Para finalizar a série de posts sobre nossa viagem a Foz do Iguaçu, a convite de nosso anfitrião, o Hotel Tarobá Express, hoje falaremos sobre a visita do Jeguiando ao Rafain Churrascaria Show, um dos restaurantes e casa de show mais tradicionais da cidade paranaense. Devido à sua tradição gastronômica e de entretenimento, o espaço acabou se tornando um dos pontos turísticos de Foz.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Quando recebemos a programação da viagem, fiquei curiosa ao ver que assistiríamos a um show latino-americano, que está há mais de 30 anos em cartaz.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
A churrascaria/casa de show funciona no esquema de reservas. Não adianta. Se chegar lá sem ligar antes, será difícil conseguir uma mesa. O espaço simplesmente lota.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
A entrada ao Rafain dá direito ao show e ao buffet, extremamente variado, contendo massas, saladas, frios, antepastos, pratos quentes, sobremesas, etc., além do famoso churrasco, que conta com carnes nobres em sua composição. Bebida é à parte. Não consta no pacote jantar + show.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
A abertura da casa está programada diariamente para as 20h45 e tem hora certa para terminar. Lá para as 23:00 h, o show acaba e todos vão embora.
Tango. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Depois de nos acomodarmos na mesa, Erik e eu pedimos nossas bebidas, jantamos e aguardamos pelo início do show. A casa abre às 20h45 justamente para dar tempo para todos jantarem calmamente e depois assistirem tranquilamente às apresentações.
Mariachis. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
O show realmente vale a pena. Dançarinos afiados, trajes impecáveis, tudo cria um clima convidativo para a plateia. No dia em que fomos, no entanto, aconteceu algum problema na aparelhagem de som, mas nada que ofuscasse as apresentações.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Entre os países contemplados pelo show, estão o Paraguai e Argentina, que fazem fronteira com Foz do Iguaçu, Chile, Peru, México, etc. Gostei muito de assistir às apresentações do Paraguai, Argentina e México.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Da apresentação dos dançarinos que representavam o Paraguai, gostei muito do número de equilíbrio com garrafas. Enquanto dançavam, garrafas quase cheias eram pouco a pouco empilhadas nas cabeças das dançarinas até alcançarem o número de 5, se não me engano.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
As apresentações de tango e de mariachis também foram emocionantes. Deu para matar as saudades.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Além de montar um breve panorama da música e das danças de países latinos, não poderia faltar espaço para as manifestações folclóricas brasileiras. Gostei particularmente do número dos dançarinos vestidos de cangaceiros.
Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Das danças gaúchas ao cortejo de baianas, da capoeira ao samba, da inocência da oferenda de flores e frutas ao remelexo das mulatas, o Brasil foi representado em sua pluralidade. Tudo bem que acredito que encerrar o show com a imagem das mulatas em trajes carnavalescos só reitera uma imagem de Brasil como o país da sensualidade e só, mas tudo bem. É um espetáculo. Há que se dar um desconto!
Capoeira. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
De maneira geral, gostei do que vi. Foi um show leve, descontraído, que incluiu, em vários momentos, a participação de pessoas da plateia, estreitando o contato entre espetáculo e público. Se este tipo de atividade te atrai como viajante, então reserve um tempinho para conhecer a churrascaria/casa de show, mas não esqueça de fazer as reservas antes!
Janaína Calaça e Erik Pzado no Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
A casa funciona de segunda a sábado a partir das 20h45 e fica localizada na Avenida das Cataratas. Para maiores informações, acesse Rafain Churrascaria.
Caros jeguiantes, dando continuidade à série de posts sobre nossa viagem à Foz do Iguaçu, a convite do Hotel Tarobá Express, nosso anfitrião na simpática cidade paranaense, hoje falaremos um pouco sobre nossa ida ao Parque das Aves, que não se resume apenas às aves. O parque conta também com serpentários, borboletários e com um vasto exemplário da nossa flora também. Apesar do dia, em que visitamos o empreendimento, estar frio e levemente chuvoso, conseguimos ver muitos animais, apesar de muitos deles terem se escondido do frio.
Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Chegamos bem cedo ao Parque, que funciona das 08:30 h até as 17:30 h. Após atravessarmos o portão principal, o passeio já começa com os primeiros exemplares de aves. Ao redor, a vegetação, que comporta exemplares de nossa flora, compõe o cenário do parque. A trilha sonora do passeio? O som misturado de vários pássaros, que convivem nos amplos viveiros.
Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Todo o passeio é feito a pé, por trilhas devidamente sinalizadas. No caminho, todos os viveiros possuem placas contendo informações gerais sobre as aves expostas no Parque. Gostei muito da possibilidade de entrar nos viveiros. A princípio, fiquei pensando se, ao entrar em um destes espaços, não levaria umas boas bicadas de um tucano exibicionista, mas até que não. Só levei uns rasantes na cabeça, mas até aí tudo bem!
Erik Pzado no Parque das Aves. Imagem: Janaína Calaça.
Não sei se pela visitação frequente, os animais acabam não estranhando tanto a presença das pessoas nos viveiros. No entanto, nem todas as aves encontram-se nestes espaços de acesso livre aos visitantes, como Hárpias, águias, aves de grande porte.
Jacutinga. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
O passeio é indicado para pessoas de todas as idades: de crianças a idosos. Como as trilhas não são longas e o visitante pode fazer seu passeio no seu ritmo, há espaço e oportunidade para todos. Indico sem medo de errar a visita ao Parque para famílias, casais com ou sem filhos e para pessoas que estejam viajando sozinhas também. Envoltos pela vegetação e pelos pássaros, não tem como não desacelerar da correria cotidiana.
Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Além de uma variedade grande de aves, como citei anteriormente, o parque também conta com a presença de serpentários e borboletários. Nos serpentários, sucuris e jiboias se confundem com o habitat, despertando a curiosidade dos visitantes.
Tucano. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Em termos de estrutura, o parque conta com banheiros, espalhados por vários pontos da trilha, uma lanchonete e uma loja de souvenirs com itens variados. Fiquei encantada com as peças de artesanato de madeira em formato de frutas e aves. O único ponto que não gostei da lojinha de souvenirs foi o atendimento, que deixou muito a desejar.
Serpentário. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Para quem se interessou em conhecer o local, um dos principais pontos turísticos de Foz do Iguaçu, no Paraná, visite o site do Parque das Aves e obtenha mais informações sobre o passeio.
Urubu-rei. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Informações gerais:
Horário de Funcionamento: Das 08:30 h às 17:30 h.
Tarifa: R$ 18,00.
Endereço: Foz Tropicana, Parque das Aves. Av. das Cataratas, km 17. Foz do Iguaçu. Paraná.
Telefone: (45) 3529-8282.
Corujinha. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Araras. Parque das Aves. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Extras de viagem: Coisinhas bacanas.
Sempre, em toda viagem, rolam umas cenas memoráveis. No passeio ao Parque das Aves, destaco dois momentos bacanas: um deles foi quando Jegueton confraternizou com esta Ararajuba dengosa e o outro foi ter araras pousadas em nossos braços.
Jegueton confraternizando com seu (sua) novo (a) amiguinho (a) plumado (a). Imagem: Erik Pzado.
Sim, nunca vi uma ave tão dengosa como esta em especial. Aproximei Jegueton da Ararajuba e ela começou a emitir uns pios lânguidos. Hahahahaha. Muito engraçada a cena! Só tendo visto de perto pra ter noção do dengo!
Erik morrendo de medo da arara. Imagem: Janaína Calaça.
Ah, as araras! Quando soube que no Parque permitiam que as segurássemos um pouquinho, fiquei animadíssima! Da última vez que tive uma interação com animais durante viagens, mergulhei com tubarões-lixa! A única precaução foi tirar os óculos escuros de cima da cabeça para a arara não querer carregar. Fora isso, foi uma oportunidade bacana de interagir com estas aves tão coloridas. Acho apenas, como podem ver pela foto, que o Erik estava com medo de levar uma bela bicada no meio do nariz! Hahahaha!
Eu sou corajosa. Rah! Janaína Calaça, Jegueton e a arara. Imagem: Erik Pzado.
Bom, é isso aí, caros jeguiantes! Aguardem o próximo post sobre Foz do Iguaçu e se puderem, em visita pela cidade, adicionem o passeio aos seus planos! Vale a pena!
Dando continuidade à série de posts Passeios em Foz do Iguaçu, em que relatamos nossas visitas à Hidrelétrica de Itaipu e às Cataratas Argentinas, hoje falaremos sobre nossa ida ao Parque Nacional do Iguaçu, a convite do Hotel Tarobá Express, que nos levou à cidade de Foz para conhecê-la e relatar nossa experiência turística. O hotel montou para nós um dos roteiros que oferece aos seus clientes, ou seja, todos os passeios que relatamos aqui são oferecidos a quem se hospeda no hotel, localizado no centro da cidade. Vale lembrar que há opções de roteiros para todos os gostos: desde passeios com enfoque em ecoturismo como passeios focados em compras, como no caso daqueles que são organizados para levar os visitantes ao Paraguai.
