Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Natureza’ Category

Jungle Tour – Cancun

Posted by Janaína Calaça On outubro - 8 - 2009

Caros jeguiantes, dando continuidade à série de posts sobre nossa viagem à Cancun, à convite pela Royal Holiday, hoje vamos falar sobre um dos passeios que tivemos a oportunidade de fazer, o Jungle Tour. Calma, o máximo de jungle que tem neste passeio é o nome. Nada de trilhas em mata fechada, de bichinhos felizes, roupa cáqui e banhos de repelente de mosquito! O Jungle Tour é um passeio que consiste em travessia por um lago cheio de crocodilos legais, esperando que você tome um tombo da lanchinha e faça seu lanchinho virar um banquete e snorkeling em um recife de corais. Confesso que gostei muito mais de dirigir a lanchinha, sendo eu esta pessoa “barbeira” (que dirige mal pacas!). Como já disse, era legal ver a cara de desespero de Fábio a fazer promessas à virgenzinha de Guadalupe para que saíssemos vivos desta!

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Las chicas (Laura,Ana, Pati e Sheila). Imagem: Jeguiando.

Sobre o passeio, darei um step by step, uh, baby (como diria o New Kids on the Block) para que você se situe, caro jeguiante, e saiba como fazer o Jungle Tour. Ao longo da zona de Cancun que concentra a maior parte de hotéis da cidade, há várias agências que oferecem o passeio. Basta chegar lá, assinar os papéis (caso você seja comido por um crocodilo, você isenta a agência da responsabilidade), paga o equivalente a uns US$60, pega seu colete salva-vidas, mesmo que você seja um exímio nadador, e tenta entender as normas de segurança que o instrutor vai te passar. Nosso instrutor, Jorgito, estava mais preocupado em qual das quatro mocinhas (Laura, Ana, Sheila e Pati), que nos acompanhavam, ele iria passar uma cantada. O rapaz não sabia para onde olhava e eu, obviamente, só ria!

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Jungle Tour e as 4 mocinhas indefesas. Imagem: Jeguiando.

Depois de devidamente paramentados com nossos coletes incandescentes, escolhemos nossa lanchinha (2 lugares ou 4 lugares) e saímos em fila indiana pelo lago. O instrutor, sempre à frente, guia o grupo, controla a velocidade e a distância entre as lanchas. O percurso é muito gostoso de se fazer, seja pelos cabelos esvoaçando por causa do vento, pela paisagem natural, pela emoção de pegar umas ondinhas e achar que sua lanchinha vai virar e você vai virar lanche de répteis gigantes! Muito bom! Nada como viver perigosamente em ambiente razoavelmente controlado!

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Todo mundo junto pra "mó" de não se perder! Imagem: Jeguiando.

Depois que fazemos a travessia, nossas lanchinhas são amarradas umas às outras e descemos para a água para o snorkeling. Para principiantes, como nós, o passeio valeu a pena. O único problema que vejo, mas que não chega a ser muito grande, é que a concentração de pessoas na área é grande, em função da quantidade de agências que oferecem o mesmo passeio. Em alguns momentos a coisa toda fica caótica, mas dá sim para curtir, ver os peixinhos, depois que vocẽ se acostuma a respirar como Darth Vader e deixa de embaçar seu óculos de mergulho!

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Jungle Tour. Imagem: Jeguiando.

Bom, espero que tenham gostado da dica. O Jungle Tour, como disse, é um passeio para quem está começando a ter interesse em mergulhar e nada como começar de algum ponto! Em visita a Cancun, entonces, fica a dica do passeio! Até o próximo post!

Como faço o passeio? Dê um pulo na zona hoteleira de Cancun e procure a agência mais próxima.

Preço: Mais ou menos uns US$ 60,00.

Avaliação:

  • Segurança: ★★★★★
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Vale a pena? ★★★★☆
  • Preço: ★★★★☆
  • Média: ★★★★½

#cancuncainarede.

