Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Xcaret – México – Parte III

Posted by Janaína Calaça On outubro - 25 - 2009

Como havia prometido, hoje vamos falar do espetáculo que encerra, diariamente, as atividades no Xcaret. O Xcaret México Espetacular trata-se de um espetáculo teatral que traz um breve panorama do período pré-colonial, da invasão dos espanhóis, da conquista do território correspondente ao México hoje, a dizimação e conquista do povo Maia e, por fim, a gênese das diferentes manifestações culturais, que juntas compõem o mosaico da cultura mexicana. O espetáculo dura por volta de duas horas, pontuadas de muita música e por um figurino impecável.

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Ator caracterizado de Maia. Imagem: Jeguiando.

O espetáculo já tem seu início com atores espalhados ao longo do caminho até o teatro, devidamente caracterizados, representando o povo Maia.

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Ator caracterizado de Maia. Imagem: Jeguiando.

Vestidos de onças, corujas, jaguar, os atores já antecipam a atmosfera do espetáculo, ambientando o visitante à proposta da peça teatral.

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Xcaret México Espetacular. Mesa. Imagem: Jeguiando.

Em um teatro rodeado de grandes arquibancadas, os visitantes vão se acomodando e recebendo, cada um, uma vela acesa. O espectador acaba por fazer parte também do espetáculo. O teatro oferece as opções de assistir à peça saboreando um jantar ou a opção de apenas assistir ao espetáculo. À convite da Royal Holiday, assistimos à peça e jantamos no próprio Xcaret.

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Xcaret México Espetacular. Mesa. Imagem: Jeguiando.

Bom, mas vamos ao espetáculo em si. Com uma equipe de mais ou menos 300 atores, o Xcaret México Espetacular tem seu início com a lenda Maia da criação do universo. A gênese do mundo acaba se misturando com a gênese do próprio povo Maia na montagem.

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Jogo de Pelota Pré-Hispânico (ou Bundebol...hehehe). Imagem: Jeguiando.

A primeira metade do espetáculo centra o olhar na era pré-hispânica, ou seja, que antecede a chegada dos espanhóis no território que hoje corresponde ao México. Entre a reconstrução de rituais sagrados, a peça também traz costumes Maias como, por exemplo, o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico, que consistia em tentar acertar a bola na circunferência, mostrada na foto acima. Detalhe que o gol era feito com a bunda! Não havia chutes com os pés, mas sim com os glúteos!

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Invasão espanhola do território Maia. Imagem: Jeguiando.

Entre ritos e costumes, a sociedade Maia era retratada através de uma releitura histórica. Achei interessante usarem como representação da construção desta sociedade através da imagem das colunas Maias, como vemos na fotografia acima. No palco, os atores construíram, peça por peça, as colunas.

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Colonização. Imagem: Jeguiando.

Um dos pontos mais tocantes da apresentação foi sem dúvida a passagem voltada para a invasão espanhola do território Maia. Foi retratada a chegada dos espanhóis, o estranhamento do primeiro contato, o conflito, a guerra e por fim o momento em que os Maias são subjugados, dizimados e têm não só sua configuração social destruída como também suas manifestações culturais. Como vêem, no lugar das colunas Maias, uma cruz é fincada no que restou das construções, representando a violência do processo de conquista territorial. Até este ponto, achei que a montagem tinha sido genial, mas um ponto na apresentação me incomodou bastante… Depois desta cena, tão alegórica e forte, o roteirista deu uma derrapada quando escreveu uma cena em que, depois de tantas manifestações claras de violência, uma espécie de “festa de confraternização de povos acontece”, o que supostamente daria origem ao que seria hoje o povo mexicano. #FAIL. Romantizar violência física e um processo igualmente violento de aculturação definitivamente foi uma pisada feia na bola!

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Birras à parte, após a suposta gênese do povo mexicano, pontuada pela “junção amigável aparente” de espanhóis e nativos, a apresentação seguiu seu rumo. Agora, já na segunda metade do espetáculo, a proposta era representar as várias manifestações culturais, presentes em cada cidade Mexicana.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Para apresentar um panorama breve da pluralidade cultural do México, cada cidade, as principais, foram retratadas com relação às suas principais manifestações e símbolos identitários. Vestimentas, canções, tudo marcava a participação das cidades mexicanas na composição deste mosaico grandioso e rico que é a cultura mexicana.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Entre canções conhecidas e símbolos que já povoam nosso imaginário de estrangeiro, como as vestimentas e os mariachis, o espetáculo surpreendeu por suas cores e pela beleza das manifestações.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Fiquei com vontade de conhecer Vera Cruz só por causa do polvo gigante. :P

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Algumas canções, que embalaram as apresentações, são velhas conhecidas nossas, aqueles clichês que já ouvimos pelo menos em alguma animação ou episódio do Chaves como, por exemplo, El Jarabe Tapatío. Se você, caro jeguiante, não conhece a música de nome, dê uma olhada neste vídeo e vê se lembra!

