Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Passeios ao ar livre’ Category

Lagoa do Abaeté – Salvador

Posted by Janaína Calaça On julho - 28 - 2008

(Imagem: Janaína Calaça)

A Lagoa do Abaeté, antes conhecida como Lagoa de Itapuã, é um dos cantinhos mais belos de Salvador e atrai principalmente quem gosta de passeios ao ar livre. A areia branca e fina rodeia as águas escuras da lagoa, um contraste que só se tem idéia da beleza quando estamos perto. Fotografias não dão conta.

(Imagem: Janaína Calaça)

Segundo a Wikipedia, a lagoa antes era “visitada por poucos turistas, todos temiam o banho em suas águas que, segundo se dizia, “engoliam” em misteriosos rodamoinhos, cujos pontos eram do conhecimento de poucos. Eventuais mortes por afogamento apenas aumentavam essa aura de mistério. O fato é que, por sua água doce, sustentada por nascentes que surgem no meio das dunas – e não pelo represamento da chuva, como um dia se acreditou – o Abaeté era usado por lavadeiras que, em suas margens, ajudaram a manter vivas muitas das tradições ancestrais que enriquecem a cultura de Salvador”. As histórias da Lagoa estão entranhadas no imaginário popular, sendo cenário de histórias contadas e passadas pela tradição oral.

(Imagem: Janaína Calaça)

Segundo o Ibahia, “a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste”.  A Lagoa possui uma área restrita para banho, dividida por bóias, que visa manter a segurança dos banhistas. Sem dúvidas é um cenário interessante para caminhadas, piquiniques e para lindas fotografias.

(Imagem: Janaína Calaça)

A Lagoa conta também com uma série de quiosques reunidos, que abrigam restaurantes e lojas de artesanato. Muitos dos restaurantes e barzinhos oferecem música ao vivo nos fins de semana para os clientes. Baianas do acarajé também compõem o cenário, vendendo em seus tabuleiros abará, acarajé, bolinho de estudante, cocadas. A lagoa é um espaço de lazer e muitos a visitam, principalmente os próprios nativos da cidade.

(Imagem: Janaína Calaça)

Passeio: ★★★★★

Estrutura: ★★★★☆

Segurança: ★★★☆☆

Média: ★★★★☆


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Popularity: 8%

Elevador Lacerda – Salvador

Posted by Janaína Calaça On julho - 20 - 2008

(Imagem: Fábio Brito)

Como no post anterior dedicamos um espaço para falar sobre a Sorveteria A Cubana, que possui unidades no Pelourinho e na Praça Municipal, onde também se localiza um dos mais famosos postais de Salvador: o Elevador Lacerda, que compõe a linda vista para a Baía de Todos os Santos.

(Imagem: Fábio Brito)

Segundo verbete extraído da Wikipedia, o Elevador Lacerda “foi construído pelo engenheiro Augusto Frederico de Lacerda, sócio do irmão, o comerciante Antônio Francisco de Lacerda, idealizador da Companhia de Transportes Urbanos, utilizando peças de aço importadas da Inglaterra. As obras foram iniciadas em 1869 e, com os dois elevadores hidráulicos funcionando, em dezembro de 1873 ocorreu a inauguração, com o nome de Elevador Hidráulico da Conceição da Praia. Popularmente conhecido como Elevador do Parafuso, posteriormente seria renomeado como Elevador Lacerda (1896)”. Ainda sobre o Elevador, “após a sua inauguração, passou a ser o principal meio de transporte entre as duas partes da cidade. Inicialmente operando com duas cabines, atualmente funciona com quatro modernas cabines eletrificadas que comportavam vinte passageiros cada. Foi tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, em 7 de dezembro de 2006″.

(Imagem: Fábio Brito)

Acima podemos ver parte da vista do Elevador. Vale a pena reservar um tempo para conhecer este projeto arquitetônico, que é símbolo da união da cidade baixa com a cidade alta, um elo entre duas realidades dividindo a mesma cidade. A vista de cima é belíssima e para descer ou subir no elevador custa apenas 5 centavos. Organize seu tempo e dedique um pouco do mesmo para apreciar uma das vistas mais belas da cidade.

