Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Cataratas Brasileiras – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte III)

Posted by Janaína Calaça On junho - 28 - 2010

Dando continuidade à série de posts Passeios em Foz do Iguaçu, em que relatamos nossas visitas à Hidrelétrica de Itaipu e às Cataratas Argentinas, hoje falaremos sobre nossa ida ao Parque Nacional do Iguaçu, a convite do Hotel Tarobá Express, que nos levou à cidade de Foz para conhecê-la e relatar nossa experiência turística. O hotel montou para nós um dos roteiros que oferece aos seus clientes, ou seja, todos os passeios que relatamos aqui são oferecidos a quem se hospeda no hotel, localizado no centro da cidade. Vale lembrar que há opções de roteiros para todos os gostos: desde passeios com enfoque em ecoturismo como passeios focados em compras, como no caso daqueles que são organizados para levar os visitantes ao Paraguai.

Parque Nacional do Iguaçu. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Parque Nacional do Iguaçu. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Logo cedo, pegamos nossas mochilas e Jegueton e partimos em direção ao Parque Nacional do Iguaçu, para visitarmos as Cataratas Brasileiras e fazermos o passeio do Macuco Safari, que consiste em pegarmos um barco e subirmos o Rio Iguaçu em direção à Garganta do Diabo, a mesma Garganta que vimos de cima em nossa visita às Cataratas Argentinas, em Porto Iguaçu.

Janaína Calaça fazendo a trilha para chegar às Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça fazendo a trilha para chegar às Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Se já nos molhamos no passeio das Cataratas Argentinas, dessa vez literalmente tomaríamos um banho, segundo relatos do nosso guia e de algumas pessoas, que já haviam feito o passeio. Não levei muito a sério a história do banho, mas, só para adiantar um pouco, digo que as capas de chuva que vendem tanto na entrada do parque, quanto nas lojas de presentes do local, não servem para muita coisa, exceto para evitar que a gente congele em dias mais frios, como foi o caso, depois da ida às quedas.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para pegarmos o barco, que nos leva ao Rio Iguaçu, temos que fazer uma trilha por dentro da mata. Parte desta trilha é feita por uma carreta puxada por um jipe elétrico e conta com a presença, durante todo o passeio, de um guia. Na carretinha em que fomos, só estavam Jegueton, Erik, eu e mais um casal de colombianos. O guia falava muito bem o espanhol e, durante o trajeto, fazíamos algumas pequenas paradas para conhecer uns exemplares da flora nativa.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Vegetação. Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de fazermos a maior parte do trajeto na carreta, decidimos chegar ao Rio Iguaçu a pé, completando assim a trilha. Acredito que o trajeto foi um pouco complicado apenas devido à chuva no dia, que acabou deixando as pedras das escadarias um pouco escorregadias, mas repito que foi escolha nossa fazer o restante da trilha a pé. Para quem não está muito afim de caminhar, pode continuar o trajeto na carreta.

Erik Pzado e Janaína Calaça se preparando para o passeio de barco do Macuco Safari.

Erik Pzado e Janaína Calaça se preparando para o passeio de barco do Macuco Safari.

Ao chegarmos às margens do Rio Iguaçu, há uma espécie de cais, onde os barcos estão aportados. Lá recebemos os coletes salva-vidas e instruções de como nos comportar durante o passeio.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Algumas das instruções que recebemos do guia do hotel foi de levarmos uma toalha para nos enxugar após o passeio e um calçado, como tênis, para a trilha, mas, no momento do passeio de barco, é melhor entrarmos no veículo descalços ou com sandálias de borracha e guardar o tênis em uma sacola plástica, para não molhar. Outra opção é alugar um armário no cais, caso você leve uma mochila ou bolsa. O ideal é entrar no barco com o mínimo de pertences para não correr o risco de perder.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Barco do Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Outra dica, contida no flyer do Macuco Safari, é usar protetor solar e roupas leves. Quanto a equipamentos, como câmeras fotográficas e filmadoras, se você não tiver uma caixa estanque para acondicioná-los de forma segura, coloque-os dentro de sacolas plásticas, certificando-se de que não haja rasgos ou furos, onde a água possa penetrar. Caso não se sinta seguro, o próprio Macuco Safari oferece serviços de fotografia e filmagem. O preço é um pouco salgado, mas entre danificar um equipamento e pagar por uma fotografia, o turista deve decidir o que fica mais barato para ele.

