Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Restaurante Rafain – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte V)

Posted by Janaína Calaça On agosto - 4 - 2010

Para finalizar a série de posts sobre nossa viagem a Foz do Iguaçu, a convite de nosso anfitrião, o Hotel Tarobá Express, hoje falaremos sobre a visita do Jeguiando ao Rafain Churrascaria Show, um dos restaurantes e casa de show mais tradicionais da cidade paranaense. Devido à sua tradição gastronômica e de entretenimento, o espaço acabou se tornando um dos pontos turísticos de Foz.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Quando recebemos a programação da viagem, fiquei curiosa ao ver que assistiríamos a um show latino-americano, que está há mais de 30 anos em cartaz.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A churrascaria/casa de show funciona no esquema de reservas. Não adianta. Se chegar lá sem ligar antes, será difícil conseguir uma mesa. O espaço simplesmente lota.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A entrada ao Rafain dá direito ao show e ao buffet, extremamente variado, contendo massas, saladas, frios, antepastos, pratos quentes, sobremesas, etc., além do famoso churrasco, que conta com carnes nobres em sua composição. Bebida é à parte. Não consta no pacote jantar + show.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A abertura da casa está programada diariamente para as 20h45 e tem hora certa para terminar. Lá para as 23:00 h, o show acaba e todos vão embora.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Tango. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de nos acomodarmos na mesa, Erik e eu pedimos nossas bebidas, jantamos e aguardamos pelo início do show. A casa abre às 20h45 justamente para dar tempo para todos jantarem calmamente e depois assistirem tranquilamente às apresentações.

Mariachis. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Mariachis. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O show realmente vale a pena. Dançarinos afiados, trajes impecáveis, tudo cria um clima convidativo para a plateia. No dia em que fomos, no entanto, aconteceu algum problema na aparelhagem de som, mas nada que ofuscasse as apresentações.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Entre os países contemplados pelo show, estão o Paraguai e Argentina, que fazem fronteira com Foz do Iguaçu, Chile, Peru, México, etc. Gostei muito de assistir às apresentações do Paraguai, Argentina e México.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Da apresentação dos dançarinos que representavam o Paraguai, gostei muito do número de equilíbrio com garrafas. Enquanto dançavam, garrafas quase cheias eram pouco a pouco empilhadas nas cabeças das dançarinas até alcançarem o número de 5, se não me engano.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

As apresentações de tango e de mariachis também foram emocionantes. Deu para matar as saudades. :D

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Além de montar um breve panorama da música e das danças de países latinos, não poderia faltar espaço para as manifestações folclóricas brasileiras. Gostei particularmente do número dos dançarinos vestidos de cangaceiros.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Das danças gaúchas ao cortejo de baianas, da capoeira ao samba, da inocência da oferenda de flores e frutas ao remelexo das mulatas, o Brasil foi representado em sua pluralidade. Tudo bem que acredito que encerrar o show com a imagem das mulatas em trajes carnavalescos só reitera uma imagem de Brasil como o país da sensualidade e só, mas tudo bem. É um espetáculo. Há que se dar um desconto!

Capoeira. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Capoeira. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

De maneira geral, gostei do que vi. Foi um show leve, descontraído, que incluiu, em vários momentos, a participação de pessoas da plateia, estreitando o contato entre espetáculo e público. Se este tipo de atividade te atrai como viajante, então reserve um tempinho para conhecer a churrascaria/casa de show, mas não esqueça de fazer as reservas antes!

Janaína Calaça e Erik Pzado no Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça e Erik Pzado no Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A casa funciona de segunda a sábado a partir das 20h45 e fica localizada na Avenida das Cataratas. Para maiores informações, acesse Rafain Churrascaria.

Popularity: 3%

Xcaret – México – Parte III

Posted by Janaína Calaça On outubro - 25 - 2009

Como havia prometido, hoje vamos falar do espetáculo que encerra, diariamente, as atividades no Xcaret. O Xcaret México Espetacular trata-se de um espetáculo teatral que traz um breve panorama do período pré-colonial, da invasão dos espanhóis, da conquista do território correspondente ao México hoje, a dizimação e conquista do povo Maia e, por fim, a gênese das diferentes manifestações culturais, que juntas compõem o mosaico da cultura mexicana. O espetáculo dura por volta de duas horas, pontuadas de muita música e por um figurino impecável.