(Imagem: Janaína Calaça)

Passeio: ★★★★★

Estrutura: ★★★★☆

Média: ★★★★½


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Popularity: 3%

Pelourinho – Salvador

Posted by Janaína Calaça On julho - 12 - 2008

(Imagem: Fábio Brito)

Sendo um dos postais de Salvador, o Pelourinho proporciona um mergulho na história da cidade e sua história se confunde com o próprio processo de fundação e ocupação do que hoje é Salvador.  Com o intuito de delinear Salvador como uma cidade-fortaleza, a área que corresponde ao Pelourinho foi cuidadosamente escolhida devido à sua posição geográfica próxima ao porto e, segundo o Guia do Pelourinho, “perto do comércio e naturalmente fortificada pela grande depressão existente que forma uma muralha, de quase noventa metros de altura, por quinze quilômetros de extensão, o que facilitaria a defesa de qualquer ameaça vinda do mar”.

(Imagem: Fábio Brito)

Ainda segundo o Guia do Pelourinho, “o termo “pelourinho” é o nome dado ao local onde os escravos eram castigados pelos senhores de engenho. O “pelourinho” era construído nos engenhos, afastado da cidade. A fim de demostrar à população sua força e poder, os senhores de engenho resolveram construir um “pelourinho” no centro da cidade, instalando-o no largo central, hoje área localizada em frente a
casa de Jorge Amado. A partir daí os escravos eram castigados em praça pública para que todos pudessem assistir tal demonstração de poder. Devido a esse fato o “pelourinho” virou ponto de referência da cidade, dando nome ao antigo centro da cidade, e hoje Centro Histórico de Salvador”.

(Imagem: Fábio Brito)

De centro da aristocracia soterapolitana à reduto de excluídos, o Pelourinho atravessou os anos, passou por processos de restauração e hoje é considerado patrimônio da humanidade. A transição está silenciosamente marcada nos casarões, que são a marca forte do lugar. Os casarões, que antes abrigavam a aristocracia e depois os marginalizados da sociedade soterapolitana, hoje abrigam museus, lojas, restaurantes, reforçando o caráter turístico do Pelourinho.

(Imagem: Fábio Brito)

Todos os anos turistas de todo mundo caminham pelas ruas de pedra do Pelourinho e tentam resgatar um pouco da história da cidade, encrustada nas pedras e por debaixo das tintas coloridas dos casarões.  Os únicos pontos complicados de andar por esta porção da cidade são: o assédio exagerado aos turistas e passantes e alguns furtos, que ocasionalmente ocorrem. Os vendedores ambulantes tentam a todo custo empurrar todo tipo de mercadoria e como não há controle em relação a isso, nem aos cadastrados pela prefeitura, o passeio em algum ponto acaba por se tornar maçante, porque em vez de boas fotos e uma caminhada agradável, há risco de você voltar pra casa enfeitado de fitinhas do Senhor do Bonfim, que vão sendo atadas sem que sejam solicitadas pelos vendedores ambulantes.

(Imagem: Fábio Brito)

No mais, tendo atenção aos pertences, o passeio vale a pena, rende boas fotos e lembranças interessantes. Quem tiver ainda interesse, pode saborear o acarajé vendido pelas baianas do Terreiro de Jesus. Fica então a dica deste postal de Salvador, que vale a pena ser visitado não porque consta nos roteiros turísticos tradicionais, mas pela sua importância histórica e beleza.

Passeio: ★★★★★

Segurança: ★★★☆☆

Estrutura: ★★★★☆

Média: ★★★★☆


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Popularity: 4%

Zoológico de Salvador

Posted by Janaína Calaça On junho - 8 - 2008

O Parque Zoobotânico Getúlio Vargas ou simplesmente Zoológico de Salvador, fundado na década de 50, é sem dúvidas uma opção interessante para o fim de semana e até para passeios escolares. Em um contexto urbano, acelerado, onde a velocidade é a palavra que rege inclusive as relações humanas, ir ao Zoológico é uma oportunidade de se desconectar da rotina e se aproximar um pouco mais da natureza, resgatando assim raízes sufocadas pelo concreto e pelo dia a dia.

(Imagem: Janaína Calaça)

Logo na entrada do Zoológico, situado em Ondina, podemos apreciar um pequeno museu a céu aberto, contendo o esqueleto de uma das baleias que freqüentam a costa brasileira: a Jubarte. O Zoológico conta, além de exemplares vivos da fauna brasileira, com um pequeno museu de animais taxidermizados que fazem parte da nossa fauna e da de outros países.

