Estes são os destaques do Jeguiando para o dia 20 de junho de 2009:
Para ir sem pressa – Uma sugestão de restaurante marroquino em São Paulo, dada pelo blog Brincando de Chef. Vale a pena dar uma olhada, e já vamos colocar na lista de possíveis lugares para irmos também.
Multiplus Fidelidade: Mas O Que é Isso? – Aquela Passagem – Estaria a TAM metendo os pés pelas mãos e lançando um programa de fidelidade confuso e controverso? Ou finalmente agora fica mais fácil acumular pontos para trocar por passagens-prêmios?
Trip quer chegar a 80 destinos até dezembro – Mais uma companhia para ficar de olho! Vem crescendo bastante e praticando bons preços. Além de que, me parece, que estão trocando os aviões turbo-hélice por aviões a jato da Embraer, os mesmos usados pela Azul. Vamos ver se a concorrência melhora.
Entre os dias 14 e 24 de agosto acontecerá em São Paulo a 20ª edição da Bienal do Livro, evento realizado pela CBL (Câmara Brasileira do Livro). Estivemos no evento para uma visita e trouxemos um pouco do que está acontecendo por lá para os leitores do Jeguiando.
(Imagem: Fábio Brito)
O evento está acontecendo no pavilhão Anhembi e foram disponibilizados ônibus gratuitos para transportar os visitantes da estação de metrô Portuguesa-Tietê até o evento. Chegando no local, quem é profissional da área pode retirar sua credencial e entrar gratuitamente. Os demais visitantes adquirem a entrada nas bilheterias e quem possuir carteirinha de estudante paga meia. A entrada dá direito a vales que darão desconto em livros a cada 10 reais em compras.
(Imagem: Fábio Brito)
São ao todo 350 expositores nacionais e estrangeiros reunidos em 70 mil m², representando mais de 900 selos editoriais. Além das editoras maiores como Companhia das Letras, Record, Globo, Comix, editoras de todo o Brasil trazem novidades do mercado editorial para todos os gostos. Prepare o bolso, porque para quem aprecia livros a multiplicidade de opções é grande.
(Imagem: Fábio Brito)
Literatura nacional, literatura estrangeira, literatura infantil, quadrinhos, best sellers, livros de auto-ajuda, livros de gastronomia, livros da área de saúde e de demais áreas, a variedade é suficientemente grande para atender a todas as necessidades. Acredito que um evento como este é interessante para despertar o interesse que anda meio perdido pela leitura. Ao longo do pavilhão, pude visitar alguns stands que estão apresentando projetos culturais de estímulo à leitura, que seriam desenvolvidos por membros de comunidades. Seriam formados alguns agentes que trabalhariam dentro de seus bairros propagando o gosto e o contato com a leitura.
(Imagem: Fábio Brito)
Além da exposição e venda de livros, estão acontecendo também palestras sobre temas variados, distribuídas ao longo do pavilhão, oficinas, sessões de autográfo, entre outros eventos. Os espaços voltados para as citadas atividades são o Espaço Literário Ipiranga, Espaço Universitário HSBC, Fala, Professor! do Submarino e Salão de Idéias Volkswagen. Contadores de histórias também estão participando do evento, trazendo de volta a tradição oral para o contexto infantil. O que era uma prática antes comum anda meio perdida em função da correria cotidiana e da presença excessiva da televisão no cotidiano das crianças.
(Imagem: Fábio Brito)
Autores nacionais e estrangeiros estão também participando do evento, seja participando de mesas redondas sobre literatura, seja participando de sessões de autográfo. Ontem mesmo tivemos a oportunidade de conhecer Ziraldo, o cartunista autor das histórias do Menino Maluquinho, que povoa o imaginário de crianças e adultos e que está lançando livro novo!
(Imagem: Fábio Brito)
Além de editoras e livrarias, há presença também de alguns sebos, como o sebo do Messias, muito conhecido em São Paulo pela variedade de livros disponíveis e pela presença de livros raros em seu acervo. Tentamos até entrar no stand do sebo, mas estava difícil porque a concorrência era grande.
