Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Gastronomia’ Category

Restaurante Rafain – Passeios em Foz do Iguaçu (Parte V)

Posted by Janaína Calaça On agosto - 4 - 2010

Para finalizar a série de posts sobre nossa viagem a Foz do Iguaçu, a convite de nosso anfitrião, o Hotel Tarobá Express, hoje falaremos sobre a visita do Jeguiando ao Rafain Churrascaria Show, um dos restaurantes e casa de show mais tradicionais da cidade paranaense. Devido à sua tradição gastronômica e de entretenimento, o espaço acabou se tornando um dos pontos turísticos de Foz.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Quando recebemos a programação da viagem, fiquei curiosa ao ver que assistiríamos a um show latino-americano, que está há mais de 30 anos em cartaz.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A churrascaria/casa de show funciona no esquema de reservas. Não adianta. Se chegar lá sem ligar antes, será difícil conseguir uma mesa. O espaço simplesmente lota.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A entrada ao Rafain dá direito ao show e ao buffet, extremamente variado, contendo massas, saladas, frios, antepastos, pratos quentes, sobremesas, etc., além do famoso churrasco, que conta com carnes nobres em sua composição. Bebida é à parte. Não consta no pacote jantar + show.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A abertura da casa está programada diariamente para as 20h45 e tem hora certa para terminar. Lá para as 23:00 h, o show acaba e todos vão embora.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Tango. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Depois de nos acomodarmos na mesa, Erik e eu pedimos nossas bebidas, jantamos e aguardamos pelo início do show. A casa abre às 20h45 justamente para dar tempo para todos jantarem calmamente e depois assistirem tranquilamente às apresentações.

Mariachis. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Mariachis. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

O show realmente vale a pena. Dançarinos afiados, trajes impecáveis, tudo cria um clima convidativo para a plateia. No dia em que fomos, no entanto, aconteceu algum problema na aparelhagem de som, mas nada que ofuscasse as apresentações.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Entre os países contemplados pelo show, estão o Paraguai e Argentina, que fazem fronteira com Foz do Iguaçu, Chile, Peru, México, etc. Gostei muito de assistir às apresentações do Paraguai, Argentina e México.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Da apresentação dos dançarinos que representavam o Paraguai, gostei muito do número de equilíbrio com garrafas. Enquanto dançavam, garrafas quase cheias eram pouco a pouco empilhadas nas cabeças das dançarinas até alcançarem o número de 5, se não me engano.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

As apresentações de tango e de mariachis também foram emocionantes. Deu para matar as saudades. :D

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Além de montar um breve panorama da música e das danças de países latinos, não poderia faltar espaço para as manifestações folclóricas brasileiras. Gostei particularmente do número dos dançarinos vestidos de cangaceiros.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Show latino-americano. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Das danças gaúchas ao cortejo de baianas, da capoeira ao samba, da inocência da oferenda de flores e frutas ao remelexo das mulatas, o Brasil foi representado em sua pluralidade. Tudo bem que acredito que encerrar o show com a imagem das mulatas em trajes carnavalescos só reitera uma imagem de Brasil como o país da sensualidade e só, mas tudo bem. É um espetáculo. Há que se dar um desconto!

Capoeira. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Capoeira. Restaurante Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

De maneira geral, gostei do que vi. Foi um show leve, descontraído, que incluiu, em vários momentos, a participação de pessoas da plateia, estreitando o contato entre espetáculo e público. Se este tipo de atividade te atrai como viajante, então reserve um tempinho para conhecer a churrascaria/casa de show, mas não esqueça de fazer as reservas antes!

Janaína Calaça e Erik Pzado no Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

Janaína Calaça e Erik Pzado no Rafain. Foz do Iguaçu. Imagem: Erik Pzado.

A casa funciona de segunda a sábado a partir das 20h45 e fica localizada na Avenida das Cataratas. Para maiores informações, acesse Rafain Churrascaria.

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Comidas típicas juninas – O que provar na sua viagem?

