Se você é um daqueles viajantes que adora ir a lugares únicos, onde os atrativos do destino são essencialmente naturais e independem da interação humana, Churchill, no Canadá, é de fato uma das cidades que deveria constar em sua bucketlist de viagens. Conhecida como a capital do urso polar, a cidade canadense é ponto de encontro também de mais de 50.000 baleias beluga no verão, está na rota de aves migratórias e, acima de tudo, é um lugar privilegiado para o avistamento de aurora boreal. Inacessível por carro, a capital do urso polar só pode ser acessada por trem, avião ou barcos – dependendo da estação do ano –, e tem cativado seus visitantes por sua natureza bruta e seu calor humano.

Os atrativos da cidade são um prato cheio àqueles que gostam de participar ativamente de aventuras. Em Churchill, as atividades nunca envolvem apenas contemplação e acabam exigindo esforço físico dos que se propõem a viajar para lá. Um preparo físico mínimo é necessário para desempenhar todas a atividades oferecidas neste destino. Horas de remo, caminhadas, dog sled e trilhas sem grande complexidade exigem apenas que o visitante tenha espírito outdoor e muita disposição para conhecer um lado mais selvagem do Canadá.

Aurora Boreal e EU em frente ao Inukshuk de Churchill, Manitoba. Imagem: Erik Araújo (e timer :-P)

Aurora Boreal e EU em frente ao Inukshuk de Churchill, Manitoba. Imagem: Erik Araújo (e timer :-P)

  • Panorama geral da cidade

Segundo o Censo de 2011, a cidade de Churchill possuía uma população de 813 habitantes, contudo, em qualquer conversa com os moradores do local, é possível descobrir que as estimativas são ainda mais modestas. Durante nossa visita ao destino em agosto de 2014, os números que povoavam todos os bate-papos raramente ultrapassavam a estimativa de seiscentas pessoas, já, quanto ao número de ursos, todos os habitantes foram unânimes em dizer que há mais de mil espécimes habitando a área que circunda a cidade.

Imagem de Satélite Churchill, Manitoba. Imagem: Google Maps

Imagem de Satélite Churchill, Manitoba. Imagem: Google Maps

A capital do urso polar encontra-se na foz do rio Churchill e é banhada pela Baía de Hudson (em inglês, Hudson Bay). Sua localização tornou-a uma importante base de operações para extração de peles a partir do ano de 1717, o que levou à construção do Prince of Wales Fort, um forte que pode ser visitado na companhia de guias da região.

Atualmente, os grandes pilares econômicos da cidade são o seu porto, utilizado como braço de exportação dos grãos escoados pela ferrovia Hudson Bay Railroad, e o ecoturismo, já que a região conta com os relevos marinho, tundra e floresta boreal, possui abundância de vida selvagem e é um local privilegiado para o avistamento da aurora boreal.

  • Melhores épocas para visitar Churchill

Para visitar Churchill, é importante ter em mente exatamente quais são os motivadores de sua viagem. Com isso em mente será mais fácil realizar o planejamento de forma a potencializar o sucesso de sua incursão pelo destino.

Por se tratarem de eventos naturais, as datas abaixo são meras sugestões relativas à maior probabilidade de ocorrência dos principais ícones da cidade: o urso polar, as baleias beluga e a aurora boreal. Ainda assim, entenda que a natureza tem sua própria dinâmica e não respeita nosso calendário. Como tudo em relação a destinos que dependem do clima, o viajante não tem garantias de que verá tudo que quer, mas o histórico local comprova que essas são as melhores épocas para avistar cada ícone da capital do urso polar:

  • Bird Watching: o avistamento de até 250 espécies de aves migratórias acontece do fim de maio a setembro;
  • Baleias Beluga: para fazer o avistamento, mergulho ou kayaking na foz do Rio Churchill e vê-las de perto, viaje entre o fim de junho ao fim de agosto;
  • Aurora Boreal: para avistar o lindo espetáculo das luzes do norte, viaje entre o fim de Novembro ao fim de março;
  • Ursos Polares: os maiores carnívoros terrestres podem ser mais facilmente avistados entre meados de julho ao fim de novembro.

