Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Utilidade pública’ Category

Cartão de viagem – Visa Travel Money

Posted by Janaína Calaça On julho - 28 - 2010

Um dos pontos que sempre preocupa quem viaja para outros países é como levar o dinheiro para cobrir as despesas. O que fazer? Levar todo o dinheiro em espécie ou usar um cartão de crédito internacional e esperar pelas surpresas na variação do dólar no momento de fechamento da fatura? Levar todo o dinheiro em espécie é complicado, principalmente por facilitar demais os roubos. Os cartões de crédito internacionais podem ser práticos e realmente quebram um galho quando alguma emergência acontece, por isso é bom tê-los na carteira, mas há o inconveniente de você, como disse anteriormente, esperar tenso pela próxima fatura, afinal o valor é calculado em cima da cotação do dólar do dia de fechamento. Hoje, no entanto, o viajante já pode contar com mais uma opção, os cartões pré-pagos de viagem

Cartões pré-pagos de viagem

Nas viagens para outros países que o Jeguiando realizou, utilizamos o Visa TravelMoney (VTM), um cartão de débito pré-pago, que o viajante pode adquirir e recarregar nas casas de câmbio. Caso o viajante esteja em outro país e precise de mais créditos em seu cartão de débito, é só solicitar nova recarga através de um procurador no Brasil. O cartão pode ser carregado em dólar, euro ou libras, mas, ao efetuar o saque no país para onde você viajou, a moeda que terá em mãos é local, como foi no caso dos pesos argentinos, quando fiz minha primeira viagem para a Argentina.

Outras facilidades do cartão pré-pago estão relacionadas a não incidência de juros sobre saques no exterior e a “consulta ao saldo do cartão, extrato de saques e troca de senha, além do acesso total a informações sobre números de contato de diversos países e localização de caixas eletrônicos”, segundo artigo publicado no site Finanças Práticas. A taxa de IOF é mais baixa que a dos cartões de crédito, não existe variação cambial e anuidade. Só existe mesmo limite do valor disponibilizado.

Uma dica importante é: encontre uma casa de câmbio confiável, que você sabe que poderá contar no caso de precisar de novas recargas. Para maiores informações acesse os seguintes sites e saiba um pouco mais sobre os cartões pré-pagos de viagem e como adquiri-los: Confidence Câmbio e o Finanças Práticas.

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Blog plagia textos de vários blogueiros da área de turismo

Posted by Janaína Calaça On março - 31 - 2010

Caros jeguiantes,

resolvi hoje usar o espaço do Jeguiando não para indicar lugares bacanas para onde ir, mas para denunciar um blog que anda fazendo nome às custas de conteúdo alheio. O blog O Morro de São Paulo faz do seu espaço um verdadeiro Ctrl C + Ctrl V. Vários blogueiros da área de turismo, inclusive eu, estão tendo seus textos arbitrariamente plagiados. O responsável pelo blog, que não se manifesta nem com reza brava, está ganhando às custas de quem desenvolve um trabalho sério.

Não sei se algumas pessoas ainda não compreenderam que o conteúdo, presente nos blogs, não surge por geração espontânea. Tudo que é escrito e posteriormente publicado é fruto de trabalho árduo e do investimento muitas vezes do próprio bolso do blogueiro, como é o caso do Jeguiando. Para um post ficar pronto, o responsável pelo blog investe tempo nisso, seja redigindo sua experiência, seja pesquisando sobre o lugar para enriquecer o artigo, seja editando as fotos, tudo isso é trabalho. É muito fácil criar um nome em cima do conteúdo alheio, ignorando o trabalho árduo de quem mantém um blog independente.

A primeira vez que identifiquei que um texto do Jeguiando havia sido plagiado, inclusive com fotos e tudo, deixei um comentário pedindo que o post fosse reestruturado ou removido e até hoje aguardo resposta. Meu comentário não foi aprovado (obviamente) pelo (ir)responsável pelo O Morro de São Paulo e, coincidentemente, através do Twitter, fiquei sabendo que outros blogueiros também estavam tendo seus blogs plagiados, inclusive os comentários eram copiados no post. Além de mim, entre os blogueiros, que se manifestaram até agora sobre a apropriação indevida de seus textos, estão: o Pedro Serra, o Ricardo Freire, a Mari Campos, a Sílvia Oliveira e sei que ainda tem mais gente que está se sentindo lesada nesta história.

