Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Plaza Dorrego Bar – Buenos Aires

Posted by Janaína Calaça On agosto - 15 - 2009

Há algum tempo, escrevemos um pouco sobre um dos nossos bairros mais queridos de Buenos Aires: San Telmo. Em nossa primeira viagem para a Argentina, conhecemos um senhor e sua filha durante a ceia de ano novo, em um restaurante que infelizmente não recordo o nome. Enquanto conversávamos, pedimos dicas de lugares que deveríamos conhecer no último dia que nos restava na cidade. Eles nos falaram de forma tão carinhosa de San Telmo, que tivemos que ir lá para entender a razão deste bairro despertar tanta emoção naqueles dois argentinos simpáticos, que tivemos a alegria de conhecer. Ah! E contra todos os clichês… Sim, os argentinos geralmente são simpáticos!!! Mas, continuando nossa historinha, conhecemos San Telmo e entendemos sua atmosfera. Como disse uma vez, o bairro é quase uma porta para viajar no tempo e, para sintetizar um pouco mais esta atmosfera, que vamos falar hoje de um Café, que acompanhou um pouco dos anos de história deste lugar: o Plaza Dorrego Bar.

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Plaza Dorrego Bar. Imagem: Jeguiando.

Conhecemos o Dorrego Bar enquanto caminhávamos por San Telmo e procurávamos pela feira de antiguidades, que acontecia sempre aos domingos. Como era dia de ano novo, o que encontramos foram apenas garrafas de champagne, sidra e cerveja nas calçadas, pessoas sonolentas sentadas na soleira das portas, aproveitando aquele domingo solar de início de novo ano. Debaixo de um solzinho, a sede logo veio e começamos a procurar um cantinho para tomar algo, nem que fosse uma “gaseosa de ocho pesos” (piada interna!). Encontramos, então, este Café.

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Plaza Dorrego Bar. Imagem: Jeguiando.

Logo que entramos, nos deparamos com um senhor limpando o balcão e com todas estas peças, que tentamos resgatar da memória através das fotografias. O Café era uma loja de antiguidades, sem que nada estivesse à venda! Cada pedacinho deste lugar é um convite aos olhos. A madeira, tanto dos balcões como do revestimento das paredes, guarda mensagens, assinaturas, lembranças daqueles que por ali passaram. As paredes também exibem quadros como de Marylin Monroe, que devem datar da época de seu auge. Garrafas antiquíssimas preenchem os espaços de história, assim como quadros de Gardel e visíveis declarações de amor à Argentina.

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Vai um alfajor, aí? Imagem: Jeguiando.

Sentamos em uma das mesinhas de madeira e ficamos por lá um tempo, observando do chão quadriculado ao teto. De vez em quando, um ou outro senhor, vestido com seu paletó, entrava no café e era como se realmente viajássemos no tempo. Um tangão, como de praxe, tocava.

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Registradora de mil novescentos e guaraná com rolha! Imagem: Jeguiando.

O impacto, que um lugar deste causa às pessoas que valorizam o tempo, sua passagem e suas marcas, é grande, principalmente porque, apesar de muitos só olharem para frente e desprezarem a importância da memória, há sempre um lugarzinho que faz questão de preservar um pouco de passado e apontar para a sua relevância na construção do presente. Para compreender uma cidade como Buenos Aires, pontuada de monumentos históricos, de cafés, de museus e de orgulho de seu passado, é importante conhecer lugares como este e compreender sua dinâmica. Para quem tem planos de conhecer a cidade, já deixo então como dica o Dorrego Bar, por sua peculiaridade e por seu comprometimento em resguardar o passado para que outras gerações possam revisitá-lo.

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Plaza Dorrego Bar. Imagem: Jeguiando.

O Café está situado na Defensa 1096 / 98 em San Telmo. O telefone de contato é 4361 0141.

Avaliação:

  • Qualidade dos pratos: ★★★☆☆
  • Atendimento: ★★★☆☆
  • Preço: ★★★☆☆
  • Estrutura: ★★★★★
  • Média: ★★★½☆

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El Samovar de Rasputin – Onde comer barato no Caminito

Posted by Fabio On agosto - 13 - 2009

Já que falamos do Caminito, no bairro de La Boca em Buenos Aires, chega um momento que você está cansado de olhar as casinhas coloridas e os bonecos de Maradona e tudo que você quer é um lugar legal para repousar seus doloridos pés e dar uma refrescada na goela com uma agradável Quilmes gelada.