DSC_0481

Ator caracterizado de Maia. Imagem: Jeguiando.

O espetáculo já tem seu início com atores espalhados ao longo do caminho até o teatro, devidamente caracterizados, representando o povo Maia.

DSC_0498

Ator caracterizado de Maia. Imagem: Jeguiando.

Vestidos de onças, corujas, jaguar, os atores já antecipam a atmosfera do espetáculo, ambientando o visitante à proposta da peça teatral.

DSC_0511

Xcaret México Espetacular. Mesa. Imagem: Jeguiando.

Em um teatro rodeado de grandes arquibancadas, os visitantes vão se acomodando e recebendo, cada um, uma vela acesa. O espectador acaba por fazer parte também do espetáculo. O teatro oferece as opções de assistir à peça saboreando um jantar ou a opção de apenas assistir ao espetáculo. À convite da Royal Holiday, assistimos à peça e jantamos no próprio Xcaret.

DSC_0551

Xcaret México Espetacular. Mesa. Imagem: Jeguiando.

Bom, mas vamos ao espetáculo em si. Com uma equipe de mais ou menos 300 atores, o Xcaret México Espetacular tem seu início com a lenda Maia da criação do universo. A gênese do mundo acaba se misturando com a gênese do próprio povo Maia na montagem.

DSC_0591

Jogo de Pelota Pré-Hispânico (ou Bundebol...hehehe). Imagem: Jeguiando.

A primeira metade do espetáculo centra o olhar na era pré-hispânica, ou seja, que antecede a chegada dos espanhóis no território que hoje corresponde ao México. Entre a reconstrução de rituais sagrados, a peça também traz costumes Maias como, por exemplo, o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico, que consistia em tentar acertar a bola na circunferência, mostrada na foto acima. Detalhe que o gol era feito com a bunda! Não havia chutes com os pés, mas sim com os glúteos!

DSC_0678

Invasão espanhola do território Maia. Imagem: Jeguiando.

Entre ritos e costumes, a sociedade Maia era retratada através de uma releitura histórica. Achei interessante usarem como representação da construção desta sociedade através da imagem das colunas Maias, como vemos na fotografia acima. No palco, os atores construíram, peça por peça, as colunas.

DSC_0710

Colonização. Imagem: Jeguiando.

Um dos pontos mais tocantes da apresentação foi sem dúvida a passagem voltada para a invasão espanhola do território Maia. Foi retratada a chegada dos espanhóis, o estranhamento do primeiro contato, o conflito, a guerra e por fim o momento em que os Maias são subjugados, dizimados e têm não só sua configuração social destruída como também suas manifestações culturais. Como vêem, no lugar das colunas Maias, uma cruz é fincada no que restou das construções, representando a violência do processo de conquista territorial. Até este ponto, achei que a montagem tinha sido genial, mas um ponto na apresentação me incomodou bastante… Depois desta cena, tão alegórica e forte, o roteirista deu uma derrapada quando escreveu uma cena em que, depois de tantas manifestações claras de violência, uma espécie de “festa de confraternização de povos acontece”, o que supostamente daria origem ao que seria hoje o povo mexicano. #FAIL. Romantizar violência física e um processo igualmente violento de aculturação definitivamente foi uma pisada feia na bola!

DSC_0741

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Birras à parte, após a suposta gênese do povo mexicano, pontuada pela “junção amigável aparente” de espanhóis e nativos, a apresentação seguiu seu rumo. Agora, já na segunda metade do espetáculo, a proposta era representar as várias manifestações culturais, presentes em cada cidade Mexicana.

DSC_0788

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Para apresentar um panorama breve da pluralidade cultural do México, cada cidade, as principais, foram retratadas com relação às suas principais manifestações e símbolos identitários. Vestimentas, canções, tudo marcava a participação das cidades mexicanas na composição deste mosaico grandioso e rico que é a cultura mexicana.

DSC_0843

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Entre canções conhecidas e símbolos que já povoam nosso imaginário de estrangeiro, como as vestimentas e os mariachis, o espetáculo surpreendeu por suas cores e pela beleza das manifestações.

