O que fazer em Blumenau, SC – Parte I

A série de posts sobre Blumenau (SC) é uma contribuição de nossa grande e querida amiga Lorena Grisi. Grisi foi minha colega na graduação em Letras na Universidade Federal da Bahia e é uma das figuras mais queridas de minha vida. Já viajamos juntas, e ela é uma companhia de viagem fantástica. Espero que aproveitem muito as dicas dessa moça de quem tanto gostamos. Grande abraço, Jana.

Em maio deste ano, tive a feliz notícia de que um espetáculo de teatro em que trabalhei, Nenhuma carta, foi selecionado para o FITUB, um festival de teatro que acontece há trinta anos na cidade de Blumenau, Santa Catarina. Tivemos (eu e outros membros da equipe) por volta de um mês e meio para providenciar passagens, hospedagem e — claro — descobrir lugares legais para visitar na cidade, já que ir a festivais é uma ótima forma de aproveitar para fazer turismo.

Blumenau é uma cidade jovem, tem apenas 166 anos de existência. Como é sabido de muitos, a cidade é fruto da imigração alemã para a região Sul do Brasil, que aconteceu no meio do século XIX. Hoje, trata-se de uma cidade de médio porte, com uns 300 mil habitantes. Como fui em julho — no inverno brasileiro —, abasteci minha mala com meias, cachecóis e casacos, mas, para minha surpresa, tive dias ensolarados no Vale Europeu brasileiro. Friozinho de manhã cedo e à noite, mas nada insuportável. Do meio da manhã até o fim da tarde, a temperatura mostrou-se agradabilíssima, e o casaco foi devidamente guardado na mochila. Segundo os catarinenses que conheci, todo inverno em Blumenau tem pelo menos “uma semana de verão dentro do inverno”. E eu dei sorte de estar lá justamente na semana mais quentinha.

O Parque Vila Germânica reconstrói a arquitetura alemã da cidade. Blumenau, SC. Imagem: Lorena Grisi

O Parque Vila Germânica reconstrói a arquitetura alemã da cidade. Blumenau, SC. Imagem: Lorena Grisi

Como chegar a Blumenau

Blumenau não tem aeroporto e o mais próximo fica na cidade de Navegantes, a uma hora de distância. A capital do estado, Florianópolis, também tem aeroporto, mas é mais distante de Blumenau que Navegantes. Partindo de Salvador, cidade onde moro, o voo para Navegantes costuma fazer conexão em Guarulhos — que foi o percurso que fiz — ou no Galeão.

Chegando a Navegantes, é possível pegar um ônibus no aeroporto que leva para Blumenau. A empresa que faz essa rota é a Executivo Transportes, e você vai enxergar o guichê dela assim que sair do portão de desembarque. A passagem custa 50 reais (cada perna), e os horários dos ônibus são coordenados com os horários de chegada dos voos. Eu cheguei a Navegantes às 18h45 e às 19h00 já havia ônibus saindo. O ônibus da Executivo é bastante confortável e deixa os passageiros na sede da empresa em Blumenau, que fica no Centro da cidade. Como eu me hospedaria no Centro, fui andando para o hotel, arrastando minha malinha pelas ruas. Se você for se hospedar um pouco mais longe, pode chamar um Uber ou pegar um táxi em frente à Executivo. O retorno é a mesma coisa: toma-se o ônibus na sede da Executivo (no Centro de Blumenau), e ele o deixará no aeroporto de Navegantes.

Outra opção é ir do aeroporto de Navegantes para a rodoviária e comprar uma passagem da empresa Viação Catarinense para Blumenau, pagando metade do preço. Eu, infelizmente, não pude fazer isso porque o último ônibus sai às 16h00 e meu voo chegou lá depois das 18h00.

A equipe do espetáculo de teatro em que trabalho e que viajou comigo fez outro trajeto bem mais cansativo, mas que eles consideraram mais barato: tomaram um voo de Salvador para Curitiba e, da rodoviária da cidade, tomaram um ônibus para Blumenau (são cerca de quatro horas de viagem por terra de Curitiba a Blumenau).

Pontos turísticos de Blumenau

> Rua XV de Novembro

A Rua XV de Novembro é a rua histórica da cidade. Lá podem ser encontrados imóveis em estilo enxaimel, característico da imigração alemã, bem como as instituições culturais e alguns dos melhores museus de Blumenau. É um passeio obrigatório. Nos dias de hoje, os casarões da XV de Novembro são usados para todo tipo de comércio. Há lojas de tudo o que você possa imaginar, além de cafés, restaurantes e bares. O comércio por lá fecha cedo: às 18h00 já está quase tudo fechado. Os cafés costumam abrir às 9h00 ou às 10h00 da manhã. Eu saía muito cedo do hotel para trabalhar e eram poucas as minhas opções de lugares para tomar café da manhã cedinho.