No Caminito não faltam opções, porém, como em todo lugar de alta atividade turística, os bares e restaurantes disponíveis geralmente são mais caros que em outras áreas frequentadas por nativos. Algumas vezes esse mais caro quer dizer: “Vamos enfiar a faca nesses turistas!”.

Vista externa. Até os cães são bem vindos. :)

Vista externa. Até os cães são bem vindos. :)

Mas antes que você pense em “picar a mula” para outro bairro menos turístico e mais acessível, lhes digo que nem tudo está perdido! Apresento-lhes o “El Samovar de Rasputin“, que eu poderia facilmente definir como sendo um verdadeiro tango del criollo loco, a versão porteña para o samba do crioulo doido.

Visto de fora parece um bar normal com mesas à porta protegidas por guarda-sóis com propaganda de cerveja, mas do lado de dentro é que estão os atributos que lhe confere o título de um dos lugares mais viajandões que já vi. A decoração é uma mistureba só. Recortes de jornais com fragmentos de tempo se espalham pelas paredes, junto com cartazes de propagandas diversas. Retratos de ídolos pop como Bob Marley se fundem com ícones nerds de Star Wars. Fotos de mulheres peladas também ilustram o local, que conta com objetos inusitados pendurados no teto como por exemplo uma perna de manequim.

Passado o choque inicial, você se dará conta da riqueza cultural reunida em um só lugar. Tudo isso graças a Napo, um argentino figuraça que morou um tempo na Bahia (em Morro de São Paulo se não engano) e que já trabalhou de mecânico naval até dono de antiquário, passando por pizzaiolo, e radialista em um programa de blues. Falando em blues, Napo nos informou que a noite o Samovar deixa de ser um bar-restaurante qualquer e se transforma num reduto musical onde se pode apreciar o melhor do jazz e blues criado na Argentina.

Balcão e mais um monte de coisas legais para ver.

Balcão e mais um monte de coisas legais para ver.

O atendimento do lugar é fora de série, além das meninas gentis que trabalham lá, o próprio Napo se encarrega de servir os clientes e entre um atendimento e outro ele para um pouco e senta em tua mesa para bater um papo pra lá de agradável com muitas histórias e piadas. Vale a pena ir no lugar só pelo prazer de conhecer o cara.

Além disso, o preço é honesto, ou seja: você não vai pagar o imposto-turista que muitos lugares acrescentam no valor dos itens oferecidos.

Ah! Já ia me esquecendo o assunto principal desse post que é comida e bebida. Lá no Samovar serve-se bebidas diversas como cerveja, refrigerantes, drinks e outras coisas que se serve em um bar, sem esquecer da carta de vinhos. Para comer tem massas, tira-gostos (picadas) diversos e a famosa parillada, o churrasco argentino. Também rola uns sandubas pra quem está com pressa. Enfim, não é nada de excepcional, mas o excelente atendimento, a atmosfera cultural e os preços justos fazem o lugar valer a pena de ser conhecido.

Olha a perna ali ó!

Olha a perna ali ó!

  • Comida: ★★★☆☆
  • Atendimento: ★★★★★
  • Preço: ★★★★★
  • Localização: ★★★★★
  • Média: ★★★★½

O Samovar de Rasputin fica na Rua del Valle Iberlucea, 1251, coladinho ao Caminito no bairro de La Boca, e vale muito a pena de ser conhecido.

Jegueton aprovou o Samovar de Rasputin

Jegueton aprovou o Samovar de Rasputin

Então lembre-se: depois curtir o passeio no Caminito vá dar uma relaxada no Samovar, você não vai se arrepender!

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Caminito – Buenos Aires

Posted by Janaína Calaça On agosto - 11 - 2009

Já visitamos a Argentina durante dois anos seguidos: entre 2007/2008 e 2008/ 2009 e digo, tranquilamente, que foi uma de nossas viagens mais divertidas até agora. Viajamos basicamente para duas cidades argentinas: Buenos Aires e Rosário e vamos tentar passar, através dos posts, a sensação gostosa que é a de visitar estas duas cidades. Começaremos por Buenos Aires, por ser um ponto de grande visitação e que, a cada ano, atrai mais e mais turistas. Na primeira vez que viajamos para Buenos Aires, passamos apenas 4 dias (fomos passar a virada de ano), o suficiente para querer retornar à cidade e em nosso retorno, passamos 20 dias. Nossa escolha por uma estadia mais longa teve haver com o fato de que queríamos, além de passar as festas nesta cidade que tanto gostamos e respeitamos, conhecer um pouco mais de Buenos Aires em seus dias comuns, em sua correria, em sua dinâmica própria e foi uma experiência gratificante. Convidamos, então, vocês a conhecerem em cada post um pouco mais deste lugar que tanto nos chamou a atenção.

