Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Xcaret – México – Parte III

Posted by Janaína Calaça On outubro - 25 - 2009

Como havia prometido, hoje vamos falar do espetáculo que encerra, diariamente, as atividades no Xcaret. O Xcaret México Espetacular trata-se de um espetáculo teatral que traz um breve panorama do período pré-colonial, da invasão dos espanhóis, da conquista do território correspondente ao México hoje, a dizimação e conquista do povo Maia e, por fim, a gênese das diferentes manifestações culturais, que juntas compõem o mosaico da cultura mexicana. O espetáculo dura por volta de duas horas, pontuadas de muita música e por um figurino impecável.

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Ator caracterizado de Maia. Imagem: Jeguiando.

O espetáculo já tem seu início com atores espalhados ao longo do caminho até o teatro, devidamente caracterizados, representando o povo Maia.

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Ator caracterizado de Maia. Imagem: Jeguiando.

Vestidos de onças, corujas, jaguar, os atores já antecipam a atmosfera do espetáculo, ambientando o visitante à proposta da peça teatral.

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Xcaret México Espetacular. Mesa. Imagem: Jeguiando.

Em um teatro rodeado de grandes arquibancadas, os visitantes vão se acomodando e recebendo, cada um, uma vela acesa. O espectador acaba por fazer parte também do espetáculo. O teatro oferece as opções de assistir à peça saboreando um jantar ou a opção de apenas assistir ao espetáculo. À convite da Royal Holiday, assistimos à peça e jantamos no próprio Xcaret.

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Xcaret México Espetacular. Mesa. Imagem: Jeguiando.

Bom, mas vamos ao espetáculo em si. Com uma equipe de mais ou menos 300 atores, o Xcaret México Espetacular tem seu início com a lenda Maia da criação do universo. A gênese do mundo acaba se misturando com a gênese do próprio povo Maia na montagem.

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Jogo de Pelota Pré-Hispânico (ou Bundebol...hehehe). Imagem: Jeguiando.

A primeira metade do espetáculo centra o olhar na era pré-hispânica, ou seja, que antecede a chegada dos espanhóis no território que hoje corresponde ao México. Entre a reconstrução de rituais sagrados, a peça também traz costumes Maias como, por exemplo, o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico, que consistia em tentar acertar a bola na circunferência, mostrada na foto acima. Detalhe que o gol era feito com a bunda! Não havia chutes com os pés, mas sim com os glúteos!

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Invasão espanhola do território Maia. Imagem: Jeguiando.

Entre ritos e costumes, a sociedade Maia era retratada através de uma releitura histórica. Achei interessante usarem como representação da construção desta sociedade através da imagem das colunas Maias, como vemos na fotografia acima. No palco, os atores construíram, peça por peça, as colunas.

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Colonização. Imagem: Jeguiando.

Um dos pontos mais tocantes da apresentação foi sem dúvida a passagem voltada para a invasão espanhola do território Maia. Foi retratada a chegada dos espanhóis, o estranhamento do primeiro contato, o conflito, a guerra e por fim o momento em que os Maias são subjugados, dizimados e têm não só sua configuração social destruída como também suas manifestações culturais. Como vêem, no lugar das colunas Maias, uma cruz é fincada no que restou das construções, representando a violência do processo de conquista territorial. Até este ponto, achei que a montagem tinha sido genial, mas um ponto na apresentação me incomodou bastante… Depois desta cena, tão alegórica e forte, o roteirista deu uma derrapada quando escreveu uma cena em que, depois de tantas manifestações claras de violência, uma espécie de “festa de confraternização de povos acontece”, o que supostamente daria origem ao que seria hoje o povo mexicano. #FAIL. Romantizar violência física e um processo igualmente violento de aculturação definitivamente foi uma pisada feia na bola!