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Outra canção que faz parte também do espetáculo é El Conejo, também velha conhecida. Que tiver curiosidade, é só dar uma olhada no vídeo. A canção demora um pouco de começar, mas vale a pena assistir.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

O espetáculo, com certeza, é o ponto alto do dia, para quem segura o cansaço e decide ficar para assistir. Tirando realmente a festa de confraternização entre Maias e espanhóis, vale a pena assistir, principalmente pelo cuidado em mostrar, em poucas horas, a multiplicidade de manifestações culturais presentes no imaginário mexicano.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

O encerramento da peça teatral se dá com a entrada dos atores com bandeiras de várias partes do mundo, talvez tentando simbolizar a receptividade daquela terra aos que vêm de fora como nós. Com vôos de araras treinadas, o espetáculo é encerrado ao som de México en la piel. Do que tinha de gente fungando de chorar… Confesso… Eu era uma delas! Eu assumo, tá?

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Bom, para encerrar nosso post, deixo vocês com a canção que encerra o Xcaret México Espetacular.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos os dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Xcaret – México – Parte II

Posted by Janaína Calaça On outubro - 21 - 2009

Dando continuidade à série de posts sobre o Xcaret, vamos falar um pouco mais sobre as atrações do ecoparque. Como falei no post anterior, o parque traz opções diversas para os visitantes de todas as idades. Snorkeling, travessia no Rio del Paraíso numa espécie de balsa, visita à granja de cogumelos comestíveis, ao orquidário, às zonas arqueológicas, aos criadouros de macacos, de manatis, de morcegos, de insetos variados, borboletas e de felinos, como o Jaguar e relaxar na praia e nas piscinas naturais são algumas das opções oferecidas no pacote básico. Hoje, vamos falar da nossa visita à uma réplica de uma típica fazenda mexicana, do show de cavalos e de mariachis que assistimos. O espetáculo teatral, que trata do panorama da colonização espanhola no que hoje configura o México, será assunto para o próximo post.

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Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

Ao lado do restaurante La Cocina, acontece diariamente um show de exibição de cavalos, montados não somente por homens como também por mulheres. Antes do show efetivamente começar, os cavaleiros e as amazonas (digamos assim) fazem uma demonstração de montaria em uma praça localizada diante da réplica de uma casa de fazenda mexicana e de uma plantação de agave, planta utilizada na produção de tequila.

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Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

O show de cavalos, para quem aprecia, é bonito de ver e é acompanhado por canções entoadas por uma cantora de voz potente, que dá o tom da apresentação. Eu, particularmente, gostei de assistir ao show, mas confesso que o que mais gostei de ver foi uma apresentação musical de um grupo de simpáticos mariachis, o clichezão adorável que se espera ver em uma viagem ao México!

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Show de Mariachis. O bigodudo fazendo pose para mim! Imagem: Jeguiando.

Depois de assistir ao show de cavalos, Fábio e eu fomos visitar a réplica de uma fazenda mexicana. Portas grandes, janelas de madeira e muito colorido. Apesar de ser tudo cenográfico, ainda assim é gostoso visitar. As cores fortes me atraem e fiquei realmente encantada com os objetos espalhados pela casa de fazenda. Pratos, iguanas bordadas, tudo era um convite aos olhos.

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Réplica de uma fazenda mexicana. Imagem: Jeguiando.

Na casa, cada cômodo, desde a sala de jantar até o quarto das crianças, foram retratados. Móveis pesados, feitos de madeira, azulejos coloridos no chão… Um festival de cores e detalhes para serem apreciados por aqueles que gostam deste tipo de atração.

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Sala de jantar da casa de fazenda. Imagem: Jeguiando.

Apesar do preço a ser pago para visitar o Xcaret ser um pouco salgado, há de convir que a estrutura toda oferecida, os detalhes, as atrações justificam o preço e olha que sou também bastante mão-de-vaca!

