Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

San Telmo – Buenos Aires

Posted by Jana On janeiro - 6 - 2009

O post de hoje será dedicado ao bairro de San Telmo, localizado em Buenos Aires, próximo à Praça de Maio (Plaza de Mayo).

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Praça Dorrego (Plaza Dorrego). Foto: Jeguiando

San Telmo é um dos bairros mais antigos da cidade de Buenos Aires e no passado, principalmente no século XIX, foi habitado pela camada da sociedade de poder aquisitivo mais alto, o que se reflete, de alguma forma, nos antigos casarões coloniais, que podemos encontrar ao longo do bairro.

San Telmo. Foto: Jeguiando.

San Telmo. Foto: Jeguiando.

O bairro de San Telmo perdeu sua feição aristocrata depois de uma epidemia de Febre Amarela, que ocorreu em 1871, expulsando os moradores da região. Aos poucos, o que era efervescência tornou-se memória.

Ruas de San Telmo, aos domingos, no dia da feira de antiguidades. Foto: Jeguiando.

Ruas de San Telmo, aos domingos, no dia da feira de antiguidades. Foto: Jeguiando.

Conhecer San Telmo é uma experiência interessante e aconselho que seja feita a pé e com tempo, para que possam ser observados os detalhes, a arquitetura local, as ruas. Não adianta visitar o bairro do alto de um ônibus de city-tour, porque você acabará perdendo o melhor: uma experiência palpável de retorno ao passado.

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando

Hoje os casarões de San Telmo abrigam antiquários, atelliers, restaurantes, hostels e hotéis. Muitos dos restaurantes e hostéis, inclusive, conservaram itens originais dos casarões, como por exemplo azulejos, piso, etc., como uma forma de preservar a identidade do bairro, em vez de descaracteriza-lo. Muitos dos casarões forem tombados como patrimônio histórico da cidade.

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando.

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando.

Para quem gosta de frequentar antiquários, San Telmo possui dezenas. São peças variadas, desde brinquedos, botões a roupas, prataria e cristais. Além dos antiquários, que funcinam ao longo da semana, aos domingos, das 10:00 às 17:00 horas acontece a Feira de San Telmo, onde tendas de antiguidades são montadas ao longo do bairro, tanto na Praça Dorrego quanto nas ruelas. Na feira, são vendidos também quadros de artistas locais, artesanato em geral, camisetas e outros produtos. Algumas apresentações de tango também acontecem por lá. Enfim, é uma experiência válida e recomendo a todos, que estejam planejando conhecer Buenos Aires.

Popularity: 10%

Elevador Lacerda – Salvador

Posted by Jana On julho - 20 - 2008

(Imagem: Fábio Brito)

Como no post anterior dedicamos um espaço para falar sobre a Sorveteria A Cubana, que possui unidades no Pelourinho e na Praça Municipal, onde também se localiza um dos mais famosos postais de Salvador: o Elevador Lacerda, que compõe a linda vista para a Baía de Todos os Santos.

(Imagem: Fábio Brito)

Segundo verbete extraído da Wikipedia, o Elevador Lacerda “foi construído pelo engenheiro Augusto Frederico de Lacerda, sócio do irmão, o comerciante Antônio Francisco de Lacerda, idealizador da Companhia de Transportes Urbanos, utilizando peças de aço importadas da Inglaterra. As obras foram iniciadas em 1869 e, com os dois elevadores hidráulicos funcionando, em dezembro de 1873 ocorreu a inauguração, com o nome de Elevador Hidráulico da Conceição da Praia. Popularmente conhecido como Elevador do Parafuso, posteriormente seria renomeado como Elevador Lacerda (1896)”. Ainda sobre o Elevador, “após a sua inauguração, passou a ser o principal meio de transporte entre as duas partes da cidade. Inicialmente operando com duas cabines, atualmente funciona com quatro modernas cabines eletrificadas que comportavam vinte passageiros cada. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 7 de dezembro de 2006″.

(Imagem: Fábio Brito)

Acima podemos ver parte da vista do Elevador. Vale a pena reservar um tempo para conhecer este projeto arquitetônico, que é símbolo da união da cidade baixa com a cidade alta, um elo entre duas realidades dividindo a mesma cidade. A vista de cima é belíssima e para descer ou subir no elevador custa apenas 5 centavos. Organize seu tempo e dedique um pouco do mesmo para apreciar uma das vistas mais belas da cidade.

(Imagem: Janaína Calaça)

Passeio: ★★★★★

Estrutura: ★★★★☆

Média: ★★★★½


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Popularity: 3%

Pelourinho – Salvador

Posted by Jana On julho - 12 - 2008

(Imagem: Fábio Brito)

Sendo um dos postais de Salvador, o Pelourinho proporciona um mergulho na história da cidade e sua história se confunde com o próprio processo de fundação e ocupação do que hoje é Salvador.  Com o intuito de delinear Salvador como uma cidade-fortaleza, a área que corresponde ao Pelourinho foi cuidadosamente escolhida devido à sua posição geográfica próxima ao porto e, segundo o Guia do Pelourinho, “perto do comércio e naturalmente fortificada pela grande depressão existente que forma uma muralha, de quase noventa metros de altura, por quinze quilômetros de extensão, o que facilitaria a defesa de qualquer ameaça vinda do mar”.