Posted by Janaína Calaça On junho - 17 - 2010

No post passado, dei algumas dicas de onde passar o São João no Nordeste, região em que, sem dúvidas, as festas juninas são realmente aguardadas e festejadas durante dias. As principais festas populares do mês de junho são: Festa de Santo Antônio (13 de junho); São João (24 de junho, sendo esta a mais famosa) e São Pedro (28 de junho). Além do forró, das bandeirolas, fogos de artifício e fogueiras, o viajante, que resolver arrumar as malas para o nordeste, já deve saber o que o espera em termos de comidas típicas da época. Apesar das receitas circularem o país, há sempre algumas variações, seja no nome dos pratos ou até mesmo na presença ou não de alguns itens na mesa, como, por exemplo, o caso do amendoim e do pinhão. No Nordeste, nesta época, é comum cozinhar amendoim em grande quantidade para serem consumidos na festa, já no sul e sudeste, o que vemos mesmo é a presença do pinhão cozido. O importante mesmo é experimentar um pouco de cada e entrar na festa!

Canjica ou Curau

Canjica ou curau. Imagem: Fábio F. Santos.

Canjica ou curau. Imagem: Fábio F. Santos.

O mês de junho é pontuado pela fartura do milho, sendo assim a maioria dos pratos juninos são feitos à base do cereal. No nordeste, este doce feito à base de milho, leite e açúcar, polvilhado com canela, é chamado de canjica, mas é conhecido no sudeste como curau de milho, o que mostra já uma variação regional. Algumas pessoas acrescentam leite de coco na preparação do prato, juntamente com o leite de vaca.

Bolo de milho

Bolo de milho. Imagem: Sérgio Paolillo.

Bolo de milho. Imagem: Sérgio Paolillo.

O bolo de milho é, sem dúvidas, o mais consumido entre os bolos que circulam nas festas juninas, mas divide espaço também com os de aimpim (mandioca/macaxeira), tapioca, laranja, puba, cenoura, entre tantos outros que enfeitam as mesas e as barraquinhas das quermesses.

Pamonha

Pamonha. Imagem: Cris Masson.

Pamonha. Imagem: Cris Masson.

A pamonha, feita também de milho, é preparada com uma massa que leva leite, açúcar e sal, submetida a cozimento e embalada na própria palha do cereal.

Milho cozido ou assado

Milho cozido ou assado. Imagem: Vantunes.

Milho cozido ou assado. Imagem: Vantunes.

Como havia dito anteriormente, junho é o mês do milho e, além de podermos utilizá-lo em diversas preparações, o cereal ainda pode ser consumido cozido ou assado. Na minha infância, nas festas juninas, esperávamos a madeira da fogueira ser reduzida a carvão para assar nossas espigas de milho na brasa espalhada no chão. Eita, coisa boa!

Amendoim cozido

Amendoim cozido. Imagem: Zhelio Cartoon 2.

Amendoim cozido. Imagem: Zhelio Cartoon 2.

No Nordeste, as feiras e supermercados são tomados por balaios e mais balaios de amendoim e lá é preparado em sua própria vagem, com sal, através de cozimento. Junto com o bolo de milho, é o prato mais apreciado na época dos festejos juninos.

Mungunzá ou canjica

Mugunzá no Nordeste, canjica no sudeste. Imagem: Fábio Righetti.

Mungunzá no Nordeste, canjica no Sudeste. Imagem: Fábio Righetti.

E mais uma vez nos deparamos com uma variação regional. No nordeste, este doce feito com milho, principalmente branco, cozido em água, açúcar e sal, onde se acrescenta leite de vaca ou de coco, é chamado de Mungunzá. No Sudeste, o doce é conhecido pelo nome de canjica.

Arroz doce

Arroz doce. Imagem: Paulo J. Serra.

Arroz doce. Imagem: Paulo J. Serra.

Outro prato, bastante consumido e apreciado na época, é o arroz doce, preparado com leite condensado e com o cereal que dá nome à preparação através de cozimento.

Pinhão cozido

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

Pinhão. Imagem: Erik Pzado.

Se, no Nordeste, os balaios das feiras e supermercados são recheados de amendoim, no sudeste quem manda mesmo é o pinhão. Da mesma forma que o amendoim é cozido em água e sal, na panela de pressão, o pinhão também é preparado, a diferença está no tempo de cozimento, que, no caso do pinhão, é definitivamente muito mais longo que o do amendoim.