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Quarto de casal da casa. Imagem: Jeguiando.

Uma das coisas que gostei muito de ter visto também foram os diversos painéis, que traziam um dos ícones mais famosos da cultura mexicana: as caveirinhas do Dia dos Mortos. A data já era celebrada antes mesmo da colonização espanhola e é uma festa comemorada com muita música, comida e doces. Os doces preferidos da criançada são as caveirinhas de açúcar. E… Para não fugir da tradição… Trouxe umas dessas para casa, como lembrança desta rápida passagem pelo México. Quer saber um pouco sobre o Dia dos Mortos, acesse a Wikipedia.

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Caveirinhas do Dia dos Mortos. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais o Xcaret e no próximo post, o último da série, falaremos sobre o espetáculo teatral que encerra o dia passado no parque. Até o próximo post e fiquem com esta plaquinha graciosa que fala sobre Jegueton e sobre seus parentes!

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Jegues são legais, mas não encham o saco deles! Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Jungle Tour – Cancun

Posted by Janaína Calaça On outubro - 8 - 2009

Caros jeguiantes, dando continuidade à série de posts sobre nossa viagem à Cancun, à convite pela Royal Holiday, hoje vamos falar sobre um dos passeios que tivemos a oportunidade de fazer, o Jungle Tour. Calma, o máximo de jungle que tem neste passeio é o nome. Nada de trilhas em mata fechada, de bichinhos felizes, roupa cáqui e banhos de repelente de mosquito! O Jungle Tour é um passeio que consiste em travessia por um lago cheio de crocodilos legais, esperando que você tome um tombo da lanchinha e faça seu lanchinho virar um banquete e snorkeling em um recife de corais. Confesso que gostei muito mais de dirigir a lanchinha, sendo eu esta pessoa “barbeira” (que dirige mal pacas!). Como já disse, era legal ver a cara de desespero de Fábio a fazer promessas à virgenzinha de Guadalupe para que saíssemos vivos desta!

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Las chicas (Laura,Ana, Pati e Sheila). Imagem: Jeguiando.

Sobre o passeio, darei um step by step, uh, baby (como diria o New Kids on the Block) para que você se situe, caro jeguiante, e saiba como fazer o Jungle Tour. Ao longo da zona de Cancun que concentra a maior parte de hotéis da cidade, há várias agências que oferecem o passeio. Basta chegar lá, assinar os papéis (caso você seja comido por um crocodilo, você isenta a agência da responsabilidade), paga o equivalente a uns US$60, pega seu colete salva-vidas, mesmo que você seja um exímio nadador, e tenta entender as normas de segurança que o instrutor vai te passar. Nosso instrutor, Jorgito, estava mais preocupado em qual das quatro mocinhas (Laura, Ana, Sheila e Pati), que nos acompanhavam, ele iria passar uma cantada. O rapaz não sabia para onde olhava e eu, obviamente, só ria!

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Jungle Tour e as 4 mocinhas indefesas. Imagem: Jeguiando.

Depois de devidamente paramentados com nossos coletes incandescentes, escolhemos nossa lanchinha (2 lugares ou 4 lugares) e saímos em fila indiana pelo lago. O instrutor, sempre à frente, guia o grupo, controla a velocidade e a distância entre as lanchas. O percurso é muito gostoso de se fazer, seja pelos cabelos esvoaçando por causa do vento, pela paisagem natural, pela emoção de pegar umas ondinhas e achar que sua lanchinha vai virar e você vai virar lanche de répteis gigantes! Muito bom! Nada como viver perigosamente em ambiente razoavelmente controlado!

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Todo mundo junto pra "mó" de não se perder! Imagem: Jeguiando.

Depois que fazemos a travessia, nossas lanchinhas são amarradas umas às outras e descemos para a água para o snorkeling. Para principiantes, como nós, o passeio valeu a pena. O único problema que vejo, mas que não chega a ser muito grande, é que a concentração de pessoas na área é grande, em função da quantidade de agências que oferecem o mesmo passeio. Em alguns momentos a coisa toda fica caótica, mas dá sim para curtir, ver os peixinhos, depois que vocẽ se acostuma a respirar como Darth Vader e deixa de embaçar seu óculos de mergulho!

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Jungle Tour. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado da dica. O Jungle Tour, como disse, é um passeio para quem está começando a ter interesse em mergulhar e nada como começar de algum ponto! Em visita a Cancun, entonces, fica a dica do passeio! Até o próximo post!