Parque Nacional do Iguaçu. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Logo cedo, pegamos nossas mochilas e Jegueton e partimos em direção ao Parque Nacional do Iguaçu, para visitarmos as Cataratas Brasileiras e fazermos o passeio do Macuco Safari, que consiste em pegarmos um barco e subirmos o Rio Iguaçu em direção à Garganta do Diabo, a mesma Garganta que vimos de cima em nossa visita às Cataratas Argentinas, em Porto Iguaçu.
Janaína Calaça fazendo a trilha para chegar às Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Se já nos molhamos no passeio das Cataratas Argentinas, dessa vez literalmente tomaríamos um banho, segundo relatos do nosso guia e de algumas pessoas, que já haviam feito o passeio. Não levei muito a sério a história do banho, mas, só para adiantar um pouco, digo que as capas de chuva que vendem tanto na entrada do parque, quanto nas lojas de presentes do local, não servem para muita coisa, exceto para evitar que a gente congele em dias mais frios, como foi o caso, depois da ida às quedas.
Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Para pegarmos o barco, que nos leva ao Rio Iguaçu, temos que fazer uma trilha por dentro da mata. Parte desta trilha é feita por uma carreta puxada por um jipe elétrico e conta com a presença, durante todo o passeio, de um guia. Na carretinha em que fomos, só estavam Jegueton, Erik, eu e mais um casal de colombianos. O guia falava muito bem o espanhol e, durante o trajeto, fazíamos algumas pequenas paradas para conhecer uns exemplares da flora nativa.
Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Depois de fazermos a maior parte do trajeto na carreta, decidimos chegar ao Rio Iguaçu a pé, completando assim a trilha. Acredito que o trajeto foi um pouco complicado apenas devido à chuva no dia, que acabou deixando as pedras das escadarias um pouco escorregadias, mas repito que foi escolha nossa fazer o restante da trilha a pé. Para quem não está muito afim de caminhar, pode continuar o trajeto na carreta.
Erik Pzado e Janaína Calaça se preparando para o passeio de barco do Macuco Safari.
Ao chegarmos às margens do Rio Iguaçu, há uma espécie de cais, onde os barcos estão aportados. Lá recebemos os coletes salva-vidas e instruções de como nos comportar durante o passeio.
Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Algumas das instruções que recebemos do guia do hotel foi de levarmos uma toalha para nos enxugar após o passeio e um calçado, como tênis, para a trilha, mas, no momento do passeio de barco, é melhor entrarmos no veículo descalços ou com sandálias de borracha e guardar o tênis em uma sacola plástica, para não molhar. Outra opção é alugar um armário no cais, caso você leve uma mochila ou bolsa. O ideal é entrar no barco com o mínimo de pertences para não correr o risco de perder.
Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Outra dica, contida no flyer do Macuco Safari, é usar protetor solar e roupas leves. Quanto a equipamentos, como câmeras fotográficas e filmadoras, se você não tiver uma caixa estanque para acondicioná-los de forma segura, coloque-os dentro de sacolas plásticas, certificando-se de que não haja rasgos ou furos, onde a água possa penetrar. Caso não se sinta seguro, o próprio Macuco Safari oferece serviços de fotografia e filmagem. O preço é um pouco salgado, mas entre danificar um equipamento e pagar por uma fotografia, o turista deve decidir o que fica mais barato para ele.
Turista colombiano e Janaína Calaça no barco do Macuco Safari. Imagem: Erik Pzado.
Depois que todos os visitantes, já devidamente preparados para o passeio, se acomodam no arco inflável bimotor, partimos então para a subida do Rio Iguaçu em direção à Garganta do Diabo.
Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no Macuco Safari.
O trajeto para a Garganta do Diabo é pontuado de muita vegetação e do principal: a vista das Cataratas por outro ângulo. As quedas, que vimos de cima, nas passarelas suspensas, agora são vistas do Rio Iguaçu.
Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
O barco é potente, o que é necessário para conseguirmos subir as águas do Rio, que, devido à força das quedas, em muitos pontos torna-se extremamente revolto, mas nada que assuste em excesso. O passeio é bem tranquilo inclusive.
Erik Pzado nas Cataratas Brasileiras. Imagem: Janaína Calaça.