Turista colombiano e Janaína Calaça no barco do Macuco Safari. Imagem: Erik Pzado.

Turista colombiano e Janaína Calaça no barco do Macuco Safari. Imagem: Erik Pzado.

Depois que todos os visitantes, já devidamente preparados para o passeio, se acomodam no arco inflável bimotor, partimos então para a subida do Rio Iguaçu em direção à Garganta do Diabo.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no Macuco Safari.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no Macuco Safari.

O trajeto para a Garganta do Diabo é pontuado de muita vegetação e do principal: a vista das Cataratas por outro ângulo. As quedas, que vimos de cima, nas passarelas suspensas, agora são vistas do Rio Iguaçu.

Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O barco é potente, o que é necessário para conseguirmos subir as águas do Rio, que, devido à força das quedas, em muitos pontos torna-se extremamente revolto, mas nada que assuste em excesso. O passeio é bem tranquilo inclusive.

Erik Pzado nas Cataratas Brasileiras. Imagem: Janaína Calaça.

Erik Pzado nas Cataratas Brasileiras. Imagem: Janaína Calaça.

Outro ponto que achei interessante neste passeio é o fato de ser direcionado a todas as idades. Em nosso grupo, havia idosos, que estavam ali para aproveitar também o contato direto com a natureza. Talvez seja um passeio não tão indicado para crianças muito pequenas, devido ao banho nas cataratas. A força das quedas é grande e a criança pode se atrapalhar e engolir água.

Caminho para as Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Caminho para as Cataratas Brasileiras. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para quem se interessou pelo passeio do Macuco Safari, o preço do ingresso por pessoa é de R$ 140,00 (adultos). Crianças até 6 anos não pagam e crianças de 7 a 12 anos pagam 50% do valor. Apesar do preço parecer salgado, há toda uma estrutura envolvida que justifica o que é cobrado. Carreta conduzida por um jipe elétrico, guias profissionais, barco, salva-vidas, tudo isso é incluso no valor.

Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu.

Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu.

O Macuco Safari também oferece outras atividades, como rafting, rapel, arvorismo, trilha do Poço Preto, trilha das Bananeiras, Passeio Porto Canoas e as Linhas Martins. Para maiores informações sobre os demais passeios, acesse o site do Macuco Safari.

Janaína Calaça e Erik Pzado. Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça e Erik Pzado. Macuco Safari. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Ainda sobre o passeio de barco, a duração total, incluindo as trilhas, é de uma hora e quarenta e cinco minutos. Funciona de segunda a domingo, das 09ho0 às 17h30.

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Um dos momentos mais bacanas do passeio sem dúvidas é quando o condutor nos leva para bem próximo das quedas e tomamos um banho naquelas águas. Sim, um banho! Não são respingos não. Literalmente passamos quase debaixo das águas. A força é tanta que estar ao lado das quedas significa sair de lá completamente molhado!

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Brasileiras. Parque Nacional do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

No retorno ao cais, o friozinho bateu. Com as roupas molhadas e o vento gelado, potencializado pela velocidade do barco, não teve quem não se encolhesse nos bancos para tentar se esquentar. Mas… Eu faria tudo novamente… Uma, duas, três, inúmeras vezes! O passeio realmente vale muito a pena! Se puderem ir, vão!

Janaína Calaça, Erik Pzado e Jegueton na mochila. Jeguiando nas Cataratas Brasileiras.

Janaína Calaça, Erik Pzado e Jegueton na mochila. Jeguiando nas Cataratas Brasileiras.

Depois do passeio de barco, ainda fizemos algumas paradas para admirarmos as Cataratas Brasileiras. Só não fizemos as trilhas, porque estávamos enxarcados, o frio castigava e ganhar uma gripe no meio da viagem não seria nada inteligente de nossa parte! Bom, caros jeguiantes, espero que tenham gostado da terceira parte de nossa aventura em Foz do Iguaçu! Para vocês curtirem um pouco mais da nossa viagem, encerramos o post com o vídeo do nosso passeio de barco no Macuco Safari. O vídeo é um pouco longo, mas guardem um tempinho para assisti-lo! Vale a pena ver a gente tomando um senhor banho nas Cataratas do Iguaçu! Até o próximo post!