Como faço o passeio? Dê um pulo na zona hoteleira de Cancun e procure a agência mais próxima.

Preço: Mais ou menos uns US$ 60,00.

Avaliação:

  • Segurança: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Vale a pena? ★★★★☆
  • Preço: ★★★★☆
  • Média: ★★★★½

#cancuncainarede.

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Cancun – O regresso

Posted by Janaína Calaça On setembro - 7 - 2009

Trocadilhos à parte, hoje vou falar sobre, como mesmo antecipa o título do post, nosso último dia em Cancun e nosso regresso ao Brasil. A birra em arrumar a mala por parte de todos só era um indício que ninguém queria abrir mão do azul indecente. No quarto, eu brigava com as malas para fazer caber toda espécie de tranqueira e lembrancinhas que eu levava, fora as tequilas de Fábio. Entre caveirinhas, iguanas, roupa limpa, roupa para lavar, a saudade que se antecipava ficava lá espremida entre nossas coisas. Chegar é fácil, partir nunca é. Pois bem, ora pois… Logo cedo fomos tomar o café da manhã com Pedro, Ricardo, Laura e Ana. Lúcia já havia embarcado de volta ao Havaí e o clima de banzo já estava instaurado. Sheila chegou tempos depois para se juntar a nós e a conversa rolou solta, com direito a imitações regionais de Pedro (Pedrinho!!! na versão pernambuquês), histórias de Ricardo e comentários sobre as peculiaridades de cada estado.

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Jegueton se despedindo de Cancun. Imagem: Jeguiando

Depois do café, fomos fazer mais uma visita ao Royal Holiday. Em um mesmo espaço, eles contam com diferentes tipos de acomodações, que vão desde as mais básicas (que de básicas não têm nada) até as mais sofisticadas, como as suítes presidenciais, mas isso será assunto para um post específico. Não adiantarei muito as coisas agora.

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Jegueton e Fábio. Céu azul, mar azul, piscina azul, camisa azul, etc, etc, etc.

Terminada a visita pelo hotel, decidimos curtir o restinho do dia na piscina, ao lado do pessoal. Ficamos então na piscina Fábio, eu, Sheila, Laura, Ana, Pati e Pedro. Ricardo, depois de Lúcia, foi o próximo a partir com destino a Tulum.

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Lúcia Malla e seu sorrisão e Ricardo lá atrás fotografando. Imagem: Jeguiando.

Entre histórias, entre experiências distintas, os poucos dias que passamos em Cancun juntos foram suficientes para deixar muitas saudades. Quando recebemos o convite para participar deste encontro de blogueiros no México, a preocupação inicial era… E aí… Quem serão essas pessoas que viajarão conosco? A Lúcia Malla já conhecíamos por causa do Blog Camp do ano passado, mas os outros eram para nós novidade.

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Fábio e Pedro achando fazendo teste para Olodum Maia. Imagem: Jeguiando.

Além de termos a oportunidade de conhecer uma cidade tão solar como Cancun, banhada por um dos mares mais azuis que já tive a oportunidade de ver de perto, esta viagem foi importante e memorável justamente pela companhia destes simpáticos blogueiros, cada um com sua peculiaridade… A Lúcia, por quem tenho grande admiração pelo seu amor e respeito pelos animais e por sua preocupação real com a manutenção do equilíbrio ecológico (aprendemos muito com você, Malla!); o Ricardo, por todas as histórias ricas de viagem que ele tem para partilhar e partilha; o Pedro, pelo humor, pelas tiradas e por ter tornado esta viagem uma grande festa (Pedrinho!!!) e a Sheila, por toda a simpatia e também por toda a experiência partilhada de sua vida de viajante. Vocês deixaram muitas saudades!

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Ana, Laura, Sheila e Pati. Foto repetida, mas tá valendo! Imagem: Jeguiando.

Apesar de ser uma viagem-encontro de blogueiros, cujos blogs são dedicados a deliciosa experiência de viajar, ainda tivemos a oportunidade de conhecer a Ana, representante da Burson-Marsteller no México, uma colombiana arretada e muito, muitoooooo engraçada (EU NÃO FALO PORTUGUÊS!), a Laura, que nos acompanhou e nos deu suporte, representando a Royal Holiday, uma mocinha que desenvolveu uma paixão avassaladora por Jegueton e por fim Pati, da Burson-Marsteller do Brasil, que também esteve ao nosso lado todo o tempo. Foi um prazer passar estes dias com vocês!

