Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Turismo’ Category

Xcaret – México – Parte I

Posted by Janaína Calaça On outubro - 20 - 2009

Caros jeguiantes,  hoje falaremos um pouco sobre o Xcaret, um dos ecoparques localizados em Cancún, a 70 km da zona hoteleira, que tivemos a oportunidade de conhecer em nossa viagem ao México à convite da Royal Holiday. Cancún é um destino de beleza esculpida, digamos assim. As belezas naturais foram devidamente trabalhadas para encher os olhos. Retoque estético, diria assim, mas é um destino agradável e a cor daquele mar é sem dúvidas argumento suficiente para colocar o destino nos planos. Além das águas indecentemente azuis, Cancún conta com uma estrutura de lazer variada, como o Jungle Tour, de que falamos, mergulho com tanque, passeio em pequenos submarinos, restaurantes variados e os ecoparques. Para quem curte ecoturismo, obviamente um ecoparque não chama a atenção, justamente pelo toque cenográfico, mas ainda assim é uma opção interessante para famílias, que queiram passar um dia diferente com opções que agradem a todos. Como as atrações são variadas, dividirei este post em partes. Nesta primeira etapa, falarei das atrações inclusas no pacote básico e no Xcaret Plus e das atividades que realizamos durante o dia e no próximo post me dedicarei ao Espetáculo que acontece à noite.

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Praia em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

O slogan do Xcaret é “Um dia não é o suficiente” e realmente faz sentido. É um slogan honesto, diria. Devido à variedade de atrações, o visitante acaba saindo do parque com a sensação de que não aproveitou nem metade do que poderia ter aproveitado, tanto que o Xcaret oferece aos visitantes a opção de pagar metade do valor do ingresso no segundo dia.

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Fábio, seu bigode tosco e eu fazendo flutuação e snorkeling. Imagem: Jeguiando.

As opções de preço são variadas. O plano básico de admissão custa 69,00 dólares para adultos e para crianças 34,50 dólares, mas acredito que não valha muito a pena, já que o visitante acaba tendo que alugar todos os equipamentos, como toalhas, óculos e snorkel, nadadeiras, entre outros, para poder participar das atividades. O Xcaret Plus custa 99 doláres para adultos e 49,50 dólares para crianças e inclui almoço em um dos restaurantes do parque, 2 bebidas como água e refrigerante e equipamentos.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Há atrações inclusas no pacote e há as atrações oferecidas fora do pacote. Além de poder caminhar por toda a área do parque, observar a flora e poder ver de perto alguns animais e as ruínas Maias, o visitante pode ainda fazer flutuação no rio com snorkel, atividade que tive a oportunidade de fazer juntamente com Fábio e a turma de blogueiros que viajou conosco. Algumas atrações acontecem também em momentos específicos do dia, como o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico e a apresentação dos Voladores de Papantla, de Veracruz.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Como disse, o visitante tem direito à uma refeição em um dos restaurantes do parque. Escolhemos almoçar no La Cocina, dedicado à gastronomia mexicana. O buffet é farto. As opções de pratos quentes, frios e sobremesas são múltiplas e dá para experimentar um pouco de cada. Como Cancún é um destino frequentado principalmente por americanos, obviamente a gastronomia em um parque como esse é adaptado ao paladar do turista, logo a pimenta, tão presente na cozinha mexicana, é amenizada nos pratos e geralmente servida à parte e não utilizada na preparação. Dentre as outras opções de restaurantes, há o Dos Playas, o La Península, o La Laguna, o La Orquidea, o La Lisla, o La Caleta, El Manglar, o Comida Rápida, o Gran Tlachco e o Bar en las Rocas. A variedade grande de restaurantes visa não só comportar o volume grande de visitantes como também dar opções àqueles que apreciam frutos do mar, por exemplo.