Extras de viagem: Coisinhas bacanas

Viajar não significa conhecer apenas outras paragens, outras culturas. Viajar envolve também conhecer pessoas. De pessoas que partilham conosco alguns passeios a quem nos atende bem, há espaço para todos em nossa memória. Hoje vamos reservar este espaço para o Marco (não lembro exatamente se é Marco ou se é Marcos), um dos funcionários do Macuco Safari que foi extremamente simpático e prestativo no sentido de nos rodear com o maior número de informações sobre o espaço e os passeios oferecidos. Parabéns, Marco, pela visão e dedicação ao seu trabalho! Deixo um registro seu e do mascote do Macuco, o Quati, ao lado de nosso Jegueton.

Marcos do Macuco Safari, simpatia e profissionalismo. Imagem: Erik Pzado.

Marco do Macuco Safari, simpatia e profissionalismo. Imagem: Erik Pzado.

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Cataratas Argentinas – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte II)

Posted by Janaína Calaça On junho - 25 - 2010

Partimos hoje, Jegueton, Erik Pzado e eu, para a segunda parte da série de posts sobre Passeios em Foz do Iguaçu, resultado da nossa passagem pela cidade a convite do Hotel Tarobá Express. Na primeira parte da série, falamos sobre nossa visita à Hidrelétrica Itaipu Binacional e hoje vamos relatar nossa ida à Porto Iguaçu, cidade fronteiriça com o Brasil, para visitarmos as Cataratas Argentinas. Situei este post como sendo parte da série de Passeios em Foz do Iguaçu porque foi de lá que partimos e é comum a travessia constante de brasileiros para Porto Iguaçu, assim como para o Paraguai, em função das compras.

Entrada para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Entrada para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Partimos cedo para Porto Iguaçu. Passamos por duas barreiras para podermos entrar na Argentina. Uma delas foi a barreira da aduana, onde fica registrada nossa entrada no país. Para quem não sabe, devido ao acordo entre os países do Mercosul, podemos apresentar a carteira de identidade no lugar do passaporte para entrar, por exemplo, na Argentina. Basta que o RG esteja atualizado e em perfeito estado.

Jegueton esperando o trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton esperando o trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Para termos acesso às Cataratas Argentinas, a tarifa cobrada para países do Mercosul (Brasil, Paraguai, Uruguai) é de 45 pesos argentinos. A tarifa geral é de 85 pesos, mas há uma variação tarifária para nativos também, que pode ser conferida no site oficial das Cataratas.

Erik Pzado, Janaína Calaça e Jegueton no trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu.

Erik Pzado, Janaína Calaça e Jegueton no trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu.

Há duas opções para chegarmos às Cataratas: pegar o trenzinho que nos leva até lá ou ir a pé pelas trilhas. Jegueton, Erik e eu decidimos economizar nossas pernas e pegamos o trenzinho. A trajetória acalma. Há muita vegetação e uma brisa gostosa embala o passeio.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de caminharmos pelas passarelas elevadas, construídas acima das águas, finalmente chegamos à nossa primeira parada: a Garganta del diablo, considerada “a queda com maior fluxo das Cataratas do Iguaçu”, segundo verbete extraído da Wikipedia.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Se você, leitor, já ouviu alguém se referir à experiência de ver a Garganta de perto como sendo emocionante, não há nenhum exagero nesta afirmação. É realmente de emocionar. Diante da grandeza e da beleza da natureza em sua força bruta, não há como ficar… digamos… um pouco mais sensível. A visão da força da água é algo que nenhuma fotografia ou vídeo conseguirá traduzir. Só indo lá para ver!

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Garganta del Diablo. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Não preciso nem dizer o quanto a força da queda das águas produz uma chuva particular. Por isso, ao utilizar câmeras e filmadoras, certifique-se de que estejam bem protegidas para não correr o risco de danificar o equipamento.

Janaína Calaça e Erik Pzado com a Garganta del Diablo ao fundo.

Janaína Calaça e Erik Pzado com a Garganta del Diablo ao fundo.

