Pinguim – Bar e lanchonete em Porto Alegre


A Lima e Silva é conhecida como o pedacinho boêmio de Porto Alegre e oferece opções variadas para os viajantes, desde bares, lanchonetes a restaurantes. Em nossas caminhadas, descobrimos (ou (re)descobrimos o Pinguim, já que Fábio já conhecia o lugar), um bar/lanchonete super simpático, que se tornou ponto de encontro dos habitantes da capital gaúcha como também um lugar a ser visitado para quem escolhe passar uns dias em Porto Alegre. O lugar é simples e oferece as opções de área interna e área externa. Na área interna, as mesinhas são de madeira e na área externa, no calçadão, as mesinhas são de plástico, bem no estilo “bodega”.

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Fachada do Bar Pinguim. Imagem: Fábio Brito.

O Pinguim é um espaço informal, voltado para momentos de descontração, que vai desde o bate-papo a assistir partidas de futebol. A casa oferece em seu cardápio além de lanches rápidos, como sanduíches, porções generosas de fritas e pratos, que também são bem servidos. Em visita ao bar/lanchonete, pedimos um prato de Picanha ao alho, que daria tranquilamente para 3 pessoas, sendo que no cardápio o prato é apontado para duas pessoas. Pagamos pelo prato algo na faixa de R$ 22,00 e, como disse anteriormente, o prato é bem servido. Os preços no Pinguim são bons para quem está procurando algo mais em conta. Para quem está buscando um ambiente descontraído, sem grandes firulas, com preços bons e garantia de encontrar pessoas, o Pinguim é uma opção interessante.

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Bar Pinguim. Imagem: Fábio Brito.

Informações Gerais:

  • Endereço: Rua Lima e Silva ,505. Cidade Baixa. Porto Alegre – RS.
  • Telefone: (51) 3221-3361.
  • Horário de funcionamento: Das 15h às 5h.
  • Formas de pagamento: O Pinguim aceita os cartões Visa, Master, Dinners, cartões de refeição e tickets.
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Picanha e acompanhamentos. Imagem: Janaína Calaça.

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8 Comentários

  1. karen disse:

    ola… vcs tem pizza também? att

  2. pinguim bar disse:

    Olá,

    Infelizmente não trabalhamos com pizzas, so com panquecas!

  3. Douglas disse:

    Acabei de voltar de lá com uns amigos, não podíamos pagar os 10% por não termos combinado a saída, e o garçom nos falou pra não voltarmos mais lá pois não seríamos atendidos! Falamos com o gerente, mas não sabemos das providências tomadas.

  4. patricia disse:

    acho bem legal o estilo do bar pinguin

  5. lela disse:

    adoooro! não vou a poa sem ir lá! aiii aquela polentinha frita c queijo! aff! vc´s não tem site oficial? grande abraço!

  6. cristiane disse:

    oi, fui uma vez so no bar do pinguim qdo fui em POA, mas curti muito, o ambiente é legal, o atendimento muito bom, mas tambem gostei de conhecer o carinha do balcao, o nome dele é VOLNEI, se ele ainda estiver por ai, diz pra ele dar noticias….

  7. JOÃO disse:

    Favor não alimentar Pinguim violento.

    Estou desde ontem tentando digerir emocionalmente a situação a fim de escrever este relato.

    Estávamos ontem (domingo, 13/01), perto das 18h, sentados na Livraria Multicultura (república esquina com comendador batista), quando fomos sobressaltados com o que parecia, do outro lado da rua, ser uma briga.

    Levamos um segundo pra perceber que alguém apanhava. Mais um pra perceber que o brutamontes de camisa branca era um garçom do já famoso Bar e Restaurante Pinguim. O “cliente”, caído no chão, começou levando chutes e socos e, em seguida, teve a cabeça lançada sobre a parede do prédio.

    Nesta altura, alguns de nós ligávamos pra polícia ou pra SAMU, outros corriam em direção ao espancamento – gritando, num gesto impensado (se algum de nós tivesse chegado perto teria apanhado, certamente), tentando interromper o que já havia ultrapassado a covardia: três garçons agredindo um homem caído.

    A vítima, que tinha o rosto inchado e o supercílio direito com um corte grande, foi atendida pelos frequentadores e pela equipe do café, mas – muito transtornado – só chorava e repetia que havia enterrado a mãe naquele dia. Não conseguimos fazê-lo esperar para registrar ocorrência ou pra ser atendido, porque tampouco conseguimos contato com a SAMU ou a Brigada, cujas linhas se mantiveram ocupadas durante todo o tempo que durou o episódio.

    Testemunhos pipocaram sobre os desmandes do estabelecimento: outros casos de violência (por causa de beijo homossexual, por desavenças em função da conta), empurrões que os trogloditas dão nos moradores que ousam atrapalhar o fluxo das mesas que ocupam toda a calçada.

    Preocupados em atender a vítima, não tiramos fotos, não gravamos imagens. Mas não somos cegos, não somos mudos. Decidimos usar as redes sociais para fazer do discurso, ação. Se você conhecer a vítima ou outros casos de violência, se – como nós – sentir muita indignação, compartilhe esta mensagem e some outros links, outras experiências. A esperança é sensibilizar não só frequentadores para que deixem de sê-lo, mas também os órgãos responsáveis pela fiscalização (SMIC, cadê você agora?).

    Outros registros:
    http://arrabeus.wordpress.com/2009/03/25/pinguim-na-cidade-baixa-nunca-mais/ (vale ler os comentários)

    Comunidade “Espancados no Bar Pinguim” (pra quem ainda tem orkut)

    http://palavrasdisfarcadas.blogspot.com.br/2009/12/garcom-do-bar-pinguim-agride-cliente.html


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