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois que almoçamos no La Cocina, assistimos ao show dos Voladores de Papantla. Lindo show por sinal. No alto desta espécie de mastro, os voladores, presos em cordas, vão descendo até o chão à medida que o carretel é desenrolado. Por fim, no chão, os quatro voladores seguram a corda e esperam o último artista descer e fazer pequenas acrobacias no ar. Já em terra, o espetáculo continua. O grupo faz uma dança (não sei de da chuva ou algo assim) e termina o espetáculo girando neste instrumento visto logo abaixo, que realmente não sei como se chama. Lindo espetáculo!

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois da apresentação, Fábio e eu fomos visitar as ruínas Maias, localizadas na área do parque. Obviamente não são grandiosas como as localizadas em Tulum, por exemplo, mas dá um gostinho e desperta a vontade de realmente, em uma outra oportunidade de viagem, visitar as grandes ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

É emocionante imaginar que há séculos, funcionava um centro comercial neste espaço, que hoje se apresenta em ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Fizemos várias fotos, mas como o post não pode virar um tratado, tentamos trazer as ruínas maiores localizadas na área de Xcaret.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Além das ruínas, visitamos o aquário do Xcaret, os tanques com as gigantescas tartarugas e ainda arraias. A proposta do aquário é não só promover um momento educativo e interativo para visitantes, como também apresentar uma pequena mostragem da riqueza marinha da região. Neste ponto, gostei da proposta do Parque.

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Aquário de Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Se há algo em que realmente acredito é que assimilamos muito mais um conhecimento quando estamos relaxados e consequentemente mais receptivos. A interação com a natureza, com os animais, com a flora, cria vínculos que em uma sala de aula, em um espaço de educação formal, se torna mais difícil estabelecer.

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Arraias. Imagem: Jeguiando.

O nível de interação é tão grande que há opções de atividades como nado com alguns animais, só que este tipo de atividade não vem inclusa nos pacotes básicos. Quando o visitante chega ao Xcaret, há guichês que oferecem os passeios, como nado com tubarões, nado com golfinhos e o Sea Trek, em que você caminha em uma espécie de escafandro e ver de pertinho peixes, tartarugas, etc. Fábio, Lucia Malla, Pedro, Sheila e eu optamos por fazer o nado com tubarões e foi uma experiência gostosa. Nadamos com Tubarões-lixa, muito dóceis. Tivemos uma aula antes de como nos portar com os animais e por fim assistimos uma aula sobre preservação e sobre a situação em que se encontram os tubarões, devido à pesca predatória. Proposta realmente interessante!

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Tubarão-lixa. Imagem: Jeguiando.

Bom, para finalizar este primeiro post sobre o Xcaret, deixo vocês com as imagens da praia do parque e das piscinas naturais. Como disse no início do post, como o parque tem muitas atividades, que acho realmente interessantes de serem pontuadas, resolvi dividir o post em duas ou três partes. Este primeiro foi dedicado especificamente a falar muito brevemente sobre as atrações e sobre a estrutura do parque. No próximo ou nos próximos posts, falarei dos espetáculos que rolam por lá. Aguardem!

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Piscinas naturais. Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Solar do Unhão – Salvador

Posted by Janaína Calaça On outubro - 7 - 2009

O maior clichê de Salvador, eternizado por Vinicius de Morais, é passar uma tarde em Itapoã. Nasci em Salvador, vivi grande parte de minha vida por lá e digo tranquilamente que há lugares bem mais interessantes, tranquilos e belos para se passar uma tarde. Itapoã se tornou um ponto turístico devido a toda carga poética a ela atribuída, mas há cantinhos como Monte Serrat e o Solar do Unhão, localizado às margens da Baía de Todos os Santos, que emociona pela beleza e que me toca muito mais. Sentar no pequeno cais, na balaustrada ou na pequena ponte, que dá acesso ao mar, e assistir ao pôr-do-sol é impagável. Seja sozinho, seja com amigos ou família, ver o sol se pôr, ouvindo o som das ondas arrebantarem na prainha é bonitooooooo.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

