Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Passeios ao ar livre’ Category

Vila de Paranapiacaba – Santo André/SP

Posted by Janaína Calaça On janeiro - 18 - 2010

Conhecer a Vila de Paranapiacaba, que significa em tupi-guarani “lugar de onde se avista o mar”, é um exemplo de como é possível viajar sem gastar muito e ter uma experiência para guardar e recordar. Obviamente, o passeio fica barato para quem vive em São Paulo ou no ABC, mas este post na verdade é um convite ao leitor a tentar descobrir, próximo à sua cidade, algum lugarzinho interessante de visitar como assim o fiz, morando em São Paulo. Neste fim de semana descobri, através da indicação de uma grande amiga, a Natalina Costa (a quem agradeço a companhia), este encanto de vila, situada em Santo André, no ABC Paulista.

Paranapiacaba. Santo André/SP. Imagem: Jeguiando.

Viajar para mim independe da distância percorrida, mas sim da sensação de “estar em outro lugar”, de ter a oportunidade de conhecer outras paisagens. Para chegar em Paranapiacaba, peguei metrô, trem e um ônibus metropolitano, comum. Foi um pouco mais de uma hora e vinte de viagem, que me proporcionou um fim de semana agradável, tranquilo, fotos e recordações interessantes.

Locobreque de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

A Vila de Paranapiacaba, que trata-se de um distrito do município de Santo André, é um museu a céu aberto. Sim, literalmente um museu. A vila foi tombada como patrimônio histórico pela sua importância na economia do Brasil no século XIX e conserva algumas características da época em que funcionava a todo vapor (com todos os trocadilhos possíveis!).

Locobreque de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

Segundo verbete extraído da Wikipedia, Paranapiacaba “surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway – estrada de ferro que possibilitava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos, e vice-versa (…)”.  “A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 1º de janeiro de 1867. Ela primeiramente serviu como transporte de passageiros de Santos a São Paulo e Jundiaí (última estação); também serviu como escoamento da produção de café da província paulista para o porto de Santos. Em 1874, é inaugurada a Estação do Alto da Serra, que mais tarde seria denominada Paranapiacaba”.

Vila de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

A vila é dividida em Parte Alta e Parte Baixa, que corresponde a uma espécie de pequeno vale. Não há hotéis em Paranapiacaba, somente pequenas pousadas. Natalina e eu, enquanto escolhíamos onde ficar, acabamos optando por uma pousada localizada na parte alta da, que fica próxima ao ponto de ônibus, a Pousada da Casa Roxa, administrada pelo Álvaro e pela Margarete, que transformaram sua casa em um hostel simples, mas daqueles em que você se sente bem à vontade. O ponto positivo desta pousada, além da simpatia e receptividade dos seus anfitriões, é a vista privilegiada da vila. A casa é quase um mirante e de lá consegui tirar fotos panorâmicas e ter o prazer de jogar um baralhinho no final do dia, presenciando a neblina descer sinuosa e cobrir a vila. Linda cena! Ah! E o bolo de fubá do seu Álvaro também vale a pena a visita!

Trem antigo. Imagem: Jeguiando.

Paranapiacaba parece ter parado no tempo, lá nos fins do século XIX, inícios do século XX. As casas, construídas para abrigar os ferroviários e suas famílias, permanecem, muitas delas, com suas características originais. Caminhar pelas ruas é caminhar através do tempo. Muitas dessas casas são habitadas, são residências dos moradores da vila. Outras foram transformadas em ateliês de arte ou pequenos restaurantes, que atendem à população e aos turistas. Como a frequência de turistas é bem variável, os horários dos estabelecimentos, que servem refeições, também variam muito, logo é preciso caminhar um pouco e procurar  onde é possível fazer uma refeição, que quase sempre é caseira, mas bem preparada. Há vários cafés e restaurantes, mas poucos funcionam efetivamente em um horário regular.

Antiga casa em ruínas. Imagem: Jeguiando.

A atração principal da vila é, sem dúvidas, a ferrovia com seu trenzinho que ainda funciona, mas não para fins comerciais. O trem hoje é operado apenas para fins turísticos. Por R$ 5,00 é possível fazer o passeio de 10 minutos. O passeio não é longo, mas vale para conhecer o interior do vagão, a sensação do movimento, os apitos e tudo mais a que se tem direito. O projeto é tocado por voluntários e o ingresso cobrado é o que mantém o trem funcionando.