Rua XV de Novembro, na região central de Blumenau (SC): espaço de intenso comércio. Imagem: Lorena Grisi

Rua XV de Novembro, na região central de Blumenau (SC): espaço de intenso comércio. Imagem: Lorena Grisi

Por cada antigo casarão que se passa, a vontade de bater uma foto! Imagem: Lorena Grisi

Por cada antigo casarão que se passa, a vontade de bater uma foto! Imagem: Lorena Grisi

A XV de Novembro tem por volta de 1,5 km de extensão. Vale a muito a pena fazer uma caminhada, observando tudo, entrando nas lojinhas e conhecendo as pessoas (já comentei que os blumenauenses são as pessoas mais simpáticas que conheci na vida). Nas extremidades da rua fica a maioria dos prédios históricos. A maioria dos museus em que entrei tem entrada gratuita ou valor bem baratinho.

O Castelinho da Havan, na Rua XV de Novembro: réplica da primeira prefeitura alemã, que data da Idade Média, hoje o prédio abriga uma grande loja de departamentos. Imagem: Lorena Grisi

O Castelinho da Havan, na Rua XV de Novembro: réplica da primeira prefeitura alemã, que data da Idade Média, hoje o prédio abriga uma grande loja de departamentos. Imagem: Lorena Grisi

Fundação Cultural e Museu de Arte de Blumenau: ficam no fim da Rua XV de Novembro. Imagem: Lorena Grisi

Fundação Cultural e Museu de Arte de Blumenau: ficam no fim da Rua XV de Novembro. Imagem: Lorena Grisi

Logo após a Fundação Cultural, avistamos o prédio da Câmara Municipal. Imagem: Lorena Grisi

Logo após a Fundação Cultural, avistamos o prédio da Câmara Municipal. Imagem: Lorena Grisi

A maior igreja de Blumenau é a Catedral de São Paulo Apóstolo, também localizada na Rua XV de Novembro.

Catedral de São Paulo Apóstolo. Blumenau (SC). Imagem: Lorena Grisi

Catedral de São Paulo Apóstolo. Blumenau (SC). Imagem: Lorena Grisi

Ao longe, já se pode avistar o campanário da Catedral de São Paulo Apóstolo, com seus três sinos e seu relógio. Imagem: Lorena Grisi

Ao longe, já se pode avistar o campanário da Catedral de São Paulo Apóstolo, com seus três sinos e seu relógio. Imagem: Lorena Grisi

Catedral de São Paulo Apóstolo: igreja monumental na Rua XV de Novembro. Imagem: Lorena Grisi

Catedral de São Paulo Apóstolo: igreja monumental na Rua XV de Novembro. Imagem: Lorena Grisi

Aos domingos, a Rua XV de Novembro é fechada para os carros e o pessoal aproveita para fazer caminhada com os cachorros e para andar de bicicleta. O comércio também fecha e a rua fica bem tranquila.

Rua XV de Novembro em pleno domingo: livre para pedestres e ciclistas. Imagem: Lorena Grisi

Rua XV de Novembro em pleno domingo: livre para pedestres e ciclistas. Imagem: Lorena Grisi

Praça Dr. Blumenau, no meio da Rua XV de Novembro: o mosaico na parede homenageia o fundador da cidade, Hermann Blumenau. Imagem: Lorena Grisi

Praça Dr. Blumenau, no meio da Rua XV de Novembro: o mosaico na parede homenageia o fundador da cidade, Hermann Blumenau. Imagem: Lorena Grisi

Se for visitar Blumenau, não deixe de entrar nas ruazinhas transversais à XV de Novembro. É lá que estão os melhores cafés da cidade.

Boulevard em rua transversal à XV de Novembro (Rua Capitão Euclides de Castro): muitas opções de lugares para comer. Imagem: Lorena Grisi

Boulevard em rua transversal à XV de Novembro (Rua Capitão Euclides de Castro): muitas opções de lugares para comer. Imagem: Lorena Grisi

> Museu da Hering

 A Hering, aquela marca de roupas com lojas no Brasil inteiro, é originária de Blumenau, fundada pelos irmãos Hermann e Bruno Hering no fim do século XIX. Em Blumenau, a empresa tem um belíssimo museu localizado no bairro do Bom Retiro, que conta a história da marca (que se confunde um pouco com a história da cidade, já que Blumenau se desenvolveu justamente com o trabalho desses alemães que aportaram por lá e implantaram seus negócios).

A visita ao Museu da Hering é mediada, por isso não fiz tantas fotos dentro do museu (acho que ficar fotografando atrapalha terrivelmente o trabalho do mediador). A entrada é gratuita e tivemos uma mediadora excelente. Lá é possível ver teares antigos, máquinas de costura, vídeos contando a história da Hering e de Blumenau, antigos anúncios publicitários etc.