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Eu, imersa em azul. Imagem: Jeguiando.

Por fim, com todo banzo que nos aguardava, viajamos de volta para o Brasil. Pegamos o vôo das 17:30 em Cancun para a Cidade do México (20 milhões de habitantes na área metropolitana… quase uma São Paulo mexicana) e de lá voamos para o Brasil. A viagem foi cansativa… 11 horas de vôo somadas a 3 ou 4 horas de espera no aeroporto, mas valeu a pena. Como já pontuei uma vez, adicionamos mais um destino ao Jeguiando, fizemos o que mais gostamos de fazer (viajar) e de quebra ainda ganhamos de brinde a oportunidade de partilhar esses dias com pessoas bacanas… E sim, Lúcia… No fim das contas, “you know… it’s all about people…”.

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Jegueton se despedindo da piscina. Fez birra, deu coice, mordeu, mas entrou na mala!

#cancuncainarede

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1º dia em Cancun – México

Posted by Janaína Calaça On agosto - 29 - 2009

Caros jeguiantes, quebrando um pouco o protocolo, resolvi mudar a dinâmica dos nossos posts para adaptar o Jeguiando à nossa estadia em Cancun, no México. Resolvi fazer um diário de viagem para que os leitores tenham acesso a esta experiência bacana que Fábio, Jegueton e eu estamos vivenciando  juntamente com os blogueiros Pedro Serra, Lucia Malla, Ricardo Freire e Sheila Assis, experiência essa proporcionada pela Royal Holiday, que gentilmente nos convidou a adicionar mais este destino ao nosso blog.

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Jana e Jegueton em Cancun. Mar azul ao fundo! Eitcha!

Bom, para dar início a este fim de semana mais do que especial, nosso diário de viagem começa na correria para chegar ao aeroporto. Nosso vôo sairia de Guarulhos e, pra variar, pegamos um engarrafamento daqueles, mas deu tempo. Logo que chegamos, fomos para o balcão da Aeroméxico para pegarmos nossos cartões de embarque. Demos de cara, então, com Patrícia, representante da Burson-Marsteller, que logo nos reconheceu, afinal tanto eu quanto Fábio estávamos vestindo a camiseta do Jeguiando (momento propaganda descarada). Tudo bem que a camiseta não ficou como queríamos, mas valeu a intenção. Mas, voltando à viagem… Depois de devidamente apresentados, marcamos de nos encontrar momentos antes do embarque, para que todos se conhecessem antes de chegarmos a Cancun. Exceto Lucia, que estava saindo do Havaí para nos encontrar no México, os demais estavam todos no aeroporto de Guarulhos, esperando pela viagem, mas só encontramos mesmo Pedro e Pati, com quem ficamos conversando até dar o horário de pegar as malas e ir para a sala de embarque.

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Hotel Cancun Caribe Park Royal Grand. Imagem: Jeguiando.

Fábio, eu, Jegueton e Pati viajamos pela Aeroméxico e Pedro, Ricardo e Sheila pela Mexicana. A fila para o embarque internacional tava pior que fila de INSS ou de distribuição de sopão. Ê beleza… A viagem foi longa. Muitoooooo longa. Depois de um vôo de 9 horas de São Paulo até a cidade do México (que me deixou com cãimbras na bunda), saímos correndo para fazermos a conexão para Cancun. Devido a um atraso de meia hora do nosso vôo, de uma fila gigante na imigração, pegamos o  avião nos últimos minutos do segundo tempo. O vôo para Cancun estava lotado, mas foi divertido. Fiquei contando a quantidade de senhores e seus bigodões e de senhoras com suas franjas armadas por bobbies, dignos de novelas mexicanas, como as que compõem a trilogia Maria do Bairro, Marimar e Maria Mercedes. Nem tudo é clichê, tá? Ah,  nota para aterrissagem… Foi tão tosca, que achei que o comandante estava brincando de pilotar Teco-Teco ou estava com a cara cheia de tequila!

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Vista da varanda de nosso quarto. Imagem: Jeguiando.