Trenzinho. Passeio turístico pela vila. Imagem: Jeguiando.

Além do trem, datado de 1814, se não me engano, há uma réṕlica que roda a vila, só que em cima de rodas e não de trilhos. Para passear no trenzinho de mentirinha, o visitante deve se dirigir à Rua Direita. Não tem como errar. Ele está lá paradinho, amarelo e reluzente para fazer a festa de quem visita Paranapiacaba.

Clube União Lira Serrano. Imagem: Jeguiando.

Além das casas dos ferroviários e dos passeios de trenzinho, o visitante pode ainda ter acesso a vários pequenos museus, espalhados ao longo da vila, como o Museu do Funicular, que é uma espécie de casa de máquinas; o Museu do Castelo, ou Castelinho, localizado no alto da colina e antiga moradia do engenheiro-chefe, que de lá fiscaliza o trabalho dos ferroviários; o Clube União Lira Serrano, onde aconteciam exibições de cinema mudo. Além desses pontos turísticos, há ainda o Antigo Mercado e o Pau da Missa.

Utensílios domésticos. Imagem: Jeguiando.

A vila recebe geralmente visitantes de regiões próximas ou ecoturistas, acostumados a enfrentar trilhas árduas para descansar e relaxar em cachoeiras e piscinas naturais. Há vários monitores que trabalham na vila organizando as trilhas e acompanhando os turistas para dar-lhes segurança. Além de seu apelo ecológico, a vila também se tornou ponto de encontro de esotéricos, bruxos e Xamãs. Se não me engano, já rolaram alguns eventos, como encontro de bruxas, na vila.

Paranapiacaba. Santo André/SP. Imagem: Jeguiando.

Bom, queridos Jeguiantes, deixo então a vocês a dica deste simpático distrito de Santo André, que muito me encantou. Tenho planos de voltar lá quando puder, pela acessibilidade da viagem em termos de custo e, principalmente, pela tranquilidade, paz e aconchego que este deslocamento me proporcionou. Aos paulistanos, acostumados ao ritmo acelerado da cidade, uma ressalva: visitar a Vila requer paciência com o ritmo do lugar. Nada de correria, nem de lugares abertos 24 horas. É uma oportunidade de perceber que há sim outras formas possíveis de viver, sem tanta parafernália, sem tanta pressa e que ainda assim funciona e muito! Agora, agradeço à minha companheira nesta viagem, Natalina, pela companhia agradável, pelas partidas de baralho, pelo bate papo e por ter me apresentado este lugar tão bacana. Obrigada, minha querida!

Eu e Nathy em Paranapiacaba!

Informações Gerais:

Onde fica? Distrito do município de Santo André, São Paulo.

Como chegar? Acessem o site do Wikipedia e lá tem tudo detalhado para o visitante.

Onde se hospedar? Pousadas. Fiquei na Pousada da Casa Roxa, na Parte Alta da Vila.

Quer conhecer um pouco mais, acesse os sites dedicados à Paranapiacaba!

Paranapiacaba Ecoturismo

Guia Paranapiacaba

Popularity: 9%

Xcaret – México – Parte II

Posted by Janaína Calaça On outubro - 21 - 2009

Dando continuidade à série de posts sobre o Xcaret, vamos falar um pouco mais sobre as atrações do ecoparque. Como falei no post anterior, o parque traz opções diversas para os visitantes de todas as idades. Snorkeling, travessia no Rio del Paraíso numa espécie de balsa, visita à granja de cogumelos comestíveis, ao orquidário, às zonas arqueológicas, aos criadouros de macacos, de manatis, de morcegos, de insetos variados, borboletas e de felinos, como o Jaguar e relaxar na praia e nas piscinas naturais são algumas das opções oferecidas no pacote básico. Hoje, vamos falar da nossa visita à uma réplica de uma típica fazenda mexicana, do show de cavalos e de mariachis que assistimos. O espetáculo teatral, que trata do panorama da colonização espanhola no que hoje configura o México, será assunto para o próximo post.

