Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Utilidade pública’ Category

7 dicas de como otimizar uma viagem

Posted by Janaína Calaça On maio - 31 - 2008

Talvez a freqüência de viagens de uma pessoa durante a vida não esteja relacionada à tempo livre ou condições financeiras, mas à forma como as pessoas idealizam uma viagem e acabam esperando tempo demais para encontrar o momento propício e o roteiro perfeito. Nenhuma viagem é perfeita se já não a encararmos de maneira descontraída e leve. As pessoas em geral tendem sempre a viajar para lugares que escolhem previamente, desprezando possibilidades que aparecem e que podem gerar experiências agradáveis.

Hoje, com as inúmeras possibilidades de tarifas aéreas, que popularizaram o prazer da viagem, você pode até não encontrar uma tarifa que caiba no seu bolso para o lugar que você deseja ir, mas há sempre outras possibilidades te esperando. Por que não experimentar, dentro do trechos promocionais, um que possa ser interessante e que não esteja nos seus planos? Pode ser uma aventura bacana e que vai te livrar da mesmice da repetição.

Lá se vão umas dicas de viagem, para você aproveitar as oportunidades e não ficar esperando que a “perfeita” apareça:

1) Cadastre-se em algumas empresas aéreas para receber as promoções ou visite este blog interessantíssimo, do Rodrigo Purisch, que já te traz as principais novidades sobre trechos e promoções. Visite o Aquela Passagem;

2) Não escolha o trecho. Seja um pouco ousado. Deixe o trecho escolher você! Experimente escolher um trecho promocional e conheça uma cidade diferente. Garanto que optar por algo diferente, tira a sensação de mesmice e repetição;

3) A internet facilitou as coisas. Faça uma busca de hotéis e pousadas e desmistifique essa coisa toda de que vaga em hotel só se consegue com meses de antecedência. Esta regra apenas não vale em alta estação;

4) Não viaje apenas para algumas cidades na alta estação. A cidade estará mais cara, abarrotada de turistas e artificialmente programada para te receber. É interessante conhecer uma cidade na sua dinâmica cotidiana;

5) Não leve muita bagagem. Bagagens excessivas acabam por tirar a versatilidade da viagem. Coloque um sapato confortável nos pés e outro para ocasiões mais formais dentro da mala, calcule o número exato de roupas que precisará nos dias, que passará viajando. Se for para um local frio, um casaco bem quente já resolve a coisa toda. No máximo leve um par de luvas, cachecol e algumas meias;

6) Não espere feriadões apenas para viajar. Se você não for trabalhar no fim de semana, pegue a noite de sexta para se deslocar e curta um final de semana diferente. Os feriadões são sempre visados e os aeroportos geralmente ficam abarrotados;

7) Se você não tiver como aproveitar o esquema de fim de semana e só tenha como opção os feriadões mesmo, para viagens mais curtas, não compre seu trecho com tanta antecedência. Geralmente, no dia do feriadão, logo cedinho, algumas promoções aparecem nas companhias aéreas.

Curta sua viagem e quem sabe depois você não nos escreve para publicarmos sua história e de quebra ainda participa do Jeguiada Premiada?

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Linha turismo – Um jeito barato de conhecer Curitiba

Posted by Janaína Calaça On abril - 23 - 2008

(Fonte da Imagem)

Este primeiro post sobre Curitiba é dedicado exclusivamente ao eficiente sistema de jardineiras, que promove um tipo de turismo mais alternativo e barato na cidade.

Pelo valor de R$ 16,00, temos o direito a 4 paradas nos principais pontos turísticos de Curitiba. O passageiro escolhe as paradas, desce no ponto exclusivo para a linha de turismo e de meia em meia hora uma nova jardineira passa pelo mesmo ponto.

