, anos mais tarde, em 1986, foi finalmente fundado o Centro Histórico do Imigrante. O Memorial do Imigrante em si foi criado nos finais da década de 90, em 1998, e funciona até hoje desta forma.

Maquete do Memorial do Imigrante. Imagem: Erik Pzado.

Maquete do Memorial do Imigrante. Imagem: Erik Pzado.

O memorial conta com um vasto número de peças e fotografias. Os cenários também ajudam a recompor o passado de forma didática, como, por exemplo, tentar provocar no visitante a sensação de viajar em uma cabine apertada de um navio, tendo apenas uma pequena janela para avistar o mar. O espaço, estreito, às vezes chegava a ser ocupado por 2 famílias ou o equivalente a 15 pessoas.

Cenário de barbearia. Imagem: Erik Pzado.

Cenário de barbearia. Imagem: Erik Pzado.

No andar superior do museu, há vários ambientes que continuam a recontar a história através de cenários e fotografias. Há uma pequena reprodução de uma vila, com barbearia, café, frutas de cera em carroças de madeira, entre outros. Há também um cenário que representa os casarões das fazendas de café, principal produto que movimentava a economia do país no início do século XX.

Dragão. Imagem: Erik Pzado.

Dragão. Imagem: Erik Pzado.

O Memorial também conta com um museu a céu aberto, onde as pessoas podem visitar trens antigos da antiga São Paulo Railway e ainda fazer um passeio em uma Maria Fumaça, com as opções de viajar na classe econômica ou na classe A. O passeio dura mais ou menos 20 minutos e é realizado aos sábados, domingos e feriados das 10 às 17:00 horas. O preço dos ingressos varia de R$ 5,00 a R$ 6,00.

Ói o trem! Imagem: Erik Pzado.

Ói o trem! Imagem: Erik Pzado.

Ainda funcionam no Memorial os seguintes serviços: Emissão de certidão e certificado de desembarque; visitas monitoradas para grupos; cessão de imagens de acervo; Caffé Bistrô do Imigrante; Retratos de Época, uma Fábrica de Photos Antigas; cessão de espaços para eventos culturais e pesquisa em Arquivo.

No trem. Imagem: Erik Pzado.

No trem. Imagem: Erik Pzado.

Para maiores informações, acesse Memorial do Imigrante.

Janaína Calaça e Erik Pzado jeguiando no Memorial do Imigrante.  Imagem: Natalina Costa.

Janaína Calaça e Erik Pzado jeguiando no Memorial do Imigrante. Imagem: Natalina Costa.

Horário de Funcionamento:

Visitação: De terça a domingo das 10:00 às 17:00 horas (inclusive feriados);

Serviços administrativos: De terça a sexta das 10:00 às 17:00 horas (exceto feriados);

Biblioteca: De terça a sexta das 10:00 às 13:00 e das 14:00 às 17:00 horas (exceto feriados);

Departamento de Pesquisa e Emissão de Certidão de Desembarque: De terça a sexta das 13:00 às 17:00 horas e aos sábados das 10:00 às 17:00 horas. O departamento não funciona aos domingos e feriados.

Ingresso:

R$ 4,00 (Quatro Reais);
R$ 2,00 (Dois Reais), para estudantes dos ensinos fundamental, médio e superior;
Entrada gratuita para menores de 7 (sete) anos e adultos com mais de 60 (sessenta) anos;
Entrada gratuita no último sábado do mês no Memorial do Imigrante.

Localização:

Rua Visconde de Parnaíba, 1316 – Mooca – São Paulo – SP. Tel: (11) 2692-1866.
(Próximo à estação Bresser do metrô – linha Leste-Oeste)

Fonte de Pesquisa: Memorial do Imigrante.

Matéria: Janaína Calaça.

Fotos: Erik Pzado.

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5º salão do turismo – Roteiros do Brasil: Impressões

Posted by Janaína Calaça On junho - 4 - 2010

Entre os dias 26 e 30 de maio de 2010, aconteceu, em São Paulo, o 5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil e o Jeguiando foi lá conferir o que rolou. O evento acontece com o intuito de mobilizar o turismo nacional, oferecendo ao visitante a possibilidade de transitar por diversos destinos até encontrar o que melhor se encaixa ao seu gosto e ao seu bolso. Estrategicamente realizado antes do período das férias, o salão provavelmente ajudou a muitos dos visitantes a decidir para onde ir este ano. Adorei a sacada das pistas no chão! Literalmente é um convite para colocarmos o pé na estrada!

5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O salão é organizado pelo Governo Federal através do Ministério do Turismo e conta com a participação de expositores, que representam desde companhias áereas, passando por operadoras de turismo até artesãos, que aproveitam a oportunidade para apresentar o trabalho que desenvolvem em vários estados brasileiros.