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Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

Ao lado do restaurante La Cocina, acontece diariamente um show de exibição de cavalos, montados não somente por homens como também por mulheres. Antes do show efetivamente começar, os cavaleiros e as amazonas (digamos assim) fazem uma demonstração de montaria em uma praça localizada diante da réplica de uma casa de fazenda mexicana e de uma plantação de agave, planta utilizada na produção de tequila.

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Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

O show de cavalos, para quem aprecia, é bonito de ver e é acompanhado por canções entoadas por uma cantora de voz potente, que dá o tom da apresentação. Eu, particularmente, gostei de assistir ao show, mas confesso que o que mais gostei de ver foi uma apresentação musical de um grupo de simpáticos mariachis, o clichezão adorável que se espera ver em uma viagem ao México!

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Show de Mariachis. O bigodudo fazendo pose para mim! Imagem: Jeguiando.

Depois de assistir ao show de cavalos, Fábio e eu fomos visitar a réplica de uma fazenda mexicana. Portas grandes, janelas de madeira e muito colorido. Apesar de ser tudo cenográfico, ainda assim é gostoso visitar. As cores fortes me atraem e fiquei realmente encantada com os objetos espalhados pela casa de fazenda. Pratos, iguanas bordadas, tudo era um convite aos olhos.

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Réplica de uma fazenda mexicana. Imagem: Jeguiando.

Na casa, cada cômodo, desde a sala de jantar até o quarto das crianças, foram retratados. Móveis pesados, feitos de madeira, azulejos coloridos no chão… Um festival de cores e detalhes para serem apreciados por aqueles que gostam deste tipo de atração.

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Sala de jantar da casa de fazenda. Imagem: Jeguiando.

Apesar do preço a ser pago para visitar o Xcaret ser um pouco salgado, há de convir que a estrutura toda oferecida, os detalhes, as atrações justificam o preço e olha que sou também bastante mão-de-vaca!

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Quarto de casal da casa. Imagem: Jeguiando.

Uma das coisas que gostei muito de ter visto também foram os diversos painéis, que traziam um dos ícones mais famosos da cultura mexicana: as caveirinhas do Dia dos Mortos. A data já era celebrada antes mesmo da colonização espanhola e é uma festa comemorada com muita música, comida e doces. Os doces preferidos da criançada são as caveirinhas de açúcar. E… Para não fugir da tradição… Trouxe umas dessas para casa, como lembrança desta rápida passagem pelo México. Quer saber um pouco sobre o Dia dos Mortos, acesse a Wikipedia.

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Caveirinhas do Dia dos Mortos. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais o Xcaret e no próximo post, o último da série, falaremos sobre o espetáculo teatral que encerra o dia passado no parque. Até o próximo post e fiquem com esta plaquinha graciosa que fala sobre Jegueton e sobre seus parentes!

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Jegues são legais, mas não encham o saco deles! Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Xcaret – México – Parte I

Posted by Janaína Calaça On outubro - 20 - 2009

Caros jeguiantes,  hoje falaremos um pouco sobre o Xcaret, um dos ecoparques localizados em Cancún, a 70 km da zona hoteleira, que tivemos a oportunidade de conhecer em nossa viagem ao México à convite da Royal Holiday. Cancún é um destino de beleza esculpida, digamos assim. As belezas naturais foram devidamente trabalhadas para encher os olhos. Retoque estético, diria assim, mas é um destino agradável e a cor daquele mar é sem dúvidas argumento suficiente para colocar o destino nos planos. Além das águas indecentemente azuis, Cancún conta com uma estrutura de lazer variada, como o Jungle Tour, de que falamos, mergulho com tanque, passeio em pequenos submarinos, restaurantes variados e os ecoparques. Para quem curte ecoturismo, obviamente um ecoparque não chama a atenção, justamente pelo toque cenográfico, mas ainda assim é uma opção interessante para famílias, que queiram passar um dia diferente com opções que agradem a todos. Como as atrações são variadas, dividirei este post em partes. Nesta primeira etapa, falarei das atrações inclusas no pacote básico e no Xcaret Plus e das atividades que realizamos durante o dia e no próximo post me dedicarei ao Espetáculo que acontece à noite.

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Praia em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

O slogan do Xcaret é “Um dia não é o suficiente” e realmente faz sentido. É um slogan honesto, diria. Devido à variedade de atrações, o visitante acaba saindo do parque com a sensação de que não aproveitou nem metade do que poderia ter aproveitado, tanto que o Xcaret oferece aos visitantes a opção de pagar metade do valor do ingresso no segundo dia.