Bom, caros jeguiantes, espero que tenham aproveitado as dicas do que experimentar durante as viagens para os festejos juninos. As opções são muitas, mas escolhi apenas os pratos mais conhecidos e que geralmente figuram com maior frequência nas festas, tanto nas do norte, quanto nas do sul do país. Boa viagem e curtam uma degustação também!

Matéria: Janaína Calaça.

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Confeitaria Colombo – Rio de Janeiro

Posted by Janaína Calaça On abril - 5 - 2010

Como havia prometido no post sobre o encontro de blogueiros no Rio de Janeiro, proporcionado pela Royal Holiday, hoje vou falar sobre a Confeitaria Colombo, uma simpática e suntuosa confeitaria, que tive a oportunidade de conhecer durante esta viagem, cuja fundação data de 1894. No passado, a confeitaria era frequentada por intelectuais como Olavo Bilac e Rui Barbosa e políticos como Getúlio Vargas.

Confeitaria Colombo. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Confeitaria Colombo. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Empregar o adjetivo suntuoso à confeitaria não é gastar palavra sem que o significado case com a realidade. O ambiente todo da confeitaria traz a sensação de grandeza. Literalmente me senti uma formiga lá e olha que não sou um exemplar lá muito pequeno da espécie humana. Hahahaha. Bom, me senti uma formiga também porque itens carregados de açúcar não faltavam por lá!

Confeitaria Colombo. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Confeitaria Colombo. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

A confeitaria toda é revestida por grandiosos espelhos e cristaleiras igualmente grandiosas. O ambiente é clássico e causa no visitante a sensação de viagem no tempo. Confesso que me senti no século XIX, escolhendo um docinho para acompanhar o chá da tarde, que no meu caso foi um café.

Confeitaria Colombo. Imagem: Jeguiando.

Confeitaria Colombo. Imagem: Jeguiando.

Um dos pontos que achei interessante nesta confeitaria foi o preço. Apesar de parecer um lugar caro, devido à sua fachada e ao seu interior, com ares aristocráticos, os doces vendidos por lá não são caros quanto esperei que fossem. Os preços presentes no cardápio são os mesmos de outras confeitarias, o que me causou surpresa. Se eu não tivesse sido convidada, não sei se entraria na confeitaria justamente por não saber se os preços seriam exorbitantes. Não, não são. O preço é justo, dada a qualidade do que é servido.

Jegueton e o cardápio da Colombo. Imagem: Jeguiando.

Jegueton e o cardápio da Colombo. Imagem: Jeguiando.

A Confeitaria Colombo hoje é considerada patrimônio cultural e artístico do Rio de Janeiro. É um lugar que vale a pena visitar, não só pelos doces e o café de qualidade, que são servidos em fina louça, mas principalmente por ser um lugar que atravessou o tempo e se mantém. Separe sua câmera fotográfica e prepare-se! O lugar é um convite aos olhos e rende boas fotos. Fica a dica então para você, caro jeguiante, que estiver em viagem para o Rio de Janeiro.

  • Localização: Rua Gonçalves Dias, 32. Centro. Rio de Janeiro.
  • Tel: (21)2505-1500.
  • Horário de Funcionamento: De 2ª a 6ª feira – Das 09:00 às 20:00 horas.
  • Sábado e feriados: De 09:30 às 17:00 horas.
  • Site: Confeitaria Colombo.

Avaliação:

  • Preço:★★★★☆
    Estrutura:★★★★★
    Atendimento: ★★★★★
    Qualidade dos produtos:★★★★★
    Média: ★★★★★

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Royal Holiday e Rio de Janeiro – 3º dia

Posted by Janaína Calaça On março - 25 - 2010

O terceiro dia de estadia no Rio de Janeiro à convite da Royal Holiday foi tão agradável quanto os dois primeiros dias, pontuados pela beleza desta cidade tão profundamente linda,  pela companhia divertida das blogueiras (sim, das blogueiras, porque o Júnior infelizmente havia partido no domingo) e dos representantes da Royal e da Burson (sempre preocupados em nos dar todo suporte na viagem). Logo cedo, fui tomar café da manhã com a Mila, da Burson Marsteller, a Mari Campos, do Pelo Mundo e a Andréia Lino, do Mundo Afora, tendo como vista novamente a praia de Copacabana. Êeeeeee vida marromenos! ;)