Outro ponto que achei interessante neste passeio é o fato de ser direcionado a todas as idades. Em nosso grupo, havia idosos, que estavam ali para aproveitar também o contato direto com a natureza. Talvez seja um passeio não tão indicado para crianças muito pequenas, devido ao banho nas cataratas. A força das quedas é grande e a criança pode se atrapalhar e engolir água.
Caminho para as Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Para quem se interessou pelo passeio do Macuco Safari, o preço do ingresso por pessoa é de R$ 140,00 (adultos). Crianças até 6 anos não pagam e crianças de 7 a 12 anos pagam 50% do valor. Apesar do preço parecer salgado, há toda uma estrutura envolvida que justifica o que é cobrado. Carreta conduzida por um jipe elétrico, guias profissionais, barco, salva-vidas, tudo isso é incluso no valor.
Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu.
O Macuco Safari também oferece outras atividades, como rafting, rapel, arvorismo, trilha do Poço Preto, trilha das Bananeiras, Passeio Porto Canoas e as Linhas Martins. Para maiores informações sobre os demais passeios, acesse o site do Macuco Safari.
Janaína Calaça e Erik Pzado. Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Ainda sobre o passeio de barco, a duração total, incluindo as trilhas, é de uma hora e quarenta e cinco minutos. Funciona de segunda a domingo, das 09ho0 às 17h30.
Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Um dos momentos mais bacanas do passeio sem dúvidas é quando o condutor nos leva para bem próximo das quedas e tomamos um banho naquelas águas. Sim, um banho! Não são respingos não. Literalmente passamos quase debaixo das águas. A força é tanta que estar ao lado das quedas significa sair de lá completamente molhado!
Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
No retorno ao cais, o friozinho bateu. Com as roupas molhadas e o vento gelado, potencializado pela velocidade do barco, não teve quem não se encolhesse nos bancos para tentar se esquentar. Mas… Eu faria tudo novamente… Uma, duas, três, inúmeras vezes! O passeio realmente vale muito a pena! Se puderem ir, vão!
Janaína Calaça, Erik Pzado e Jegueton na mochila. Jeguiando nas Cataratas Brasileiras.
Depois do passeio de barco, ainda fizemos algumas paradas para admirarmos as Cataratas Brasileiras. Só não fizemos as trilhas, porque estávamos enxarcados, o frio castigava e ganhar uma gripe no meio da viagem não seria nada inteligente de nossa parte! Bom, caros jeguiantes, espero que tenham gostado da terceira parte de nossa aventura em Foz do Iguaçu! Para vocês curtirem um pouco mais da nossa viagem, encerramos o post com o vídeo do nosso passeio de barco no Macuco Safari. O vídeo é um pouco longo, mas guardem um tempinho para assisti-lo! Vale a pena ver a gente tomando um senhor banho nas Cataratas do Iguaçu! Até o próximo post!
Extras de viagem: Coisinhas bacanas
Viajar não significa conhecer apenas outras paragens, outras culturas. Viajar envolve também conhecer pessoas. De pessoas que partilham conosco alguns passeios a quem nos atende bem, há espaço para todos em nossa memória. Hoje vamos reservar este espaço para o Marcio , um dos funcionários do Macuco Safari que foi extremamente simpático e prestativo no sentido de nos rodear com o maior número de informações sobre o espaço e os passeios oferecidos. Parabéns, Marcio, pela visão e dedicação ao seu trabalho! Deixo um registro seu e do mascote do Macuco, o Quati, ao lado de nosso Jegueton.
Marcio Feira do Macuco Safari, simpatia e profissionalismo. Imagem: Erik Pzado.
Caros jeguiantes, cá estamos nós, Jegueton, Erik Pzado e eu, escrevendo diretamente de Foz do Iguaçu para vocês! Há poucos dias comuniquei aos leitores do blog que havíamos sido convidados pelo Hotel Tarobá Express para conhecermos a cidade de Foz do Iguaçu, localizada no extremo oeste do Paraná e fronteiriça com a Argentina e o Paraguai. Programada para acontecer entre os dias 18 e 21 de junho de 2010, nossa vinda à cidade, para conhecer um pouco mais do seu turismo, se deu graças à iniciativa de nossos anfitriões, que não só acreditam no potencial turístico desta cidade como também na máxima de que só se conhece uma cidade indo até ela!