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Fábio, seu bigode tosco e eu fazendo flutuação e snorkeling. Imagem: Jeguiando.

As opções de preço são variadas. O plano básico de admissão custa 69,00 dólares para adultos e para crianças 34,50 dólares, mas acredito que não valha muito a pena, já que o visitante acaba tendo que alugar todos os equipamentos, como toalhas, óculos e snorkel, nadadeiras, entre outros, para poder participar das atividades. O Xcaret Plus custa 99 doláres para adultos e 49,50 dólares para crianças e inclui almoço em um dos restaurantes do parque, 2 bebidas como água e refrigerante e equipamentos.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Há atrações inclusas no pacote e há as atrações oferecidas fora do pacote. Além de poder caminhar por toda a área do parque, observar a flora e poder ver de perto alguns animais e as ruínas Maias, o visitante pode ainda fazer flutuação no rio com snorkel, atividade que tive a oportunidade de fazer juntamente com Fábio e a turma de blogueiros que viajou conosco. Algumas atrações acontecem também em momentos específicos do dia, como o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico e a apresentação dos Voladores de Papantla, de Veracruz.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Como disse, o visitante tem direito à uma refeição em um dos restaurantes do parque. Escolhemos almoçar no La Cocina, dedicado à gastronomia mexicana. O buffet é farto. As opções de pratos quentes, frios e sobremesas são múltiplas e dá para experimentar um pouco de cada. Como Cancún é um destino frequentado principalmente por americanos, obviamente a gastronomia em um parque como esse é adaptado ao paladar do turista, logo a pimenta, tão presente na cozinha mexicana, é amenizada nos pratos e geralmente servida à parte e não utilizada na preparação. Dentre as outras opções de restaurantes, há o Dos Playas, o La Península, o La Laguna, o La Orquidea, o La Lisla, o La Caleta, El Manglar, o Comida Rápida, o Gran Tlachco e o Bar en las Rocas. A variedade grande de restaurantes visa não só comportar o volume grande de visitantes como também dar opções àqueles que apreciam frutos do mar, por exemplo.

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois que almoçamos no La Cocina, assistimos ao show dos Voladores de Papantla. Lindo show por sinal. No alto desta espécie de mastro, os voladores, presos em cordas, vão descendo até o chão à medida que o carretel é desenrolado. Por fim, no chão, os quatro voladores seguram a corda e esperam o último artista descer e fazer pequenas acrobacias no ar. Já em terra, o espetáculo continua. O grupo faz uma dança (não sei de da chuva ou algo assim) e termina o espetáculo girando neste instrumento visto logo abaixo, que realmente não sei como se chama. Lindo espetáculo!

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois da apresentação, Fábio e eu fomos visitar as ruínas Maias, localizadas na área do parque. Obviamente não são grandiosas como as localizadas em Tulum, por exemplo, mas dá um gostinho e desperta a vontade de realmente, em uma outra oportunidade de viagem, visitar as grandes ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

É emocionante imaginar que há séculos, funcionava um centro comercial neste espaço, que hoje se apresenta em ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Fizemos várias fotos, mas como o post não pode virar um tratado, tentamos trazer as ruínas maiores localizadas na área de Xcaret.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Além das ruínas, visitamos o aquário do Xcaret, os tanques com as gigantescas tartarugas e ainda arraias. A proposta do aquário é não só promover um momento educativo e interativo para visitantes, como também apresentar uma pequena mostragem da riqueza marinha da região. Neste ponto, gostei da proposta do Parque.

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Aquário de Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Se há algo em que realmente acredito é que assimilamos muito mais um conhecimento quando estamos relaxados e consequentemente mais receptivos. A interação com a natureza, com os animais, com a flora, cria vínculos que em uma sala de aula, em um espaço de educação formal, se torna mais difícil estabelecer.

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Arraias. Imagem: Jeguiando.