(Museu de animais taxidermizados do Zoológico de Salvador. Imagem: Fábio Brito)

O parque é todo rodeado por exemplares também da flora brasileira, abarcando e preservando um pouco da Mata Atlântica. É um passeio que deve ser feito com tempo, paciência e principalmente com atenção. Muitos dos animais preservados pelo espaço estão em processo de extinção e dados como este são arbitrariamente desprezados pela sociedade.

(Imagem: Fábio Brito)

O Zoológico conta com uma boa estrutura para receber visitantes. Sanitários são encontrados facilmente ao longo do percurso, além de quiosques e uma lanchonete central para um eventual lanche. A lanchonete central funciona das terças aos domingos (incluindo feriados) das 08:30 h às 17:00 h.

(Imagem: Fábio Brito)

O espaço conta também com um serviço de visitas monitoradas, voltado para escolas e instituições ou para interessados que queiram fazer a trilha da Mata Atlântica. Estes serviços, no entanto, devem ser agendados previamente através do e-mail zooeducar@semarh.ba.gov.br

(Imagem: Fábio Brito)

Deixamos então esta dica para você que está procurando um passeio agradável e barato. A entrada é gratuita e o passeio vale a pena. Guarde uma parte do seu dia para visitar o Zoológico de Salvador e leve quem queira ir também com você! Para maiores informações, acesse o site do parque.

Horários de Funcionamento: Terça a Domingo e Feriados das 08:30 às 17:00 hs.

Endereço: Rua Alto de Ondina S/Nº – CEP 40170-110, Ondina – Salvador – Bahia – Brasil.

Acesso: ★★★★☆

Estrutura: ★★★★☆

Lazer:★★★★☆

Média: ★★★★☆


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Popularity: 4%

Bosque do Papa – Curitiba

Posted by Janaína Calaça On maio - 17 - 2008

(Imagem: Janaína Calaça)

Segundo verbete extraído da Wikipedia, o Bosque do Papa “é um dos mais importantes parques de Curitiba, Paraná. Abriga uma reserva com mais de trezentas araucárias na área central da capital paranaense. O Bosque foi criado em homenagem ao Papa João Paulo II e sedia o Memorial da Imigração Polonesa. O bosque possui uma saída para o gramado posterior do Museu Oscar Niemeyer”.

(Imagem: Janaína Calaça)

Ainda sobre o Bosque, o verbete encontrado na Wikipedia diz que “no centro do Bosque há sete casas originais que ilustram a arquitetura dos imigrantes poloneses de Curitiba, feitas de madeira encaixada. A principal delas, construída em 1883, guarda uma gravura da Nossa Senhora de Czestochowa ou (Virgem Negra de Czestochowa), a santa padroeira da Polônia. As outras casas reproduzem o modo de viver dos imigrantes poloneses”.

(Imagem: Fábio Brito)

Curitiba, aos nossos olhos, pareceu uma cidade simpática como um todo, mas há cantinhos na cidade, como o Bosque, que considero um dos mais bacanas para quem gosta de passeios ao ar livre. Como o local não é muito extenso, dá para conhecer tranqüilamente, entrar nas casinhas, caminhar.

(Imagem: Janaína Calaça)

Utilizamos o serviço das Jardineiras, ônibus voltados para o turismo em Curitiba, que passam de meia em meia hora nos pontos turísticos da cidade, facilitando e muito a vida dos visitantes alternativos, que não lançam mão de pacotes engessados, para conhecer a cidade e os pontos escolhidos por nós.

(Imagem: Janaína Calaça)

O interessante é que se você tiver um pouco mais de disposição, dá pra conhecer mais de um ponto turístico se descer no Bosque. O Museu Oscar Niemeyer fica relativamente próximo ao local. Com um par de sapatos confortáveis e boa vontade, dá pra se conhecer um pouco mais.

(Imagem: Janaína Calaça)

Se você estiver de malas prontas para Curitiba, reserve um tempinho para conhecer este bosque acolhedor. É permitido tirar fotografias em algumas casinhas, não todas. Mais adiante, falarei de uma Casa de Chá, chamada Kawiarnia Krakowiak, especializada em culinária Polonesa, que completa o cenário do Bosque. Arranje um tempinho e conheça este cantinho bom de Curitiba.

Acesso: ★★★★☆

Passeio ao ar livre: ★★★★☆

Belezas naturais: ★★★★☆

Média: ★★★★☆


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