Lorena Grisi em frente ao Museu da Hering: casarão em estilo enxaimel.

Lorena Grisi em frente ao Museu da Hering: casarão em estilo enxaimel

Máquinas de costura. Imagem: Lorena Grisi

Máquinas de costura. Imagem: Lorena Grisi

O Museu da Hering fica localizado no exato lugar onde a fábrica começou. Hoje, os prédios do bairro do Bom Retiro abrigam o museu e a parte administrativa da empresa, pois as fábricas em si estão em Goiás, no Rio Grande do Norte e, claro, na China (onde mais?). No topo do prédio que abriga o refeitório dos funcionários existe um jardim suspenso lindíssimo projetado por Burle Marx.

Jardim suspenso do Museu da Hering. Imagem: Lorena Grisi

Jardim suspenso do Museu da Hering. Imagem: Lorena Grisi

Encantadas com o jardim. Imagem: Lorena Grisi

Encantadas com o jardim. Imagem: Lorena Grisi

Para quem curte fazer compras, em frente ao Museu da Hering há um outlet da marca. E por marca, entenda não só a Hering, mas as outras empresas que pertencem ao grupo: Hering Kids, Dzarm e Puc. É um bom lugar para comprar roupa mais barata. Eu comprei uma blusa cujo preço original era R$ 99,00, estava com etiqueta de remarcação por R$ 60,00 e, no caixa, descobri que ela custava R$ 27,00 porque ainda havia outro desconto!

Em frente ao museu, o outlet da Hering. Imagem: Lorena Grisi

Em frente ao museu, o outlet da Hering. Imagem: Lorena Grisi

Espaço Hering: outlet das quatro marcas pertencentes à Hering. Imagem: Lorena Grisi

Espaço Hering: outlet das quatro marcas pertencentes à Hering. Imagem: Lorena Grisi

Serviço

  • Endereço: R. Hermann Hering, 1740 – Bom Retiro, Blumenau
  • Tel.: (47) 3321-3340
  • Horário de funcionamento: De terça a sexta, das 9h00 às 18h00; sábados e domingos, das 10h00 às 16h00
  • Site: http://fundacaohermannhering.org.br/

> Parque Vila Germânica

Toda cidade com potencial turístico que possui um poder público disposto a investir nessa área acaba ganhando algum espaço que reconstrói a história do lugar. Normalmente, são ambientes feitos sob medida para visitação turística, apresentando aquilo que é mais característico na arquitetura, na gastronomia ou na música do lugar. Em Salvador, onde moro, temos o Pelourinho, que teve seus antigos casarões reformados para que os turistas se sintam na Bahia dos séculos XVI a XIX. Em Blumenau, esse espaço é o Parque Vila Germânica.

Chegada ao Parque Vila Germânica. Imagem: Lorena Grisi

Chegada ao Parque Vila Germânica. Imagem: Lorena Grisi

A diferença da Vila Germânica para outros Centros Históricos é que a Vila Germânica não é, de fato, o Centro Histórico de Blumenau, que fica no Centro da cidade. A Vila é um espaço totalmente construído já no século XX, um cenário recriado para exibir a bela arquitetura enxaimel alemã, mas também para ser um grande centro comercial e turístico.

Casarões em estilo enxaimel da Vila Germânica. Imagem: Lorena Grisi

Casarões em estilo enxaimel da Vila Germânica. Imagem: Lorena Grisi

A Vila Germânica é uma graça de se ver. Casinhas bonitas, tudo muito florido, dando a impressão de que fomos realmente transportados para uma vilinha no interior de uma Alemanha muito longínqua no tempo. Cada casarão desses abriga restaurantes, lojas de iguarias produzidas no Sul do Brasil (chocolates, vinhos, geleias, conservas) e muitas, mas muitas mesmo, lojas de souvenires. Se você gosta de comprar bonecas de roupinha alemã, imãs de geladeiras e canecas, esse é o seu lugar. Muitos souvenires remetem à Oktoberfest, a festa da cerveja que acontece todo mês de outubro e que vem a ser o maior evento da cidade de Blumenau.

Pelas ruas da Vila Germânica: lojinhas e mais lojinhas. Imagem: Lorena Grisi

Pelas ruas da Vila Germânica: lojinhas e mais lojinhas. Imagem: Lorena Grisi

Na loja de artesanato, a maquete de uma casa em estilo enxaimel: a estrutura era feita de madeira e os espaços vazios eram preenchidos com tijolos ou pedras. Isso permitia que povos nômades alemães desmontassem suas casas e as transportassem para outros lugares em que escolhessem viver. Imagem: Lorena Grisi

Na loja de artesanato, a maquete de uma casa em estilo enxaimel: a estrutura era feita de madeira e os espaços vazios eram preenchidos com tijolos ou pedras. Isso permitia que povos nômades alemães desmontassem suas casas e as transportassem para outros lugares em que escolhessem viver. Imagem: Lorena Grisi

Eu não sou uma pessoa de comprar souvenires de viagem (no máximo, um imã para a minha geladeira), mas, observando os preços das coisas, devo dizer a vocês que o preço é para turista mesmo. Algumas coisas são bem caras. Minha única extravagância foi comprar chocolates para trazer de lembrança para os irmãos e amigos. Para fazer compras, eu recomendo muito mais que você vá às lojas da Rua XV de Novembro, no Centro da cidade.