Hotel Tarobá Express, nossos anfitriões em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Foz do Iguaçu é uma cidade cuja economia está baseada em dois pontos principais: energia e turismo. Energia, devido à presença da Hidrelétrica Binacional de Itaipu, sobre a qual falaremos no próximo post, e turismo, devido à pluralidade das belezas naturais e da peculiaridade da cidade de estar conectada, através das fronteiras, a dois países da América do Sul. Foz do Iguaçu atrai não só amantes de ecoturismo, como também pessoas que queiram vivenciar a experiência de entrar em contato com outras culturas sem ter que percorrer grandes distâncias: a Argentina e o Paraguai estão logo ali!
Hotel Tarobá Express, aconchego e economia em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
A cidade, devido ao seu potencial turístico, é pontuada pela presença de diversos hotéis e há espaço para todos os públicos. O Hotel Tarobá Express tem o seu perfil construído em pontos que considero importantes para um turista: preço bom, aconchego, proximidade com o cliente, segurança e ótima localização. O hotel fica localizado no centro, próximo inclusive ao zoológico da cidade, restaurantes, bares e centros comerciais, onde são vendidos artesanatos e outros itens.
Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
A palavra que o define definitivamente é aconchego. Tanto nas áreas comuns do hotel, que contam com salinha de televisão, onde as pessoas podem sentar e assisitir a algo juntas ou conversarem ao charmosinho café, tudo traz a sensação de um conforto familiar e descontraído.
Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
O hotel conta com um restaurante chamado Menu Brasil, onde são servidos pratos brasileiros e outros que demonstram a influência da fronteira com a Argentina, por exemplo, com a presença no cardápio do famoso Bife de Chorizo, que o Erik inclusive saboreou em sua primeira noite em Foz.
Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Para quem quer comodidade no planejamento de passeios, o Hotel Tarobá Express oferece uma série de pacotes que levam o turista para conhecer as principais atrações da cidade e aquilo que mais se adequa ao seu perfil. Dentre as atrações que o hotel programou para a gente, já visitamos a Hidrelétrica Binacional de Itaipu, as Cataratas Argentinas, em Porto Iguaçu e ainda visitaremos as Cataratas Brasileiras, o Parque das Aves, o Templo Budista, o Marco das Três Fronteiras, a Mesquita Árabe, além de assistirmos a um show Latino Americano, no restaurante Rafain.
Hotel Tarobá Express em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.
Outras opções de diversão oferecidas são as idas ao Paraguai e a Argentina para compras. Todos os dias, turistas atravessam a fronteira para voltarem cheios de sacolinhas e sacolonas. Eu prefiro ainda a experiência tranquila de observar as belezas naturais, conversar um pouco com um, um pouco com outro, ouvir outra língua, enfim, me sentir realmente fazendo algo distinto do dia a dia, mas, como disse anteriormente, Foz do Iguaçu é uma cidade peculiar por sua pluralidade e o Tarobá Express entendeu justamente a dinâmica plural da cidade onde se situa. Há espaço e opções para todos os gostos!
Janaína Calaça e Erik Pzado em Foz do Iguaçu à convite do Hotel Tarobá Express.
É isso aí, caros jeguiantes! Este é só o primeiro post sobre Foz! Se não deu para trazê-los na mala, como fizemos com Jegueton, pelo menos nos acompanhem nesta aventura e viajem com a gente!
Até o próximo post e hoje tem Show Latino Americano no Restaurante Rafain!
Jegueton indo para Foz do Iguaçu à convite do Hotel Tarobá Express
Caros jeguiantes, entre os dias 18 a 21 de junho o Jeguiando estará em Foz do Iguaçu à convite doHotel Tarobá Express. Agradecemos ao hotel pelo simpático convite e principalmente por estimular o turismo da cidade através de uma iniciativa como esta. Já estamos com a programação dos dias em mãos e garanto aos leitores, que acompanham nosso espaço, que esta viagem renderá não só experiências positivas, boas fotos, mas também uma vontade grande de querer se deslocar, afinal viajar é preciso e ter contato com outras realidades, outras paisagens nos abre a perspectiva da pluralidade do mundo em que estamos inseridos. Esta é a primeira viagem que faremos para Foz e tenho certeza que será uma experiência rica, principalmente por se tratar de uma cidade fronteiriça. Então, é isso aí, caros jeguiantes! Em pouquíssimos dias embarcaremos, Jegueton, Erik Pzado e eu nesta aventura e temos certeza que vocês viajarão conosco através dos posts!
Foz do Iguaçu, nos aguarde! O Jeguiando está chegando por aí!