Jegueton na Garganta del Diablo. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton na Garganta del Diablo. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de passarmos um tempinho admirando a Garganta del Diablo, partimos para conhecer as demais quedas. Pegamos então novamente o trenzinho e rumamos para a outra metade de nossa aventura.

Trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Trem para as Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Além da beleza das quedas e da vegetação, os visitantes também poderão ver de perto alguns animais silvestres, que circulam pelo parque, como é o caso deste simpático quati, que encontramos passeando com seu bando.

Quati. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Quati. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Continuamos nossa trilha para conhecermos as demais quedas pelas passarelas suspensas. O fluxo de visitantes é intenso e de vez em quando acontece um engarrafamento de gente, mas nada que estrague a experiência de conhecer de perto as cataratas.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Apesar de todo o percurso ser plano, convém utilizar sapatos confortáveis para realizar o trajeto. Vi muitas mulheres caminhando de salto alto (não sei como) com cara de sofrimento! Tênis sem dúvidas é o tipo de calçado mais adequado para o passeio e não scarpins, minha gente!

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Outras dicas para fazer a trilha da forma mais confortável possível, é levar um agasalho, caso esfrie, e uma garrafinha com água. Durante a caminhada, acabamos perdendo água através do suor e corremos o risco de desidratarmos, sendo assim não custa nada reservar um lugar na mochila para estes dois itens importantes para que o passeio corra bem.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Um fenômeno que fatalmente o visitante presenciará, exceto em dias com pouco sol, é a formação dos coloridos arco-íris. No dia que visitamos as Cataratas Argentinas, o céu estava meio nublado, mas, ainda assim, o Erik conseguiu fotografar um tímido arco-íris que se formou com as águas de uma das quedas.

Arco-íris. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Arco-íris. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois que terminamos o passeio, fomos almoçar no restaurante La Selva, localizado no interior do parque. O restaurante funciona no esquema de tenedor libre, ou seja, o visitante paga um valor fixo e tem direito ao buffet, onde são servidas massas, saladas, refogados e sobremesas. A parrilla (churrasco) é o prato principal, como não deixaria de ser, e o bife de chorizo sem dúvidas deve ser a carne mais pedida por quem está visitando a Argentina. Uma dica: tomem uma Quilmes para acompanhar a carne!

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Algo que me chamou a atenção e que facilita muito a vida do viajante é o fato de no interior do parque aceitarem outras moedas, como o real e o dólar, além dos pesos argentinos. Tanto no restaurante quanto na lojinha de regalos (lembrancinhas), aceitaram o real para pagamento das compras, ou seja, nem precisamos passar em uma casa de câmbio. Foi bem tranquilo e economizamos tempo!

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Restaurante La Selva. Cataratas Argentinas. Porto Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois do almoço, pegamos a estrada de volta para o Brasil e passamos novamente pelas duas barreiras que atravessamos na ida, para registrar nossa saída da Argentina. Novamente é necessário apresentar o RG, carteira de habilitação ou o passaporte.

Fronteira Brasil e Argentina. Imagem: Erik Pzado.

Fronteira Brasil e Argentina. Imagem: Erik Pzado.

Antes de sair de Porto Iguaçu, há um Duty Free na cidade para quem não esteja afim de enfrentar o Paraguai. O Hotel Tarobá Express, onde ficamos hospedados, oferece como cortesia para os hóspedes traslado gratuito diariamente para o local a partir das 17:45 horas.

Extras de Viagem: Coisinhas bacanas

Não poderíamos deixar de registrar a presença de nossos companheiros de viagem nas Cataratas Argentinas. O casal Jaciara e Adriano, que estavam de férias em Foz, acabaram nos fazendo companhia neste passeio. A grande surpresa? O casal é de Salvador, minha terra! Hahaha! Bairrismo à parte, foi muito bacana ouvir o som do sotaque da minha terrinha e dividir a alegria de conhecer um lugar tão agradável com meus conterrâneos! Jaciara e Adriano, um abraço apertado em vocês e quem sabe não nos encontramos por aí!

Jaciara e Adriano, baianos em Foz do Iguaçu. Ê mundo pequeno! Imagem: Erik Pzado.

Jaciara e Adriano, baianos em Foz do Iguaçu. Ê mundo pequeno! Imagem: Erik Pzado.

