Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Linha Turismo – Porto Alegre

Posted by Jana On agosto - 3 - 2009

Para quem está planejando viajar para Porto Alegre e, como nós, não fechou pacotes turísticos e busca maneiras acessíveis e seguras de conhecer a cidade, sugerimos a Linha Turismo de Porto Alegre, projeto desenvolvido pela Secretaria Municipal de Turismo da capital gaúcha, que oferece serviço de city tour a preços que cabem no bolso. A Linha Turismo oferece basicamente dois passeios: o Tour Tradicional e o Tour Zona Sul, que têm duração média de 90 minutos aproximadamente. O Tour Tradicional mostra “atrativos históricos e culturais das principais ruas por onde os porto-alegrenses transitam diariamente” e o Tour Zona Sul “apresenta em seu itinerário as principais paisagens naturais de Porto Alegre”. A única ressalva que faço é que, ao contrário da Linha Turismo de Curitiba, a de Porto Alegre não trabalha com o esquema de paradas. Todo o passeio é feito dentro do ônibus.

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Linha Turismo Porto Alegre. Imagem: Jeguiando

O roteiro Tradicional tem como principais atrativos o Parque da Redenção, o Parque Moinhos de Vento, a antiga Cervejaria Bopp, a Santa Casa de Misericórdia, a Praça da Matriz, a Praça da Alfândega, o Paço Municipal, o Mercado Público, a Usina do Gasômetro, o Anfiteatro Pôr-do-Sol, o Estádio Gigante da Beira-Rio, a Fundação Iberê Camargo, o Estádio Olímpico Monumental e o Museu de Porto Alegre.

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Jegueton e a Secretaria Municipal de Turismo.Imagem: Jeguiando

Já o roteiro Zona Sul tem como principais atrativos o Caminho dos Antiquários, a Orla Lago Guaíba, o Parque Harmonia, o Anfiteatro Pôr-do-sol, o Parque Marinha do Brasil, o Estádio Gigante da Beira-Rio, a Fundação Iberê Camargo, o Hipódromo do Cristal, os Clubes Naúticos, o Morro do Osso, a Praia de Ipanema, o Santuário Mãe de Deus, o o Estádio Olímpico Monumental e o Museu de Porto Alegre.

O valor médio dos passeios variam entre R$ 8,00 a R$ 10,00 e estes acontecem de terça a domingo. Os horários disponíveis são os seguintes:

  • Tour tradicional no inverno: 9h/10h30/15h.
  • Tour tradicional no verão: 9h/10h30/18h.
  • Tour zona sul no inverno: 13h30/16h30.
  • Tour zona sul no verão: 14h/16h.

Para quem se interessou pela dica da Linha Turismo, seguem os dados adicionais:

  • Onde devo pegar o ônibus? O terminal fica na Travessa do Carmo, 84. Cidade Baixa. Porto Alegre, RS.
  • Telefones de contato: (51) 3212 – 1628/ (51)3212 – 3464.
  • Site oficial: www.portoalegre.rs.gov.br/turismo
  • E-mail: reservas@turismo.prefpoa.com.br

Avaliação:

Preço: ★★★★★

Eficiência: ★★★★★

Flexibilidade: ★★☆☆☆

Conforto: ★★★☆☆

Média: ★★★★☆

Popularity: 5%

Linha turismo – Um jeito barato de conhecer Curitiba

Posted by Jana On abril - 23 - 2008

(Fonte da Imagem)

Este primeiro post sobre Curitiba é dedicado exclusivamente ao eficiente sistema de jardineiras, que promove um tipo de turismo mais alternativo e barato na cidade.

Pelo valor de R$ 16,00, temos o direito a 4 paradas nos principais pontos turísticos de Curitiba. O passageiro escolhe as paradas, desce no ponto exclusivo para a linha de turismo e de meia em meia hora uma nova jardineira passa pelo mesmo ponto.