O Solar é um museu a céu aberto, que reúne em sua área a “Capela de Nossa Senhora da Conceição, um cais privativo, aqueduto, chafariz, senzala e um alambique com tanques. O conjunto atualmente sedia o Museu de Arte Moderna da Bahia”, segundo verbete extraído da Wikipedia. O Museu de Arte Moderna ou simplesmente MAM conta com um acervo de obras permanente e lá acontecem também várias exposições, que já tive a oportunidade de assistir. No Solar do Unhão também está funcionando hoje uma das salas de arte de Salvador, onde são exibidos filmes alternativos aos blockbusters da vida.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Segundo artigo publicado na Wikipedia, o conjunto que constitui o Solar do Unhão foi tombado pelo “Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional na década de 1940. Posteriormente, foi adquirido pelo Governo do Estado para sediar o Museu de Arte Moderna da Bahia. Após um trabalho de restauração com projeto da arquiteta Lina Bo Bardi, o MAM foi inaugurado em 1969, oferecendo oito salas de exposição, teatro-auditório, sala de vídeo, biblioteca especializada e banco de dados”.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Caminhar por dentro do Solar é uma experiência sensorial. Muitas das características originais do complexo arquitetônico foram mantidas, como por exemplo as paredes da parte interna do solar, onde funcionava por exemplo a senzala do casarão. Há alguns anos, o solar foi transformado em um restaurante dedicado à gastronomia teoricamente baiana, mas hoje no lugar funciona um café.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Na parte externa do solar, o visitante pode apreciar o que é chamado de Parque das Esculturas, que reúne obras de artistas como Bel Borba, Mário Cravo Jr e Carybé. As obras encontram-se espalhadas pelo gramado da área externa, paredes e até na prainha.

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Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

A ponte que rodeia a área externa do solar dá acesso à prainha, cujas águas são tranquilas. Os habitantes que residem próximo ao solar usam a prainha para banho, mergulho e navegação.

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Escultura do Parque das Esculturas, no Solar do Unhão. Imagem: Jeguiando.

Espero que tenham gostado de visitar virtualmente e conhecer um pouco do Solar do Unhão. Preferi me centrar nas fotografias da área externa para atiçar a curiosidade do viajante, para que ele mesmo descubra o que tem mais por lá. Volto a afirmar que o Solar é um dos pontos mais belos de Salvador a ser visitado e há detalhes suficientes para ocupar uma tarde ou até um dia inteiro. Para quem curte fotografia, vale a pena passar umas boas horas por lá. Tenho certeza que belas imagens serão extraídas deste cantinho tão solar e belo de Salvador.

Endereço: Avenida do Contorno, s/n. Comércio.
Tel: (71) 3117-6131 / (71) 3329-5551.

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Cancun – O regresso

Posted by Janaína Calaça On setembro - 7 - 2009

Trocadilhos à parte, hoje vou falar sobre, como mesmo antecipa o título do post, nosso último dia em Cancun e nosso regresso ao Brasil. A birra em arrumar a mala por parte de todos só era um indício que ninguém queria abrir mão do azul indecente. No quarto, eu brigava com as malas para fazer caber toda espécie de tranqueira e lembrancinhas que eu levava, fora as tequilas de Fábio. Entre caveirinhas, iguanas, roupa limpa, roupa para lavar, a saudade que se antecipava ficava lá espremida entre nossas coisas. Chegar é fácil, partir nunca é. Pois bem, ora pois… Logo cedo fomos tomar o café da manhã com Pedro, Ricardo, Laura e Ana. Lúcia já havia embarcado de volta ao Havaí e o clima de banzo já estava instaurado. Sheila chegou tempos depois para se juntar a nós e a conversa rolou solta, com direito a imitações regionais de Pedro (Pedrinho!!! na versão pernambuquês), histórias de Ricardo e comentários sobre as peculiaridades de cada estado.

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Jegueton se despedindo de Cancun. Imagem: Jeguiando

Depois do café, fomos fazer mais uma visita ao Royal Holiday. Em um mesmo espaço, eles contam com diferentes tipos de acomodações, que vão desde as mais básicas (que de básicas não têm nada) até as mais sofisticadas, como as suítes presidenciais, mas isso será assunto para um post específico. Não adiantarei muito as coisas agora.

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Jegueton e Fábio. Céu azul, mar azul, piscina azul, camisa azul, etc, etc, etc.

