Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Passeios ao ar livre’ Category

Passeio no delta do Rio Tigre – Argentina

Posted by Janaína Calaça On janeiro - 8 - 2009

Estação Fluvial F. Sarmiento. Foto: Jeguiando

Estação Fluvial F. Sarmiento. Foto: Jeguiando

Descobrimos este passeio por acaso, conversando com um dono de banca de revista em Buenos Aires. Enquanto batíamos papo, ele nos perguntou quais passeios já havíamos feito pela Argentina e citamos a viagem à cidade de Rosário e a vontade de conhecer a Patagônia. Foi então que, além de nos indicar a visita à Terra do Fogo, ele indicou fazer um passeio de barco ao delta do Rio Tigre, em Tigre, localizada na área metropolitana de Buenos Aires. Valorizo muito as dicas dos habitantes, porque eles realmente sabem o que vale a pena conhecer, assim como no ano passado, quando conversávamos com Norberto e Verônica, no ano novo, sobre San Telmo.

Rio Tigre. Foto: Jeguiando.

Rio Tigre. Foto: Jeguiando.

A forma mais fácil e menos custosa de se chegar ao Tigre é ir de trem, sem dúvidas. Podemos pegar o trem na estação de Retiro e a viagem toda custa menos de 2 pesos argentinos por pessoa. A viagem dura pouco mais de 40 a 50 minutos. Se você quiser ir de ônibus, pegue o coletivo 60, mas leva 1 hora e meia para chegar ao destino.

Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Logo quando chegamos ao Tigre, já avistamos o rio, que leva o seu nome. Há várias embarcações, desde canoas a barcos maiores. Chegando à Estação Fluvial Domingo F. Sarmiento, há vários guichês, cada um responsável pelos passeios e por estadias em hotéis na cidade. Os passeios variam de acordo com o luxo e conforto das embarcações e com a quantidade de pessoas que partilham o passeio. Há embarcações coletivas, que cobram 15 pesos por pessoa por um passeio de 1 hora, 1 hora e quinze minutos. Há também as pequenas embarcações, que fazem passeios particulares, que cobram 300 pesos referente ao limite de pessoas que a embarcação suporta. E há os catamarans de luxo, que é voltado para quem realmente tenha como pagar um pouco mais. Pegamos a embarcação coletiva, de 15 pesos, com uma guia, que à medida que avançavamos pelo rio, contava a história de suas margens.

Margens do Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Margens do Rio Tigre. Foto: Jeguiando

O passeio pelo Delta do Tigre engloba o encontro de três rios: o Tigre, o Sarmiento e o Luján. Às margens do Tigre, avistamos o Parque de la Costa, que é um parque de diversões, onde são realizados alguns shows e há opções gastronômicas para serem apreciadas. Às margens também encontram-se casas, praias artificiais e particulares, que cobram taxas (não saberia dizer quanto) para que as pessoas possam desfrutar o dia, banhando-se no rio. Há muitas casas e os moradores constroem decks para o rio, para que possam ter acesso às suas águas. Vi muitas famílias banharem-se juntamente com seus filhos, outras passeavam em canoas ou tomavam sol em bóias, traduzindo em cenas pontuais a tranquilidade de se viver às margens do Tigre.

Pequena embarcação - Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Pequena embarcação - Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Durante todo o trajeto, a natureza por todos os lados marca sua presença. Os barcos passam e formam ondas, movimentando os juncos e provocando um efeito interessante de ver. Algumas aves e pequenos animais podem ser vistos das margens e se você vive em uma cidade caótica como nós vivemos, momentos como esse são raros e preciosos e é gritante como muitos estavam ali pelo mesmo motivo: tentar reestabelecer alguma conexão com essa sensação de paz e sossego, que perdemos quando vivemos em grandes cidades.

MADA - Museu de Arte do Delta Argentino. Foto: Jeguiando

MADA - Museu de Arte do Delta Argentino. Foto: Jeguiando

O passeio ao Rio Tigre é indicado para todos, de crianças a idosos, todos podem aproveitar tranquilamente o passeio. As imagens que verão, levarão para toda vida e a sensação de bem estar é impagável. Acredito que algumas agências de turismo devem oferecer a opção de visitar o Tigre, só fiquem atentos se o preço cobrado não está acima do mercado. Reiterando, o passeio em embarcação coletiva custa 15 pesos e nas embarcações particulares, digamos assim, custa 300 pesos. Eu indicaria pegar o trem e curtir o passeio como um todo. É bom de vez em quando colocar as pernas para funcionar.

Jegue-Tón em passeio de barco no Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Jegue-Tón em passeio de barco no Rio Tigre. Foto: Jeguiando

Avaliação:

  • Preço: ★★★★★
  • Acesso: ★★★★★
  • Passeio: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Média: ★★★★★

Informações Gerais:

Estação Fluvial de Tigre (1648)

Tel: 4512-4497/4498. 0-800-888-TIGRE

Fax: 4512-4497.

Horário de funcionamento: Segunda a Domingo de 9 a 17 hs.