O nível de interação é tão grande que há opções de atividades como nado com alguns animais, só que este tipo de atividade não vem inclusa nos pacotes básicos. Quando o visitante chega ao Xcaret, há guichês que oferecem os passeios, como nado com tubarões, nado com golfinhos e o Sea Trek, em que você caminha em uma espécie de escafandro e ver de pertinho peixes, tartarugas, etc. Fábio, Lucia Malla, Pedro, Sheila e eu optamos por fazer o nado com tubarões e foi uma experiência gostosa. Nadamos com Tubarões-lixa, muito dóceis. Tivemos uma aula antes de como nos portar com os animais e por fim assistimos uma aula sobre preservação e sobre a situação em que se encontram os tubarões, devido à pesca predatória. Proposta realmente interessante!

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Tubarão-lixa. Imagem: Jeguiando.

Bom, para finalizar este primeiro post sobre o Xcaret, deixo vocês com as imagens da praia do parque e das piscinas naturais. Como disse no início do post, como o parque tem muitas atividades, que acho realmente interessantes de serem pontuadas, resolvi dividir o post em duas ou três partes. Este primeiro foi dedicado especificamente a falar muito brevemente sobre as atrações e sobre a estrutura do parque. No próximo ou nos próximos posts, falarei dos espetáculos que rolam por lá. Aguardem!

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Piscinas naturais. Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Museu de Arte da Pampulha – BH/Minas Gerais

Posted by Janaína Calaça On outubro - 13 - 2009

Um dos principais cartões postais de Belo Horizonte é sem dúvidas o Museu de Arte da Pampulha, conhecido antigamente como Cassino da Pampulha. O Museu é um dos projetos arquitetônicos de Oscar Niemeyer, encomendado na década de 40, no tempo que Juscelino Kubitscheck foi prefeito de BH. O museu, segundo verbete extraído da Wikipedia, “faz parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que se complementa com a Igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile da Pampulha e o Iate Clube. Foi o primeiro prédio do conjunto a ser construído”. Infelizmente, do conjunto arquitetônico só conseguimos visitar o museu, porque, como citei nos posts anteriores, minha viagem para Minas foi pontuada por uma gripe chata, febre e sono. Não foi a viagem dos sonhos, mas consegui pelo menos caminhar pelo museu e ver de perto o quão bonito é.

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Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

O Museu conta com um acervo permanente de obras, inclusive de Di Cavalcanti, Iberê Camargo e Tomie Ohtake. Além da exposição permanente, acontecem frequentemente mostras de arte abertas ao público.

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Vista do Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

A estrutura do museu conta também com uma “biblioteca, loja de souvenirs, café e salas de multimídia”.

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Vista do Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

Como citei no início do post, o Museu antigamente era conhecido como Cassino Pampulha, porque foi construído inicialmente para este fim, mas com a proibição do jogo, acabou por dar lugar ao museu. O conjunto arquitetônico foi construído para funcionar como uma espécie de colônia de férias mas depois de tantos contratempos e “perrengues”, foi totalmente reconfigurado em seu sentido e fim.

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Vista do Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

Vale a pena dedicar um tempinho para conhecer o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, principalmente a área que corresponde ao museu de artes. O acesso, para quem se hospeda no centro, não é lá dos mais fáceis, porque infelizmente em BH não há um investimento em linhas de Turismo, que facilitariam bastante a vida dos viajantes. Para quem foge de pacotes turísticos como nós, o ideal mesmo seria contar com uma linha turismo como a de Curitiba, por exemplo, que considero a mais eficiente até hoje, justamente pela flexibilidade de você escolher onde parar sem ter que ficar preso a um grupo. Bom, na falta de uma linha exclusiva para tal fim, o viajante tem que tentar se encontrar no transporte público de BH ou gastar uma graninha para pegar um táxi do Centro até as imediações do museu e, como disse, o trajeto é longo. É… BH precisa urgentemente de um plano que atenda às necessidades do turismo na cidade.

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"O Abraço" de Ceschiatti. Imagem: Jeguiando.

Queridos jeguiantes, espero que tenham gostado do post e que este tenha despertado a curiosidade para conhecer um pouco mais da capital mineira, que vale a pena ser visitada, mas que anda precisando de um incentivo grande em relação ao turismo. A cidade tem potencial turístico, mas acho que ainda não se tocaram disso!

Quer visitar o Museu de Arte da Pampulha? Seguem abaixo as informações.

Endereço: Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16585 – Pampulha – Zona 0.