Terminada a visita pelo hotel, decidimos curtir o restinho do dia na piscina, ao lado do pessoal. Ficamos então na piscina Fábio, eu, Sheila, Laura, Ana, Pati e Pedro. Ricardo, depois de Lúcia, foi o próximo a partir com destino a Tulum.

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Lúcia Malla e seu sorrisão e Ricardo lá atrás fotografando. Imagem: Jeguiando.

Entre histórias, entre experiências distintas, os poucos dias que passamos em Cancun juntos foram suficientes para deixar muitas saudades. Quando recebemos o convite para participar deste encontro de blogueiros no México, a preocupação inicial era… E aí… Quem serão essas pessoas que viajarão conosco? A Lúcia Malla já conhecíamos por causa do Blog Camp do ano passado, mas os outros eram para nós novidade.

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Fábio e Pedro achando fazendo teste para Olodum Maia. Imagem: Jeguiando.

Além de termos a oportunidade de conhecer uma cidade tão solar como Cancun, banhada por um dos mares mais azuis que já tive a oportunidade de ver de perto, esta viagem foi importante e memorável justamente pela companhia destes simpáticos blogueiros, cada um com sua peculiaridade… A Lúcia, por quem tenho grande admiração pelo seu amor e respeito pelos animais e por sua preocupação real com a manutenção do equilíbrio ecológico (aprendemos muito com você, Malla!); o Ricardo, por todas as histórias ricas de viagem que ele tem para partilhar e partilha; o Pedro, pelo humor, pelas tiradas e por ter tornado esta viagem uma grande festa (Pedrinho!!!) e a Sheila, por toda a simpatia e também por toda a experiência partilhada de sua vida de viajante. Vocês deixaram muitas saudades!

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Ana, Laura, Sheila e Pati. Foto repetida, mas tá valendo! Imagem: Jeguiando.

Apesar de ser uma viagem-encontro de blogueiros, cujos blogs são dedicados a deliciosa experiência de viajar, ainda tivemos a oportunidade de conhecer a Ana, representante da Burson-Marsteller no México, uma colombiana arretada e muito, muitoooooo engraçada (EU NÃO FALO PORTUGUÊS!), a Laura, que nos acompanhou e nos deu suporte, representando a Royal Holiday, uma mocinha que desenvolveu uma paixão avassaladora por Jegueton e por fim Pati, da Burson-Marsteller do Brasil, que também esteve ao nosso lado todo o tempo. Foi um prazer passar estes dias com vocês!

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Eu, imersa em azul. Imagem: Jeguiando.

Por fim, com todo banzo que nos aguardava, viajamos de volta para o Brasil. Pegamos o vôo das 17:30 em Cancun para a Cidade do México (20 milhões de habitantes na área metropolitana… quase uma São Paulo mexicana) e de lá voamos para o Brasil. A viagem foi cansativa… 11 horas de vôo somadas a 3 ou 4 horas de espera no aeroporto, mas valeu a pena. Como já pontuei uma vez, adicionamos mais um destino ao Jeguiando, fizemos o que mais gostamos de fazer (viajar) e de quebra ainda ganhamos de brinde a oportunidade de partilhar esses dias com pessoas bacanas… E sim, Lúcia… No fim das contas, “you know… it’s all about people…”.

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Jegueton se despedindo da piscina. Fez birra, deu coice, mordeu, mas entrou na mala!

#cancuncainarede

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3º dia em Cancun – México

Posted by Janaína Calaça On setembro - 6 - 2009

Caros, jeguiantes, vamos falar hoje do nosso terceiro dia em Cancun! Bom, como todos sabem, já acordamos (como sempre) com aquele azulão indecente na frente, com o som das ondas quebrando na praia, passarinhos cantando, arpas (a parte da arpa é só licença poética, tá?). Acordamos bem cedo neste dia, porque passaríamos um dia inteiro em Xcaret, um ecoparque que fica a 1 hora de carro de Cancun e que faz parte do conjunto de atrações turísticas, que compõem as cercanias da cidade.