Outra surpresa bacana nesta viagem foi a companhia de nosso guia, o Alisson, que, representando o Hotel Tarobá Express, desenvolveu seu trabalho com muita paciência e bom humor, afinal acompanhar duas figuras tagarelas e um jegue de pelúcia não deve ser tarefa muito fácil! Ao Alisson, nosso obrigado sincero e torço para que outros guias sejam tão simpáticos e prestativos como ele!

Jegueton e Alisson, nosso guia em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton e Alisson, nosso guia em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Caros jeguiantes, até o próximo post sobre Foz do Iguaçu! Não deixem de nos acompanhar!

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Itaipu Binacional – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte I)

Posted by Janaína Calaça On junho - 22 - 2010

Caros jeguiantes, darei início hoje à série de posts Passeios em Foz do Iguaçu, onde irei falar sobre as principais opções turísticas da cidade. Como todos sabem, o Jeguiando passou alguns dias em Foz à convite do Hotel Tarobá Express, não só para conhecer a estrutura do hotel, sua participação ativa no bom atendimento aos turistas, como também para conhecer a cidade através das opções que o hotel inclusive oferece aos viajantes. Visitamos, como sinalizei no post anterior, a Hidrelétrica Itaipu Binacional, as Cataratas Argentinas, as Cataratas Brasileiras (onde fizemos o passeio do Macuco Safari), o Parque das Aves, além de termos assistido ao show Latino Americano no restaurante Rafain. Todas essas opções são oferecidas pelo Hotel Tarobá Express, vale ressaltar.

Itaipu Binacional. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu Binacional. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Havíamos acabado de chegar em Foz, deixamos as malas e mochilas no hotel e de lá fomos conhecer Itaipu, com Jegueton obviamente conosco. É interessante pensar que anos atrás (muitos anos), ainda na escola, Itaipu era apenas um texto e algumas fotos em um livro de geografia, onde estudei sobre o volume das águas represadas, sobre a força do Rio Paraná, força essa que se transforma em energia capaz de abastacer um país como o Paraguai e só corresponder a 7% de tudo o que é produzido na hidrelétrica. Os outros 93% são consumidos pelo Brasil.

Itaipu Binacional. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu Binacional. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Fotos e um texto não dão mesmo conta da imensidão de Itaipu e por que não dizer de sua beleza também? A hidrelétrica é justamente a fusão entre a beleza e a força da natureza com a grandiosidade de um projeto que durou 30 anos para ficar pronto.

Erik Pzado e Jegueton, visitando a Itaipu Binacional. Foz do Iguaçu. Imagem: Janaína Calaça.

Erik Pzado e Jegueton visitando a Itaipu Binacional. Foz do Iguaçu. Imagem: Janaína Calaça.

Itaipu, ou ‘pedra que canta’ em tupi, é fruto de um projeto de dois países, Brasil e Paraguai, que em 1974 deram início à construção deste projeto de grandes dimensões. Segundo dados do site da hidrelétrica, “os dois países disputavam a posse de terras na região do Salto de Sete Quedas, área hoje coberta pelo lago da usina. O contencioso começou no século XVIII”, ou seja, depois de pelo menos dois séculos de lutas por um território, os países resolveram se unir para construir algo que favorecesse a ambos, dividindo igualmente a responsabilidade de erguer a usina, como também o lucro com o empreendimento.

Barragem de Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Barragem de Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

As obras de Itaipu finalmente foram concluídas em 2007, passando assim a funcionar em toda sua potência. Hoje, além de fornecer energia aos países parceiros, a hidrelétrica foi transformada também em um importante ponto turístico da cidade, atraindo diversos viajantes, que incluem Foz do Iguaçu em seus roteiros.

Passeio de ônibus panorâmico por Itaipu. Imagem: Erik Pzado.

Passeio de ônibus panorâmico por Itaipu. Imagem: Erik Pzado.

