Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

El Samovar de Rasputin – Onde comer barato no Caminito

Posted by Fabio On agosto - 13 - 2009

Já que falamos do Caminito, no bairro de La Boca em Buenos Aires, chega um momento que você está cansado de olhar as casinhas coloridas e os bonecos de Maradona e tudo que você quer é um lugar legal para repousar seus doloridos pés e dar uma refrescada na goela com uma agradável Quilmes gelada.

No Caminito não faltam opções, porém, como em todo lugar de alta atividade turística, os bares e restaurantes disponíveis geralmente são mais caros que em outras áreas frequentadas por nativos. Algumas vezes esse mais caro quer dizer: “Vamos enfiar a faca nesses turistas!”.

Vista externa. Até os cães são bem vindos. :)

Vista externa. Até os cães são bem vindos. :)

Mas antes que você pense em “picar a mula” para outro bairro menos turístico e mais acessível, lhes digo que nem tudo está perdido! Apresento-lhes o “El Samovar de Rasputin“, que eu poderia facilmente definir como sendo um verdadeiro tango del criollo loco, a versão porteña para o samba do crioulo doido.

Visto de fora parece um bar normal com mesas à porta protegidas por guarda-sóis com propaganda de cerveja, mas do lado de dentro é que estão os atributos que lhe confere o título de um dos lugares mais viajandões que já vi. A decoração é uma mistureba só. Recortes de jornais com fragmentos de tempo se espalham pelas paredes, junto com cartazes de propagandas diversas. Retratos de ídolos pop como Bob Marley se fundem com ícones nerds de Star Wars. Fotos de mulheres peladas também ilustram o local, que conta com objetos inusitados pendurados no teto como por exemplo uma perna de manequim.

Passado o choque inicial, você se dará conta da riqueza cultural reunida em um só lugar. Tudo isso graças a Napo, um argentino figuraça que morou um tempo na Bahia (em Morro de São Paulo se não engano) e que já trabalhou de mecânico naval até dono de antiquário, passando por pizzaiolo, e radialista em um programa de blues. Falando em blues, Napo nos informou que a noite o Samovar deixa de ser um bar-restaurante qualquer e se transforma num reduto musical onde se pode apreciar o melhor do jazz e blues criado na Argentina.

Balcão e mais um monte de coisas legais para ver.

Balcão e mais um monte de coisas legais para ver.

O atendimento do lugar é fora de série, além das meninas gentis que trabalham lá, o próprio Napo se encarrega de servir os clientes e entre um atendimento e outro ele para um pouco e senta em tua mesa para bater um papo pra lá de agradável com muitas histórias e piadas. Vale a pena ir no lugar só pelo prazer de conhecer o cara.

Além disso, o preço é honesto, ou seja: você não vai pagar o imposto-turista que muitos lugares acrescentam no valor dos itens oferecidos.

Ah! Já ia me esquecendo o assunto principal desse post que é comida e bebida. Lá no Samovar serve-se bebidas diversas como cerveja, refrigerantes, drinks e outras coisas que se serve em um bar, sem esquecer da carta de vinhos. Para comer tem massas, tira-gostos (picadas) diversos e a famosa parillada, o churrasco argentino. Também rola uns sandubas pra quem está com pressa. Enfim, não é nada de excepcional, mas o excelente atendimento, a atmosfera cultural e os preços justos fazem o lugar valer a pena de ser conhecido.

Olha a perna ali ó!

Olha a perna ali ó!

  • Comida: ★★★☆☆
  • Atendimento: ★★★★★
  • Preço: ★★★★★
  • Localização: ★★★★★
  • Média: ★★★★½

O Samovar de Rasputin fica na Rua del Valle Iberlucea, 1251, coladinho ao Caminito no bairro de La Boca, e vale muito a pena de ser conhecido.

Jegueton aprovou o Samovar de Rasputin

Jegueton aprovou o Samovar de Rasputin

Então lembre-se: depois curtir o passeio no Caminito vá dar uma relaxada no Samovar, você não vai se arrepender!