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Birras à parte, após a suposta gênese do povo mexicano, pontuada pela “junção amigável aparente” de espanhóis e nativos, a apresentação seguiu seu rumo. Agora, já na segunda metade do espetáculo, a proposta era representar as várias manifestações culturais, presentes em cada cidade Mexicana.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Para apresentar um panorama breve da pluralidade cultural do México, cada cidade, as principais, foram retratadas com relação às suas principais manifestações e símbolos identitários. Vestimentas, canções, tudo marcava a participação das cidades mexicanas na composição deste mosaico grandioso e rico que é a cultura mexicana.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Entre canções conhecidas e símbolos que já povoam nosso imaginário de estrangeiro, como as vestimentas e os mariachis, o espetáculo surpreendeu por suas cores e pela beleza das manifestações.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Fiquei com vontade de conhecer Vera Cruz só por causa do polvo gigante. :P

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Algumas canções, que embalaram as apresentações, são velhas conhecidas nossas, aqueles clichês que já ouvimos pelo menos em alguma animação ou episódio do Chaves como, por exemplo, El Jarabe Tapatío. Se você, caro jeguiante, não conhece a música de nome, dê uma olhada neste vídeo e vê se lembra!

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Outra canção que faz parte também do espetáculo é El Conejo, também velha conhecida. Que tiver curiosidade, é só dar uma olhada no vídeo. A canção demora um pouco de começar, mas vale a pena assistir.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

O espetáculo, com certeza, é o ponto alto do dia, para quem segura o cansaço e decide ficar para assistir. Tirando realmente a festa de confraternização entre Maias e espanhóis, vale a pena assistir, principalmente pelo cuidado em mostrar, em poucas horas, a multiplicidade de manifestações culturais presentes no imaginário mexicano.

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

O encerramento da peça teatral se dá com a entrada dos atores com bandeiras de várias partes do mundo, talvez tentando simbolizar a receptividade daquela terra aos que vêm de fora como nós. Com vôos de araras treinadas, o espetáculo é encerrado ao som de México en la piel. Do que tinha de gente fungando de chorar… Confesso… Eu era uma delas! Eu assumo, tá?

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Xcaret México Espetacular. Imagem: Jeguiando.

Bom, para encerrar nosso post, deixo vocês com a canção que encerra o Xcaret México Espetacular.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos os dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Xcaret – México – Parte II

Posted by Janaína Calaça On outubro - 21 - 2009

Dando continuidade à série de posts sobre o Xcaret, vamos falar um pouco mais sobre as atrações do ecoparque. Como falei no post anterior, o parque traz opções diversas para os visitantes de todas as idades. Snorkeling, travessia no Rio del Paraíso numa espécie de balsa, visita à granja de cogumelos comestíveis, ao orquidário, às zonas arqueológicas, aos criadouros de macacos, de manatis, de morcegos, de insetos variados, borboletas e de felinos, como o Jaguar e relaxar na praia e nas piscinas naturais são algumas das opções oferecidas no pacote básico. Hoje, vamos falar da nossa visita à uma réplica de uma típica fazenda mexicana, do show de cavalos e de mariachis que assistimos. O espetáculo teatral, que trata do panorama da colonização espanhola no que hoje configura o México, será assunto para o próximo post.

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Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

Ao lado do restaurante La Cocina, acontece diariamente um show de exibição de cavalos, montados não somente por homens como também por mulheres. Antes do show efetivamente começar, os cavaleiros e as amazonas (digamos assim) fazem uma demonstração de montaria em uma praça localizada diante da réplica de uma casa de fazenda mexicana e de uma plantação de agave, planta utilizada na produção de tequila.

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Show de cavalos. Imagem: Jeguiando.

O show de cavalos, para quem aprecia, é bonito de ver e é acompanhado por canções entoadas por uma cantora de voz potente, que dá o tom da apresentação. Eu, particularmente, gostei de assistir ao show, mas confesso que o que mais gostei de ver foi uma apresentação musical de um grupo de simpáticos mariachis, o clichezão adorável que se espera ver em uma viagem ao México!

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Show de Mariachis. O bigodudo fazendo pose para mim! Imagem: Jeguiando.

Depois de assistir ao show de cavalos, Fábio e eu fomos visitar a réplica de uma fazenda mexicana. Portas grandes, janelas de madeira e muito colorido. Apesar de ser tudo cenográfico, ainda assim é gostoso visitar. As cores fortes me atraem e fiquei realmente encantada com os objetos espalhados pela casa de fazenda. Pratos, iguanas bordadas, tudo era um convite aos olhos.

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Réplica de uma fazenda mexicana. Imagem: Jeguiando.