Os posts que, até agora identifiquei, que sofreram plágio foram:

- O post original sobre a Igreja do Senhor do Bonfim, publicado no Jeguiando e o post plagiado pelo blog O Morro de São Paulo. Segue o link;

- Post sobre Clichês de Viagem, publicado no Jeguiando e o post plagiado pelo blog;

Post original publicado em agosto de 2009:

Ctrl C + Ctrl V de nosso post, publicado em 25 de janeiro de 2010:

- Post sobre Museu Fragata Presidente Sarmiento, publicado no Jeguiando e o post plagiado pelo blog.

Não tenho absolutamente nada contra meus textos serem utilizados, mas de forma correta. Por exemplo, achou interessante o artigo? Transcreva um trecho, coloque entre aspas, dê a referência ao autor, link para o post original, mas nunca publique o texto na íntegra, com fotos, comentários e tudo como se fosse um material produzido por seu espaço e esse é um recado direto ao este blog que está agindo de má fé com os demais blogs de turismo.

Infelizmente, este assunto é desagradável ao extremo, principalmente tendo em vista que a postura do responsável ou dos responsáveis pelo blog O Morro de São Paulo é o de ignorar os blogueiros e continuar, na cara de pau, postando textos que não são de sua autoria! Estou pensando seriamente em mandar um litro de óleo de Peroba, porque assim eles podem lustrar suas faces de madeira!

Atenciosamente,

Janaína Calaça.

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Como tirar passaporte

Posted by Janaína Calaça On março - 31 - 2010

Se você está se preparando para uma viagem para fora do país e precisa de passaporte, segue abaixo o passo a passo para tirar o documento. Vale ressaltar que para algumas viagens internacionais, como para países do Mercosul, o viajante brasileiro só precisa apresentar o RG. Não há necessidade de apresentação de passaporte, mas caso o mesmo queira fazer compras no Free Shop, aí a história muda e o passaporte é exigido, logo é bom ter o documento em mãos de qualquer forma. Nunca se sabe quando precisaremos dele!

Passaporte

Passaporte

Passo a passo para tirar o passaporte:

  1. Procure o posto da Polícia Federal mais próximo;
  2. Reúna os documentos solicitados. A lista de documentos pode ser visualizada neste link;
  3. Preencha a ficha de solicitação de emissão de passaporte, disponível no site da Polícia Federal;
  4. Será gerado um GRU (Guia de Recolhimento da União) para ser pago e apresentado no momento da entrega dos documentos;
  5. Apresente-se a um posto da Polícia Federal com os documentos reunidos, o GRU pago e a ficha cadastral devidamente preenchida;
  6. Hoje não é mais necessário levar uma foto 3×4. No próprio posto é tirada uma foto digital;
  7. Em alguns casos, o viajante precisará agendar o atendimento. Logo é bom consultar no site da Polícia Federal se este agendamento será necessário;
  8. Após ser atendido, acompanhe seu processo no próprio site da PF;
  9. Retire seu passaporte, apresentando um documento de identidade e pronto! Você está pronto para viajar!

OBS: O passaporte tem validade de 5 anos! Logo, se você já tem passaporte, é hora de checar se já está expirando sua validade.

Abraços,

Janaína Calaça.

Fonte de Pesquisa: Site da Polícia Federal.

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Cobrar cafezinho? É grosseria!

Posted by Janaína Calaça On março - 22 - 2010

Assim como o chá está para os ingleses, o café está para o paladar dos brasileiros. Pode até faltar farinha no pote, mas sempre tem um cafezinho novo ou até mesmo esquecido em uma garrafinha térmica. Servir um café após uma refeição sempre foi uma cortesia oferecida por parte dos restaurantes e agora parece que há um silencioso movimento para cobrar até este mimo, tão apreciado pelo brasileiro.

Cobrar cafezinho? É grosseria! Imagem: Erik Pzado.

Cobrar cafezinho? É grosseria! Imagem: Erik Pzado.