Visualizar Samovar de Rasputin em um mapa maior

Popularity: 5%

Pinguim – Bar e lanchonete em Porto Alegre

Posted by Janaína Calaça On agosto - 7 - 2009

A Lima e Silva é conhecida como o pedacinho boêmio de Porto Alegre e oferece opções variadas para os viajantes, desde bares, lanchonetes a restaurantes. Em nossas caminhadas, descobrimos (ou (re)descobrimos o Pinguim, já que Fábio já conhecia o lugar), um bar/lanchonete super simpático, que se tornou ponto de encontro dos habitantes da capital gaúcha como também um lugar a ser visitado para quem escolhe passar uns dias em Porto Alegre. O lugar é simples e oferece as opções de área interna e área externa. Na área interna, as mesinhas são de madeira e na área externa, no calçadão, as mesinhas são de plástico, bem no estilo “bodega”.

100_8694

Fachada do Bar Pinguim. Imagem: Jeguiando.

O Pinguim é um espaço informal, voltado para momentos de descontração, que vai desde o bate-papo a assistir partidas de futebol. A casa oferece em seu cardápio além de lanches rápidos, como sanduíches, porções generosas de fritas e pratos, que também são bem servidos. Em visita ao bar/lanchonete, pedimos um prato de Picanha ao alho, que daria tranquilamente para 3 pessoas, sendo que no cardápio o prato é apontado para duas pessoas. Pagamos pelo prato algo na faixa de R$ 22,00 e, como disse anteriormente, o prato é bem servido. Os preços no Pinguim são bons para quem está procurando algo mais em conta. Para quem está buscando um ambiente descontraído, sem grandes firulas, com preços bons e garantia de encontrar pessoas, o Pinguim é uma opção interessante.

100_8683

Bar Pinguim. Imagem: Jeguiando.

Informações Gerais:

  • Endereço: Rua Lima e Silva ,505. Cidade Baixa. Porto Alegre – RS.
  • Telefone: (51) 3221-3361.
  • Horário de funcionamento: Das 15h às 5h.
  • Formas de pagamento: O Pinguim aceita os cartões Visa, Master, Dinners, cartões de refeição e tickets.
100_8681

Picanha e acompanhamentos. Imagem: Jeguiando.

Avaliação:

  • Preço: ★★★★★
  • Qualidade dos produtos: ★★★★☆
  • Atendimento: ★★★☆☆
  • Estrutura: ★★★☆☆
  • Média: ★★★★☆

Popularity: 6%

Bar Yrigoyen – almoço bom e barato em Buenos Aires

Posted by Fabio On dezembro - 27 - 2008

Estavámos famintos quando chegamos em Buenos Aires, depois de uma maratona de espera no aeroporto de Guarulhos, pois madrugamos por lá pois o vôo era cedo e não queríamos gastar com taxi. Além de que esperamos um bom tempo na fila da imigração do aeroporto de Ezeiza (o aeroporto internacional de Buenos Aires) após o vôo.

Quando chegamos na capital portenha tudo que queríamos naquele momento era um bom banho e preencher o vazio que fazia nossos estômagos ronronarem como gatinhos famintos.

O banho foi fácil de resolver. Tão logo a gente chegou no hotel, fizemos o check-in e fomos para o quarto. Largamos a mala e seguimos para o chuveiro.

Devidamente cheirosos, partimos para aplacar o próximo inimigo: a fome!

Saimos pela rua e encontramos um bar não muito longe do hotel, bem próximo à praça do Congresso.

Fachada do Bar Yrigoyen e suas garçonetes gente boa

Fachada do Bar Yrigoyen e suas garçonetes gente boa. Foto: Jeguiando

O Bar Yrigoyen foi um verdadeiro achado. Bem acolhedor, no melhor estilo boteco-do-zé, foi uma das opções mais baratas, sem perder a qualidade, que encontramos em Buenos Aires.