Popularity: 38%

San Telmo – Buenos Aires

Posted by Janaína Calaça On janeiro - 6 - 2009

O post de hoje será dedicado ao bairro de San Telmo, localizado em Buenos Aires, próximo à Praça de Maio (Plaza de Mayo).

dorrego

Praça Dorrego (Plaza Dorrego). Foto: Jeguiando

San Telmo é um dos bairros mais antigos da cidade de Buenos Aires e no passado, principalmente no século XIX, foi habitado pela camada da sociedade de poder aquisitivo mais alto, o que se reflete, de alguma forma, nos antigos casarões coloniais, que podemos encontrar ao longo do bairro.

San Telmo. Foto: Jeguiando.

San Telmo. Foto: Jeguiando.

O bairro de San Telmo perdeu sua feição aristocrata depois de uma epidemia de Febre Amarela, que ocorreu em 1871, expulsando os moradores da região. Aos poucos, o que era efervescência tornou-se memória.

Ruas de San Telmo, aos domingos, no dia da feira de antiguidades. Foto: Jeguiando.

Ruas de San Telmo, aos domingos, no dia da feira de antiguidades. Foto: Jeguiando.

Conhecer San Telmo é uma experiência interessante e aconselho que seja feita a pé e com tempo, para que possam ser observados os detalhes, a arquitetura local, as ruas. Não adianta visitar o bairro do alto de um ônibus de city-tour, porque você acabará perdendo o melhor: uma experiência palpável de retorno ao passado.

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando

Hoje os casarões de San Telmo abrigam antiquários, atelliers, restaurantes, hostels e hotéis. Muitos dos restaurantes e hostéis, inclusive, conservaram itens originais dos casarões, como por exemplo azulejos, piso, etc., como uma forma de preservar a identidade do bairro, em vez de descaracteriza-lo. Muitos dos casarões forem tombados como patrimônio histórico da cidade.

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando.

Feira de San Telmo - Antiguidades. Foto: Jeguiando.

Para quem gosta de frequentar antiquários, San Telmo possui dezenas. São peças variadas, desde brinquedos, botões a roupas, prataria e cristais. Além dos antiquários, que funcinam ao longo da semana, aos domingos, das 10:00 às 17:00 horas acontece a Feira de San Telmo, onde tendas de antiguidades são montadas ao longo do bairro, tanto na Praça Dorrego quanto nas ruelas. Na feira, são vendidos também quadros de artistas locais, artesanato em geral, camisetas e outros produtos. Algumas apresentações de tango também acontecem por lá. Enfim, é uma experiência válida e recomendo a todos, que estejam planejando conhecer Buenos Aires.

Popularity: 12%

Praça de Maio – Buenos Aires

Posted by Fabio On janeiro - 2 - 2009

Sendo a mais antiga praça da cidade, a “Plaza de Mayo” é um daqueles lugares turístico-farofa que todo mundo é obrigado a ir quando se vai conhecer uma cidade. É justamente aqui que você consegue obter a prova cabal de que realmente esteve em Buenos Aires: uma foto com a Casa Rosada ao fundo!

Praça de Maio - Piramide de Maio e Casa Rosada ao fundo. Foto: Jeguiando

Praça de Maio - Piramide de Maio e Casa Rosada ao fundo. Foto: Jeguiando

Foi na Praça de Maio que ocorreu a segunda fundação de Buenos Aires, uma vez que a primeira versão da cidade tinha sido completamente destruída com guerras, tendo sua população dizimada por doenças e pela fome e, como os espanhóis precisavam manter o controle da região, fundaram então a cidade novamente.

Pirâmide de Mayo - Marco da segunda fundação de Buenos Aires - Foto: Jeguiando

Pirâmide de Mayo - Marco da segunda fundação de Buenos Aires - Foto: Jeguiando

Além de sua importância histórica, a praça abriga alguns prédios importantes para a administração argentina como o Banco de la Nación Argentina, o Museu Histórico do Cabildo, a Catedral Metropolitana e a Casa Rosada, a sede do governo e palco de fotografias de turista-farofa. :)

Museu do Cabildo (esq) e Governo da Cidade (dir) - Foto: Jeguiando

Museu do Cabildo (esq) e Governo da Cidade (dir) - Foto: Jeguiando

De quebra, a praça também é palco dos costumeiros protestos e manifestações que, de tempos em tempos, surgem em Buenos Aires.

Chegar até lá é muito fácil, pois a praça conta com 3 estações de metrô (subte) ao seu redor: Plaza de Mayo (linha A), Catedral (linha D) e Bolívar (linha E).

Banco de la Nación Argentina, visto da praça - Foto: Jeguiando

Banco de la Nación Argentina, visto da praça - Foto: Jeguiando

Além do metrô, têm um monte de linhas de ônibus (mais de 20) que passam por lá, dentre as quais destaco as 86 (La Boca-Aeroporto de Ezeiza), 64 (Vuelta de Rocha – Barracas de Belgrano), 22 (Quilmes – Puerto Novo) e a 56 (Tapiales – Retiro).

