Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Oye Chico – Restaurante cubano em Buenos Aires

Posted by Jana On agosto - 27 - 2009

Não há nada mais gratificante para um viajante, que se mete a conhecer uma cidade a pé, do que descobrir lugares realmente bacanas nessas andanças. É claro que quando você entra em um lugar sem nenhuma indicação corre o risco de perder o seu tempo, mas também conta com a possibilidade de descobrir um espaço gostoso de visitar. Como gosto sempre é algo relativo, então com indicação ou não, ainda prefiro me arriscar e pagar pra ver. Foi assim, pagando pra ver, que conhecemos este simpático restaurante dedicado à gastronomia cubana na capital argentina. Não sei se fui atraída pelas cores ou pela música, o certo é que entrei e gostei muito do que vi. Vamos dedicar então este post ao Oye Chico!

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

Tudo neste restaurante, para quem aprecia detalhes de decoração, cores, fotografias é um convite. Em cada parede há um detalhe a ser observado, que vai desde fotografias antigas de personagens relacionados à história de Cuba até elementos que compõem o imaginário construído em relação ao país. Para compor a atmosfera solar do restaurante, canções de ícones da música cubana tocam até o início das apresentações musicais ao vivo, que acontecem em um palco posicionado no meio do restaurante.

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

Para tornar o ambiente ainda mais convidativo, a casa oferece aulas de salsa todos os dias a partir das 19:00 horas, então se você, assim como eu, é dotado de dois pés esquerdos para a dança, essa é a oportunidade de aprender um pouquinho de salsa e aproveitar ainda mais a experiência proporcionada pelo Oye Chico. O espaço também pode ser reservado para vários eventos, que englobam festas, coquetéis, eventos empresariais, recepções, brindes e até quinze anos. Festas de quinze anos são bregas, mas acho que só de substituir valsa por salsa, já tá valendo!

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

A comida é especialmente saborosa. Pedimos um prato de mariscos, acompanhados por umas batatas, que eram muito, MUITO boas, além de ser um prato  bem servido. O Oye Chico não é muito barato, mas também não se trata de um lugar caro. É intermediário e, pela qualidade do que é servido, o preço me parece mais do que justo. Além do serviço a la carte, o restaurante oferece o ceia-show, que se trata de um jantar musical, com cardápio fechado a um preço fixo, que conta com entrada, prato principal, sobremesa, uma bebida por pessoa, serviço de mesa e direito de assistir ao show musical.

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

Oye Chico. Buenos Aires. Imagem: Jeguiando.

Fica então a dica para você, jeguiante, que está passando uns dias em Buenos Aires ou que está planejando ainda a sua viagem. Para maiores informações, acesse o site do Oye Chico.

Localização: Rua Montevideo, 310. Buenos Aires – Argentina.

Tel: 6320-5342/ 5252-3339.

Avaliação:

  • Qualidade dos pratos: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★★
  • Atendimento: ★★★★★
  • Preço: ★★★★☆
  • Média: ★★★★★

Popularity: 5%

Delícias Peruanas – Restaurante peruano em Buenos Aires

Posted by Fabio On fevereiro - 5 - 2009

Depois de alguns dias em Buenos Aires, aproveitando o que a culinária portenha tem a oferecer, chega um momento que você não aguenta mais olhar para a cara de um bife de chorizo, uma empanada, ou quaisquer outros quitutes argentinos.

Quando chegamos nesse momento, resolvemos sair pelas ruas bonarenses em busca de algo diferente para comer na hora do jantar.

Procuramos bastante, e quando já estávamos quase desistindo da cruzada e acreditando que iríamos, mais uma vez, submeter nossas coronárias aos prazeres gordurosos de um asado a la parilla encontramos, na esquina da Av. Belgrano com a Rua Solis, um letreiro de neon verde, a cor da esperança, que dizia: Delícias Peruanas.

Decidimos que seria ali mesmo onde aplacaríamos a nossa fome, afinal de contas já estávamos caminhando a mais de uma hora, além de que a culinária peruana era uma opção deveras diferente, pois até então nunca havíamos experimentado os sabores da gastronomia desse país andino.

Fizemos uma escolha acertadíssima. Pra começar, o sabor da comida era condizente com o nome, pois os pratos eram realmente uma delícia, e, dentre eles recomendamos fortemente o picante de mariscos, mas sinta-se livre para experimentar outras coisas como o ceviche e o chincharón.