Como o destino está no hemisfério norte, as suas estações são invertidas com as nossas aqui no Brasil. Nossa visita se deu no mês de agosto (verão no hemisfério norte e inverno aqui no hemisfério sul), o que em teoria nos daria condições ideais para o avistamento de aves migratórias, baleias beluga e ursos polares, excluindo, no entanto, as probabilidades de ocorrência da aurora boreal, o que abre, agora, um parênteses místico em minha viagem.

Após avistar a aurora boreal na penúltima noite na cidade, tive o primeiro sonho com minha mãe falecida poucos meses antes da viagem. No sonho, ela me agradecia por todo o empenho em seus últimos momentos em vida e que, como não tinha outra forma de me agradecer por tudo que fiz, havia “mexido os pauzinhos” para que eu pudesse presenciar a improvável aurora boreal no verão! <3 :’-)

  • Dicas para aproveitar o verão em Churchill

Nossa viagem aconteceu em agosto, logo estávamos em pleno verão canadense e, mesmo visitando uma cidade de clima subártico, fomos agraciados com uma temperatura bastante elevada durante as manhãs e tardes (entre 23˚C e 31˚C) e bastante amena durante as noites (entre 12˚C e 2˚C). Como a cidade encontra-se localizada bastante ao norte (pouco acima do Paralelo 58 Norte), o verão possui dias bastante longos, com alvorada após as 4 horas e poente próximo às 22 horas.

Essa dinâmica distinta da nossa nos sinalizou para a necessidade de deixarmos aqui algumas orientações para que você, nosso leitor, possa aproveitar sua visita ao máximo. Com essas dicas, você terá condições de desfrutar tudo o que a região oferece sem sofrer significativos impactos com o clima ou volumes desnecessários de bagagens. Os tópicos a seguir são sugestões baseadas em nossa experiência no destino. 😀

“… Seja uma cebola, use camadas…”

  • Vestuário:

Em Churchill não há espaço para desfile de moda. Se sua intenção é arrasar na passarela, digamos que escolheu mal a sua plateia. Tenha como referência o fato de que você estará em uma cidade com pouco mais de 600 habitantes e sua presença por si só será um evento. Você poderá ser o mensageiro que trará novas ideias, sabores e sotaques ao local e isso basta. E, por falar em novos sabores, fica aqui o gancho para a dica de vestuário: seja uma cebola, use camadas! Para se dar bem nesse destino, entenda que você lidará com grandes variações climáticas em suas atividades, já que em um momento você estará na floresta boreal (Wapusk Adventures – Dog Sled), algum tempo depois você estará andando na costa atingida pelo vento ártico em Bird Cove e finalmente finalizará as atividades do dia sentado em um kayak sobre a gélida foz do Rio Churchill. As roupas técnicas não são uma novidade para os adeptos de atividades outdoor, mas muitos viajantes não têm experiência nessa seara e acabam levando seus grandes e pesados casacões de frio (para nossos parâmetros) e que não adiantam em nada em climas diferentes dos daqui, então prepare-se para levar pelo menos três camadas:

» Primeira camada: Em contato com a pele, camisetas dão conta do recado. O mesmo serve para calças compridas, podendo ser cargo ou jeans. Essa camada deve ser permeável, ou seja, deve dar condições para seu corpo transpirar através do tecido;

» Segunda camada: Em geral, tem como objetivo manter seu corpo aquecido. Há ótimos exemplos de blusas estilo “soft”, que são leves e quentes. Mas, como devem ser permeáveis, não ajudarão muito a manter sua temperatura quando você for exposto ao vento intenso;