Subindo o corcovado. Rio de Janeiro. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Subindo o Corcovado. Rio de Janeiro. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Após o café da manhã, combinamos de subir o Corcovado de trenzinho. Chegando lá, Denis providenciou nossos bilhetes. Cada um custou R$ 36,00, dando direito ao trajeto de ida e volta. Peguei então Jegueton, que estava empolgado para andar de trem e lá fui eu, juntamente com o grupo, curtir este momento bacana.

Trilhos. Rio de Janeiro. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Trilhos. Rio de Janeiro. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

O trenzinho sobe bem devagar, o que dá oportunidade ao turista de observar a paisagem com calma, fotografar e filmar. Eu particularmente sempre curto estes passeios, logo para mim foi alegria do início ao fim.

Mila e eu atrás. Andréia e Mari na frente. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Mila e eu atrás. Andréia e Mari na frente. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

O trajeto é pontuado por árvores grandiosas, paredões de pedras e, à beira da ferrovia, podemos encontrar também as ruínas de um antigo casarão, tudo rodeado por uma vegetação vasta, que acalma o turista.

Denis, representante da Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Denis, representante da Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Além do trenzinho que pegamos para subir até o corcovado, há outras formas alternativas também de ir dar um alô ao Cristo Redentor. Há também disponíveis para o turistas as opções de subir de táxi, de vans ou até mesmo a pé, por trilhas, só que este passeio eu não encaro. Não tenho preparo físico para isso e morrer antes dos 30 com ataque cardíaco não é legal! Apesar de ter estas opções todas disponíveis, ainda assim indico o passeio de trem, que é gostoso e leva o turista (preguiçoso) até o alto. Táxi, vans só chegam até certo ponto do trajeto, logo o restante do caminho só pode ser feito a pé.

Vista do Corcovado. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Vista do Corcovado. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Chegando no alto do Corcovado, eis que nos deparamos com o Cristo Redentor novamente em reforma. Segundo Andréia, do Mundo Afora, o Cristo está fazendo sessões de acupuntura! Bom, é uma perspectiva interessante! Com a quantidade de pequenos perrengues pelos quais o Brasil passa, não é à toa que o Cristo precise mesmo de umas boas sessões para relaxar.

Vista do Corcovado. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Vista do Corcovado. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

A vista do Corcovado é, como podem ver, linda! Se já é algo emocionante de ver através de uma foto mal tirada, imaginem ao vivo! Não cansava de rodear os pontos possíveis de observação. A única coisa que senti naquele momento foi que a vida realmente vale muito a pena só para ter a oportunidade de vivenciar esta experiência.

Eu, Andréia, Mari e Mila ao fundo com o Cristo Redentor em reforma. Imagem: Jeguiando.

Eu, Andréia, Mari e Mila ao fundo com o Cristo Redentor em reforma. Imagem: Jeguiando.

Depois de tirarmos inúmeras fotos da paisagem, do Cristo Redentor e até mesmo de uma menina com uma saia mais justa que Deus, que, obviamente, fez a alegria da ala masculina, já que a moça mostrou até o pâncreas, começamos a fazer o nosso trajeto de volta, agora utilizando as escadas. Calma! Não descemos até a base do Corcovado a pé! Só descemos até a plataforma de embarque para pegarmos o trenzinho de volta!

Eu, Mari e Mila. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Eu, Mari e Mila. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Depois de termos fritado no calor clichê de 40º do Rio, lá fomos nós fazer o que mais fizemos nesta viagem: comer! (pra variar!). Fomos almoçar no restaurante Hachiko, que, sem dúvidas, foi um dos melhores restaurantes japoneses que frequentei até hoje. O rodízio contava com rolinhos de camarão, lula defumada, camarão empanado ao molho de maracujá, bolinhos de pato e uma variedade de itens que nos fizeram sair de lá felizes, contentes, saltitantes e satisfeitos!

Restaurante Hachiko. Imagem: Jeguiando.