Já em Cancun, vivos e precisando de um banho, encontramos com Laura, representante da Royal Holiday, que foi nos receber no aeroporto. Enquanto pegávamos nossas bagagens, encontramos com Pedro e Ricardo e, pouco tempo depois, descobrimos que a bagagem deles não tinha vindo no mesmo vôo, o tipo de transtorno chato que temo em viagens internacionais, mas tudo bem. Lucia chegou e ficamos batendo papo na van (o calor do lado de fora estava de matar). Depois de algum tempo, Pati apareceu com Laura, Sheila, Pedro e Ricardo e do aeroporto partimos para o hotel, com a promessa de que as bagagens seriam enviadas.

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Sheila Assis, Ricardo Freire e Lucia Seale.

Durante o percurso, fiquei observando a cidade. Cancun é extremamente limpa, pontuada de áreas verdes e voltada para o turismo, que acredito ser um dos pilares da economia do lugar. Passamos por uma área que é quase que exclusivamente ocupada por grandes hotéis e muitos (muitos) restaurantes. Quando chegamos ao Cancun Caribe Park Royal Grand,  um dos hotéis da rede Royal Holiday, fomos encaminhados para nossos quartos para posteriormente almoçarmos. A primeira coisa que vi, da varanda do nosso quarto, onde Fábio, Jegueton e eu ficaremos hospedados até o dia 2, foi um mar profundamente azul. Um mar com vários tons de azul… Um dos mais belos que vi até hoje. Foi gostoso olhar aquele mar depois de horas cansativas de vôo. Tudo vale a pena pra ficar diante de algo tão bonito assim.

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Jegueton y su sombrero. Regalo de Pedro Serra. Imagem: Jeguiando.

Almoçamos todos juntos. Comemos, Fábio e eu, quesadillas com bastante guacamole. Rimos muito, conversamos mais ainda e, no primeiro contato com o grupo, fiquei com a impressão que esta viagem será muito agradável. Sem rasgação de seda (não sou adepta a isso), me senti extremamente à vontade com todos, especialmente com Pati, que acabou se aproximando bastante de nós e se tornando uma companhia bacana nesta viagem.

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Patrícia e Jegueton. Olha como o jegue tá dengoso!

Bom, depois do almoço (que tava booooooom), Fábio e eu caímos no mar. Deixamos nossas coisas em uma cadeirinha na praia e fomos sentir de perto o poder daquelas águas tão azuis. A tarde foi muito agradável e, apesar do cansaço, conseguimos relaxar antes do jantar que nos esperava à noite.

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Pedro Serra y Jegueton. Empresta o bigode a Jegueton aí, meu fio!

Por volta das 6:30, encontramos o pessoal no hotel. Jegueton ganhou um simpático sombrero (chapéu típico mexicano) de Pedro, que adotou nosso jegue como sobrinho ou algo assim. Falando nisso, Jegueton tem feito sucesso por aqui! Convenhamos… Não é todo dia que se vê um bichinho tão simpático como nosso mascote! Aproveitando a deixa… Obrigada, Pedro, pelo presente  dado ao nosso burrinho!

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Laura, da Royal Holiday e Fábio. Ricardo Freire de costas e Ana, da Burson México.

Tiramos várias fotos antes do jantar, o que acabou aproximando mais ainda quem embarcou nesta viagem a Cancun. Conheci a Ana, representante da Burson-Marsteller no México, e daqui fomos conhecer o Park Royal Cancún, mais um dos hotéis da rede Royal Holiday, que tem de mim uma ótima impressão por toda a estrutura oferecida. Bom, depois de conhecermos as instalações do Royal Cancún, fomos jantar. Mais fotos, muita conversa, tentativas diversas de comunicação (tá uma mistureba gostosa de português, espanhol, inglês e daqui a pouco rola até mímica e a gente vai acabar brincando de Imagem & Ação!). Batemos muito papo sobre mídias sociais, conhecemos um pouco mais da história de cada blog, declaramos amor ao Twitter (vinho na cabeça… é nisso que dá) e, depois de um jantar super gostoso (só faltaram os mariachis tocando em nossos ouvidos), voltamos felizes, contentes e saltitantes para o hotel, de onde escrevo agora, com uns “vinos” na cabeça, embalada pelo som gostoso das ondas e feliz por fazer parte desta experiência, que me trouxe a um destino novo, entre pessoas novas com objetivos comuns… Partilhar, através desta extensão nossa, que são os blogs, a paixão que temos por viajar!

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Lucia, Sheila, Laura e Fábio. Todo mundo tentando se comunicar. Rola mímica aí?

Fim do primeiro dia em Cancun! Xô dormir, senão amanhã vão ter que me tirar da cama na base do reboque!

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Jegueton, el borracho!

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