Na casa, cada cômodo, desde a sala de jantar até o quarto das crianças, foram retratados. Móveis pesados, feitos de madeira, azulejos coloridos no chão… Um festival de cores e detalhes para serem apreciados por aqueles que gostam deste tipo de atração.

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Sala de jantar da casa de fazenda. Imagem: Jeguiando.

Apesar do preço a ser pago para visitar o Xcaret ser um pouco salgado, há de convir que a estrutura toda oferecida, os detalhes, as atrações justificam o preço e olha que sou também bastante mão-de-vaca!

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Quarto de casal da casa. Imagem: Jeguiando.

Uma das coisas que gostei muito de ter visto também foram os diversos painéis, que traziam um dos ícones mais famosos da cultura mexicana: as caveirinhas do Dia dos Mortos. A data já era celebrada antes mesmo da colonização espanhola e é uma festa comemorada com muita música, comida e doces. Os doces preferidos da criançada são as caveirinhas de açúcar. E… Para não fugir da tradição… Trouxe umas dessas para casa, como lembrança desta rápida passagem pelo México. Quer saber um pouco sobre o Dia dos Mortos, acesse a Wikipedia.

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Caveirinhas do Dia dos Mortos. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado de conhecer um pouco mais o Xcaret e no próximo post, o último da série, falaremos sobre o espetáculo teatral que encerra o dia passado no parque. Até o próximo post e fiquem com esta plaquinha graciosa que fala sobre Jegueton e sobre seus parentes!

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Jegues são legais, mas não encham o saco deles! Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Xcaret – México – Parte I

Posted by Janaína Calaça On outubro - 20 - 2009

Caros jeguiantes,  hoje falaremos um pouco sobre o Xcaret, um dos ecoparques localizados em Cancún, a 70 km da zona hoteleira, que tivemos a oportunidade de conhecer em nossa viagem ao México à convite da Royal Holiday. Cancún é um destino de beleza esculpida, digamos assim. As belezas naturais foram devidamente trabalhadas para encher os olhos. Retoque estético, diria assim, mas é um destino agradável e a cor daquele mar é sem dúvidas argumento suficiente para colocar o destino nos planos. Além das águas indecentemente azuis, Cancún conta com uma estrutura de lazer variada, como o Jungle Tour, de que falamos, mergulho com tanque, passeio em pequenos submarinos, restaurantes variados e os ecoparques. Para quem curte ecoturismo, obviamente um ecoparque não chama a atenção, justamente pelo toque cenográfico, mas ainda assim é uma opção interessante para famílias, que queiram passar um dia diferente com opções que agradem a todos. Como as atrações são variadas, dividirei este post em partes. Nesta primeira etapa, falarei das atrações inclusas no pacote básico e no Xcaret Plus e das atividades que realizamos durante o dia e no próximo post me dedicarei ao Espetáculo que acontece à noite.

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Praia em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

O slogan do Xcaret é “Um dia não é o suficiente” e realmente faz sentido. É um slogan honesto, diria. Devido à variedade de atrações, o visitante acaba saindo do parque com a sensação de que não aproveitou nem metade do que poderia ter aproveitado, tanto que o Xcaret oferece aos visitantes a opção de pagar metade do valor do ingresso no segundo dia.

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Fábio, seu bigode tosco e eu fazendo flutuação e snorkeling. Imagem: Jeguiando.