O atendimento é bem informal com garçonetes gente-fina que sempre nos atendiam com um sorriso na cara. Uma coisa engraçada era ver uma das meninas, que era bem baixinha, carregando uma garrafa de Quilmes. Parecia que a garrafa era maior que ela. :)

Interior do Bar Yrigoyen - repare nos preços das cervejas

Interior do Bar Yrigoyen - são muitas opções de bebida. Foto: Jeguiando

Pra quem não sabe, a garrafa padrão de cerveja na Argentina é de 970ml, ou seja, é bem grande. :P

A comida é de excelente qualidade e os preços são honestos. Para se ter uma idéia, um bife de chorizo com uma guarnição saiu por $22 (pesos argentinos), ou aproximadamente R$16,50 utilizando um câmbio de R$0,75 para cada peso. A cerveja de quase um litro sai por $8 pesos, aproximadade R$6.

Bife de chorizo... prepare o seu coração.

Bife de chorizo... prepare o seu coração. Foto: Jeguiando

Além do bife de chorizo (serve 2 pessoas em situação de fome confortável), que recomendo fortemente, o Bar Yrigoyen também oferece outros cortes de carne gigantescos (como quase tudo aqui na Argentina), pizzas, empanadas e picadas diversas, que é como chamam por aqui o famoso tira-gosto.

Outra opção é utilizar o bar como um recanto para passar uma tarde batendo papo, seja nas mesas internas ou nas externas, olhando o movimento e, claro, tomando uma Quilmes geladinha!

Interior do bar... QUILMES!!! Foto: Jeguiando

Interior do bar... QUILMES!!! Foto: Jeguiando

  • Atendimento: ★★★★☆
  • Preço: ★★★★★
  • Localização ★★★★★
  • Comida: ★★★★★
  • Avaliação geral: ★★★★★

O Bar Yrigoyen fica na rua Hipolito Yrigoyen, 1654, próximo ao Congresso Nacional, quase vizinho a biblioteca do Congresso, no bairro do Congresso.

Popularity: 10%

Piratininga – Bar para happy hour em São Paulo

Posted by Janaína Calaça On agosto - 14 - 2008

(Imagem: Fábio Brito)

O post de hoje será dedicado a um simpático bar, localizado na Vila Madalena, em São Paulo. Trata-se do Piratiniga, um bar extremamente aconchegante, cuja decoração é impecável e o ambiente é sem dúvidas agradável e acolhedor.

(Imagem: Fábio Brito)

Segundo o site oficial do bar, “Piratininga é uma homenagem ao primeiro nome da cidade, São Paulo de Piratininga”. O local foi fundado em 1992 e tornou-se um dos pontos mais interessantes e que merece ser visitado na Vila Madalena, bairro conhecido como boêmio em São Paulo.

(Imagem: Fábio Brito)

Segundo um panorama geral extraído ainda do site oficial do bar, “em suas paredes estão afixadas fotos da construção da Catedral da Sé e de Adoniran Barbosa. O pequeno Piratininga foi o primeiro a trabalhar com chope na Vila, nem entrega havia na época, os barris de chope eram retirados na Companhia Brahma todos os dias. Uma cafeteira antiga foi transformada em chopeira, foi o primeiro a ter um piano com trios variados de músicos instrumentais numa época em que só havia barzinho de “banquinho e violão”. Há 16 anos ininterruptos, sem fechar, pioneiro na iniciação de “Bares Temáticos”, cujo tema é São Paulo de antigamente, pioneiro também de ter diariamente em sua porta um Fordinho restaurado e original 1.929, todo pessoal de atendimento com os trajes da época de 30 e 40, todo o cardápio e o cenário dedicado aos nomes que fizeram a sua “ode” para esta cidade de São Paulo, como Mário e Osvald de Andrade, Adoniran, Paulo Vanzolini. A música ao vivo lembra um pouco a boemia dos homens que cantaram a cidade”.

(Imagem: Fábio Brito)

Além do ambiente aconchegante, da música ao vivo que migra do jazz ao blues, o bar destaca-se também pela qualidade dos petiscos servidos, saborosos sempre e sempre com um toque peculiar que o diferencia. A bebida mais servida sem dúvidas é o uísque, mas há inúmeras opções de coquetéis, que acalçam os variados gostos dos clientes. Local interessante, aconchegante, bom atendimento, música boa. Recomendo!