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Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Tomamos o café da manhã com Ana, Laura e os outros blogueiros, todos levemente zumbis por terem dormido tarde e acordado cedo. Enquanto tomava meu chafé (o povo lá tem a mania dos americanos de tomar café ralo!), observava alguns itens servidos no café: tortillas, frijoles… Cardápio bem levinho para um desjejum, mas beleza! Viva o México!!! Arriba!!! Viva seus estômagos fortes!!! Viva!!! Ai, ai, ai!!!

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Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Pegamos a van e rumamos para o Xcaret. Lá para as tantas, as únicas pessoas acordadas eram a Lúcia Malla, Fábio, Laura e o tiozinho que dirigia a van (óbvio). O resto estava capotado no carro (inclusive eu), sonhando com carneirinhos usando sombreros. Choveu um pouco durante o trajeto, o que me fez crer que o dia estava perdido, mas, por sorte, o aguaçeiro foi dar um passeio em outras bandas e pudemos aproveitar o dia.

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Araras. Imagem: Jeguiando.

Chegando em Xcaret, fomos reservar logo os passeios que queríamos fazer e que não estavam inclusos no pacote plus. Lúcia, Pedro, Sheila, Fábio e eu decidimos então pelo mergulho com tubarões. Para quem não sabe, sou uma pessoa que nutre um amor secreto pelos bichanos e, para mim, nadar ao lado de um, mesmo sabendo que é um tubarão lixa e não um Cabeça chata ou Branco, já é aventura e emoção para pelo menos uns 20 anos. Compramos uma câmera peba (traduzindo: fuleira), sem flash e à prova d’água, para podermos tirar fotos dos tutubas, quando fôssemos fazer o mergulho. As fotos estão uma piada à parte, mas tudo bem. Sei que vocês, leitores, são compreensíveis!

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Lojinha do Xcaret e local de reservas dos passeios. Imagem: Jeguiando.

Com o comprovante de compra em mão, fomos dar início ao passeio que, em qualquer lugar do mundo, conta com o maior inimigo do viajante: a burocracia. Perdi as contas de quantas filas enfrentamos. Uma para tirar a toalha, outra para pegar a chave do armário, outra para pegar o salva-vidas, outra para guardar nossos trecos em uma bolsa, que seria levada até o fim do trajeto, outra para pegar o equipamento de snorkel, enfim… Você passa quase uma hora fazendo só esta maratona. Ai, cansei!

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Jegueton pegando carona com Fábio. Imagem: Jeguiando.

Bom, mas depois de tantas filas, de tanta burocracia, conseguimos finalmente descer para o rio para fazermos a travessia com o snorkel. Como todos sabem, o Xcaret é um parque que mescla o natural ao artificial, então não sabíamos exatamente o que era cenário e o que era contribuição da natureza. Acredito, no entanto, que tinha umas caverninhas lá que eram naturais, mas vai saber, né? Fizemos a travessia. Eu lá, tentando não engolir água (sou atrapalhada, como todos sabem) e Fábio me acompanhando e tentando evitar que eu metesse a cara em uma rocha, já que parte da travessia era feita em caverninhas. Lúcia, que é bióloga, como sempre, atrai bichos! Ela nos parou para mostrar um casal de morcegos, que não estava nem aí para a platéia e que estava sutilmente “dando uma” em um canto da caverna.

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Tutuba nadando feliz, contente e saltitante. Imagem: Jeguiando.

Quando terminamos a travessia, nos reunimos com o grupo e de lá fomos fazer o mergulho com os tubarões. Lúcia, Pedro, Sheila, Fábio e eu recebemos então as instruções de como lidar com os bichanos. Sim, mesmo os tubarões lixa, que são razoavelmente dóceis, têm suas regrinhas. Colocar a mão na frente da boca do tutuba é pedir para perder um dedo! Mas, continuando nossa saga… Fizemos todas as etapas do passeio. Recebemos as instruções, depois tocamos nos tubarões, tiramos uma foto com eles no colo (o nome do nosso era Polock) e, por fim, descemos para a água com o equipamento de snorkel para fazer o mergulho. Sheila estava arrancando os cabelos de medo (brincadeirinha) e eu estava emocionada (com medo, mas emocionada). Tomei um susto básico quando um deles passou por debaixo de minhas pernas, mas tudo bem…

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Tutuba esperando algum besta por um dedo na sua boca. Imagem: Jeguiando.