Além da comida excelente, o atendimento é sensacional com garçons sempre gentis e dispostos a ajudar com as opções do cardápio. Ah! E são chegados a uma conversinha também, o que demonstra uma agradável informalidade no atendimento.

Salão do Delícias Peruanas e um dos garçons gente fina.

Salão do Delícias Peruanas e um dos garçons gente fina.

A decoração é simples, sem pompas ou frescuras em geral. Basicamente mesas e cadeiras ocupam o lugar, o que é mais que suficiente afinal o carro chefe do lugar é a gastronomia peruana.

As porções são bem generosas e duas pessoas conseguem dividir tranquilamente um prato. Os preços são justos e por menos de 50 pesos (menos de R$35 na cotação de hoje) é possível 2 pessoas comerem bem, com direito a bebida e a sobremesa.

  • Atendimento: ★★★★★
  • Comida: ★★★★★
  • Preço: ★★★★★
  • Média: ★★★★★

Se por acaso você estiver em Buenos Aires e quiser conhecer o Delícias Peruanas fica na Av. Belgrano 1696, esquina com Rua Solis, na região do Congreso.

Não esqueça de pedir uma Inca Cola para acompanhar sua refeição. ;)

Infelizmente tivemos problemas com algumas fotos e colocamos apenas uma para ilustrar esse post. Mas não se deixe levar pela simplicidade da imagem, o lugar vale muito a pena ser conhecido.

Popularity: 6%

Gastronomia Pernambucana – Marim

Posted by Jana On janeiro - 25 - 2009
Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Como nossa visita à Olinda foi breve, centramos nosso olhar nos lugares que realmente chamaram nossa atenção. Já falamos sobre o Centro Histórico de Olinda e sobre a loja Artes do Imaginário Brasileiro. Para encerrarmos, por agora, os posts sobre o município, vamos trazer uma dica de onde almoçar ou jantar, durante o passeio em Olinda.

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Estávamos caminhando, debaixo de um sol escaldante de 2 horas da tarde, quando resolvemos entrar em um casarão onde funciona o restaurante Marim. A maior parte dos estabelecimentos em Olinda funciona nos antigos casarões, como forma, inclusive, de preservar sua estrutura.

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

A fachada do restaurante é modesta, sem indicações mirabolantes de que ali funciona um restaurante simpático e que serve pratos saborosos. Logo que entramos no Marim, já nos deparamos com um ambiente aconchegante. Algumas paredes são forradas com chita, que acompanham a padronagem das almofadas dos sofás. Cada pedaço do restaurante é ornamentado com peças de artesanato e quadros de artistas diversos e, para nossa surpresa, todos os objetos de arte expostos estão à venda, ou seja, além de saborear pratos interessantes, você ainda pode levar uma peça de arte para casa.

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

O restaurante possui dois ambientes: um localizado no térreo e o outro no mezanino. Escolhemos uma mesa no fundo do casarão, onde há uma varanda coberta, onde podemos apreciar as casinhas coloridas do município. O Marim conta com um bom atendimento e o melhor mesmo é a comida.

Casquinha de lagosta. Restaurante Marim. Foto: Jeguiando

Casquinha de lagosta. Restaurante Marim. Foto: Jeguiando

Diante da variedade de pratos servidos, indico a casquinha de caranguejo ou de lagosta como entrada, que não são caras. Como prato principal indico o Camarão Olindense, que é um prato à base de camarão, leite de coco e queijo. O camarão é servido em um coco verde e à medida que você chega ao fim do prato, há como raspar a carne do coco já batizada pelo sabor do camarão. Para sobremesa, que tal um queijinho com mel de engenho? Os sorvetes de cajá e graviola não ficam atrás também!

Camarão Olindense. Restaurante Marim. Foto: Jeguiando

Camarão Olindense. Restaurante Marim. Foto: Jeguiando

Para quem vai jeguiar pelas ruas de Olinda e procura um lugar certeiro para comer bem, pagando um preço justo, indico o Marim.

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Restaurante Marim, Olinda, Pernambuco. Foto: Jeguiando

Avaliação:

  • Estrutura: ★★★★★
  • Atendimento: ★★★★★
  • Preço: ★★★★☆
  • Qualidade dos pratos:★★★★★
  • Média: ★★★★★

Localização: Rua do Amparo, 157. Olinda/ PE.

Tel: (81) 3429-8762 / 9234-9300.