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Caminito. La Boca. Imagem: Jeguiando.

Para iniciar a nossa série de posts sobre a capital argentina, escolhi falar de um dos meus lugares preferidos da cidade: o Caminito. Desde nossa primeira visita, que este cantinho me arrebatou por razões simples: o Caminito é uma explosão de cores embalado por tango. Tudo bem que o tango é parte do marketing do lugar, mas mesmo assim, turista como sou, acabo entrando no ritmo e me deliciando ao ver dançarinos se equilibrando nas ruas e dando vida a esta dança de avanços e récuos.

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Casarões coloridos. Caminito. Imagem: Jeguiando.

O Caminito está localizado no bairro de La Boca, o mesmo bairro onde também está localizada a Bombonera, estádio do Boca Juniors, time argentino, onde Diego Maradona jogou por anos! La Boca, historicamente, é conhecida por estar ligada à primeira fundação da cidade de Buenos Aires, que data de 1536. O bairro, antigamente, funcionava como porto, mas hoje está desativado e as águas completamente poluídas e impróprias para atividades como banho e pesca. La Boca atraiu, por se tratar de um porto, a entrada de vários imigrantes italianos, que, chegando à cidade à procura de trabalho, iam se aglutinando no bairro e construindo suas casas com o material que encontravam, como restos de madeira e chapas de metal. As casas eram então pintadas também com restos de tinta, utilizadas para pintar os navios. Não é à toa que as casas têm essa multiplicidade de cores. Longe de ser uma proposta estética, o colorido indica o caminho encontrado para utilizar os restos de tinta.

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Casarão colorido. Caminito. Imagem: Jeguiando.

La Boca, durante muitos anos, foi conhecida por abrigar a fatia pobre e marginalizada de Buenos Aires. Habitada por imigrantes e prostitutas, foi lá que (dizem) o tango surgiu. Inicialmente o tango era dançado por homens e aos poucos foi dançado também pelas prostitutas, o que transforma esta dança, durante anos, proibida para a alta sociedade, que a considerava sensual demais para ser apresentada em público. O tango, no entanto, foi resignificado e hoje é apresentado em casas de tango frequentados pela alta sociedade, que paga 200 dólares para assistir as apresentações. Ironias à parte, não pagamos 200 dólares, nem pagaríamos, porque pelas ruas de Buenos Aires, dançarinos com suas meias rotas e seus vestidos puídos, resgatam as origens da dança e é isso que procuramos encontrar.

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Estátuas. Carlos Gardel. Caminito. Imagem: Jeguiando.

O Caminito, anos mais tarde, foi revitalizado e transformado em Museu a céu aberto. Os casebres, que antes funcionavam como moradia, hoje fazem parte da memória da cidade e foram ocupadas por restaurantes, bares e lojas de souvenirs. O lugar também reúne uma série de obras de artistas argentinos, como Benito Quinquela.

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Jegueton e Fábio. Caminito. Imagem: Jeguiando.

Para quem gosta de artesanato e arte em geral, o Caminito é um bom lugar para levar um pouco de Buenos Aires na mala. Pelas ruas, o viajante encontra facilmente peças em barro e telas de artistas locais, a preços que valem mais a pena do que em lojas de souvenirs, localizadas na Rua Florida, por exemplo. Se você ainda tiver uma boa dose de cara-de-pau, ainda dá pra negociar bons preços, mas seja insistente, porque os argentinos não curtem muito fazer pechincha!!!

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Jegueton pulando de alegria no Caminito. Imagem: Jeguiando.

Para sentar e relaxar, o Caminito conta com uma estrutura interessante de bares, restaurantes e cafés. No próximo post falaremos especificamente de um café muito interessante, que tivemos a oportunidade de conhecer. No mais, o único ponto que talvez me irrite um pouco é o fato de que muitos comerciantes estão agora tentando faturar mais um dinheiro com as esculturas que compõem o Caminito. Em nossa primeira visita à cidade, fotos com as esculturas não eram cobradas e agora, “sutilmente”, foram instalados cofrinhos onde você deve, até então, depositar, “compulsoriamente”, dois pesos.

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Cais. Riachuelo. Caminito. Imagem: Jeguiando.

Apesar do inconveniente da cobrança de algumas fotos, ainda assim o Caminito é um lugar que deve ser visitado por sua beleza, por sua atmosfera singular, pelas canções que pontuam os passeios e principalmente por ser parte da memória histórica de Buenos Aires. Em visita a Buenos Aires, passem lá. Valerá cada caminhada e cada fotografia tirada e guardada!