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3º dia em Cancun – México

Posted by Janaína Calaça On setembro - 6 - 2009

Caros, jeguiantes, vamos falar hoje do nosso terceiro dia em Cancun! Bom, como todos sabem, já acordamos (como sempre) com aquele azulão indecente na frente, com o som das ondas quebrando na praia, passarinhos cantando, arpas (a parte da arpa é só licença poética, tá?). Acordamos bem cedo neste dia, porque passaríamos um dia inteiro em Xcaret, um ecoparque que fica a 1 hora de carro de Cancun e que faz parte do conjunto de atrações turísticas, que compõem as cercanias da cidade.

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Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Tomamos o café da manhã com Ana, Laura e os outros blogueiros, todos levemente zumbis por terem dormido tarde e acordado cedo. Enquanto tomava meu chafé (o povo lá tem a mania dos americanos de tomar café ralo!), observava alguns itens servidos no café: tortillas, frijoles… Cardápio bem levinho para um desjejum, mas beleza! Viva o México!!! Arriba!!! Viva seus estômagos fortes!!! Viva!!! Ai, ai, ai!!!

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Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Pegamos a van e rumamos para o Xcaret. Lá para as tantas, as únicas pessoas acordadas eram a Lúcia Malla, Fábio, Laura e o tiozinho que dirigia a van (óbvio). O resto estava capotado no carro (inclusive eu), sonhando com carneirinhos usando sombreros. Choveu um pouco durante o trajeto, o que me fez crer que o dia estava perdido, mas, por sorte, o aguaçeiro foi dar um passeio em outras bandas e pudemos aproveitar o dia.

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Araras. Imagem: Jeguiando.

Chegando em Xcaret, fomos reservar logo os passeios que queríamos fazer e que não estavam inclusos no pacote plus. Lúcia, Pedro, Sheila, Fábio e eu decidimos então pelo mergulho com tubarões. Para quem não sabe, sou uma pessoa que nutre um amor secreto pelos bichanos e, para mim, nadar ao lado de um, mesmo sabendo que é um tubarão lixa e não um Cabeça chata ou Branco, já é aventura e emoção para pelo menos uns 20 anos. Compramos uma câmera peba (traduzindo: fuleira), sem flash e à prova d’água, para podermos tirar fotos dos tutubas, quando fôssemos fazer o mergulho. As fotos estão uma piada à parte, mas tudo bem. Sei que vocês, leitores, são compreensíveis!

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Lojinha do Xcaret e local de reservas dos passeios. Imagem: Jeguiando.

Com o comprovante de compra em mão, fomos dar início ao passeio que, em qualquer lugar do mundo, conta com o maior inimigo do viajante: a burocracia. Perdi as contas de quantas filas enfrentamos. Uma para tirar a toalha, outra para pegar a chave do armário, outra para pegar o salva-vidas, outra para guardar nossos trecos em uma bolsa, que seria levada até o fim do trajeto, outra para pegar o equipamento de snorkel, enfim… Você passa quase uma hora fazendo só esta maratona. Ai, cansei!

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Jegueton pegando carona com Fábio. Imagem: Jeguiando.

Bom, mas depois de tantas filas, de tanta burocracia, conseguimos finalmente descer para o rio para fazermos a travessia com o snorkel. Como todos sabem, o Xcaret é um parque que mescla o natural ao artificial, então não sabíamos exatamente o que era cenário e o que era contribuição da natureza. Acredito, no entanto, que tinha umas caverninhas lá que eram naturais, mas vai saber, né? Fizemos a travessia. Eu lá, tentando não engolir água (sou atrapalhada, como todos sabem) e Fábio me acompanhando e tentando evitar que eu metesse a cara em uma rocha, já que parte da travessia era feita em caverninhas. Lúcia, que é bióloga, como sempre, atrai bichos! Ela nos parou para mostrar um casal de morcegos, que não estava nem aí para a platéia e que estava sutilmente “dando uma” em um canto da caverna.