Contatos: restaurantemarim-dos-caetes@ig.com.br

albuquerqueroque@ig.com.br

Popularity: 3%

Artes do Imaginário Brasileiro – Olinda (Pernambuco)

Posted by Jana On janeiro - 23 - 2009
Artes do Imaginário Brasileiro. Foto: Jeguiando.

Artes do Imaginário Brasileiro. Foto: Jeguiando.

Em nossa rápida passagem pelo Centro Histórico de Olinda, tivemos a oportunidade de conhecer uma loja muito interessante, dedicada à arte em geral. A loja fica situada no Alto da Sé e chama-se Artes do Imaginário Brasileiro ou simplesmente Imaginário Brasileiro.

Fachada da loja Artes do Imaginário Brasileiro. Foto: Jeguiando

Fachada da loja Artes do Imaginário Brasileiro. Foto: Jeguiando

Como citei no post anterior sobre Olinda, o Centro Histórico é caracterizado pela presença maçica de barraquinhas dedicadas ao artesanato local. Além das barraquinhas, existem também algumas lojas dedicadas ao mesmo tema, mas sem dúvida a Imaginário merece uma atenção especial, não somente pela variedade de peças, mas também pela própria composição do lugar.

Obra de Genézio Gomes. Foto: Jeguiando.

Obra de Genézio Gomes. Foto: Jeguiando.

A loja foi estruturada em um casarão antigo e é pontuada por detalhes interessantes, como máscaras carnavalescas em sua fachada até uma escultura do artista Genézio Gomes, situada no alto do casarão. As esculturas do artista, inclusive, ainda podem ser encontradas ao longo da edificação. Já na entrada há uma Eva de seios e nádegas fartas, simbolizando a fertilidade. O trabalho de Genézio é caracterizado justamente pela opulência das mulheres que retrata. Mulheres corpulentas, lindas mulheres, gordinhas, de encher olhos e mãos.

Obra de Genézio Gomes. Foto: Jeguiando

Jegue-Tón de olho na maçã da Eva de Genézio Gomes. Foto: Jeguiando

Um dos pontos mais interessantes da loja é justamente o fato da mesma extrapolar o conceito de loja. Não é apenas um local onde produtos são comercializados. O espaço pode ser configurado como um centro cultural, onde peças e quadros de artistas diversos são expostos para apreciação pública, sem que nada seja cobrado por isso. O visitante não se sente obrigado a adquirir um produto para ter direito à apreciação das obras. O mais importante, sem dúvida, é estimular os passantes a apreciar e valorizar a arte em suas diversas expressões.

A Eva de Genézio Gomes. Foto: Jeguiando

A Eva de Genézio Gomes. Foto: Jeguiando

O casarão, onde funciona a loja, possui vários ambientes, divididos de acordo com os produtos em exposição, que variam de artesanato, utensílios domésticos customizados, peças de vestuário, rendas, bordados, brinquedos, etc. A variedade é grande e cada espaço do casarão é uma explosão de cores vivas e de peças interessantes.

Artesanato. Foto: Jeguiando

Artesanato. Foto: Jeguiando

Em resumo, a loja Artes do Imaginário Brasileiro deixou de ser apenas um espaço para comercialização de peças e acabou se tornando, devido à sua proposta diferente, um dos pontos turísticos do Centro Histórico de Olinda, que merece atenção e visitas.

Marionetes. Foto: Jeguiando

Marionetes. Foto: Jeguiando

Quem desejar maiores detalhes, acesse o site da loja e conheça um pouco mais deste espaço interessante, situado no município de Olinda, no estado de Pernambuco.

Artesanato. Foto: Jeguiando

Artesanato. Foto: Jeguiando

Localização: Rua Bispo Coutinho, 814 – Carmo – Olinda/PE – Brasil.

Tel: (81) 3439-4514.

Avaliação:

  • Estrutura: ★★★★★
  • Atendimento: ★★★★★
  • Preço: ★★★★☆
  • Criatividade do Projeto: ★★★★★
  • Média: ★★★★★

Popularity: 4%

Passeio no delta do Rio Tigre – Argentina

Posted by Jana On janeiro - 8 - 2009

Estação Fluvial F. Sarmiento. Foto: Jeguiando

Estação Fluvial F. Sarmiento. Foto: Jeguiando

Descobrimos este passeio por acaso, conversando com um dono de banca de revista em Buenos Aires. Enquanto batíamos papo, ele nos perguntou quais passeios já havíamos feito pela Argentina e citamos a viagem à cidade de Rosário e a vontade de conhecer a Patagônia. Foi então que, além de nos indicar a visita à Terra do Fogo, ele indicou fazer um passeio de barco ao delta do Rio Tigre, em Tigre, localizada na área metropolitana de Buenos Aires. Valorizo muito as dicas dos habitantes, porque eles realmente sabem o que vale a pena conhecer, assim como no ano passado, quando conversávamos com Norberto e Verônica, no ano novo, sobre San Telmo.