DSC_0865

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Fiquei com vontade de conhecer Vera Cruz só por causa do polvo gigante. :P

DSC_0920

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Algumas canções, que embalaram as apresentações, são velhas conhecidas nossas, aqueles clichês que já ouvimos pelo menos em alguma animação ou episódio do Chaves como, por exemplo, El Jarabe Tapatío. Se você, caro jeguiante, não conhece a música de nome, dê uma olhada neste vídeo e vê se lembra!

DSC_0926

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Outra canção que faz parte também do espetáculo é El Conejo, também velha conhecida. Que tiver curiosidade, é só dar uma olhada no vídeo. A canção demora um pouco de começar, mas vale a pena assistir.

DSC_0950

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

O espetáculo, com certeza, é o ponto alto do dia, para quem segura o cansaço e decide ficar para assistir. Tirando realmente a festa de confraternização entre Maias e espanhóis, vale a pena assistir, principalmente pelo cuidado em mostrar, em poucas horas, a multiplicidade de manifestações culturais presentes no imaginário mexicano.

DSC_0975

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

O encerramento da peça teatral se dá com a entrada dos atores com bandeiras de várias partes do mundo, talvez tentando simbolizar a receptividade daquela terra aos que vêm de fora como nós. Com vôos de araras treinadas, o espetáculo é encerrado ao som de México en la piel. Do que tinha de gente fungando de chorar… Confesso… Eu era uma delas! Eu assumo, tá?

DSC_0003

Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Bom, para encerrar nosso post, deixo vocês com a canção que encerra o Xcaret México Espetacular.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos os dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

Popularity: 4%

Xcaret – México – Parte II

Posted by Janaína Calaça On outubro - 21 - 2009

Dando continuidade à série de posts sobre o Xcaret, vamos falar um pouco mais sobre as atrações do ecoparque. Como falei no post anterior, o parque traz opções diversas para os visitantes de todas as idades. Snorkeling, travessia no Rio del Paraíso numa espécie de balsa, visita à granja de cogumelos comestíveis, ao orquidário, às zonas arqueológicas, aos criadouros de macacos, de manatis, de morcegos, de insetos variados, borboletas e de felinos, como o Jaguar e relaxar na praia e nas piscinas naturais são algumas das opções oferecidas no pacote básico. Hoje, vamos falar da nossa visita à uma réplica de uma típica fazenda mexicana, do show de cavalos e de mariachis que assistimos. O espetáculo teatral, que trata do panorama da colonização espanhola no que hoje configura o México, será assunto para o próximo post.

DSC_0382

Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

Ao lado do restaurante La Cocina, acontece diariamente um show de exibição de cavalos, montados não somente por homens como também por mulheres. Antes do show efetivamente começar, os cavaleiros e as amazonas (digamos assim) fazem uma demonstração de montaria em uma praça localizada diante da réplica de uma casa de fazenda mexicana e de uma plantação de agave, planta utilizada na produção de tequila.

DSC_0402

Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

O show de cavalos, para quem aprecia, é bonito de ver e é acompanhado por canções entoadas por uma cantora de voz potente, que dá o tom da apresentação. Eu, particularmente, gostei de assistir ao show, mas confesso que o que mais gostei de ver foi uma apresentação musical de um grupo de simpáticos mariachis, o clichezão adorável que se espera ver em uma viagem ao México!

DSC_0461

Show de Mariachis. O bigodudo fazendo pose para mim! Imagem: Jeguiando.

Depois de assistir ao show de cavalos, Fábio e eu fomos visitar a réplica de uma fazenda mexicana. Portas grandes, janelas de madeira e muito colorido. Apesar de ser tudo cenográfico, ainda assim é gostoso visitar. As cores fortes me atraem e fiquei realmente encantada com os objetos espalhados pela casa de fazenda. Pratos, iguanas bordadas, tudo era um convite aos olhos.

DSC_0440

Réplica de uma fazenda mexicana. Imagem: Jeguiando.

Na casa, cada cômodo, desde a sala de jantar até o quarto das crianças, foram retratados. Móveis pesados, feitos de madeira, azulejos coloridos no chão… Um festival de cores e detalhes para serem apreciados por aqueles que gostam deste tipo de atração.

DSC_0418

Sala de jantar da casa de fazenda. Imagem: Jeguiando.