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Tutuba nadando feliz, contente e saltitante. Imagem: Jeguiando.

Quando terminamos a travessia, nos reunimos com o grupo e de lá fomos fazer o mergulho com os tubarões. Lúcia, Pedro, Sheila, Fábio e eu recebemos então as instruções de como lidar com os bichanos. Sim, mesmo os tubarões lixa, que são razoavelmente dóceis, têm suas regrinhas. Colocar a mão na frente da boca do tutuba é pedir para perder um dedo! Mas, continuando nossa saga… Fizemos todas as etapas do passeio. Recebemos as instruções, depois tocamos nos tubarões, tiramos uma foto com eles no colo (o nome do nosso era Polock) e, por fim, descemos para a água com o equipamento de snorkel para fazer o mergulho. Sheila estava arrancando os cabelos de medo (brincadeirinha) e eu estava emocionada (com medo, mas emocionada). Tomei um susto básico quando um deles passou por debaixo de minhas pernas, mas tudo bem…

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Tutuba esperando algum besta por um dedo na sua boca. Imagem: Jeguiando.

O mergulho foi tranquilo, tiramos algumas fotos, que sairam toscas (mergulhar, prender a respiração e ainda focar um tubarão é como chupar cana e assobiar ao mesmo tempo!). O saldo deste passeio foi positivo. Os instrutores, depois que o passeio termina, falam um pouco sobre a situação da pesca predatória dos bichinhos, tentando conscientizar quem passa por lá sobre o possível desequilíbrio ambiental que pode acontecer caso estes animais sejam extintos. Enfim, gostei muito de ter passado  alguns minutos com estes animais incríveis. Valeu a pena!

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La Cocina, restaurante mexicano. Imagem: Jeguiando.

Depois de tantas emoções (toca Roberto Carlos aí, ó), fomos almoçar com o grupo no La Cocina, um restaurante localizado no próprio Xcaret, especializado em comida mexicana. O lugar é super bacana! A decoração é bem cuidada, preocupada com detalhes e principalmente em reproduzir o México que os turistas querem ver, ou seja, reproduzir todos os clichês adoráveis que esperamos encontrar. O restaurante funciona no esquema de buffet livre e o visitante tem direito a uma refeição no espaço ou em qualquer um dos outros restaurantes espalhados pelo Ecoparque.

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La Cocina, restaurante mexicano. Imagem: Jeguiando.

Assim que terminamos de almoçar, com direito a churros mergulhados no doce de leite como sobremesa, fomos assistir à apresentação dos Voladores de Paplanta, que realizam uma espécie de dança para o criador. Apesar da apresentação ser breve, foi emocionante ver de perto. Tudo bem que fico imaginando como o tiozinho, que fica dando pulinhos em um tamborzinho lá em cima, não se desequilibra e se “estaboca” no chão. Se eu dependesse de um trabalho desses para sobreviver, pode ter certeza que viveria de luz e realizaria fotossíntese. É mais seguro!

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Após a apresentação, o grupo se dissipou e cada um acabou escolhendo o que mais chamava a atenção para fazer. Depois de um banho e de trocar de roupa, fomos visitar as ruínas Maias, que fazem parte do sítio arqueológico do Xcaret. Apesar de não se tratar das edificações maiores, mesmo assim foi também emocionante ver de perto. Ah… Detalhe… Enquanto caminhávamos, nos deparamos com umas trocentas iguanas! Tá vendo que nem tudo é clichê?

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Ruína Maia. Imagem: Jeguiando.

Seguimos um pouco mais e visitamos então o aquário do Xcaret, o tanque com as imensas tartarugas e passamos pelas piscinas naturais. Só não caí na água, porque já tinha tomado banho e vestir novamente um maiô era pedir pra dormir no trajeto! Antes de voltarmos para o ponto marcado para nos encontrarmos com o restante do grupo, Fábio e eu sentamos em umas cadeirinhas e ficamos lá… Lerdos, com sono, cansados, mas chegando ao consenso de que o passeio tinha valido a pena!