Além de 16 reais ser um valor acessível para conhecer a cidade, o sistema das jardineiras é flexível e eficiente. Um dos pontos mais interessantes de se viajar é justamente ter a liberdade de escolher para onde ir, sem estar preso a roteiros engessados e a grupos, que podem não ter nada haver com você. Com o sistema das jardineiras, você desce onde quer, passa o tempo que quiser no local e fica livre para explorar a cidade como bem quiser.

A jardineira parte do ponto zero da cidade, a praça Tiradentes e é recolhida por volta das 17 horas e 50 minutos na mesma praça. Caso não gaste seus quatro bilhetes em um dia só, você pode perfeitamente utilizar os restantes no dia seguinte.

Então, para quem curte um passeio acessível, eficiente e flexível, as jardineiras de Curitiba é uma opção mais do que recomendada.

Itinerário do Passeio:

- Praça Tiradentes (Primeira jardineira sai às 09:00 horas);

- Rua das Flores;

- Rua 24 horas;

- Centro de Convenções;

- Museu ferroviário;

- Teatro Paiol;

- Jardim Botânico;

- Estação rodoferroviária;

- Teatro Guaíra/ Universidade Federal do Paraná;

- Passeio Público/ Memorial Árabe;

- Centro Cívico;

- Museu Oscar Niemeyer;

- Bosque do Papa/ Memorial Polonês;

- Bosque Alemão;

- Universidade Livre do Meio Ambiente;

- Parque São Lourenço;

- Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski;

- Parque Tanguá;

- Parque Tingui;

- Memorial Ucraniano;

- Portal Italiano;

- Santa Felicidade;

- Parque Barigui;

- Torre Panorâmica;

- Setor Histórico;

- Praça Tiradentes.

Divirta-se!

Preço: ★★★★★
Eficiência: ★★★★★
Flexibilidade: ★★★★★
Média: ★★★★★

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Kit básico para jeguiar

Posted by Janaína Calaça On fevereiro - 5 - 2008

kit_sobrevivencia.jpg

(Kit para jeguiar – Imagem: Janaína Calaça)

Desde que passei a morar em São Paulo, tive que mudar vários hábitos desde então. Desde o calçado até o que levava na bolsa, muita coisa mudou. Coisas que antes passavam despercebidas ou que não tinham tanta importância, passaram a ter.

São Paulo é grande e isso não é nenhuma novidade e nem uma descoberta grandiosa. É fato apenas.Quando comecei a andar pela cidade, fui percebendo que um sapato mais confortável, uma mochila no lugar da bolsa e uma garrafinha térmica com água, faziam uma diferença grandiosa no que diz respeito ao conforto. Deixei qualquer sapato dos tipos que matam os pés de lado, optei por uma mochilinha, onde posso guardar casaco, camêra fotográfica, carteira, celular, minha garrafinha térmica, bloquinho de anotação, caneta e ainda sobra muitooooooo espaço para você colocar alguma coisa a mais. Facilita muito o transporte, é confortável e equilibra o peso.

Comprei esta mochila em uma lojinha na Sé por R$ 29,90 e é extremamente resistente. A garrafa térmica comprei por R$ 17,90 em uma loja de variedades próximo ao Mercadão.

Não ando também sem meu mapa, que ajuda muito quando você quer se situar nas linhas de metrô, sem precisar correr atrás de um mapa de localização pendurados nas paredes.

A camêra fotográfica eu levo pois é um dos pontos importantes para o Jeguiando: mostrar um panorama geral dos ambientes que indicamos, para que o leitor tenha uma idéia de onde vai se meter. Caderninho de anotações e caneta são ótimos para anotar referências de lugares, para não esquecer. Você ainda pode levar em sua mochila, um lanchinho do tipo rápido, para quando bater fome e você estiver em um lugar sem nada por perto. Enfim, em resumo, um kit básico para você jeguiar bem conta com:

  • mochila;
  • sapato ou tênis confortável;
  • garrafinha térmica;
  • caderninho de anotações;
  • caneta;
  • mapa;
  • lanche rápido (opcional);
  • camêra fotográfica (opcional).