O mergulho foi tranquilo, tiramos algumas fotos, que sairam toscas (mergulhar, prender a respiração e ainda focar um tubarão é como chupar cana e assobiar ao mesmo tempo!). O saldo deste passeio foi positivo. Os instrutores, depois que o passeio termina, falam um pouco sobre a situação da pesca predatória dos bichinhos, tentando conscientizar quem passa por lá sobre o possível desequilíbrio ambiental que pode acontecer caso estes animais sejam extintos. Enfim, gostei muito de ter passado  alguns minutos com estes animais incríveis. Valeu a pena!

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La Cocina, restaurante mexicano. Imagem: Jeguiando.

Depois de tantas emoções (toca Roberto Carlos aí, ó), fomos almoçar com o grupo no La Cocina, um restaurante localizado no próprio Xcaret, especializado em comida mexicana. O lugar é super bacana! A decoração é bem cuidada, preocupada com detalhes e principalmente em reproduzir o México que os turistas querem ver, ou seja, reproduzir todos os clichês adoráveis que esperamos encontrar. O restaurante funciona no esquema de buffet livre e o visitante tem direito a uma refeição no espaço ou em qualquer um dos outros restaurantes espalhados pelo Ecoparque.

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La Cocina, restaurante mexicano. Imagem: Jeguiando.

Assim que terminamos de almoçar, com direito a churros mergulhados no doce de leite como sobremesa, fomos assistir à apresentação dos Voladores de Paplanta, que realizam uma espécie de dança para o criador. Apesar da apresentação ser breve, foi emocionante ver de perto. Tudo bem que fico imaginando como o tiozinho, que fica dando pulinhos em um tamborzinho lá em cima, não se desequilibra e se “estaboca” no chão. Se eu dependesse de um trabalho desses para sobreviver, pode ter certeza que viveria de luz e realizaria fotossíntese. É mais seguro!

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Após a apresentação, o grupo se dissipou e cada um acabou escolhendo o que mais chamava a atenção para fazer. Depois de um banho e de trocar de roupa, fomos visitar as ruínas Maias, que fazem parte do sítio arqueológico do Xcaret. Apesar de não se tratar das edificações maiores, mesmo assim foi também emocionante ver de perto. Ah… Detalhe… Enquanto caminhávamos, nos deparamos com umas trocentas iguanas! Tá vendo que nem tudo é clichê?

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Ruína Maia. Imagem: Jeguiando.

Seguimos um pouco mais e visitamos então o aquário do Xcaret, o tanque com as imensas tartarugas e passamos pelas piscinas naturais. Só não caí na água, porque já tinha tomado banho e vestir novamente um maiô era pedir pra dormir no trajeto! Antes de voltarmos para o ponto marcado para nos encontrarmos com o restante do grupo, Fábio e eu sentamos em umas cadeirinhas e ficamos lá… Lerdos, com sono, cansados, mas chegando ao consenso de que o passeio tinha valido a pena!

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Praia. Imagem: Jeguiando.

Quando nos encontramos com o restante do povo, assistimos rapidamente a uma apresentação musical com direito a um show de cavalos e de lá fomos para o teatro do ecoparque. Para finalizar o dia no parque, há uma apresentação teatral que conta a história do povo Maia, a invasão dos espanhóis, o processo de ocupação do território e a colonização e por fim os desdobramentos. Várias cidades mexicanas foram representadas durante o show e finalmente assisti a um show com Mariachis… Todos com seus sombreros, seus bigodões e calças arroxadas! Mas… Não tocaram La Cucaracha! Hunf!

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Tiozinho vestido de leão. Referência aos Maias. Imagem: Jeguiando.