(Imagem: Fábio Brito)
Como citei anteriormente também, além de literatura em geral, o evento também conta com alguns stands voltados para venda de material didático inclusive para aulas de anatomia. Há stands também voltados para artesanato. A estrutura do evento também conta com espaços para lanches rápidos. A idéia é disponibilizar uma estrutura para que o visitante possa passar o dia inteiro por lá.
Começou no dia 30 de abril e irá até o dia 10 de maio a VII Feira de rua do livro de Florianópolis e a I Feira Catarinense do Livro.
(Imagem: Fábio Brito)
A Feira foi montada ao lado do Mercado Público de Florianópolis e próximo à Alfândega. O evento, que conta com a participação de vários stands de livrarias da cidade de Florianópolis e do Estado de Santa Catarina, atrai os passantes, interessados na variedade reunida pelo evento.
(Imagem: Fábio Brito)
De stands voltados para literatura infantil à venda de bonecos para teatrinho, a Feira atrai crianças também pela presença de uma contadora de estórias, que traz, através da narrativa oral, as estórias que povoam as páginas dos livros infantis e estórias que passaram de geração em geração oralmente. A contadora resgata o ato tão comum há décadas atrás de reunir adultos e crianças para ouvir casos delineados pelas cores fortes da imaginação.
(Imagem: Fábio Brito)
Quem quiser visitar a Feira, ainda há tempo. Ficará ao lado do Mercado Público até o dia 10 de maio. Aproveite! E se gosta de livros em geral e quer dicas bacanas de como escolher bons livros, dicas de conservação e curiosidades, acesse o blog do Alessandro Martins e deixe o tempo e a correria um pouco de lado. Divirta-se!
A Virada passou, mas, prevendo que ano que vem haverá outra edição do evento, deixaremos aqui as impressões, que foram positivas! Iniciativas públicas como esta garantem cultura e lazer à população a baixo custo. Baixo custo porque no caso dos shows, todos foram de graça e o que se gasta de adicional é em transporte e alguma despesa extra em alimentação ou em algum tipo de bebida, seja alcóolica ou não.
(Imagem: Fábio Brito)
A Virada Cultural aconteceu entre os dias 26 e 27 de abril e concentrou-se no centro de São Paulo. Além de shows gratuitos, com estilos variados, visando justamente atrair um público diverso, o evento ainda ofereceu mostra de curtas-metragens, peças teatrais, exposições, apresentações de dança, etc. A idéia, ao que me parece, foi justamente trazer o público paulistano para as ruas, sem que ninguém ficasse de fora por falta de opções.
(Imagem: Fábio Brito)
Como as opções foram muitas e o tempo era curto, escolhemos algumas atrações que gostaríamos de ir, como o show de Cesária Evóra, cantora convidada de Cabo Verde, Zé Ramalho, Retrofoguetes (banda de nossa terra natal, Bahia) e Ultraje a Rigor. Por imprevistos, que sempre acontecem, só conseguimos assistir ao show completo de Cesária, mas deu para registrar o que acontecia em outros palcos espalhados ao longo do Centrão.
(Imagem: Fábio Brito)
O show de Cesária Evóra foi bonito de se ver. A saudade e os olhos virados para a terra, para as raízes, são temáticas recorrentes nas canções desta cabo-verdiana de olhos tímidos e de voz tocante. Tinha muita vontade de ouvi-la cantar ao vivo, talvez pelo tipo de emoção que ela sempre me causou em suas canções. Conseguimos registrar alguns momentos do show. A qualidade não é das melhores, mas a intenção é boa. “Sodade” é uma bela canção e deixamos este recorte para vocês, mesmo com todos os tremores de mão. Somos blogueiros, não somos cinegrafistas! Hahaha!
Depois do show de Cesária, fomos Jeguiar com nossa mochilinha nas costas. Era interessante ver São Paulo com outra cara. Parecia até que as pessoas estavam mais leves. A noite estava convidativa, as ruas também. Pessoas sentavam-se no chão, apresentações circenses aconteciam ao longo da cidade e em cada ponto, um palco estava armado para a diversão. Invariavelmente, estes palcos acabavam por se constituir como pequenas ilhas específicas para certas tribos. Passamos pelo Vale no Anhangabaú e saímos percorrendo o centro. Havia palco voltado para o rock, voltado para cantoras, palco em que o samba e o pagode reinavam, palco voltado para o jazz, palco para projetos independentes, enfim, variedade não faltava.