As opções de preço são variadas. O plano básico de admissão custa 69,00 dólares para adultos e para crianças 34,50 dólares, mas acredito que não valha muito a pena, já que o visitante acaba tendo que alugar todos os equipamentos, como toalhas, óculos e snorkel, nadadeiras, entre outros, para poder participar das atividades. O Xcaret Plus custa 99 doláres para adultos e 49,50 dólares para crianças e inclui almoço em um dos restaurantes do parque, 2 bebidas como água e refrigerante e equipamentos.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Há atrações inclusas no pacote e há as atrações oferecidas fora do pacote. Além de poder caminhar por toda a área do parque, observar a flora e poder ver de perto alguns animais e as ruínas Maias, o visitante pode ainda fazer flutuação no rio com snorkel, atividade que tive a oportunidade de fazer juntamente com Fábio e a turma de blogueiros que viajou conosco. Algumas atrações acontecem também em momentos específicos do dia, como o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico e a apresentação dos Voladores de Papantla, de Veracruz.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Como disse, o visitante tem direito à uma refeição em um dos restaurantes do parque. Escolhemos almoçar no La Cocina, dedicado à gastronomia mexicana. O buffet é farto. As opções de pratos quentes, frios e sobremesas são múltiplas e dá para experimentar um pouco de cada. Como Cancún é um destino frequentado principalmente por americanos, obviamente a gastronomia em um parque como esse é adaptado ao paladar do turista, logo a pimenta, tão presente na cozinha mexicana, é amenizada nos pratos e geralmente servida à parte e não utilizada na preparação. Dentre as outras opções de restaurantes, há o Dos Playas, o La Península, o La Laguna, o La Orquidea, o La Lisla, o La Caleta, El Manglar, o Comida Rápida, o Gran Tlachco e o Bar en las Rocas. A variedade grande de restaurantes visa não só comportar o volume grande de visitantes como também dar opções àqueles que apreciam frutos do mar, por exemplo.

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois que almoçamos no La Cocina, assistimos ao show dos Voladores de Papantla. Lindo show por sinal. No alto desta espécie de mastro, os voladores, presos em cordas, vão descendo até o chão à medida que o carretel é desenrolado. Por fim, no chão, os quatro voladores seguram a corda e esperam o último artista descer e fazer pequenas acrobacias no ar. Já em terra, o espetáculo continua. O grupo faz uma dança (não sei de da chuva ou algo assim) e termina o espetáculo girando neste instrumento visto logo abaixo, que realmente não sei como se chama. Lindo espetáculo!

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois da apresentação, Fábio e eu fomos visitar as ruínas Maias, localizadas na área do parque. Obviamente não são grandiosas como as localizadas em Tulum, por exemplo, mas dá um gostinho e desperta a vontade de realmente, em uma outra oportunidade de viagem, visitar as grandes ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

É emocionante imaginar que há séculos, funcionava um centro comercial neste espaço, que hoje se apresenta em ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Fizemos várias fotos, mas como o post não pode virar um tratado, tentamos trazer as ruínas maiores localizadas na área de Xcaret.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Além das ruínas, visitamos o aquário do Xcaret, os tanques com as gigantescas tartarugas e ainda arraias. A proposta do aquário é não só promover um momento educativo e interativo para visitantes, como também apresentar uma pequena mostragem da riqueza marinha da região. Neste ponto, gostei da proposta do Parque.

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Aquário de Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Se há algo em que realmente acredito é que assimilamos muito mais um conhecimento quando estamos relaxados e consequentemente mais receptivos. A interação com a natureza, com os animais, com a flora, cria vínculos que em uma sala de aula, em um espaço de educação formal, se torna mais difícil estabelecer.

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Arraias. Imagem: Jeguiando.

O nível de interação é tão grande que há opções de atividades como nado com alguns animais, só que este tipo de atividade não vem inclusa nos pacotes básicos. Quando o visitante chega ao Xcaret, há guichês que oferecem os passeios, como nado com tubarões, nado com golfinhos e o Sea Trek, em que você caminha em uma espécie de escafandro e ver de pertinho peixes, tartarugas, etc. Fábio, Lucia Malla, Pedro, Sheila e eu optamos por fazer o nado com tubarões e foi uma experiência gostosa. Nadamos com Tubarões-lixa, muito dóceis. Tivemos uma aula antes de como nos portar com os animais e por fim assistimos uma aula sobre preservação e sobre a situação em que se encontram os tubarões, devido à pesca predatória. Proposta realmente interessante!

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Tubarão-lixa. Imagem: Jeguiando.

Bom, para finalizar este primeiro post sobre o Xcaret, deixo vocês com as imagens da praia do parque e das piscinas naturais. Como disse no início do post, como o parque tem muitas atividades, que acho realmente interessantes de serem pontuadas, resolvi dividir o post em duas ou três partes. Este primeiro foi dedicado especificamente a falar muito brevemente sobre as atrações e sobre a estrutura do parque. No próximo ou nos próximos posts, falarei dos espetáculos que rolam por lá. Aguardem!