O momento do cafezinho é aquele em que, depois de uma refeição completa, nós damos por finalizado todo um ritual. O café é aquele elemento simpático, de aroma gostoso, servido desde o copinho mais pobre à xícara de mais fina louça, que serve não só para finalizar o ritual da alimentação no Brasil como também para reunir pessoas para mais um dedo de prosa. Antigamente, os restaurantes fechavam as contas dos clientes e depois ofereciam um cafezinho pra coroar a visita. Agora, fomos surpreendidos com a grosseria de uma conta à parte, cobrando os cafés. Minha indignação foi tão grande como a de quando fui surpreendida em Buenos Aires pela cobrança do uso de talheres, pratos e toalha de mesa. Qual o sentido em cobrar talheres e pratos? Não é pré-requisito básico termos onde depositar a comida e ter algo para transportá-la à boca? Pois bem! Cobrar um cafezinho só faz sentido nas cafeterias, casas de chá e afins! O cafezinho de cortesia, ao fim das refeições nos restaurantes, não é só uma tradição como também uma forma de ser simpático com o cliente, de agradecer sua presença, mas hoje, com a preocupação em ganhar dinheiro em cima de tudo, até esta delicadeza se perde.

O motivo deste post é muito simples… Se cada leitor nosso compactua com a visão de que cobrar cafezinho é grosseria, o ideal é que comecemos a questionar esta prática tão deselegante! O selinho está aí. Se você, como nós, não compactua com esta atitude mesquinha, multiplique esta idéia! Cobrar cafezinho? É grosseria, ô!

Abraços,

Janaína Calaça.

Selinho desenvolvido por: Erik Pzado.

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Viajar: por dentro do país ou para fora?

Posted by Janaína Calaça On março - 18 - 2010

Não importa para onde viajamos, o importante é o deslocamento e a experiência que colhemos neste processo. Sim, realmente acredito nesta afirmação. Há pessoas que preferem viajar para fora, porque sentem apenas a experiência do deslocamento na diferença da língua. Há quem diga que viajar por dentro de seu país é como estar em uma casa e só mudar de cômodo. Não concordo. Apesar da aparente unidade linguística e cultural, é complicado acreditar que em um país como o Brasil, com um território tão vasto, exista realmente esta unidade. Por mais semelhanças e traços identitários que existam, viajar pelo Brasil é ainda uma experiência de deslocamento interessante e válida. Há sempre algo a descobrir.

Preferia estar em Olinda. Imagem: Jeguiando.

A questão que intitula o post é sempre levantada quando alguém começa a planejar uma viagem. Para onde ir? O que é mais proveitoso? Escolho um destino nacional ou um destino internacional? Volto a dizer que qualquer experiência em termos de viagem é proveitosa, contanto que estejamos abertos para isso. Há sempre o fetiche de que viajar para fora é mais interessante, mas buscar destinos nacionais é ter a oportunidade não só de conhecer mais a fundo o país onde vivemos, assim como contribuir com o aquecimento da economia da cidade a ser visitada e do próprio país consequentemente.

Tenho observado, como já pontuei no blog, que no metrô de São Paulo está sendo veiculada uma campanha, que visa aquecer o turismo interno. O “preferia estar” completo com a imagem de uma cidade brasileira atiça a curiosidade de um possível viajante, mas na hora de buscar por preços de passagens e hospedagem, a realidade nem sempre entra em sintonia com a proposta de aquecimento do turismo nacional. Outro dia estava conversando com Fábio sobre para onde viajar no próximo feriado. Ele estava buscando um destino para viajar com a namorada e acabou descobrindo que está mais barato, por exemplo, viajar para o Peru do que viajar pelo Brasil. Como incentivamos então o turismo interno se não há movimentação para que este projeto saia da campanha e ganhe relevância?

Preferia estar em Porto Alegre. Imagem: Jeguiando.

As passagens para destinos nacionais em época de feriadão disparam. Hospedagem no Brasil nem sempre cabe sem aperto no bolso, mas o “preferia estar” continua povoando o imaginário dos passageiros do metrô, sem que haja, efetivamente, um movimento mais intenso de viabilização do aquecimento do turismo nacional. Assim, o “preferia estar” em Salvador, no Rio, em Recife, em Natal, em Curitiba, acaba virando o “prefiro estar” onde meu orçamento consiga dar conta das despesas e, quando o viajante se depara com preços mais convidativos em relação a destinos internacionais, o dinheiro gasto dentro do território nacional acaba por ser empregado lá fora. Difícil aquecer o turismo interno deste jeito!

Hoje, eu “preferia estar” no Maranhão, mas pagar mais de R$ 1200,00 (ida e volta), podendo viajar por R$ 500,00 para um destino na América do Sul, deixa o viajante sem grande alternativas. Continuo desejando fortemente conhecer cidades brasileiras, principalmente as do Nordeste, por me atraírem tanto, mas por enquanto o “preferia estar” vira “prefiro viajar para onde posso pagar”.

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