Souvenires para turistas que gostam de levar uma lembrancinha. Imagem: Lorena Grisi

Souvenires para turistas que gostam de levar uma lembrancinha. Imagem: Lorena Grisi

O Parque Vila Germânica usa seu espaço para a realização de eventos. No fim de semana em que estive lá, estava acontecendo o Festival do Hambúrguer, com food trucks espalhados por todos os lados e aquele cheirinho de hambúrguer provocando os visitantes! A Vila também conta com um grande Centro de Convenções.

Festival do Hambúrguer. Imagem: Lorena Grisi

Festival do Hambúrguer. Imagem: Lorena Grisi

Praça de alimentação: muito hambúrguer e muita cerveja alemã. Imagem: Lorena Grisi

Praça de alimentação: muito hambúrguer e muita cerveja alemã. Imagem: Lorena Grisi

Serviço

  • Endereço: R. Alberto Stein, 199 – Velha, Blumenau
  • Horário: De segunda a sexta, das 8h00 às 23h00; sábado, das 10h00 às 23h00; domingo, das 11h00 às 23h00
  • Tel.: (47) 3381-7700
  • Site: http://www.parquevilagermanica.com.br/

> Museu de Hábitos e Costumes

Certamente, o Museu de Hábitos e Costumes é um dos mais interessantes que visitei em Blumenau. O acervo contém peças da Senhora Ellen Vollmer, uma brasileira de ascendência alemã, dona de uma fábrica de roupas íntimas (nos anos 1950 do século XX), que era colecionadora de tudo o que você pensar que remeta aos costumes de uma época: roupas, artigos de cozinha, brinquedos, mobiliário etc. Dona Ellen Vollmer colecionava tudo! Eram baús e mais baús utilizados para guardar sua preciosa coleção e hoje esse enorme acervo — muito bem conservado — está aberto à visitação no Museu de Hábitos e Costumes de Blumenau.

Lateral do prédio do Museu de Hábitos e Costumes. Imagem: Lorena Grisi

Lateral do prédio do Museu de Hábitos e Costumes. Imagem: Lorena Grisi

Detalhe da fachada do Museu de Hábitos e Costumes. Imagem: Lorena Grisi

Detalhe da fachada do Museu de Hábitos e Costumes. Imagem: Lorena Grisi

Andando pela Rua XV de Novembro, no Centro de Blumenau, o prédio do Museu de Hábitos e Costumes fica bem no fim da rua. A entrada no museu custou R$ 5,00 e a visita é, inicialmente, mediada (tive um mediador ótimo, Daniel) e depois o visitante fica livre para circular e tirar fotos. É bom dizer que o museu abre aos domingos. Foi meu programa num domingo em que quase tudo estava fechado no Centro da cidade.

Coleção de chapéus de Dona Ellen Vollmer. Imagem: Lorena Grisi

Coleção de chapéus de Dona Ellen Vollmer. Imagem: Lorena Grisi

Coleção de louça. Imagem: Lorena Grisi

Coleção de louça. Imagem: Lorena Grisi

O que mais impressionou nesse museu foi o tamanho e a riqueza do acervo (são itens pertencentes a uma rica empresária teuto-brasileira dos anos 1950 e às pessoas que conviveram com ela), mas também a dedicação da coordenação do museu em preservar esse belo acervo, que parece novo, embora já tenha 70 anos ou até mais. Segundo me foi informado, as peças foram doadas pela família Vollmer para a criação do museu, portanto, hoje tudo isso pertence ao poder público. É curioso como os blumenauenses que conheci conhecem o museu e fazem propaganda dele: em vários lugares onde estive, quando viam que eu era turista, me diziam: “Tem que ir ao Museu de Hábitos e Costumes”. Tinha mesmo, ainda bem que obedeci.

Mobiliário e peças de cozinha. Imagem: Lorena Grisi

Mobiliário e peças de cozinha. Imagem: Lorena Grisi

Coleção de leques. Imagem: Lorena Grisi

Coleção de leques. Imagem: Lorena Grisi

Serviço

  • Endereço: R. Quinze de Novembro, 25 – Centro, Blumenau
  • Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 10h00 às 16h00
  • Tel.: (47) 3381-7979

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