(Imagem: Fábio Brito)
Cada local contava com mapas informando a localização exata e o que acontecia nos arredores. Ao longo das ruas, havia pessoas contratadas pela prefeitura distribuindo o guia da virada, que continha todas as atrações devidamente listadas. Era só escolher o que ver e se encaminhar ao local.
(Imagem: Fábio Brito)
Nos shows mais disputados, como o de Zé Ramalho por exemplo, estava difícil de passar por causa do limite espacial mesmo, mas ainda assim acho que a iniciativa teve sucesso.
(Imagem: Fábio Brito)
Os pontos negativos não foram da organização do evento, mas dos seres humanos sem noção que insistiam em passar com seus carros em áreas, que estavam isoladas por causa do evento. Muitas vezes eventos como este acabam em função da ignorância de certos seres umbiguistas, que acham que, por estarem ao volante, têm mais direito às vias públicas do que os pedestres.
(Imagem: Fábio Brito)
De modo geral, o evento, aos nossos olhos, foi muito interessante e aparentemente o planejamento deu certo. Democratizar a cultura é sempre uma iniciativa louvável, afinal cultura e lazer não deve ser apenas privilégio daqueles que têm dinheiro pulando ds bolsos. E ver São Paulo mais leve, mais sorridente, menos sisuda, menos atropelante, já valeu também. Próximo ano, caso a iniciativa continue, devemos estar por lá novamente, munidos de nossas mochilinhas, de nossa máquina e de nossas pilhas, que sempre descarregam nos momentos mais impróprios. Pra você que não mora em Sampa, mas tem curiosidade, programe-se!
Pela primeira vez divulgaremos no Jeguiando um evento ao qual ainda não comparecemos e registramos com fotos, mas a causa é justa. Se você tem vontade de visitar São Paulo, acredito que esta é uma boa oportunidade de participar de 24 horas de eventos culturais, acontecendo simultaneamente na cidade. As opções na Virada Cultural, que chegou à sua 4ª edição, são múltiplas e dentre as muitas, acredito que você encontre algo que te agrada.
O evento, promovido pela Prefeitura de São Paulo em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, acontecerá nos dias 26 e 27 de abril e terá seu início às 18 horas do sábado e só terminará 24 horas depois. O metrô funcionará durante essas 24 horas, sem interrupção, o que facilitará bastante o deslocamento. Você pode, por exemplo, ir a um show que acontecerá às 3:00 da manhã e haverá transporte seguro garantido.
Segundo o site da Virada, “os serviços terão seus horários extendidos. O Metrô funcionará por 24 horas ininterruptas e parte do trânsito da região central será desviado, para maior conforto do público circulante. As linhas de ônibus serão circularizadas e a partir das 16h00 do sábado o Bilhete Amigão poderá ser utilizado”.
Programação sujeita a alterações. Fique ligado!
Teatro Municipal
Na Virada Cultural de 2008, a exemplo do que ocorreu no ano passado, o Teatro Municipal de São Paulo abre suas portas para receber artistas de primeira linha da música popular que executam na íntegra, faixa a faixa, seus álbums mais significativos, clássicos do cancioneiro nacional, discos que marcaram época, como a gravação das canções de Paulo Vanzolini.
Palco São João
O principal palco do evento foi deslocado e funcionará ao lado da Praça Júlio de Mesquita, também no Centro. Este ano, passa pelo palco uma combinação eclética de ritmos, idades, climas e tribos. A abertura ficará a cargo da cabo-verdiana Cesaria Evora. Diversos grandes nomes da música também marcam presença.
Instrumental Brasileiro
Os participantes se sucedem improvisando juntos durante 24 horas. A cada tema executado, um músico deixa o palco e outro entra na roda, num único espetáculo ininterrupto de criatividade e brincadeira musical de grandes instrumentistas.
Boteco de Bambas
Inspiração de um dos maiores clássicos de Adoniran Barbosa, o Viaduto Santa Efigênia se torna o reduto do samba na Virada Cultural 2008. As comunidades de samba de São Paulo recebem seus convidados para uma roda de bambas que vai durar 24 horas, sem interrupções, num palco especialmente desenhado para a ocasião. Ambientado no clima descontraído de um botequim, os sambistas do morro e do asfalto se encontram para uma apresentação inesquecível.