Apesar do preço a ser pago para visitar o Xcaret ser um pouco salgado, há de convir que a estrutura toda oferecida, os detalhes, as atrações justificam o preço e olha que sou também bastante mão-de-vaca!

DSC_0447

Quarto de casal da casa. Imagem: Jeguiando.

Uma das coisas que gostei muito de ter visto também foram os diversos painéis, que traziam um dos ícones mais famosos da cultura mexicana: as caveirinhas do Dia dos Mortos. A data já era celebrada antes mesmo da colonização espanhola e é uma festa comemorada com muita música, comida e doces. Os doces preferidos da criançada são as caveirinhas de açúcar. E… Para não fugir da tradição… Trouxe umas dessas para casa, como lembrança desta rápida passagem pelo México. Quer saber um pouco sobre o Dia dos Mortos, acesse a Wikipedia.

DSC_0425

Caveirinhas do Dia dos Mortos. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais o Xcaret e no próximo post, o último da série, falaremos sobre o espetáculo teatral que encerra o dia passado no parque. Até o próximo post e fiquem com esta plaquinha graciosa que fala sobre Jegueton e sobre seus parentes!

DSC_0471

Jegues são legais, mas não encham o saco deles! Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

Popularity: 7%

Xcaret – México – Parte I

Posted by Janaína Calaça On outubro - 20 - 2009

Caros jeguiantes,  hoje falaremos um pouco sobre o Xcaret, um dos ecoparques localizados em Cancún, a 70 km da zona hoteleira, que tivemos a oportunidade de conhecer em nossa viagem ao México à convite da Royal Holiday. Cancún é um destino de beleza esculpida, digamos assim. As belezas naturais foram devidamente trabalhadas para encher os olhos. Retoque estético, diria assim, mas é um destino agradável e a cor daquele mar é sem dúvidas argumento suficiente para colocar o destino nos planos. Além das águas indecentemente azuis, Cancún conta com uma estrutura de lazer variada, como o Jungle Tour, de que falamos, mergulho com tanque, passeio em pequenos submarinos, restaurantes variados e os ecoparques. Para quem curte ecoturismo, obviamente um ecoparque não chama a atenção, justamente pelo toque cenográfico, mas ainda assim é uma opção interessante para famílias, que queiram passar um dia diferente com opções que agradem a todos. Como as atrações são variadas, dividirei este post em partes. Nesta primeira etapa, falarei das atrações inclusas no pacote básico e no Xcaret Plus e das atividades que realizamos durante o dia e no próximo post me dedicarei ao Espetáculo que acontece à noite.

DSC_0181

Praia em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

O slogan do Xcaret é “Um dia não é o suficiente” e realmente faz sentido. É um slogan honesto, diria. Devido à variedade de atrações, o visitante acaba saindo do parque com a sensação de que não aproveitou nem metade do que poderia ter aproveitado, tanto que o Xcaret oferece aos visitantes a opção de pagar metade do valor do ingresso no segundo dia.

janacalaca_fabio_xcaret

Fábio, seu bigode tosco e eu fazendo flutuação e snorkeling. Imagem: Jeguiando.

As opções de preço são variadas. O plano básico de admissão custa 69,00 dólares para adultos e para crianças 34,50 dólares, mas acredito que não valha muito a pena, já que o visitante acaba tendo que alugar todos os equipamentos, como toalhas, óculos e snorkel, nadadeiras, entre outros, para poder participar das atividades. O Xcaret Plus custa 99 doláres para adultos e 49,50 dólares para crianças e inclui almoço em um dos restaurantes do parque, 2 bebidas como água e refrigerante e equipamentos.

DSC_0042

Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Há atrações inclusas no pacote e há as atrações oferecidas fora do pacote. Além de poder caminhar por toda a área do parque, observar a flora e poder ver de perto alguns animais e as ruínas Maias, o visitante pode ainda fazer flutuação no rio com snorkel, atividade que tive a oportunidade de fazer juntamente com Fábio e a turma de blogueiros que viajou conosco. Algumas atrações acontecem também em momentos específicos do dia, como o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico e a apresentação dos Voladores de Papantla, de Veracruz.