Depois, em outro post, falarei mais detalhadamente do parque e especialmente desta apresentação. Hoje, só me dediquei a traçar um breve panorama (que não ficou tão breve assim) sobre nosso 3º dia em Cancun. Saldo do dia: blogueiros cansados, tendo que se preocupar em arrumar as malas para viajar no dia seguinte. Mas beleza… Ainda tivemos muito tempo para rir das histórias esdrúxulas um do outro na van de volta ao hotel. Foi um dia bacana, mas tudo que víamos à noite era a cama dançando convidativa em nossa frente.

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Espetáculo teatral sobre os Maias e o processo de colonização espanhola. Imagem: Jeguiando.

Fim do 3º dia em Cancun! #cancuncainarede

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2º dia em Cancun – México

Posted by Janaína Calaça On setembro - 3 - 2009

Caros jeguiantes, a proposta inicial era a de escrever um post sobre cada dia que passamos em Cancun, México, juntamente com os demais blogueiros nesta viagem proporcionada pela Royal Holiday, mas, com o dia ocupado pelas atividades, chegava no hotel no bagaço e acabava dormindo. Manterei a proposta inicial de falar detalhadamente sobre cada dia, sem seguir no entanto a cronologia exata do que aconteceu. Escrevo já do Brasil, cheia de banzo e saudades não só desta cidade linda, que tive a oportunidade de conhecer, como também do grupo de pessoas que fizeram parte desta viagem. Como disse Lucia Malla, o mais importante são as pessoas, a amizade que fizemos, a troca de experiências, de vivências. Foi uma viagem que superou todas minhas expectativas.

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Jegueton, sus amigos bloggers y el desayuno. Imagem: Jeguiando.

Bom, no dia 30/09, acordamos com um solzão batendo em nossas gloriosas caras e com aquele mar indecentemente azul em nossa frente! Ai, ai, vida difícil! Pegamos nossas coisas e fomos tomar o café da manhã com o grupo de blogueiros, com Ana, Laura e  com Enrique Aguirre, o  Chief Quality Officer da Royal Holiday. Durante o desjejum-reunião, Enrique falou um pouco sobre a situação do turismo no México, depois de enfrentar consecutivamente um furacão, a crise da econômica nos Estados Unidos, de onde vinham seus principais turistas e, por fim, a gripe suína, que atingiu de forma drástica a economia mexicana no que diz respeito ao turismo. Aproveitando a deixa, durante os dias que passei por lá, posso dizer tranquilamente que a situação encontra-se estabilizada e que, tirando a histeria que está acontecendo no Brasil em relação à gripe suína, aconselho então a pegar suas malas e passar suas férias no México, porque está mais seguro andar por lá!

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Lucia Malla, Enrique Aguirre e Laura. Imagem: Jeguiando.

Durante o café também conversamos um pouco sobre os blogs, a situação do turismo no Brasil e também sobre como funciona o esquema para se tornar membro dos planos de férias da Royal Holiday, mas este assunto será tocado mais tarde e mais detalhadamente em outro post, porque precisamos reunir os dados certinhos para passarmos as informações aos nossos leitores.

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Ricardo Freire, Ana e Lucia, olhando não-sei-pra-onde. Imagem: Jeguiando.

Depois do café, nos despedimos de Enrique Aguirre, que se despencou de não-sei-de-onde para nos conhecer, para nos ouvir e para trocar algumas informações. Do hotel, nos reunimos para fazer o Jungle Tour. Lucia e Ricardo foram para Isla Mujeres, Pedro foi mergulhar e Sheila, Pati, Ana e Laura, juntamente conosco, foram assinar os papéis para dar início ao passeio. O Jungle Tour, de forma breve, é um passeio que consiste em pilotar uma lanchinha por uma lagoa cheia de crocodilos debaixo d’água, pegar um canal até o mar, estacionar a lanchinha em uns arrecifes e, finalmente, fazer snorkeling e apreciar as belezas dos corais e da fauna marinha.

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Sheila Assis e Pedro (Pedrinho!) Serra. Imagem: Jeguiando.