Não basta ser uma atração turística. É preciso oferecer estrutura para o turista e a hidrelétrica, neste ponto, deve ser parabenizada. Logo que chegamos em Itaipu, fomos encaminhados para um auditório para assistirmos a um vídeo de mais ou menos trinta minutos, que contava um pouco a trajetória da usina desde sua idealização até os dias de hoje. Depois de assistirmos ao vídeo, um ônibus já nos esperava para que pudéssemos conhecer a hidrelétrica. Para nos acompanhar, uma guia, bem preparada, falava  muito bem tanto inglês quanto espanhol.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Há algumas opções de conhecer Itaipu. São três tipos de passeios oferecidos: a visita panorâmica, a especial e a institucional. A que fizemos foi a panorâmica.

Vertedouro de Itaipu. Imagem: Erik Pzado.

Vertedouro de Itaipu. Imagem: Erik Pzado.

A visita panorâmica consiste “visão da usina, a partir do mirante central, de onde se observa em destaque a barragem e overtedouro. A visita é feita em ônibus da Itaipu (para visitantes particulares) ou em ônibus de turismo, para quem fizer parte de excursões. Antes da saída é exibido um documentário sobre Itaipu. A duração é de aproximadamente 1 hora e 30 minutos” e custa R$ 20,00 a inteira e R$ 10,00 a meia entrada.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O circuito especial constitui em ” visita ao interior da barragem. Dispõe de atendimento diferenciado, com monitores bilíngues, utilização de sala especial para a exibição de um filme sobre Itaipu e ônibus especial com água a bordo e roteiro para acompanhamento. Com duração aproximada de 2 horas e 30 minutos”. Custa R$ 51,00 a inteira, R$ 25,50 a meia entrada.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Por fim, há também as visitas institucionais, que são gratuitas, mas voltadas para “representantes de empresas, instituições, centros de pesquisa e universidades”. “Abrange áreas externa e interna da usina”.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu ainda conta com um Ecomuseu, com painéis e maquetes da usina, além de réplicas de alguns mecanismos que movimentam as águas e transformam sua força em energia.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Itaipu. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O passeio que fizemos, com duração de mais ou menos uma hora e vinte, uma hora e meia, foi pontuado de muita vegetação e de um ventinho frio de fim de tarde. O silêncio, fruto da imensidão do lugar, era apenas um dos inúmeros detalhes que apontavam para a grandeza da ‘pedra que canta’. Mas, sem dúvidas, para mim o ponto alto foi, no finzinho do passeio, que casava justamente também com o entardecer, o sol se refletir nas águas do Rio Paraná. Linda cena!

Jegueton e o Rio Paraná ao fundo. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Jegueton e o Rio Paraná ao fundo. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

É isso aí, caros jeguiantes! Esta foi apenas a primeira parte da série de posts sobre Passeios em Foz do Iguaçu. Para maiores informações sobre Itaipu, sobre sua história e sobre os passeios, acessem o site Itaipu Binacional.

Janaína Calaça, Jegueton e Erik Pzado em Foz do Iguaçu à convite do Hotel Tarobá Express. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça, Jegueton e Erik Pzado em Foz do Iguaçu à convite do Hotel Tarobá Express. Imagem: Erik Pzado.

Extras de Viagem: Coisinhas bacanas

Sempre vemos alguma coisa ou acontece alguma coisa bacana que vale a pena abrir um espaço para falar, né? No dia de nossa visita à Itaipu, Jegueton foi surpreendido pelo olhar feliz desta moça, a Elaine, que também estava à passeio em Foz. Hehehehe! Difícil resistir ao charme deste Jeguinho naturalizado brasileiro, mas que na verdade é argentino! Pode apertar o fucinho dele! :D

Janaína Calaça, Jegueton e uma fã do jeguinho mais simpático do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça, Jegueton e Elaine, a nova fã do jeguinho mais simpático do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Como todos estão cansados de saber, sou uma amante de artesanato. Fiquei encantada com a delicadeza desta peça. Como não a trouxe comigo, fico com a lembrança da fotografia e compartilho com vocês. É isso aí, jeguiantes! E vamos que vamos! A viagem não acabou! Até o próximo post!