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Praia. Imagem: Jeguiando.

Quando nos encontramos com o restante do povo, assistimos rapidamente a uma apresentação musical com direito a um show de cavalos e de lá fomos para o teatro do ecoparque. Para finalizar o dia no parque, há uma apresentação teatral que conta a história do povo Maia, a invasão dos espanhóis, o processo de ocupação do território e a colonização e por fim os desdobramentos. Várias cidades mexicanas foram representadas durante o show e finalmente assisti a um show com Mariachis… Todos com seus sombreros, seus bigodões e calças arroxadas! Mas… Não tocaram La Cucaracha! Hunf!

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Tiozinho vestido de leão. Referência aos Maias. Imagem: Jeguiando.

Depois, em outro post, falarei mais detalhadamente do parque e especialmente desta apresentação. Hoje, só me dediquei a traçar um breve panorama (que não ficou tão breve assim) sobre nosso 3º dia em Cancun. Saldo do dia: blogueiros cansados, tendo que se preocupar em arrumar as malas para viajar no dia seguinte. Mas beleza… Ainda tivemos muito tempo para rir das histórias esdrúxulas um do outro na van de volta ao hotel. Foi um dia bacana, mas tudo que víamos à noite era a cama dançando convidativa em nossa frente.

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Espetáculo teatral sobre os Maias e o processo de colonização espanhola. Imagem: Jeguiando.

Fim do 3º dia em Cancun! #cancuncainarede

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Orla de Ipanema – Porto Alegre

Posted by Janaína Calaça On agosto - 5 - 2009

A cidade de Porto Alegre não tem mar, mas tem o Lago Guaíba!!! Particularmente, a viagem à capital gaúcha foi uma das mais divertidas e agradáveis que fizemos e tudo se deve à atmosfera da cidade, às particularidades e principalmente a lugares interessantes de se conhecer como a Orla de Ipanema, por exemplo. Às margens do Guaíba, a praia de Ipanema se estende por quase 3km, sendo um local voltado principalmente para passeios ao ar livre, incluindo caminhadas e ciclismo. Algumas pessoas também fazem uso das águas do lago para banho, mesmo (infelizmente) estando poluídas e impróprias para o lazer.

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Orla de Ipanema - Porto Alegre. Imagem: Jeguiando

A praia de Ipanema fica localizada na Zona Sul de Porto Alegre e é uma das grandes atrações turísticas da cidade, como também um ponto de encontro dos gaúchos, que se reúnem às margens do rio para tomar sua cuia de chimarrão. Pode fazer o calor que estiver fazendo… O sol pode estar escaldante, mas ainda assim vemos várias pessoas sentadas nos banquinhos ao longo da orla ou caminhando com uma cuia em mãos.

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Orla de Ipanema - Porto Alegre. Imagem: Jeguiando

Segundo verbete extraído da Wikipedia, “o Loteamento Balneário Ipanema foi aprovado pela prefeitura de Porto Alegre em 1938 com os nomes das ruas dado por Oswaldo Coufal e pelos seus sócios. Com a venda de terrenos, muitas famílias construíram suas casas de verão em Ipanema. O Rio de Janeiro foi a inspiração de Oswaldo Coufal ao dar nome às ruas e ao balneário local, que queria ver transformado em ponto turístico. Oswaldo Coufal adorava a capital fluminense e levava a família para passar férias no bairro da Urca”, daí a origem de uma Ipanema deslocada do Rio de Janeiro para Porto Alegre.

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Orla de Ipanema - Porto Alegre. Imagem: Jeguiando

Um dos pontos que me chamou a atenção, durante a rápida visita à orla de Ipanema, foram as imagens de Orixás encontradas ao longo da praia, que pontua, assim como em Salvador, um forte traço de sincretismo religioso. Automaticamente, me lembrei dos Orixás localizados no meio das águas do Dique do Tororó na capital Baiana.