Quando fomos pegar as lanchinhas, constatamos que a única pessoa, naquele grupo de seis pessoas, que sabia dirigir era Fábio. Detalhe: Fábio não poderia se duplicar e dirigir dois barquinhos ao mesmo tempo, logo olhares apreensivos, cabelos arrancados, promessas a santos até que não existem. Pati então resolveu ser corajosa e assumiu o volante, sem deixar de fazer suas preces para a virgenzinha de Guadalupe. Para ser solidária, então, e deixar a coisa toda em situação de igualdade, resolvi dirigir a lanchinha na ida e seja-o-que-deus-quisesse. Entramos na lanchinha, com o colete salva-vidas, que não adiantaria muita coisa se, em uma barbeiragem, o barquinho virasse. Os crocodilos provavelmente teriam um banquete!

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Eu dirigindo a lanchinha! Fábio, desesperado, pedia milagres à Virgem de Guadalupe!

Pegamos os barquinhos e fomos seguindo o guia até os arrecifes. Como é bom dirigir sem trânsito e sem pista. Fiz as curvas mais malucas e mesmo assim tinha espaço em volta! Estava me sentindo quase um 007 de saias! O vento batendo na cara, cabelo entrando na boca, as ondas deixando o barquinho doidão e eu lá… Fábio disfarçava, mas eu sabia que por trás daqueles olhos pacatos, havia muito, MUITO, desespero! Hahahahaha! Enfim…

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Ana, Laura, Sheila e Pati ao longe indo em direção à vegetação! Hahaha!

Já nos arrecifes, descemos dos barquinhos devidamente paramentados para fazer o snorkeling. Detalhe: nunca tinha usado um snorkel na vida. Fiquei lá viajando… Será que aquele desenho, os Snorks, que eram quase os Smurfs do mar, tinham relação com snorkel? (momento filosófico!). Bom, depois de engolir alguns belos goles de água salgada, na tentativa de respirar, segui a dica de Fábio e funcionou. “Ô, minha filha, respire como o Darth Vader que dá certo!”. Não é que dava certo mesmo?

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Ana, Laura, Sheila e Pati en "Viva Cancun"!!!

Foi uma experiência bacana para quem nunca fez isso na vida! Vi os peixes de pertinho, peguei ouriço na mão (tudo que turista faz!) e depois, ajudados por nosso instrutor Jorgito, o alfajor mexicano (piada interna), subimos no barquinho e voltamos para a orla, com Fábio ao volante desta vez se sentindo também o 007, na versão Brasil-México, com seu bigodão esvoaçante e sua pele levemente avermelhada pelo sol de Cancun (quase uma discrição de trechos eróticos de um livrinho estilo Sabrina-Bianca).

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Agora era a minha vez de fazer preces para a Virgem de Guadalupe!

Almoçamos com o grupo e depois caímos na piscina. Ai, ai, Margueritas! Como sempre, os papos foram embalados com muito riso! Não pensei, sinceramente, que chegaríamos a este grau de integração, mas chegamos. Todos, sem exceção, são pessoas bacanas que pretendo manter contato, para manter viva a memória destes dias solares.

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Sim, Fábio comprou uma máscara de luta livre. Sim, Fábio bateu o pino!

O resto do dia se resumiu a ir a um centro de compras para levar umas peças de artesanato pra casa (sim, eu sou uma pessoa que coleciona artesanato de viagens!). Fábio disse que qualquer dia nossa casa se tornará um museu e teremos que dormir do lado de fora! Mas, continuando… Fomos a um centro comercial, compramos algumas coisas pra gente, umas lembranças, umas tequilas e depois voltamos para o hotel, onde jantamos com Laura, Ana e os nossos novos e queridos amigos, que já deixaram saudades. Depois de um dia cheio, de tantas emoções (pra variar as conversas foram pontuadas de momentos toscos como um discurso sobre nosso amor pelo Chaves e foi parar na perna mecânica do Roberto Carlos). Depois de um dia assim, a cama nos chamou e capotamos!

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Eu, morrendo de sono.

Fim do segundo dia em Cancun! Aguardem, queridos jeguiantes, as cenas dos próximos capítulos!!! Arriba, arriba!!!

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Jegueton y su copa de vino!

#cancuncainarede

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