Artesanato produzido em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Artesanato produzido em Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

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5º salão do turismo – Roteiros do Brasil: Impressões

Posted by Janaína Calaça On junho - 4 - 2010

Entre os dias 26 e 30 de maio de 2010, aconteceu, em São Paulo, o 5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil e o Jeguiando foi lá conferir o que rolou. O evento acontece com o intuito de mobilizar o turismo nacional, oferecendo ao visitante a possibilidade de transitar por diversos destinos até encontrar o que melhor se encaixa ao seu gosto e ao seu bolso. Estrategicamente realizado antes do período das férias, o salão provavelmente ajudou a muitos dos visitantes a decidir para onde ir este ano. Adorei a sacada das pistas no chão! Literalmente é um convite para colocarmos o pé na estrada!

5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O salão é organizado pelo Governo Federal através do Ministério do Turismo e conta com a participação de expositores, que representam desde companhias áereas, passando por operadoras de turismo até artesãos, que aproveitam a oportunidade para apresentar o trabalho que desenvolvem em vários estados brasileiros.

VITRINE BRASIL

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O Salão foi dividido da seguinte forma: feira de roteiros, vitrine Brasil, área de comercialização, núcleo de conhecimento e rodada de negócios. Na feira de roteiros, o visitante teria a oportunidade de conhecer, de forma panorâmica, um pouco de cada região brasileira, através de apresentações de grupos folclóricos, por exemplo.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O espaço Vitrine Brasil (ilustrado nas fotos) foi um dos destaques do evento, contando com lojas de artesanato, onde eram vendidas peças produzidas em vários estados brasileiros, agrupados por regiões; com o espaço Saber Fazer, onde os visitantes assistiam à produção de peças artesanais e a manifestações culturais; com o Espaço Vivências, onde o visitante assistia a modelagens com barro, ao trabalho de tecelãs, entre outros; com o Mercado de Agricultura Familiar, onde eram vendidos produtos alimentícios e bebidas.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

O Vitrine Brasil ainda contou com o Espaço Talentos do Brasil, onde eram expostas e comercializadas peças de vestuário e acessórios; com uma área de Gastronomia, que montou um cardápio com pratos das regiões brasileiras e ainda contou com apresentações variadas, como cortejos, apresentações de violeiros e grupos de forró.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Visitamos todos os stands de artesanato do salão e foi difícil não me emocionar em dois momentos: quando entrei no stand da Bahia e no de Pernambuco, onde estão fincadas as minhas raízes. Saudades do meu nordeste, tão representado pelas suas cores e pela sua leveza.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

5º salão do Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

ARTESANATO

Bailarinas. Imagem: Erik Pzado.

Bailarinas. Imagem: Erik Pzado.

Se há algo que me encanta é a confecção de peças de artesanato e hoje acredito que as pessoas estão voltando a valorizar este trabalho tão bacana e  minuncioso. Como citei anteriormente, foram montados stands representando todos os estados brasileiros e neles foram comercializadas várias peças, produzidas por artesãos locais.

Feira e acarajé. Imagem: Erik Pzado.

Feira e acarajé. Imagem: Erik Pzado.

Foram muitas peças, de esculturas a mobiles, de bolsas a tapetes. Feitas para todos os gostos, utilizando materiais diversos como barro, madeira, xita, palha, as peças, de variados preços e tamanhos, foram aos poucos deixando as prateleiras dos stands para enfeitarem as casas de vários visitantes do evento, que queriam levar para seus lares um pouquinho da pluralidade deste país tão rico em termos culturais.

Casinha de sapê. Imagem: Erik Pzado.

Casinha de sapê. Imagem: Erik Pzado.

Uma das peças, que realmente falou muito comigo, foi essa casinha de sapê, muito parecida com a casa de meus avós paternos, que hoje mora sozinha no meio do sertão pernambucano, próximo à Floresta do Navio. A porta, o fogão à lenha, o pote de água, através de uma peça tão pequena, feita por mãos habilidosas, viajei para longe, para lembranças de infância e pelas narrativas de meu pai. Linda, linda peça!

CENÁRIOS

Capela de Pirenópolis - Goiás. Imagem: Erik Pzado.

Capela de Pirenópolis - Goiás. Imagem: Erik Pzado.

Outro ponto a ser destacado, sem dúvidas, foi o cuidado da organização do evento no sentido de tentar realmente fazer o visitante ter a sensação de conhecer uma cidade ou uma região, através dos diversos cenários espalhados ao longo do salão. Apesar de não conhecer a cidade de  Pirenópolis, em Goiás, me encantei pela réplica de uma capela, que ficou com aquela carinha convidativa de praça de interior. Acho que fui atraída mesmo pelas bandeirolas, tão graciosamente instaladas em frente ao cenário.