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Parque Municipal Américo Renné Giannetti – BH/Minas Gerais

Posted by Janaína Calaça On outubro - 11 - 2009

Invariavelmente, em toda viagem, um Jeguiante que se preze acaba elegendo seus locais preferidos. Sabe aquele lugar que por alguma razão você voltaria? Para uns pode não ter cara de nada, mas para você faz toda a diferença? Pois é… O parque, do qual falarei hoje, é um dos lugares para onde gostaria de voltar em nova visita à Belo Horizonte. Sempre quis conhecer Minas, principalmente a cidade de Ouro Preto, por referenciais literários que me acompanharam e povoaram meu imaginário infanto-juvenil. Quando finalmente consegui viajar para Minas, adoeci em BH (gripe, febre, cama e sono) e de quebra fui conhecer Ouro Preto em um dia que só chovia. #FAIL.

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Parque Municipal Américo Renné Gianneti, BH, Minas Gerais. Imagem: Jeguiando.

Nosso passeio por este parque aconteceu no dia em que eu estava melhor da gripe e, consequentemente, mais disposta. Gosto bastante de passeios ao ar livre e desta atmosfera bucólica, que os grandes parques trazem. Lembro que nossa intenção era a de visitar a Feira de Artesanato da Afonso Pena e acabamos por passar o resto do dia passeando pelo parque.

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Parque Municipal Américo Renné Gianneti, BH, Minas Gerais. Imagem: Jeguiando.

O Parque Municipal Américo Renné Giannetti é tão grande como seu nome! Segundo verbete extraído da Wikipedia, “o Parque Municipal  é o principal parque de Belo Horizonte. (…) Em março de 1894, a comissão construtora que se instalou em Belo Horizonte, sob a coordenação do engenheiro Aarão Reis, incluiu, dentro das medidas tomadas, a decisão de transformar a chácara de Guilherme Ricardo Vaz de Mello em área de lazer para a população, dando origem ao Parque Municipal. O projeto inicial foi elaborado pelo arquiteto-jardineiro Paul Villon, natural da França e aluno do naturalista também francês Glaziou, responsável pelo Jardim-Parque da Aclamação, no Rio de Janeiro”.

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Parque Municipal Américo Renné Gianneti, BH, Minas Gerais. Imagem: Jeguiando.

Dentro do parque, atividades não faltam para a população. Além de ser um espaço agradável para caminhadas, bate-papos e afins, o parque conta com passeios de barquinhos pelo lago artificial e com a presença de um parquinho, com aqueles brinquedos tradicionais, que povoam o imaginário infantil, como carrossel e roda-gigante.

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Centopéias laranjas que rodam-rodam são legais! Imagem: Jeguiando.

O fato do Parque ter me tocado foi justamente a ligação que fiz com elementos de minha infância. Em dias de Ps2 e Wii, ver crianças com os olhos brilhantes em uma fila, debaixo de um solzinho escaldante, para dar uma volta em uma centopéia laranja é realmente emocionante. Um espaço desses, acessível, é importante principalmente para quem tem pouca grana disponível para o lazer. E não só as crianças curtem o espaço! Adultos faziam fila para vivenciar um pouco desta magia que é ativar as recordações e vivenciar sensações perdidas na memória e na rotina.

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Os irmãos de Jegueton de saco cheio! Imagem: Jeguiando.

Além do verde, do parquinho, do algodão doce e da pipoca colorida, o parque oferece também como opção dar umas voltas em jegues. É incrível como sempre Jegueton encontra um parente seu em nossas andanças! Tudo bem que para os pobres jegues ter que aguentar um bando de gente enchendo o saco durante o dia não deve ser muito bom, mas que é legal bater um papo com estes animais divertidos e birrentos… Ah, isso é!

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Eu na roda gigante, torcendo pra não despencar de lá de cima! Imagem: Jeguiando.

Entenderam a razão que me faz querer voltar a este lugar? Para muitos pode até parecer banal, mas para mim acessa uma série de lembranças boas de infância e voltar a ser criança de vez em quando é bom! Espero que tenham gostado do post e, em visita à BH, passe por lá em um domingo, depois de aproveitar a feira de artesanato da Afonso Pena! Até a próxima, Jeguiantes!

Endereço: Ao lado da Avenida Afonso Pena.

Horário de Funcionamento: De terça a domingo, de 6h às 18h.

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