(Imagem: Fábio Brito)

Ainda segundo o Guia do Pelourinho, “o termo “pelourinho” é o nome dado ao local onde os escravos eram castigados pelos senhores de engenho. O “pelourinho” era construído nos engenhos, afastado da cidade. A fim de demostrar à população sua força e poder, os senhores de engenho resolveram construir um “pelourinho” no centro da cidade, instalando-o no largo central, hoje área localizada em frente a
casa de Jorge Amado. A partir daí os escravos eram castigados em praça pública para que todos pudessem assistir tal demonstração de poder. Devido a esse fato o “pelourinho” virou ponto de referência da cidade, dando nome ao antigo centro da cidade, e hoje Centro Histórico de Salvador”.

(Imagem: Fábio Brito)

De centro da aristocracia soterapolitana à reduto de excluídos, o Pelourinho atravessou os anos, passou por processos de restauração e hoje é considerado patrimônio da humanidade. A transição está silenciosamente marcada nos casarões, que são a marca forte do lugar. Os casarões, que antes abrigavam a aristocracia e depois os marginalizados da sociedade soterapolitana, hoje abrigam museus, lojas, restaurantes, reforçando o caráter turístico do Pelourinho.

(Imagem: Fábio Brito)

Todos os anos turistas de todo mundo caminham pelas ruas de pedra do Pelourinho e tentam resgatar um pouco da história da cidade, encrustada nas pedras e por debaixo das tintas coloridas dos casarões.  Os únicos pontos complicados de andar por esta porção da cidade são: o assédio exagerado aos turistas e passantes e alguns furtos, que ocasionalmente ocorrem. Os vendedores ambulantes tentam a todo custo empurrar todo tipo de mercadoria e como não há controle em relação a isso, nem aos cadastrados pela prefeitura, o passeio em algum ponto acaba por se tornar maçante, porque em vez de boas fotos e uma caminhada agradável, há risco de você voltar pra casa enfeitado de fitinhas do Senhor do Bonfim, que vão sendo atadas sem que sejam solicitadas pelos vendedores ambulantes.

(Imagem: Fábio Brito)

No mais, tendo atenção aos pertences, o passeio vale a pena, rende boas fotos e lembranças interessantes. Quem tiver ainda interesse, pode saborear o acarajé vendido pelas baianas do Terreiro de Jesus. Fica então a dica deste postal de Salvador, que vale a pena ser visitado não porque consta nos roteiros turísticos tradicionais, mas pela sua importância histórica e beleza.

Passeio: ★★★★★

Segurança: ★★★☆☆

Estrutura: ★★★★☆

Média: ★★★★☆


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Popularity: 5%

Bosque do Papa – Curitiba

Posted by Jana On maio - 17 - 2008

(Imagem: Janaína Calaça)

Segundo verbete extraído da Wikipedia, o Bosque do Papa “é um dos mais importantes parques de Curitiba, Paraná. Abriga uma reserva com mais de trezentas araucárias na área central da capital paranaense. O Bosque foi criado em homenagem ao Papa João Paulo II e sedia o Memorial da Imigração Polonesa. O bosque possui uma saída para o gramado posterior do Museu Oscar Niemeyer”.

(Imagem: Janaína Calaça)

Ainda sobre o Bosque, o verbete encontrado na Wikipedia diz que “no centro do Bosque há sete casas originais que ilustram a arquitetura dos imigrantes poloneses de Curitiba, feitas de madeira encaixada. A principal delas, construída em 1883, guarda uma gravura da Nossa Senhora de Czestochowa ou (Virgem Negra de Czestochowa), a santa padroeira da Polônia. As outras casas reproduzem o modo de viver dos imigrantes poloneses”.

(Imagem: Fábio Brito)

Curitiba, aos nossos olhos, pareceu uma cidade simpática como um todo, mas há cantinhos na cidade, como o Bosque, que considero um dos mais bacanas para quem gosta de passeios ao ar livre. Como o local não é muito extenso, dá para conhecer tranqüilamente, entrar nas casinhas, caminhar.

(Imagem: Janaína Calaça)

Utilizamos o serviço das Jardineiras, ônibus voltados para o turismo em Curitiba, que passam de meia em meia hora nos pontos turísticos da cidade, facilitando e muito a vida dos visitantes alternativos, que não lançam mão de pacotes engessados, para conhecer a cidade e os pontos escolhidos por nós.

(Imagem: Janaína Calaça)

O interessante é que se você tiver um pouco mais de disposição, dá pra conhecer mais de um ponto turístico se descer no Bosque. O Museu Oscar Niemeyer fica relativamente próximo ao local. Com um par de sapatos confortáveis e boa vontade, dá pra se conhecer um pouco mais.

(Imagem: Janaína Calaça)

Se você estiver de malas prontas para Curitiba, reserve um tempinho para conhecer este bosque acolhedor. É permitido tirar fotografias em algumas casinhas, não todas. Mais adiante, falarei de uma Casa de Chá, chamada Kawiarnia Krakowiak, especializada em culinária Polonesa, que completa o cenário do Bosque. Arranje um tempinho e conheça este cantinho bom de Curitiba.

Acesso: ★★★★☆

Passeio ao ar livre: ★★★★☆

Belezas naturais: ★★★★☆

Média: ★★★★☆


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