Além de 16 reais ser um valor acessível para conhecer a cidade, o sistema das jardineiras é flexível e eficiente. Um dos pontos mais interessantes de se viajar é justamente ter a liberdade de escolher para onde ir, sem estar preso a roteiros engessados e a grupos, que podem não ter nada haver com você. Com o sistema das jardineiras, você desce onde quer, passa o tempo que quiser no local e fica livre para explorar a cidade como bem quiser.

A jardineira parte do ponto zero da cidade, a praça Tiradentes e é recolhida por volta das 17 horas e 50 minutos na mesma praça. Caso não gaste seus quatro bilhetes em um dia só, você pode perfeitamente utilizar os restantes no dia seguinte.

Então, para quem curte um passeio acessível, eficiente e flexível, as jardineiras de Curitiba é uma opção mais do que recomendada.

Itinerário do Passeio:

- Praça Tiradentes (Primeira jardineira sai às 09:00 horas);

- Rua das Flores;

- Rua 24 horas;

- Centro de Convenções;

- Museu ferroviário;

- Teatro Paiol;

- Jardim Botânico;

- Estação rodoferroviária;

- Teatro Guaíra/ Universidade Federal do Paraná;

- Passeio Público/ Memorial Árabe;

- Centro Cívico;

- Museu Oscar Niemeyer;

- Bosque do Papa/ Memorial Polonês;

- Bosque Alemão;

- Universidade Livre do Meio Ambiente;

- Parque São Lourenço;

- Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski;

- Parque Tanguá;

- Parque Tingui;

- Memorial Ucraniano;

- Portal Italiano;

- Santa Felicidade;

- Parque Barigui;

- Torre Panorâmica;

- Setor Histórico;

- Praça Tiradentes.

Divirta-se!

Preço: ★★★★★
Eficiência: ★★★★★
Flexibilidade: ★★★★★
Média: ★★★★★

Popularity: 17%

Zoológico de São Paulo

Posted by Jana On janeiro - 29 - 2008

Para quem quer fugir do cinza predominante da cidade de São Paulo, o Zoológico é uma boa dica. Sugiro a ida ao Zoológico nos fins de semana e de preferência sem pressa para voltar. Minha sugestão é: chegue pela manhã e saia antes das 17:00 horas, a hora em que o zoo fecha as portas. O espaço é grande, rodeado de verde e a impressão é de que não estamos na terra da garoa. É uma ilha urbana praticamente. No meio de toda a loucura, corre-corre, um lugar como este é refúgio para quem quer desacelerar.

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(Zoo Tour. Imagem: Fábio Brito)

Há duas formas de se conhecer o zoológico: a pé e nestes simpáticos carros, perdidos no tempo. Para quem não quer se cansar, as jardineiras estão à serviço, mas acredito que o passeio vale muito mais a pena percorrido a pé, pois há como visitar os animais mais de perto, ver detalhes e é uma oportunidade de colocar um pouco do sedentarismo de lado.

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(Pinguim. Imagem: Fábio Brito)

O Zoológico conta com uma variedade considerável de espécies preservadas, inclusive até muitas que encontram-se em extinção. É uma oportunidade de ver, de forma objetiva, o que o crescimento desenfreado das grandes cidades causou em termos de redução não só da fauna como da flora também. Placas espalhadas indicam os animais que correm risco de extinção ou que já estão em processo.

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(Urso. Imagem: Janaína Calaça)

O verde é a cor predominante, é o descanso para os olhos cansados. Cada pedaço caminhado, cada canto, traz o verde como a cor que remete à natureza, ao ar puro, à biodiversidade. Flores, árvores antigas, arbustos, tudo se mistura montando uma paisagem que é pulsante em termos de vida. Se puder, leve sua camêra fotográfica e colha um pouco do colorido que o lugar reúne.

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(Flores. Imagem: Janaína Calaça)

Durante todo o percurso, há áreas voltadas para piquenique, ou seja, quem quiser levar seu lanchinho de casa, pode fazê-lo sem medo. Apenas não esqueça de recolher o lixo e depositar nas latas específicas. Não jogue lixo no chão, seja de qualquer tipo: orgânico ou inorgânico.