VITRINE BRASIL

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O Salão foi dividido da seguinte forma: feira de roteiros, vitrine Brasil, área de comercialização, núcleo de conhecimento e rodada de negócios. Na feira de roteiros, o visitante teria a oportunidade de conhecer, de forma panorâmica, um pouco de cada região brasileira, através de apresentações de grupos folclóricos, por exemplo.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O espaço Vitrine Brasil (ilustrado nas fotos) foi um dos destaques do evento, contando com lojas de artesanato, onde eram vendidas peças produzidas em vários estados brasileiros, agrupados por regiões; com o espaço Saber Fazer, onde os visitantes assistiam à produção de peças artesanais e a manifestações culturais; com o Espaço Vivências, onde o visitante assistia a modelagens com barro, ao trabalho de tecelãs, entre outros; com o Mercado de Agricultura Familiar, onde eram vendidos produtos alimentícios e bebidas.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O Vitrine Brasil ainda contou com o Espaço Talentos do Brasil, onde eram expostas e comercializadas peças de vestuário e acessórios; com uma área de Gastronomia, que montou um cardápio com pratos das regiões brasileiras e ainda contou com apresentações variadas, como cortejos, apresentações de violeiros e grupos de forró.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Visitamos todos os stands de artesanato do salão e foi difícil não me emocionar em dois momentos: quando entrei no stand da Bahia e no de Pernambuco, onde estão fincadas as minhas raízes. Saudades do meu nordeste, tão representado pelas suas cores e pela sua leveza.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

ARTESANATO

Bailarinas. Imagem: Erik Pzado.

Bailarinas. Imagem: Erik Pzado.

Se há algo que me encanta é a confecção de peças de artesanato e hoje acredito que as pessoas estão voltando a valorizar este trabalho tão bacana e  minuncioso. Como citei anteriormente, foram montados stands representando todos os estados brasileiros e neles foram comercializadas várias peças, produzidas por artesãos locais.

Feira e acarajé. Imagem: Erik Pzado.

Feira e acarajé. Imagem: Erik Pzado.

Foram muitas peças, de esculturas a mobiles, de bolsas a tapetes. Feitas para todos os gostos, utilizando materiais diversos como barro, madeira, xita, palha, as peças, de variados preços e tamanhos, foram aos poucos deixando as prateleiras dos stands para enfeitarem as casas de vários visitantes do evento, que queriam levar para seus lares um pouquinho da pluralidade deste país tão rico em termos culturais.

Casinha de sapê. Imagem: Erik Pzado.

Casinha de sapê. Imagem: Erik Pzado.

Uma das peças, que realmente falou muito comigo, foi essa casinha de sapê, muito parecida com a casa de meus avós paternos, que hoje mora sozinha no meio do sertão pernambucano, próximo à Floresta do Navio. A porta, o fogão à lenha, o pote de água, através de uma peça tão pequena, feita por mãos habilidosas, viajei para longe, para lembranças de infância e pelas narrativas de meu pai. Linda, linda peça!

CENÁRIOS

Capela de Pirenópolis - Goiás. Imagem: Erik Pzado.

Capela de Pirenópolis - Goiás. Imagem: Erik Pzado.

Outro ponto a ser destacado, sem dúvidas, foi o cuidado da organização do evento no sentido de tentar realmente fazer o visitante ter a sensação de conhecer uma cidade ou uma região, através dos diversos cenários espalhados ao longo do salão. Apesar de não conhecer a cidade de  Pirenópolis, em Goiás, me encantei pela réplica de uma capela, que ficou com aquela carinha convidativa de praça de interior. Acho que fui atraída mesmo pelas bandeirolas, tão graciosamente instaladas em frente ao cenário.

Canoa e objetos de palha. Amazonas. Imagem: Erik Pzado.

Canoa e objetos de palha. Amazonas. Imagem: Erik Pzado.

Elementos que povoam o nosso imaginário foram escolhidos para ilustrar as particularidades de cada região. Do Amazonas, as canoas e cestas de palha foram escolhidas; do Rio Grande do Sul, cuias de chimarrão; do Rio de Janeiro, as calçadas de Copacabana; de Salvador, as fitas do Senhor do Bonfim. Para quem viajou para algum estado brasilieiro, os cenários ajudaram  a recordar a experiência. Para quem ainda planeja sua próxima viagem, foi uma oportunidade de conhecer alguns elementos e se ambientar. Ponto para o evento!

Aconchego. Imagem: Erik Pzado.

Aconchego. Imagem: Erik Pzado.

Além dos cenários, o salão também contou com a exposição de algumas maquetes, utilizadas também para ambientar o visitante aos destinos a serem escolhidos. Tudo foi direcionado no sentido de fazer o visitante querer viajar, querer conhecer outras paragens e, de preferência, sem sair do país.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

O saldo do 5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil sem dúvidas foi positivo. Apesar de termos chegado à noite para a visitação, conseguimos aproveitar bastante a estrutura do evento e os detalhes que fizeram o diferencial. Iniciativa bacana, didática e atraente. Gostei! :) Até o próximo Salão, caros jeguiantes!

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no 5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no 5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Matéria: Janaína Calaça.
Fotos: Erik Pzado.

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