Para quem está nas imediações do Congresso, o melhor caminho é seguir andando pela avenida de Mayo. A praça fica no “fim de linha”.

Jegue-tón em momento turista-farofa em frente a Casa Rosada. Foto: Jeguiando

Jegue-tón em momento turista-farofa em frente a Casa Rosada. Foto: Jeguiando

Aproveite o passeio e não esqueça da foto na frente da Casa Rosada! ;)

Popularity: 5%

Parque Metropolitano de Pituaçu – Salvador

Posted by Janaína Calaça On agosto - 11 - 2008

(Imagem: Janaína Calaça)

Para aqueles que têm preferência por passeios ecológicos e que estão visitando a cidade de Salvador, sugiro que adicionem ao seu roteiro turístico o Parque Metropolitano de Pituaçu, ou simplesmente Parque de Pituaçu, considerada a maior reserva ecológica da cidade e que mantém em sua área uma considerável extensão de Mata Atlântica.

(Imagem: Janaína Calaça)

O Parque é aberto ao público, ou seja, sua entrada é gratuita, o que amplia as opções de lazer na cidade. Dentro da área do parque, há espaços recreativos para as crianças, passeios de pedalinho na lagoa, ciclovias e ainda uma área voltada para agradáveis caminhadas. O Parque, de modo geral, é um convite para horas tranqüilas de passeio e trata-se de um local freqüentado por pessoas de todas faixas etárias.

(Imagem: Janaína Calaça)

Além dos passeios, ainda na área do parque funcionam quiosques onde os passantes podem saborear um coco gelado e funciona também o Museu a céu aberto que abriga obras do artista plástico Mário Cravo. Peças do acervo do artista encontram-se espalhadas por toda extensão do parque e já faz parte da identidade visual do espaço. É algo que também vale a pena ser visitado e apreciado juntamente com a paisagem natural.

(Imagem: Janaína Calaça)

O Parque conta com uma boa estrutura, que abarca desde sanitários a estacionamentos, que proporcionam a segurança de quem está visitando o espaço de carro. Reiterando, o parque é uma opção interessante até para passar um dia a dois ou com os familiares. As opções referentes ao turismo ecológico são muitas, rende boas caminhadas, umas pedaladas longas de bicicleta e ainda há a opção de contornar o lago com os padalinhos em formato de Cisne. Já fiz um passeio desses e garanto a diversão! Deixo aqui então a dica!

(Imagem: Janaína Calaça)

Endereço: Rua Manoel Antonio Galvão. Pituaçu – Zona 0 – Tel: (71) 3231-2829.

Horário de Funcionamento: Segunda a domingo, 7h às 17h.

Entrada: Gratuita.

Estrutura: ★★★★☆

Passeio: ★★★★★

Segurança: ★★★☆☆

Média: ★★★★☆
Exibir mapa ampliado

Popularity: 8%

Ribeira – Salvador

Posted by Janaína Calaça On julho - 30 - 2008

(Imagem: Janaína Calaça)

Segundo a Wikipedia, a Ribeira “é um antigo bairro das famílias de classe alta baianas e atual bairro da boemia, localizado na Cidade Baixa, em Salvador. A Ribeira é bastante conhecida por causa da famosa Sorveteria da Ribeira, além do lindo pôr-do-sol e seus barzinhos. É na Ribeira, especificamente na Enseada dos Tainheiros, que ocorrem há muitos anos as disputas de remo, entre as antigas equipes do Itapagipe, Vitória e Santa Cruz. Era ali naquele mesmo ponto que existia um hidroporto, em que antes da existência do aeroporto, desciam os aviões com políticos e artistas famosos em Salvador”.

(Imagem: Janaína Calaça)

As praias da Cidade Alta e da Cidade Baixa são bem diferentes entre si. A Ribeira, por exemplo, localizada na Cidade Baixa, é uma praia de águas calmas, onde as embarcações circulam calmamente, já compondo o cenário do lugar. Da Ribeira podemos contemplar ao longe o subúrbio da cidade.

(Imagem: Janaína Calaça)

A Ribeira é um daqueles cantos da cidade que atravessaram o tempo e que mantém características próprias há décadas. Um dos cenários mais belos de Salvador, que merece ser visitado, apreciado e registrado em fotografias. À noite, a Ribeira ganha as cores e luzes dos restaurantes e barzinhos, que servem pratos saborosos como moquecas e mariscadas. É um dos cantos mais boêmios e agradáveis de se ir à noite em Salvador.

(Imagem: Janaína Calaça)

Passeio: ★★★★☆

Estrutura: ★★★☆☆

Segurança: ★★★☆☆

Média: ★★★½☆


Exibir mapa ampliado

Popularity: 6%

About Me

There is something about me..

Twitter

    Photos

    DSC_0286.NEFDSC_0283.NEFDSC_0281.NEFDSC_0280.NEFDSC_0278.NEFDSC_0276.NEFDSC_0274.NEFDSC_0271.NEFDSC_0269.NEFDSC_0267.NEFDSC_0266.NEFDSC_0263.NEF