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(Habitat dos macacos. Imagem: Janaína Calaça) 

Para quem prefere não levar o lanche de casa, há duas praças de alimentação localizadas na área central do zoológico. No entanto, faço uma ressalva tremenda a estas praças de alimentação. Só servem apenas fast food, não há opções saudáveis e a “comida” servida “bóia” em gordura. Se quiser comer algo saudavél leve sua própria comida, ou peça o que a girafa está comendo. Outro ponto negativo destes locais é a falta de estrutura em termos de mesas e cadeiras, que não acolhe a demanda de consumidores. As pessoas acabam se amontoando nas calçadas e jogando lixo pela área. É um ponto negativo do zôo, que infelizmente é bem gritante.

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(Girafas. Imagem: Janaína Calaça)

Além das áreas de piquenique e praças de alimentação, o Zoológico conta com uma lojinha de lembrancinhas, ou seja, se você quiser levar uma réplica em pelúcia dos animais, fotos ou outro souvenir do local, é lá que é você encontra.

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(Zoo Safari. Imagem: Janaína Calaça)

Outro serviço encontrado no Zoológico de São Paulo é o do Zoo Safari. Por uma quantia de 15 reais, se não me engano, há esta opção oferecida. Neste passeio, pegamos uma van, que circula por uma área razoavelmente extensa, onde os animais encontram-se soltos, mas de forma segura. Zebras, emas e uma variedade de animais ficam ao alcance maior dos olhos e outros até mesmo das mãos. Para quem busca um pouco mais de interatividade com os animais, fica esta dica.

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(Zoo Safari. Imagem: Janaína Calaça)

De maneira geral, o passeio vale muito a pena. Para quem gosta de alternativas ecológicas, de contato com a natureza, de tranqüilidade e de beleza natural, é uma opção realmente válida. Faço apenas ressalvas em relação a alguns pontos, que considero negativos: falta de opções saudáveis nas praças de alimentação (a comida servida é de péssima qualidade), o transporte incluso no pacote vendido na estação Jabaquara, que dá direito à entrada e translado, não é muito seguro. Geralmente os guias ou o próprio motorista enchem um micro-ônibus até sua capacidade máxima ou acima até desta capacidade. As pessoas se espremem no ônibus a ponto de não haver espaço algum de circulação interna. É um ponto extremamente negativo, por menor que o trajeto seja. Por fim, o próprio valor cobrado, 12 reais para entrada de adultos, é caro, principalmente se levarmos em conta que trata-se de um passeio popular. Em uma cidade conhecida pelo alto custo de vida, o preço cobrado para entrada no Zoológico deveria ser ao menos mais barato, visto que em muitas cidades do Brasil, a entrada destes espaços é franca. Fora estes pontos, ainda assim vale se programar para passar um dia neste pedacinho verde, que dá vida a todo este cinza que se espalha absoluto por Sampa.

  • Transporte: ☆☆☆☆☆
  • Preço: ★★☆☆☆
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Diversão: ★★★★☆
  • Alimentação: ★☆☆☆☆
  • Serviços: ★★★★☆
  • Média: ★★½☆☆

Como chegar ao Zoológico de São Paulo:

  • Pegue o metrô até a estação Jabaquara;
  • Dirija-se à Plataforma A do EMTU;
  • Procure o balcão de venda do pacote Translado + entrada do Zoológico;
  • Espere pelo translado e fique atento na volta. O último ônibus sai às 17:00 horas.

Popularity: 29%

Mercado Municipal ou Mercadão – São Paulo

Posted by Jana On janeiro - 17 - 2008

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(Mercado Municipal de São Paulo. Imagem: Janaína Calaça)

A proposta do Jeguiando, o seu guia alternativo, é fazer você conhecer a cidade que visita ou até mesmo a cidade onde você mora de uma das formas mais interessantes e proveitosas, que é justamente com tempo e escolhendo os trajetos. Para se conhecer uma cidade, andar por ela é indispensável e pede ousadia suficiente para dispensar um pouco City Tours e pegar mapas, indicações alternativas e colocar o pé na rua.