(Imagem: Fábio Brito)

Endereço: Rua Wisard, 149  Vila Madalena – São Paulo – SP. Telefone: (11) 3032-9775.

Horário de funcionamento: De seg a sáb das 18 às 3h. Dom das 15h à 1h.

Idade Mínima: 18

Faixa Etária: de 30 a 35

Lotação: 80

Gênero: Blues/Jazz

Atendimento: ★★★★★

Estrutura: ★★★★★

Qualidade dos produtos: ★★★★★

Preço: ★★★★☆

Média: ★★★★★
Exibir mapa ampliado

Popularity: 3%

Jacobina – Bar para conversar em Curitiba

Posted by Fabio On abril - 25 - 2008


(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Sem sombra de dúvidas, nossa viagem à Curitiba já teria valido a pena simplesmente pelo fato de ter conhecido o Jacobina.

Um lugar bastante simpático, sobre o qual eu posso afirmar que tem o verdadeiro estilo fusion. A começar pelo nome que, segundo Bia (a proprietária), daria um toque bem brasileiro ao lugar. Posteriormente descobriram a cidade baiana com o mesmo nome, e então as coisas ficaram mais interessantes quando objetos provenientes de lá, inclusive uma placa de carro antiga (amarela), começaram a fazer parte da decoração.

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Abrindo um parentêse aqui: eu (Fábio), me considero filho de Jacobina pois, apesar de ter nascido em Salvador, vivi lá dos 4 aos 18. Quando contei a Bia que era de lá, ela adorou a coincidência e queria uma cópia da minha identidade para agregar na decoração. Teria conseguido se meus pais tivessem ido morar em Jacobina 4 anos antes. :)

Voltando a falar da decoração, a mesma é bastante pitoresca com vários objetos antigos que vão desde aparelhos de rádio e tv até moedores de carne e um baleiro giratório em pleno funcionamento. Também tem rede Wifi, que apesar de não ser diretamente relacionada com a decoração, faz parte do ambiente, agradando aos nerds de plantão.

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

O atendimento é simplesmente impecável, sem formalidades. O pessoal é bastante gentil ao ponto do chef parar em sua mesa e explicar como é feito o molho de pimenta agridoce.

O cardápio é a essência da pluralidade. Composto pelas especialidades da casa como a Costelinha de Adão (você deve comer isso antes de morrer, a menos que seja vegetariano) e por vários pratos de culinárias de lugares como México, Alemanha, Itália, Russia, o nordestino caldo de mocotó e o autêntico prato típico paranaense: o Barreado. Também oferece coisas exóticas como carne de onça (esqueci de perguntar se é só uma brincadeira ou se é onça de verdade), que infelizmente não provamos pois a mesma é servida apenas nas terças.

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Uma dica para quem quiser conhecer o Jacobina: procure chegar cedo ao local, pois o mesmo costuma lotar e com razão. O lugar é muito bom e está longe de ser apenas mais um lugarzinho da moda, afinal já existe há mais de 3 anos.

  • Comida: ★★★★★
  • Preço: ★★★★☆
  • Atendimento: ★★★★★
  • Decoração: ★★★★★

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Acredito que não seja difícil de chegar utilizando o transporte público (que costuma ser bom em Curitiba). Dessa vez optamos por utilizar um táxi como meio de transporte, pois tinhámos acabado de chegar em Curitiba e queríamos aproveitar todo o curto tempo disponível. A propósito: táxi lá é bastante acessível.

Ver mapa más grande

Para saber mais visite o site www.jacobinabar.com.br.

Popularity: 4%

About Me

There is something about me..

Twitter

    Photos

    DSC_0286.NEFDSC_0283.NEFDSC_0281.NEFDSC_0280.NEFDSC_0278.NEFDSC_0276.NEFDSC_0274.NEFDSC_0271.NEFDSC_0269.NEFDSC_0267.NEFDSC_0266.NEFDSC_0263.NEF