Restaurante Hachiko. Imagem: Jeguiando.

Depois de um almoço indecente de tão bom, saímos do restaurante e fomos… Tchan tchan tchan… Para a confeitaria Colombo. Segundo a fofíssima Mari Campos, do Pelo Mundo, grande companheira de viagem e madrinha do Jegueton, o que mais fizemos nesta viagem foi comer! Hahahaha. Então, toca o grupo todo pra Colombo!!!

Jegueton e Mari Campos na Colombo. Imagem: Jeguiando.

Jegueton e Mari Campos na Colombo. Imagem: Jeguiando.

A Colombo é uma confeitaria, que foi inaugurada no século XIX. Não irei entrar em grandes detalhes, porque a doceria vale um texto inteirinho só dedicado a ela. Sendo assim, apenas adianto que tomamos um café delicioso por lá e de quebra ainda comi um dos meus docinhos prediletos (o quindim!) e um brownie, que deixa qualquer ser humano estressado feliz! Serotonina!!!!!

Jegueton tomando seu café com creme. Tão cosmopolita este jegue! Imagem: Jeguiando.

Jegueton tomando seu café com creme. Tão cosmopolita este jegue! Imagem: Jeguiando.

Depois de uma tarde gastronômica, Mari Campos, Andréia Lino, Mila Marques, Denis e eu voltamos para o Rio Othon Palace para tirarmos uma soneca. A programação do dia ainda contava com uma ida nossa à Nuth, que é uma mistura de boate e restaurante. Confesso que não me empolguei muito, até porque hoje sou mais adepta dos programas mais tranquilos como passeios ao ar livre, conhecer pequenos restaurantes, etc., mas lá se vou eu embarcar na noite carioca.

Eu, no quarto do hotel, tomando coragem de ir para a noite carioca. #Medo. Imagem: Jeguiando.

Eu, no quarto do hotel, tomando coragem de ir para a noite carioca. #Medo. Imagem: Jeguiando.

À noite, fomos para a Nuth, conforme o programado. Minha empolgação era quase a mesma que tenho diante de um prato de jiló, mas vamos, que vamos! O lugar é bem bacana, a decoração impecável, mas infelizmente o que vi foram frequentadores que pareciam ter voltado da guerra, dado o clima de cio instaurado. Um homem praticamente lambia a mulher na pista de dança. Até aí tudo bem, contanto que o ritual de acasalamento não se desse apoiado nas minhas costas! Enfim, enfim… Este momento foi levemente tosco, mas o jantar valeu. Mari e eu optamos por um Camarão ao molho Thai, que estava muito, muito, muito bom! Este foi o resumão do terceiro dia no Rio de Janeiro, à convite da Royal Holiday, que tem contribuído muito no sentido de reunir blogueiros da área de turismo para trocar experiências, incentivando assim nosso trabalho para que possamos sempre oferecer o melhor aos nossos leitores.

Abraço a todos os Jeguiantes,

Janaína Calaça.

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Royal Holiday e Rio de Janeiro – 2º dia

Posted by Janaína Calaça On março - 22 - 2010

Começo este post sobre o segundo dia da viagem ao Rio, proporcionada pela Royal Holiday, com uma imagem noturna de Copacabana. Foi a primeira foto do segundo dia no Rio, tirada de madrugada. Tínhamos voltado ao hotel depois de jantarmos no Aquim e, antes de cair na cama, registrei esta imagem. É… é linda mesmo de se ver, seja de dia ou à noite, a cidade.

Copacabana à noite. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Copacabana à noite. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Neste segundo dia, a programação era conhecer Santa Tereza, almoçar no restaurante Aprazível e depois assistirmos uma peça. Por volta de 13:30 da tarde, pegamos um táxi com um senhorzinho muito bacana, com quem muito conversei durante o trajeto: o seu Antônio. Se é algo que acredito e valorizo nas viagens é o contato com pessoas. Mais importante até que conhecer os pontos turísticos, é encontrar alguém para conversar e dividir conosco sua percepção da cidade, seja nativo ou estrangeiro. Pelo sotaque, perguntei ao seu Antônio se ele tinha alguma descendência portuguesa e ele inicialmente disse que não. Mais para frente na conversa, o simpático senhor me contou que era nascido em uma cidadezinha perto do Porto e que eu o havia enxergado. Não sei se por ter perdido meu avô há alguns anos, sei apenas que o senhorzinho me emocionou com sua atenção e conhecimento sobre a cidade. Apesar de não ser nativo, seu Antônio desenvolveu um amor pelo Rio, que muito se parece com o amor que tenho por Salvador. Grande seu Antônio! Foi um prazer conhecê-lo!