Rio Tigre. Foto: Jeguiando.

Rio Tigre. Foto: Jeguiando.

A forma mais fácil e menos custosa de se chegar ao Tigre é ir de trem, sem dúvidas. Podemos pegar o trem na estação de Retiro e a viagem toda custa menos de 2 pesos argentinos por pessoa. A viagem dura pouco mais de 40 a 50 minutos. Se você quiser ir de ônibus, pegue o coletivo 60, mas leva 1 hora e meia para chegar ao destino.

Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Logo quando chegamos ao Tigre, já avistamos o rio, que leva o seu nome. Há várias embarcações, desde canoas a barcos maiores. Chegando à Estação Fluvial Domingo F. Sarmiento, há vários guichês, cada um responsável pelos passeios e por estadias em hotéis na cidade. Os passeios variam de acordo com o luxo e conforto das embarcações e com a quantidade de pessoas que partilham o passeio. Há embarcações coletivas, que cobram 15 pesos por pessoa por um passeio de 1 hora, 1 hora e quinze minutos. Há também as pequenas embarcações, que fazem passeios particulares, que cobram 300 pesos referente ao limite de pessoas que a embarcação suporta. E há os catamarans de luxo, que é voltado para quem realmente tenha como pagar um pouco mais. Pegamos a embarcação coletiva, de 15 pesos, com uma guia, que à medida que avançavamos pelo rio, contava a história de suas margens.

Margens do Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Margens do Rio Tigre. Foto: Jeguiando

O passeio pelo Delta do Tigre engloba o encontro de três rios: o Tigre, o Sarmiento e o Luján. Às margens do Tigre, avistamos o Parque de la Costa, que é um parque de diversões, onde são realizados alguns shows e há opções gastronômicas para serem apreciadas. Às margens também encontram-se casas, praias artificiais e particulares, que cobram taxas (não saberia dizer quanto) para que as pessoas possam desfrutar o dia, banhando-se no rio. Há muitas casas e os moradores constroem decks para o rio, para que possam ter acesso às suas águas. Vi muitas famílias banharem-se juntamente com seus filhos, outras passeavam em canoas ou tomavam sol em bóias, traduzindo em cenas pontuais a tranquilidade de se viver às margens do Tigre.

Pequena embarcação - Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Pequena embarcação - Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Durante todo o trajeto, a natureza por todos os lados marca sua presença. Os barcos passam e formam ondas, movimentando os juncos e provocando um efeito interessante de ver. Algumas aves e pequenos animais podem ser vistos das margens e se você vive em uma cidade caótica como nós vivemos, momentos como esse são raros e preciosos e é gritante como muitos estavam ali pelo mesmo motivo: tentar reestabelecer alguma conexão com essa sensação de paz e sossego, que perdemos quando vivemos em grandes cidades.

MADA - Museu de Arte do Delta Argentino. Foto: Jeguiando

MADA - Museu de Arte do Delta Argentino. Foto: Jeguiando

O passeio ao Rio Tigre é indicado para todos, de crianças a idosos, todos podem aproveitar tranquilamente o passeio. As imagens que verão, levarão para toda vida e a sensação de bem estar é impagável. Acredito que algumas agências de turismo devem oferecer a opção de visitar o Tigre, só fiquem atentos se o preço cobrado não está acima do mercado. Reiterando, o passeio em embarcação coletiva custa 15 pesos e nas embarcações particulares, digamos assim, custa 300 pesos. Eu indicaria pegar o trem e curtir o passeio como um todo. É bom de vez em quando colocar as pernas para funcionar.

Jegue-Tón em passeio de barco no Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Jegue-Tón em passeio de barco no Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Avaliação:

  • Preço: ★★★★★
  • Acesso: ★★★★★
  • Passeio: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Média: ★★★★★

Informações Gerais:

Estação Fluvial de Tigre (1648)

Tel: 4512-4497/4498. 0-800-888-TIGRE

Fax: 4512-4497.

Horário de funcionamento: Segunda a Domingo de 9 a 17 hs.

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