» Terceira camada: Um corta-vento com capuz ou abrigo. São em geral jaquetas de material sintético (plástico ou nylon), que serve para selar as camadas inferiores e proteger o viajante do vento e de chuviscos (já que deve ser impermeável). Para os que não estão acostumados com esse tipo de vestuário, uma comparação simplória é que são parecidas com as capas de motociclistas;

» Calçados: Para as atividades externas, um calçado para trekking é mais do que suficiente. Seu sapato deve ter suporte ao tornozelo (caminhando na cidade, você verá bastante cascalho; na tundra, a textura macia e esponjosa é um desafio à estabilidade das passadas; e em Cape Merry, o misto de tundra, rochas e areia será um castigo àqueles que optarem por um calçado casual).

» Protetores solar e labial: Não vou me alongar nesse quesito. Apenas tenha em mente que precisará do item já que o sol será sua companhia por mais de dezoito horas por dia.

» Repelentes e bugnet: Há atividades em locais onde o uso de repelentes e bugnet são fortemente recomendados. As atividades ocorridas na área do Parque Wapusk – lê-se floresta boreal – são sempre acompanhadas por uma boa quantidade de mosquitos. Não ache que os nossos repelentes darão conta do recado, pois eles apenas o deixarão perfumado. Localmente, há oferta de repelentes potentes, conhecidos como “30% wilderness formula”, algo tão forte que, se você decidir passá-lo no corpo em um ambiente fechado, será gentilmente orientado a fazê-lo do lado de fora! A fragrância possui notas de óleo diesel, o que justifica apenas seu uso em ambientes externos.

Bugnet e todas as camadas. Imagem: Erik Araújo

Bugnet e todas as camadas. Imagem: Erik Araújo

  • As atividades de verão em Churchill

O verão é uma das estações mais esperadas pelos habitantes de Churchill, devido ao seu clima subártico. Sem trocadilhos, as pessoas ficam solares nessa época, aproveitando o máximo possível para explorar e região. Nessa época do ano, a vida selvagem é abundante e há um fluxo constante de turistas que, em média, passam quatro noites no destino, o que de fato é suficiente para realizar incursões pelo território da cidade. Em nossa visita tivemos a grata oportunidade de realizar as seguintes atividades:

» Zodiacs, kayaks e o avistamento de baleias beluga

Durante o verão, as baleias beluga fazem da foz do Rio Churchill seu lar. Uma população de aproximadamente 50.000 indivíduos se agrupa naquela região, presenteando o turista com a possibilidade de realizar constantes avistamentos dos animais, seja em travessias do rio a bordo de barcos do tipo Zodiac (barcos infláveis com motor, no bom estilo Rambo), ou ainda nas calmas travessias de kayak, em que o visitante tem a oportunidade de realizar contato com os canários do mar. Simpáticas e aparentemente desprovidas de malícia, as belugas chegam a tocar os kayaks, forçando muitas vezes alterações nas rotas do remador, sopram bolhas e as mais curiosas chegam realmente a seguir o viajante, colocando a cabeça para fora d’água para “ver qual é a boa”.

Além do avistamento, ainda é possível realizar atividades como o snorkelling na companhia desses fantásticos e simpáticos animais selvagens. Em nossa web série, relatamos parte dessas experiências.

Para contratar o passeio, acesse http://www.frontiersnorth.com/

» Caminhada por Cape Merry, Sloop’s Cove e Fort Prince of Wales

Esta atividade é realizada por via terrestre e a bordo de um barco, já que o passeio compreende as duas margens do rio Churchill. No lado onde se encontra a cidade, o visitante terá a oportunidade de conhecer Cape Merry, um local histórico estabelecido em 1746 com o objetivo de proteger a boca do rio. A caminhada é realizada através de uma passarela de madeira em grande parte do trajeto. Não há grandes atrativos no local exceto a grande quantidade de aves, mas, por se tratar de um ponto elevado no relevo, a visão da foz do rio é privilegiada.