Baile do Arouche
O público pode se preparar para uma seqüência de shows incríveis em um dos palcos mais interessantes de 2008. Nelson Ned, o legendário Roberto Luna, Laffayete e Os Tremendões, são alguns dos nomes que vão se apresentar no Largo do Arouche, revivendo grandes momentos da boêmia paulistana. Alguns discos clássicos serão também aqui executados na íntegra, como o primeiro de Maria Alcina e Alegria Alegria vol. 2 ou Quem Não Tem Swing Morre com a Boca Cheia de Formiga, de Wilson Simonal, interpretado por seu filho. Quem passar pela região a qualquer hora do dia ou da noite durante a Virada Cultural, vai poder curtir a nostalgia em grande estilo.
Baile de Bambas
No final da Avenida Rio Branco, a Virada Cultural ganha uma harmoniosa mistura de ritmos em que o reggae e o arrasta-pé são os primeiros gêneros. A festa termina no domingo com a cantora Inezita Barroso encerrando o espetáculo com toda a riqueza dos ritmos regionais.
Roda de Capoeira 24h
Nesta edição da Virada Cultural a Capoeira vai ter um lugar de destaque. Localizada no Largo do Paissandu, diante da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, uma roda de 24 horas ininterruptas homenageará os mestres da velha guarda da capoeira de São Paulo. Os mestres precursores realizarão a abertura e o encerramento desta grande roda de confraternização. Num encontro de gerações, haverá também a participação dos discípulos, os novos mestres que mantêm viva a expressão desta arte. Entremeando este encontro de grandes capoeiristas, haverá rodas abertas, das quais o público será convidado a participar.
Palco Vocacional Dança e Teatro
A Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Departamento de Expansão Cultural – DEC,traz pela primeira vez ao público, na 4º Virada Cultural, a criação de um “espaço-palco” destinado ao Núcleo Vocacional.O espaço será destinado a apresentações dos grupos e turmas que se formaram ou foram orientados pelos projeto do núcleo.
Palco de dança
Como em todos os anos, o palco do Anhagabau apresenta grandes nomes da dança clássica e contemporânea durante 24 horas de arte expressa através do movimento. Nesta edição da Virada, em memória de Umberto da Silva, será concretizado o trabalho de unificar o palco da dança ao Vale e à geografia do centro, segundo o espírito de integração e improviso do evento. Veja também a programação dos Palcos Alternativos de Dança.
Piano na Praça
Desde a primeira edição da Virada Cultural acontece o projeto Piano na Praça e sua conhecida programação na Praça Dom José Gaspar, que se transformou em um projeto permanente da Secretaria Municipal de Cultura, trazendo para o público grandes pianistas como João Donato, Francis Hime, entre outros. Nesta edição, os amantes do piano e aqueles que passam pela Praça poderão apreciar o som de pianistas emergentes no cenário musical, a participação de Zé Celso e de consagrados nomes.
Rock República
Neste ano, o tradicional Palco do Rock ganhou mais diversidade e promete agradar a todos os fãs do velho e bom Rock’n’Roll. Do progressivo de O Terço e Casa das Máquinas à versatilidade de Arnaldo Antunes e Lobão, do bom humor do Ultraje a Rigor, que executa na íntegra seu clássico disco “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, às bandas Volcano e Korzus, passando pela lenda viva do Metal, Paul Di’Anno, que interpretará seu histórico Killers da época em que fazia parte do Iron Maiden.
Canja Rock-Blues
O palco recebe, sem intervalos, alguns dos músicos mais atuantes da cena paulistana em uma descontraída jam session. Assim, reencontros e encontros de diversos grupos e bandas, atuais e históricas, se sucederão por 24 horas ininterruptas.
Festivais Independentes
O tradicional Pateo do Colégio vai receber um público bem diferente daquele ao qual está acostumado. Por meio de uma parceria da Secretaria Municipal de Cultura com a Associação Brasileira de Festivais Independentes, 30 bandas vindas de todos os pontos do Brasil, escolhidas pelos respectivos festivais independentes, irão mostrar durante a Virada sua força e criatividade que extrapolam a música e ganham o status de estilo de vida.