O post de hoje é sobre o Mercado Municipal de São Paulo, ou Mercadão, situado próximo à conhecida 25 de Março e ao Parque Dom Pedro. O acesso não é complicado. Uma das formas de se chegar é pegar o metrô e saltar na Estação São Bento.

Visitar o Mercadão é sempre uma experiência sensorial, no sentido mais amplo da palavra. Cores, cheiros, formas, tudo se mistura, o que torna um espaço aparentemente voltado para compras do dia a dia em um ponto turístico da cidade de São Paulo.

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(Tabuleiro de frutas. Imagem: Janaína Calaça)

As frutas se destacam nas barraquinhas pelo colorido e pelo aroma e há a opção de comprá-las como sobremesa em cortes especiais ou em potinhos como salada de frutas.

O Mercadão é dividido em duas partes: o vão térreo, onde se localizam as barracas ou boxes, onde são vendidos produtos como: frutas, queijos, azeites, vinhos, chocolates, especiarias de todos os tipos, doces, massas, peixes frescos, mariscos e carnes em variedade e o mezanino, onde ficam localizados os restaurantes. No vão térreo encontramos ainda algumas lanchonetes que vendem o tradicional Sanduíche de Mortadela e os pastéis de bacalhau, recheadíssimos e saborosos. Vale a pena provar um deles ou os dois! Fica ao critério de seu apetite. Indico a lanchonete “O Tigrão” para saborear os lanches.

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(Lanchonete “O Tigrão”. Imagem: Janaína Calaça)

O mezanino, como havia dito anteriormente, concentra os restaurantes do Mercadão, ou seja, antes ou depois das compras, você pode sentar em uma mesinha, fazer seu pedido e terá como vista o colorido que se mistura no térreo.

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(Vista do mezanino no Mercadão. Imagem: Janaína Calaça)

A variedade dos produtos é grande e vale a pena ir com tempo, para poder circular com tranqüilidade pelos stands e encontrar os melhores preços. Por contar com uma variedade grande de produtos, há também uma variedade grande de preços e não custa nada pesquisar para economizar. De preferência, leve uma mochila ou uma sacolinha térmica para os congelados ou produtos frescos, assim você poderá transportar melhor seus produtos na volta.

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(Especiarias. Imagem: Janaína Calaça)

O local ainda conta com sanitários, localizados na parte inferior e no mezanino, escadas rolantes, elevador para deficientes físicos e um espaço com mesas e cadeiras para quem não queira ir aos restaurantes, mas que queira saborear seu pastel, seu sanduíche ou suas frutas tranquilamente.

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(Mercadão – Teto. Imagem: Janaína Calaça)

Para quem não conhece o Mercado Municipal de São Paulo, ou Mercadão, fica a indicação como espaço para passar algumas horas do dia, em meio a uma variedade de cores, aromas e sabores. Se for fazer pequenas compras, leve a mochila ou o carrinho, uma sacolinha térmica, calce um bom tênis, deixe o carro em casa e use o metrô. É um passeio simples, mas interessante. Escolha bem os produtos, prime pela qualidade e preço e divirta-se! Fica a dica então e bom passeio!

  • Acesso: ★★★★☆
  • Diversidade de Produtos: ★★★★★
  • Qualidade de Produtos: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Restaurantes: ★★★☆☆
  • Média: ★★★★☆

Como chegar:

A partir da estação de Metrô São Bento (Linha 1, azul), procure a saída da Ladeira Porto Geral (ponto A no mapa), atravesse a rua 25 de Março, e siga pela rua Calh. Basílio Jafet até a esquina com a Barão de Duprat. Depois vire a direita na Comendador Assad Abdala. Siga por ela uns 100 metros e pronto, lá estará o Mercadão (ponto B)

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