E não esqueça, se vai para longe, use sempre uma roupa em que se sinta confortável. Você vai aproveitar e, por que não dizer, otimizar seus passeios.

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Como pegar metrô em São Paulo

Posted by Janaína Calaça On fevereiro - 2 - 2008

Diante de algumas buscas freqüentes sobre como andar de metrô em São Paulo, resolvemos criar este post de utilidade pública. Se você está vindo à Sampa pela primeira vez ou se mesmo sendo residente você ainda se atrapalha na hora de pegar o metrô, este é seu lugar.

mapa_metro_sao_paulo.jpg

Andar de metrô na verdade não tem grandes dificuldades. Você basicamente terá como guia as extremidades ou pontos finais das linhas.

Exemplo 1 (Linha Vermelha): Se você se encontra na Vila Matilde, por exemplo e quer ir para a Santa Cecília. De acordo com o mapa, você se encontra na linha vermelha. Localize a Vila Matilde e a última estação que esteja na mesma direção, neste caso, a Barra Funda. Então, na estação Vila Matilde, pegue o metrô em direção à Barra Funda e salte na estação Santa Cecília. Para voltar para a Vila Matilde, por exemplo, veja no mapa qual a última estação na direção da mesma, que no caso é a Corinthians-Itaquera. É só pegar o metrô na direção Corinthians-Itaquera e saltar na Vila Matilde.

Exemplo 2 (Linha vermelha e azul): Se você se encontra, por exemplo, na República e quer ir para a estação Santa Cruz. Neste caso, você terá que mudar de linha. A República fica na linha vermelha e a Santa Cruz na azul. Como chegar lá? Estando na República, você terá que pegar um metrô para a , onde se encontra o cruzamento das linhas vermelha e azul. Pegue o metrô para a Sé, na direção Corinthians-Itaquera, que é a extremidade. Salte na Sé e de lá, localize em que direção fica a estação Santa Cruz. No mapa, a estação Santa Cruz se localiza na direção da extremidade Jabaquara. Pegue então na direção da estação Jabaquara. Para voltar, é só buscar a extremidade contrária, que no caso é a Tucuruvi. Salte novamente na Sé e pegue o metrô para a Barra Funda, para retornar à República.

Exemplo 3 (Linha vermelha, azul e verde): Se você se encontra, por exemplo, na estação Belém e quer ir para a estação Consolação. A estação Belém encontra-se na linha vermelha e a estação Consolação na linha verde. Pegue o metrô para Sé. Para isso, localize em que direção a Sé se encontra do seu ponto de vista. Neste caso, pegue para a Barra Funda. Salte na Sé para mudar de linha. Já na linha azul, você terá que pegar o cruzamento para a linha verde. Estes cruzamentos se encontram nas estações Paraíso e Ana Rosa. Localize uma das estações no mapa e em que direção elas estão, tendo como ponto de orientação a Sé. Neste caso, elas se encontram na direção da estação Jabaquara. Salte em uma delas e agora localize onde fica a estação Consolação. A mesma fica na direção da extremidade Vila Madalena. Pegue o metrô para a Vila Madalena e salte na Consolação. Para voltar, é só buscar as extremidades ao contrário. Da Consolação para o Paraíso e Ana Rosa, peguem na direção do Alto do Ipiranga. Para retornar à Sé, pegue agora o metrô no sentido Tucuruvi. Já na Sé, para retornar ao Belém, pegue o metrô na direção Corinthians-Itaquera.

Resumo: Encontre as extremidades (estações finais ou fins de linha) e localize a estação que você deseja chegar sempre na direção dessas extremidades.

Dica: Nas catracas, geralmente, distribuem os mapinhas para você carregar no bolso ou na bolsa. Ajudam muito na orientação. Caso não encontre o mapinha nas catracas, mapas estão fixos ao longo das estações.

Para saber mais visite o site oficial do metrô de São Paulo.

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