Jegueton no restaurante Aprazível. Imagem: Jeguiando.

Jegueton no restaurante Aprazível. Imagem: Jeguiando.

Ainda na linha de que as pessoas fazem a diferença nas viagens, não foi pequena a alegria em ouvir o Pedro Serra, amigo querido e carioca, dizer que tinha vindo ao hotel só para me ver. O Pedro é a típica figurinha que anima todo mundo e, sem dúvidas, sua companhia no passeio à Santa Tereza fez muita diferença! Foi muito bom te rever, Pedrinho! Os encontros de blogueiros organizados pela Royal Holiday não só proporcionam a experiência de conhecer novos destinos como e principalmente a integração de pessoas com interesses em comum. Essa é a segunda viagem que participo e de cada uma levo bons novos amigos, que pretendo, sempre que tiver oportunidade, reencontrar.

Mari e Jegueton escolhendo o prato. Imagem: Jeguiando.

Mari e Jegueton escolhendo o prato. Imagem: Jeguiando.

Bom, depois de um leve tour pelo Rio, chegamos à Santa Tereza. Assim como a Lapa, mas guardando suas particularidades, Santa Tereza é um bairro igualmente agradável e foi impagável ter a oportunidade de ver o bondinho ainda funcionando, amarelo, com aquele visual retrô, com um bando de gente pendurada. Não consegui, infelizmente, fotografar o bondinho original, mas vale a foto da miniatura que estava sutilmente escondida debaixo de uma das escadas do restaurante Aprazível.

Miniatura de bondnho. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Miniatura de bondinho. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

O restaurante Aprazível é um dos restaurantes mais conhecidos do Rio, principalmente pela sua vista privilegiada da cidade. O local, com aquele visual aconchegante e rústico, com mesas de madeira e pequenos bangalôs, faz juz ao nome: aprazível. É um restaurante muito agradável em termos visuais. Dá para passar horas lá, buscando os pequenos detalhes, mas nem tudo definitivamente são flores, mesmo com tantas espalhadas, inclusive nas luminárias de chita. O atendimento deixa muito a desejar, o medalhão servido não tinha nada de fabuloso para justificar o preço exorbitante e ainda cobraram pelo cafezinho! Ê grosseria! Tisc tisc! Cobrar o cafezinho depois de consumirmos uma refeição completa é de matar!

Pedrinho, Mila e Mari no Aprazível. Imagem: Jeguiando.

Pedrinho, Mila e Mari no Aprazível. Imagem: Jeguiando.

Depois do almoço mais longo que o rascunho da Bíblia, finalmente fomos dar uma volta em Santa Tereza, o que foi suficiente para me deixar com mais vontade de voltar depois com calma só para conhecer melhor o bairro. Os casarões antigos, os trilhos do bondinho, os paralelepípedos, tudo faz o viajante voltar no tempo e querer ficar por lá, só captando os detalhes deste simpático e acolhedor bairro carioca.

Jegueton no alto de Santa Tereza. Rio de Janeiro. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Jegueton no alto de Santa Tereza. Rio de Janeiro. Royal Holiday. Imagem: Jeguiando.

Após voltarmos do passeio, nos despedimos do Júnior, que, por questões de trabalho, teve que voltar para São Paulo. Seguimos então do hotel para o SESC e assistimos a peça Retrato do artista quando jovem, baseada na obra de James Joyce. O espetáculo foi bacana e para terminar o dia, Mari, Mila, Andréia e eu fomos jantar no restaurante do hotel com a linda da vista de Copacabana. Jeito gostoso de terminar o dia. Sinto, aos poucos, que o Rio deixará saudades!

Abraços,

Janaína Calaça.

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