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Piscinas naturais. Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Jungle Tour – Cancun

Posted by Janaína Calaça On outubro - 8 - 2009

Caros jeguiantes, dando continuidade à série de posts sobre nossa viagem à Cancun, à convite pela Royal Holiday, hoje vamos falar sobre um dos passeios que tivemos a oportunidade de fazer, o Jungle Tour. Calma, o máximo de jungle que tem neste passeio é o nome. Nada de trilhas em mata fechada, de bichinhos felizes, roupa cáqui e banhos de repelente de mosquito! O Jungle Tour é um passeio que consiste em travessia por um lago cheio de crocodilos legais, esperando que você tome um tombo da lanchinha e faça seu lanchinho virar um banquete e snorkeling em um recife de corais. Confesso que gostei muito mais de dirigir a lanchinha, sendo eu esta pessoa “barbeira” (que dirige mal pacas!). Como já disse, era legal ver a cara de desespero de Fábio a fazer promessas à virgenzinha de Guadalupe para que saíssemos vivos desta!

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Las chicas (Laura,Ana, Pati e Sheila). Imagem: Jeguiando.

Sobre o passeio, darei um step by step, uh, baby (como diria o New Kids on the Block) para que você se situe, caro jeguiante, e saiba como fazer o Jungle Tour. Ao longo da zona de Cancun que concentra a maior parte de hotéis da cidade, há várias agências que oferecem o passeio. Basta chegar lá, assinar os papéis (caso você seja comido por um crocodilo, você isenta a agência da responsabilidade), paga o equivalente a uns US$60, pega seu colete salva-vidas, mesmo que você seja um exímio nadador, e tenta entender as normas de segurança que o instrutor vai te passar. Nosso instrutor, Jorgito, estava mais preocupado em qual das quatro mocinhas (Laura, Ana, Sheila e Pati), que nos acompanhavam, ele iria passar uma cantada. O rapaz não sabia para onde olhava e eu, obviamente, só ria!

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Jungle Tour e as 4 mocinhas indefesas. Imagem: Jeguiando.

Depois de devidamente paramentados com nossos coletes incandescentes, escolhemos nossa lanchinha (2 lugares ou 4 lugares) e saímos em fila indiana pelo lago. O instrutor, sempre à frente, guia o grupo, controla a velocidade e a distância entre as lanchas. O percurso é muito gostoso de se fazer, seja pelos cabelos esvoaçando por causa do vento, pela paisagem natural, pela emoção de pegar umas ondinhas e achar que sua lanchinha vai virar e você vai virar lanche de répteis gigantes! Muito bom! Nada como viver perigosamente em ambiente razoavelmente controlado!

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Todo mundo junto pra "mó" de não se perder! Imagem: Jeguiando.

Depois que fazemos a travessia, nossas lanchinhas são amarradas umas às outras e descemos para a água para o snorkeling. Para principiantes, como nós, o passeio valeu a pena. O único problema que vejo, mas que não chega a ser muito grande, é que a concentração de pessoas na área é grande, em função da quantidade de agências que oferecem o mesmo passeio. Em alguns momentos a coisa toda fica caótica, mas dá sim para curtir, ver os peixinhos, depois que vocẽ se acostuma a respirar como Darth Vader e deixa de embaçar seu óculos de mergulho!

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Jungle Tour. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado da dica. O Jungle Tour, como disse, é um passeio para quem está começando a ter interesse em mergulhar e nada como começar de algum ponto! Em visita a Cancun, entonces, fica a dica do passeio! Até o próximo post!

Como faço o passeio? Dê um pulo na zona hoteleira de Cancun e procure a agência mais próxima.

Preço: Mais ou menos uns US$ 60,00.

Avaliação:

  • Segurança: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Vale a pena? ★★★★☆
  • Preço: ★★★★☆
  • Média: ★★★★½

#cancuncainarede.

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Férias estilo Royal Holiday

Posted by Fabio On setembro - 20 - 2009

Rá! Se você pensa que nossa viagem para Cancún se resumiu a praias paradísicas, piscinas relaxantes, jacuzzi na varanda, snorkeling em corais, pilotar lanchas em uma lagoa repleta de crocodilos, nadar por rios subterrâneos e mergulhar com tubarões, sinto-lhe dizer caro leitor, mas dessa vez você se enganou!

