Caros jeguiantes, quem é fã das aventuras da trupe do Jeguiando deve estar acompanhando todas as piruetas e malabarismos que demos durante a Fam Trip e o 1º Encontro de Blogueiros de Viagem do Broa Golf Resort, que aconteceu entre os dias 11 e 13 de março e contou com a presença, além de nós , dos blogs Viagem pelo Mundo (Deise e Fábio) e Viajar é preciso (Júnior Miranda). Neste fim de semana, que deixou um gostinho de quero mais, além de aproveitarmos toda a estrutura aconchegante do resort, ainda tivemos, à nossa disposição, uma série de atividades para não sermos tomados pela malemolência e “lezêra” que acomete a todos que acham que estão de férias! Entre partidas de paintball, o cai-não-cai do rapel, ainda aprendemos a manusear o arco e flecha, demos umas tacadinhas de golfe e ainda, entre galhos e cipós, encaramos um rafting noturno não programado!

  • Arco e Flecha no Broa Golf Resort ou da vez que achamos que éramos parentes do Robin Hood
E rumbora tentar acertar o barranco, ops a mira. Imagem: Erik Pzado.

E rumbora tentar acertar o barranco, ops a mira. Imagem: Erik Pzado.

Flechas. Arco e Flecha no Broa Golf Resort, Itirapina, SP. Imagem: Erik Pzado.

Flechas. Arco e Flecha no Broa Golf Resort, Itirapina, SP. Imagem: Erik Pzado.

Se você foi criança um dia, certamente já ouviu as velhas histórias de Robin Hood, o destemido ladrão que roubava apenas os ricos e que distribuía, depois, saquinhos de ouro e algumas galinhas para os pobres. Injustamente confundido, diversas vezes, com o Peter Pan ou com bailarinos russos, devido à sua malhinha verde, o certo é que Robin Hood era um herói valente e que, além de pular de galho em galho, como um mico ou um macaco prego, de ter aprendido a manusear um cipó como ninguém (só perdia para o Tarzan), o homem ainda tinha uma mira  invejável com flechas. Não sei se Robin (para os íntimos) era um semi-deus ou irmão do Macgyver, mas que ele era capaz de atravessar uma floresta pendurado em um cipó, atirar saquinhos de moedas, acertar flechas no meio dos olhos dos inimigos e ainda soltar beijos para as donzelas, ah, disso ele era capaz sim.

Thiago (Tio Presunto) tenso com a "destreza" dos seus alunos. Imagem: Erik Pzado.

Thiago (Tio Presunto) tenso com a "destreza" dos seus alunos. Imagem: Erik Pzado.

Erik Pzado tendo seus dias de Robin Hood. Imagem: Janaína Calaça.

Erik Pzado tendo seus dias de Robin Hood. Imagem: Janaína Calaça.

Criança e menina. Eu querendo ser Robin Hood, ter meu próprio kit de arco e flecha, e minha mãe querendo me enfiar em alguma fantasia rosa com lantejoulas para sair no carnaval de Salvador. De tanta birra, consegui pelo menos ficar no clã do mato, me fantasiar de Jane e sair nas ruas da cidade com aquela roupinha tosca, de meia arrastão (Oi???) e de sapatilhas. As sapatilhas não tinham solado, logo enchi meus pés de bolhas e da Jane, restou-me um grande amor pelos macacos. Mas, no fundo, a coisa toda de ser Robin Hood ficou latente…

É, ao contrário de mim, Erik não acertou o barranco! Imagem: Janaína Calaça.

É, ao contrário de mim, Erik não acertou o barranco! Imagem: Janaína Calaça.

Jerônimoooooooooo. Imagem: Janaína Calaça.

Jerônimoooooooooo. Imagem: Janaína Calaça.

E eis que, já quase uma Balzaquiana, eu realizo o meu sonho de ter um arco e flecha nas mãos. Sem precisar de terapia, lá fui eu enfrentar meus traumas, sem precisar que Freud me explicasse nada. E nem vem com essa história maluca de inveja e castração!

Descabelada, míope e com o sol na cara. Tudo indicava que eu acertaria o alvo! Imagem: Erik Pzado.

E lá se vai a flechinha... Cumprir seu destino de acertar o barranco. Imagem: Erik Pzado.

E lá se vai a flechinha... Cumprir seu destino de acertar o barranco. Imagem: Erik Pzado.

Mais uma vez, seguindo seu destino de hômi arretado e multifacetado da recreação, Thiago ou simplesmente Tio Presunto, deu as instruções para que pudéssemos segurar o arco corretamente, para fixar a flecha e efetuar o disparo, sem, claro, machucar os nossos amiguinhos. Obviamente, achei que, devido à minha ausência de destreza, eu fosse no mínimo acertar a mim mesma, mas consegui acertar os montinhos de feno e o barranco! 😀 Erik, no entanto, não me fez passar vergonha e suas flechadas foram parar no lugar que deviam: no alvo! No frigir dos ovos e no bater das castanholas, o que realmente importa é a diversão que uma atividade, que comumente não realizamos, nos proporcionou! E que venham mais partidas! É assim que se chama?!

Tio Presunto ensinando ao Júnior, do Viajar é Preciso, a como não acertar os amiguinhos.

Tio Presunto ensinando ao Júnior, do Viajar é Preciso, a como não acertar os amiguinhos.

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Um comentário

  1. Fabio disse:

    Pena que fazer cara séria não ajuda nada em aprender a acertar o alvo!!


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