DSC_0047

Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Como disse, o visitante tem direito à uma refeição em um dos restaurantes do parque. Escolhemos almoçar no La Cocina, dedicado à gastronomia mexicana. O buffet é farto. As opções de pratos quentes, frios e sobremesas são múltiplas e dá para experimentar um pouco de cada. Como Cancún é um destino frequentado principalmente por americanos, obviamente a gastronomia em um parque como esse é adaptado ao paladar do turista, logo a pimenta, tão presente na cozinha mexicana, é amenizada nos pratos e geralmente servida à parte e não utilizada na preparação. Dentre as outras opções de restaurantes, há o Dos Playas, o La Península, o La Laguna, o La Orquidea, o La Lisla, o La Caleta, El Manglar, o Comida Rápida, o Gran Tlachco e o Bar en las Rocas. A variedade grande de restaurantes visa não só comportar o volume grande de visitantes como também dar opções àqueles que apreciam frutos do mar, por exemplo.

DSC_0090

Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois que almoçamos no La Cocina, assistimos ao show dos Voladores de Papantla. Lindo show por sinal. No alto desta espécie de mastro, os voladores, presos em cordas, vão descendo até o chão à medida que o carretel é desenrolado. Por fim, no chão, os quatro voladores seguram a corda e esperam o último artista descer e fazer pequenas acrobacias no ar. Já em terra, o espetáculo continua. O grupo faz uma dança (não sei de da chuva ou algo assim) e termina o espetáculo girando neste instrumento visto logo abaixo, que realmente não sei como se chama. Lindo espetáculo!

DSC_0125

Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois da apresentação, Fábio e eu fomos visitar as ruínas Maias, localizadas na área do parque. Obviamente não são grandiosas como as localizadas em Tulum, por exemplo, mas dá um gostinho e desperta a vontade de realmente, em uma outra oportunidade de viagem, visitar as grandes ruínas.

DSC_0146

Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

É emocionante imaginar que há séculos, funcionava um centro comercial neste espaço, que hoje se apresenta em ruínas.

DSC_0148

Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Fizemos várias fotos, mas como o post não pode virar um tratado, tentamos trazer as ruínas maiores localizadas na área de Xcaret.

DSC_0160

Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Além das ruínas, visitamos o aquário do Xcaret, os tanques com as gigantescas tartarugas e ainda arraias. A proposta do aquário é não só promover um momento educativo e interativo para visitantes, como também apresentar uma pequena mostragem da riqueza marinha da região. Neste ponto, gostei da proposta do Parque.

DSC_0252

Aquário de Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Se há algo em que realmente acredito é que assimilamos muito mais um conhecimento quando estamos relaxados e consequentemente mais receptivos. A interação com a natureza, com os animais, com a flora, cria vínculos que em uma sala de aula, em um espaço de educação formal, se torna mais difícil estabelecer.

DSC_0328-1

Arraias. Imagem: Jeguiando.

O nível de interação é tão grande que há opções de atividades como nado com alguns animais, só que este tipo de atividade não vem inclusa nos pacotes básicos. Quando o visitante chega ao Xcaret, há guichês que oferecem os passeios, como nado com tubarões, nado com golfinhos e o Sea Trek, em que você caminha em uma espécie de escafandro e ver de pertinho peixes, tartarugas, etc. Fábio, Lucia Malla, Pedro, Sheila e eu optamos por fazer o nado com tubarões e foi uma experiência gostosa. Nadamos com Tubarões-lixa, muito dóceis. Tivemos uma aula antes de como nos portar com os animais e por fim assistimos uma aula sobre preservação e sobre a situação em que se encontram os tubarões, devido à pesca predatória. Proposta realmente interessante!

DSC_0325-1

Tubarão-lixa. Imagem: Jeguiando.

Bom, para finalizar este primeiro post sobre o Xcaret, deixo vocês com as imagens da praia do parque e das piscinas naturais. Como disse no início do post, como o parque tem muitas atividades, que acho realmente interessantes de serem pontuadas, resolvi dividir o post em duas ou três partes. Este primeiro foi dedicado especificamente a falar muito brevemente sobre as atrações e sobre a estrutura do parque. No próximo ou nos próximos posts, falarei dos espetáculos que rolam por lá. Aguardem!