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Um dos hotéis pertencentes ao Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Nesses 4 dias que ficamos por lá, além de todas essas coisas chatas que mencionei acima, também tivemos a oportunidade de obter um panorama geral de como anda o turismo no México bem como conhecer um pouco mais sobre nosso anfitrião, o grupo Royal Holiday.

Enrique nos falando sobre turismo no México e sobre a Royal Holiday

Enrique nos falando sobre turismo no México e sobre a Royal Holiday

No segundo dia da viagem fomos recebidos para um café da manhã com Enrique Aguirre, Chief Quality Officer do grupo, que nos falou um pouco sobre como anda o mercado de turismo no México depois de ter sofrido baques enormes com o furacão Wilma em 2005, a crise econômica mundial, que estourou no final de 2008, e, mais recentemente, a gripe suína que provocou pânico em todo continente.

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Royal Holiday. Piscina de um dos resorts. Imagem: Jeguiando.

Enrique nos falou sobre a campanha Vive México, lançada pelo governo federal com a intenção de motivar o turismo no país, e fazer crescer o turismo interno, bem como aumentar o interesse pelo México nos turistas de outros países. Inclusive cheguei a ver um out-door da campanha próximo do aeroporto de Guarulhos.

Torre Principal do Cancun Caribe Park Royal Grand. Foto: Royal Holiday

Torre Principal do Cancun Caribe Park Royal Grand. Foto: Royal Holiday

O fato dessa campanha ser veiculada também em outros países é muito importante, pelo fato de aumentar a gama de pessoas interessadas em conhecer o México, diminuindo um pouco a dependência dos Estados Unidos, país que mais envia turistas extrangeiros ao México. Porém, na minha opnião, para algo assim dar certo aqui no Brasil, a política de vistos do governo mexicano deveria ser revista, pois a exigência de visto acaba fazendo com que muitas pessoas acabem optando por outro destino, principalmente em lugares em que não exista nenhuma representação consular do México.

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Royal Holiday. Piscina de um dos resorts. Imagem: Jeguiando.

Além do mercado de turismo no México, Enrique no contou um pouco sobre os negócios da Royal Holiday e seu clube de férias, que me pareceu uma idéia bem interessante, onde alguém compra uma associação que dá direito a tirar férias uma vez por ano, onde quiser.

Quarto Torre Royal do Cancun Caribe Park Royal Grand. Foto: Royal Holiday

Quarto Torre Royal do Cancun Caribe Park Royal Grand. Foto: Royal Holiday

Cada filiação dá direito a alguns pontos anuais, e esses pontos podem ser trocados por diárias em mais de 180 destinos no mundo ou 3000 rotas de cruzeiros pelos sete mares. O tipo de afiliação define quantos pontos você terá direito por ano, sendo que os pontos podem ser acumulados de um ano para outro.

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Estilo Royal Holiday de aproveitar as férias. Imagem: Jeguiando.

Isso dá ao viajante flexibilidade para escolher para onde e quando ir, além do tipo de alojamento desejado. Caso o viajante opte pelo México como destino tem a oportunidade de ficar em um dos hotéis da rede Royal Holiday. Caso escolha outro país, não tem problema, a Royal Holiday mantém um sistema de parcerias com redes hoteleiras ao redor do mundo. No Brasil é a rede Othon.

Jacuzzi Suite Presidencial do Park Royal Cancun. Foto: Royal Holiday

Jacuzzi Suite Presidencial do Park Royal Cancun. Foto: Royal Holiday

Falando em hotéis, também tivemos a oportunidade de conhecer dois pertencentes a rede Royal Holiday: Cancún Caribe Park Royal Grand (onde ficamos hospedados) e o Park Royal Cancún. Ambos com altíssimo padrão e excelente atendimento, lugares que com certeza eu voltaria.

Eu curtindo o estilo de férias Royal Holiday

Eu curtindo o estilo de férias Royal Holiday

Sem dúvida, o estilo de férias Royal Holiday foi uma experiência e tanto e recomendo. Aguardem mais posts sobre nossa curta, porém aprazível, estada em Cancún. :)

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