Canoa e objetos de palha. Amazonas. Imagem: Erik Pzado.

Canoa e objetos de palha. Amazonas. Imagem: Erik Pzado.

Elementos que povoam o nosso imaginário foram escolhidos para ilustrar as particularidades de cada região. Do Amazonas, as canoas e cestas de palha foram escolhidas; do Rio Grande do Sul, cuias de chimarrão; do Rio de Janeiro, as calçadas de Copacabana; de Salvador, as fitas do Senhor do Bonfim. Para quem viajou para algum estado brasilieiro, os cenários ajudaram  a recordar a experiência. Para quem ainda planeja sua próxima viagem, foi uma oportunidade de conhecer alguns elementos e se ambientar. Ponto para o evento!

Aconchego. Imagem: Erik Pzado.

Aconchego. Imagem: Erik Pzado.

Além dos cenários, o salão também contou com a exposição de algumas maquetes, utilizadas também para ambientar o visitante aos destinos a serem escolhidos. Tudo foi direcionado no sentido de fazer o visitante querer viajar, querer conhecer outras paragens e, de preferência, sem sair do país.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

O saldo do 5º Salão do Turismo: Roteiros do Brasil sem dúvidas foi positivo. Apesar de termos chegado à noite para a visitação, conseguimos aproveitar bastante a estrutura do evento e os detalhes que fizeram o diferencial. Iniciativa bacana, didática e atraente. Gostei! :) Até o próximo Salão, caros jeguiantes!

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no 5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça e Erik Pzado, Jeguiando no 5º Salão de Turismo: Roteiros do Brasil. Imagem: Erik Pzado.

Matéria: Janaína Calaça.
Fotos: Erik Pzado.

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Filmes que te fazem querer viajar – Deus é brasileiro

Posted by Janaína Calaça On março - 29 - 2010

Assim como criei uma série de posts sobre Livros e Viagens, inauguro hoje a série Filmes que te fazem querer viajar. Para este primeiro post, escolhi um filme nacional, baseado em um conto, extraído do livro Já podeis da pátria filhos, de um dos meus autores preferidos, o João Ubaldo Ribeiro. O conto se chama “O Santo que não acreditava em Deus” e foi levado ao cinema com o título Deus é brasileiro, tendo como diretor o Cacá Diegues.

Cartaz do filme Deus é Brasileiro

Cartaz do filme Deus é Brasileiro

O filme foi lançado em 2003 e é um dos meus xodós por razões diversas. A fotografia do filme é linda, a trilha sonora é agradável e é um caminho para conhecer o Nordeste em suas diversas nuances: suas belezas naturais, a religiosidade presente em vários povoados, costumes, entre outros pontos contemplados na película.

Deus e Taoca

Deus e Taoca

Para quem não conhece a adaptação, resumidamente o filme conta a história da busca de Deus (Antônio Fagundes) por um substituto para que possa tirar suas merecidas férias. Deus vem ao Brasil à procura de um homem que é conhecido pelas suas boas ações em relação à sociedade, mas acaba ganhando na viagem a companhia do malandro Taoca (Wagner Moura), que tenta convencê-lo que pode ocupar o lugar de santo e da Madá (Paloma Duarte), referência bíblica óbvia à Maria de Madalena, que desperta em Deus seu lado mais humano, que é o desejo.

Madá e Deus.

Madá e Deus.

Para onde Deus é Brasileiro me faz querer viajar?

Dentre as várias locações do filme, estão entre elas Tocantins, Alagoas, Rio de Janeiro e Pernambuco e é impagável a imagem do São Francisco.

Entre os prêmios e indicações que Deus é brasileiro recebeu estão: Troféu APCA de 2004 (Melhor ator: Wagner Moura); Grande Prêmio Cinema Brasil, indicado nas categorias de Melhor Som, Melhor Fotografia e Melhor Direção de Arte, Festival de Cartagena 2004 (Colômbia), indicado na categoria de Melhor Filme. Fonte: Wikipedia.

Bom, espero que tenham gostado da dica e até a próxima!

Janaína Calaça.

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