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Delícias Peruanas – Restaurante peruano em Buenos Aires

Posted by Fabio On fevereiro - 5 - 2009

Depois de alguns dias em Buenos Aires, aproveitando o que a culinária portenha tem a oferecer, chega um momento que você não aguenta mais olhar para a cara de um bife de chorizo, uma empanada, ou quaisquer outros quitutes argentinos.

Quando chegamos nesse momento, resolvemos sair pelas ruas bonarenses em busca de algo diferente para comer na hora do jantar.

Procuramos bastante, e quando já estávamos quase desistindo da cruzada e acreditando que iríamos, mais uma vez, submeter nossas coronárias aos prazeres gordurosos de um asado a la parilla encontramos, na esquina da Av. Belgrano com a Rua Solis, um letreiro de neon verde, a cor da esperança, que dizia: Delícias Peruanas.

Decidimos que seria ali mesmo onde aplacaríamos a nossa fome, afinal de contas já estávamos caminhando a mais de uma hora, além de que a culinária peruana era uma opção deveras diferente, pois até então nunca havíamos experimentado os sabores da gastronomia desse país andino.

Fizemos uma escolha acertadíssima. Pra começar, o sabor da comida era condizente com o nome, pois os pratos eram realmente uma delícia, e, dentre eles recomendamos fortemente o picante de mariscos, mas sinta-se livre para experimentar outras coisas como o ceviche e o chincharón.

Além da comida excelente, o atendimento é sensacional com garçons sempre gentis e dispostos a ajudar com as opções do cardápio. Ah! E são chegados a uma conversinha também, o que demonstra uma agradável informalidade no atendimento.

Salão do Delícias Peruanas e um dos garçons gente fina.

Salão do Delícias Peruanas e um dos garçons gente fina.

A decoração é simples, sem pompas ou frescuras em geral. Basicamente mesas e cadeiras ocupam o lugar, o que é mais que suficiente afinal o carro chefe do lugar é a gastronomia peruana.

As porções são bem generosas e duas pessoas conseguem dividir tranquilamente um prato. Os preços são justos e por menos de 50 pesos (menos de R$35 na cotação de hoje) é possível 2 pessoas comerem bem, com direito a bebida e a sobremesa.

  • Atendimento: ★★★★★
  • Comida: ★★★★★
  • Preço: ★★★★★
  • Média: ★★★★★

Se por acaso você estiver em Buenos Aires e quiser conhecer o Delícias Peruanas fica na Av. Belgrano 1696, esquina com Rua Solis, na região do Congreso.

Não esqueça de pedir uma Inca Cola para acompanhar sua refeição. ;)

Infelizmente tivemos problemas com algumas fotos e colocamos apenas uma para ilustrar esse post. Mas não se deixe levar pela simplicidade da imagem, o lugar vale muito a pena ser conhecido.

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Arabacas: uma paixão nacional (na Argentina)

Posted by Fabio On janeiro - 26 - 2009

Arabaca: do baianês, carro velho.

Eu vivo comentando com Jana o quão parecido é o nordeste brasileiro com o restante da América latina. As cores, o modo de vida das pessoas e, claro, as tosqueiras!

Um dos itens que me faz acreditar mais ainda nessa similaridade é a grande quantidade de carros velhos, as famosas arabacas, encontradas em terras argentinas. A diferença é que no nosso nordeste é mais fácil ver essas latas velhas viajando pelo sertão, enquanto que lá, no país dos hermanos, uma arabaca é facilmente encontrada. Basta olhar para o lado e pronto… Lá está um carango velho prontinho para ser observado. Isso vale para qualquer cidade Argentina (ao menos em Buenos Aires e em Rosário era assim).

Enquanto no nosso nordeste temos os Opalões, Caravans, Chevettes, Veraneios e outros, por lá os favoritos são o Peugeot 504, Ford Falcon (sedan e wagon… Ghostbusters!), Chevelle, Renault 12 e até Fiat 147 (mas com nome de Spazio por lá).

Não acredita? Então veja o vídeo com algumas fotos que coletamos e divirta-se! :)

Ainda não acredita na quantidade de arabacas, que ainda circulam por terras argentinas? Ah, então pegue a mochila e dê uma jeguiada por lá. Apenas tenha cuidado para não ser atropelado por uma arabaca… Se não sofrer com o atropelamento, de tétano você sofrerá. :P

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