Para contratar o passeio, acesse http://www.frontiersnorth.com/

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O segundo trecho do passeio é realizado após uma travessia a bordo de barcos Zodiac, partindo do porto de Churchill e cruzando o rio até o acesso a Sloop Cove, localizada na margem oposta. No outro lado, o visitante realizará uma caminhada de aproximadamente quatro quilômetros em terreno inicialmente arenoso, que depois ganha rochas e abre-se para a tundra. Para conferir a segunda parte desse passeio, assista ao vídeo a seguir.

» Wapusk Adventures e seu dogsled

Nessa atividade, o visitante será envolvido pela rotina de um Musher, isto é, o responsável por treinar e conduzir os cães em um trenó de cães. A experiência é proporcionada pelo nativo Métis Dave Daley, que mantém a atividade como um legado cultural e hobby em Churchill, já que atua profissionalmente como mecânico de aeronaves no aeroporto da cidade.

As atividades da Wapusk Adventures são realizadas de forma a sustentar os cães, que, em corridas durante o inverno, chegam a consumir até 10.000 calorias diárias. Veja a seguir como é a experiência proporcionada aos turistas que desejam se aventurar pela reserva Wapusk a bordo de um dog sled.

Para contratar o passeio, acesse http://www.frontiersnorth.com/

 

» Eskimo Museum

As modestas instalações do museu apresentam um invejável acervo. As esculturas realizadas em pedras, ossos e chifres são parte da cultura Inuit (nativos) e retratam cenas cotidianas, que envolvem atividades como a caça, pesca e o convívio familiar. O estabelecimento não cobra entrada mas vive essencialmente de doações dos visitantes e das compras realizadas na simpática loja de souvenires.

Para contratar o passeio, acesse http://www.frontiersnorth.com/

» Caminhada por Bird Cove

Uma das melhores regiões para a realização de avistamento de aves migratórias e também local de alimentação de ursos polares, Bird Cove é um lugar em que o visitante se sente extasiado  diante da beleza da natureza.

Durante a caminhada pelo local, o visitante deve acompanhar o guia sempre seguindo atentamente suas instruções. Em nosso caso, fomos escoltados e protegidos pelo experiente guia e caçador Paul Radisson, que vive naquela área.

Para contratar o passeio, acesse http://www.frontiersnorth.com/

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» Summer Tundra Buggy

A bordo dos gigantes da Tundra, você terá a possibilidade de avistar os ursos polares em seu habitat natural. No verão, eles estão menos ativos e em uma condição chamada hibernação caminhante, em que raramente se alimentam, pois aguardam o clima do inverno e a formação do gelo na baía de Hudson, onde a chamada ponte de gelo ou ‘ice bridge’ se forma graças à grande concentração de água doce proveniente da foz dos rios que desembocam na baía. Formada a “ponte”, os ursos iniciam sua busca por alimento.

Entre o embarque e o retorno, você passará entre quatro a cinco horas a bordo do Tundra Buggy, que dispõe de banheiro (mas não há pia, embora haja lenços higiênicos e álcool em gel para sua higiene) como um dos itens de conforto.

Um almoço é servido durante o período do passeio no interior do próprio Tundra Buggy. Embora haja um deck traseiro de observação, a partir de onde você sairá em meio à tundra para pequenas incursões ou fotos ao redor do carro, o consumo ou porte de alimentos e bebidas nessa área externa é proibido. Bebidas quentes (café ou chocolate, chá), cervejas, sidra e refrigerantes, salada e sanduíches fazem parte do cardápio da refeição servida no veículo.

A velocidade de deslocamento na tundra não ultrapassa os 5 KM/h e o relevo irregular garante bons solavancos, portanto mantenha seus equipamentos seguros ou amarrados aos bancos para evitar quedas e danos, principalmente as suas lentes e câmeras.