DSC_0177

Piscinas naturais. Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

Popularity: 5%

Jungle Tour – Cancun

Posted by Janaína Calaça On outubro - 8 - 2009

Caros jeguiantes, dando continuidade à série de posts sobre nossa viagem à Cancun, à convite pela Royal Holiday, hoje vamos falar sobre um dos passeios que tivemos a oportunidade de fazer, o Jungle Tour. Calma, o máximo de jungle que tem neste passeio é o nome. Nada de trilhas em mata fechada, de bichinhos felizes, roupa cáqui e banhos de repelente de mosquito! O Jungle Tour é um passeio que consiste em travessia por um lago cheio de crocodilos legais, esperando que você tome um tombo da lanchinha e faça seu lanchinho virar um banquete e snorkeling em um recife de corais. Confesso que gostei muito mais de dirigir a lanchinha, sendo eu esta pessoa “barbeira” (que dirige mal pacas!). Como já disse, era legal ver a cara de desespero de Fábio a fazer promessas à virgenzinha de Guadalupe para que saíssemos vivos desta!

DSC_0173

Las chicas (Laura,Ana, Pati e Sheila). Imagem: Jeguiando.

Sobre o passeio, darei um step by step, uh, baby (como diria o New Kids on the Block) para que você se situe, caro jeguiante, e saiba como fazer o Jungle Tour. Ao longo da zona de Cancun que concentra a maior parte de hotéis da cidade, há várias agências que oferecem o passeio. Basta chegar lá, assinar os papéis (caso você seja comido por um crocodilo, você isenta a agência da responsabilidade), paga o equivalente a uns US$60, pega seu colete salva-vidas, mesmo que você seja um exímio nadador, e tenta entender as normas de segurança que o instrutor vai te passar. Nosso instrutor, Jorgito, estava mais preocupado em qual das quatro mocinhas (Laura, Ana, Sheila e Pati), que nos acompanhavam, ele iria passar uma cantada. O rapaz não sabia para onde olhava e eu, obviamente, só ria!

DSC_0216

Jungle Tour e as 4 mocinhas indefesas. Imagem: Jeguiando.

Depois de devidamente paramentados com nossos coletes incandescentes, escolhemos nossa lanchinha (2 lugares ou 4 lugares) e saímos em fila indiana pelo lago. O instrutor, sempre à frente, guia o grupo, controla a velocidade e a distância entre as lanchas. O percurso é muito gostoso de se fazer, seja pelos cabelos esvoaçando por causa do vento, pela paisagem natural, pela emoção de pegar umas ondinhas e achar que sua lanchinha vai virar e você vai virar lanche de répteis gigantes! Muito bom! Nada como viver perigosamente em ambiente razoavelmente controlado!

DSC_0281

Todo mundo junto pra "mó" de não se perder! Imagem: Jeguiando.

Depois que fazemos a travessia, nossas lanchinhas são amarradas umas às outras e descemos para a água para o snorkeling. Para principiantes, como nós, o passeio valeu a pena. O único problema que vejo, mas que não chega a ser muito grande, é que a concentração de pessoas na área é grande, em função da quantidade de agências que oferecem o mesmo passeio. Em alguns momentos a coisa toda fica caótica, mas dá sim para curtir, ver os peixinhos, depois que vocẽ se acostuma a respirar como Darth Vader e deixa de embaçar seu óculos de mergulho!

DSC_0295

Jungle Tour. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado da dica. O Jungle Tour, como disse, é um passeio para quem está começando a ter interesse em mergulhar e nada como começar de algum ponto! Em visita a Cancun, entonces, fica a dica do passeio! Até o próximo post!

Como faço o passeio? Dê um pulo na zona hoteleira de Cancun e procure a agência mais próxima.

Preço: Mais ou menos uns US$ 60,00.

Avaliação:

  • Segurança: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Vale a pena? ★★★★☆
  • Preço: ★★★★☆
  • Média: ★★★★½

#cancuncainarede.

Popularity: 2%

About Me

There is something about me..

Twitter

    Photos

    DSC_0286.NEFDSC_0283.NEFDSC_0281.NEFDSC_0280.NEFDSC_0278.NEFDSC_0276.NEFDSC_0274.NEFDSC_0271.NEFDSC_0269.NEFDSC_0267.NEFDSC_0266.NEFDSC_0263.NEF