Maratona de Rua
Por entre a multidão e os grandes palcos de atrações musicais, durante as 24 horas do evento, diversos artistas se apresentam sucessivamente pela rua, pelos edifícios, em trapézios, escadas, viadutos e becos com suas instalações e intervenções volantes, teatro de rua e circo, cortejos e apresentações de cultura popular e ainda a iluminação cênica do centro da cidade. Nessa maratona a cultura não vai se reunir em um picadeiro único, o centro todo será o palco para os mais variados artistas do circo tradicional e da arte contemporânea. O público passante será expectador de apresentações inusitadas e surpreendentes que podem acontecer ao lado, ao longe ou acima de suas cabeças.
Bloco da Virada
Durante as 24 horas do evento diversos grupos percorrerão as ruas do centro como um bloco carnavalesco permanente, que irá embalar o público com marchinhas, maracatus e outros batuques.
Baile Chique
Em constante circulação pelo centro da cidade de São Paulo no início da década de 80, os precursores do Hip-Hop paulista seguiam em busca de um local em que pudessem estabelecer um ponto de encontro definitivo. Nosso grande baile começa com os protagonistas desse reencontro.
Mercado Caipira
Toda a riqueza da produção musical do interior do país estará representada em um palco que promete emocionar o público. O Mercado Municipal sediará um encontro de vozes dos principais nomes da música caipira. Na parte central do programa, o veterano Tinoco recebe, conta histórias e canta com duplas históricas, improvisando e costurando os espetáculos.
Palco das Meninas
No começo da Av. Ipiranga estará o palco de novos nomes femininos do cenário musical. Essas meninas de idades, contextos e propostas diversas se unem para entreter o publico com seu repertório, cinturas e vozes.
Bailinho
Um ônibus vira palco de aulas e shows de dança de salão e transforma a Rua Bento Freitas num autêntico baile.
Praça Roosevelt
A Virada Cultural de 2008, expandida na geografia do centro, envolve em seu perímetro a praça Roosevelt e nela um complexo de artes. Com uma programação de 24 horas ininterruptas estarão abertas ao público as casas teatrais Parlapatões, Sátiros, Estúdio 184. Ao ar livre sobre a praça terá lugar uma mostra do projeto vocacional de teatro e dança.
Cinema na Virada
A Sétima Arte também será parte integrante desta quarta edição da Virada Cultural. Através de parcerias da Secretaria Municipal de Cultura com alguns dos mais destacados festivais do Brasil, a Virada oferecerá ao espectador um leque diversificado de títulos e sessões de longas, curtas e curtíssimas metragens.
O CCSP também participa da 4ª edição da Virada Cultural e contribui com sua atuação artística e cultural. O evento, que já se consolidou no calendário cultural da cidade, traz uma programação gratuita e diversificada com oficinas, dança, shows, teatro, etc. Destacamos a apresentação do grupo Demônios da Garoa, à 0h do dia 27, e uma aula-show, no mesmo dia às 11h , com José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski, entre outro.
A agitada vida noturna de São Paulo, característica marcante da cidade, se apresenta na transformação dos calçadões em uma única pista de celebração, com vários pontos de discotecagem e diversos DJs participantes. Muitas tendências estarão presentes,incluindo uma pista para a qual casas noturnas enviarão seus DJs residentes. Mas não é só: uma discotecagem será feita diretamente em diversos fones de ouvido, distribuídos ao público no local.
CEUs
A Virada Cultural 2008 mais uma vez estende seus braços a áreas mais distantes do centro por meio das apresentações nos CEUs (Centro Educacional Unificado) da cidade. Espetáculos musicais de artistas consagrados e peças de teatro serão apresentadas nos equipamentos da Secretaria de Educação do Município.
Secretaria de Estado da Cultura: A Secretaria de Estado da Cultura, especialmente através de sua rede de museus e teatros é parceira desta maratona artística prolongada até horários excepcionais, e como de hábito compõe a programação da Virada Cultural na capital.
SESCs
A rede de salas e espaços do SESC na capital, conforme inserida na Virada Cultural, contribui para regionalização do evento pelos bairros e abriga atividades artísticas tanto externas quanto próprias para teatro, acompanhando a maratona de 24 horas de programação. Parceiro de primeira hora da Virada, o SESC estende ainda mais a sua já intensa programação.