Para contratar o passeio, acesse http://www.frontiersnorth.com/

“…apenas os parentes podem visitar os presos…”

» Polar Bear Holding Facility, a prisão do urso polar

Esse não é exatamente um ponto turístico mas uma parada breve em Churchill, já que fica ao lado do aeroporto da cidade. A visitação não é uma opção já que apenas os parentes podem visitar os presos (brincadeira! Bem, quase isso…). A Polar Bear Holding Facility, ou simplesmente Bear Jail, é na verdade uma unidade de detenção para ursos que tenham causado problemas no perímetro urbano da cidade.

Os animais, que eventualmente tentem invadir casas ou praticar “vandalismos” no perímetro urbano, são sedados e trazidos para esta unidade. Nela, os ursos podem ficar reclusos por até sessenta dias. Os animais não têm contato com seres humanos e não são alimentados neste local. Não se trata de crueldade animal, mas de uma forma de evitar que os animais associem a presença humana à abundância de alimento.

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Para manter a saúde dos animais, os ursos recebem suprimento fresco de neve e assim conseguem controlar sua temperatura e matar a sede. Todo o manejo dos animais é sempre realizado por profissionais com perfil conservacionista e devidamente capacitados para tal atividade. Cumprida a pena do animal, ele é transportado por via aérea até regiões mais ao norte para que possam caçar, se recuperar do susto e voltar a Churchill novamente apenas no próximo verão, já que o comportamento migratório é intrínseco aos ursos polares.

  • Outros atrativos da cidade

Por se tratar de uma localidade bastante remota e com baixíssima densidade demográfica, Churchill é uma daquelas cidades em que todo mundo, literalmente, se conhece.

Há alguns ícones exclusivos da cidade como é o caso do escritório dos correios, onde você pode conseguir um exclusivíssimo carimbo de urso polar em seu passaporte :D. Infelizmente não consegui esse souvenir pois a janela de tempo livre não foi suficientemente longa para que eu pudesse passar no Canada Post. 🙁

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O comércio é bastante rudimentar e basicamente há duas lojas na cidade: a Arctic Trading Co., uma loja nos moldes dos antigos armazéns dos anos 1740 (embora o empreendimento seja mais recente, fundado em 1978), e a Northern Store, um misto de armazém, supermercado e loja de departamento, onde você pode comprar uma simples garrafa d’água ou até mesmo um snowmobile.

A cidade conta com quatro restaurantes e cinco hotéis, todos acessíveis a pé em curta distância de caminhada, que renderão um post adicional mais tarde. 😉

  • Como chegar em Chuchill

Churchill fica localizada há 1700 KM ao norte de Winnipeg, a capital de Manitoba. Não há rodovias até a cidade. Dessa forma, os viajantes que partem de Winnipeg podem optar por duas formas de atingir o destino:

Via aérea: Partindo de Winnipeg para Churchill, utilizando voos operados pela Calm Air (um voo com 2h40m de duração);

Via férrea: Partindo de Winnipeg para Churchill, utilizando o trem #693 da Via Rail (com duração mínima de 44h55m).

Em nossa viagem, optamos por subir de Winnipeg a Churchill utilizando o trem #693 e gastamos um total de 50 horas. Uma característica interessante dessa viagem é a possibilidade de ver as mudanças de relevo. Que tal sair das pradarias, flertar com a taiga, cruzar a floresta boreal e finalmente atingir a tundra? O deslocamento por trem acabou gerando o primeiro vídeo de nossa web série sobre a capital do urso polar e pode ser assistido em nosso canal do Youtube.

Para retornar a Winnipeg, utilizamos os serviços da Calm Air e tudo transcorreu de maneira calma (se me permitem o trocadilho). A aeronave operada foi uma turbo-hélice com sessenta lugares não demarcados, ou seja, entre na fila e garanta um bom lugar. O embarque e desembarque foram realizados pela única porta da aeronave, na traseira.

Para acompanhar as postagens sobre o Projeto Jeguiando Across Canada, acesse: http://jeguiando.com/destinos-visitados/internacionais/canada/jeguiando-across-canada/

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