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Orla de Ipanema - Porto Alegre. Imagem: Jeguiando

Quem estiver planejando passar uns dias em Porto Alegre, fica então a dica de visita às margens do Guaíba e  à orla de Ipanema. O bairro é essencialmente residencial, mas há vários restaurantes e bares nas redondezas. E se você já tomou o chimarrão, não custa levar sua cuia e partilhá-lo com os amigos entre uma conversa e outra. Ah… E entre um gole e outro, nada como dar uma espiadela comprida para a imensidão deste lago meio mar.

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Parque Metropolitano de Pituaçu – Salvador

Posted by Janaína Calaça On agosto - 11 - 2008

(Imagem: Janaína Calaça)

Para aqueles que têm preferência por passeios ecológicos e que estão visitando a cidade de Salvador, sugiro que adicionem ao seu roteiro turístico o Parque Metropolitano de Pituaçu, ou simplesmente Parque de Pituaçu, considerada a maior reserva ecológica da cidade e que mantém em sua área uma considerável extensão de Mata Atlântica.

(Imagem: Janaína Calaça)

O Parque é aberto ao público, ou seja, sua entrada é gratuita, o que amplia as opções de lazer na cidade. Dentro da área do parque, há espaços recreativos para as crianças, passeios de pedalinho na lagoa, ciclovias e ainda uma área voltada para agradáveis caminhadas. O Parque, de modo geral, é um convite para horas tranqüilas de passeio e trata-se de um local freqüentado por pessoas de todas faixas etárias.

(Imagem: Janaína Calaça)

Além dos passeios, ainda na área do parque funcionam quiosques onde os passantes podem saborear um coco gelado e funciona também o Museu a céu aberto que abriga obras do artista plástico Mário Cravo. Peças do acervo do artista encontram-se espalhadas por toda extensão do parque e já faz parte da identidade visual do espaço. É algo que também vale a pena ser visitado e apreciado juntamente com a paisagem natural.

(Imagem: Janaína Calaça)

O Parque conta com uma boa estrutura, que abarca desde sanitários a estacionamentos, que proporcionam a segurança de quem está visitando o espaço de carro. Reiterando, o parque é uma opção interessante até para passar um dia a dois ou com os familiares. As opções referentes ao turismo ecológico são muitas, rende boas caminhadas, umas pedaladas longas de bicicleta e ainda há a opção de contornar o lago com os padalinhos em formato de Cisne. Já fiz um passeio desses e garanto a diversão! Deixo aqui então a dica!

(Imagem: Janaína Calaça)

Endereço: Rua Manoel Antonio Galvão. Pituaçu – Zona 0 – Tel: (71) 3231-2829.

Horário de Funcionamento: Segunda a domingo, 7h às 17h.

Entrada: Gratuita.

Estrutura: ★★★★☆

Passeio: ★★★★★

Segurança: ★★★☆☆

Média: ★★★★☆
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Lagoa do Abaeté – Salvador

Posted by Janaína Calaça On julho - 28 - 2008

(Imagem: Janaína Calaça)

A Lagoa do Abaeté, antes conhecida como Lagoa de Itapuã, é um dos cantinhos mais belos de Salvador e atrai principalmente quem gosta de passeios ao ar livre. A areia branca e fina rodeia as águas escuras da lagoa, um contraste que só se tem idéia da beleza quando estamos perto. Fotografias não dão conta.

(Imagem: Janaína Calaça)

Segundo a Wikipedia, a lagoa antes era “visitada por poucos turistas, todos temiam o banho em suas águas que, segundo se dizia, “engoliam” em misteriosos rodamoinhos, cujos pontos eram do conhecimento de poucos. Eventuais mortes por afogamento apenas aumentavam essa aura de mistério. O fato é que, por sua água doce, sustentada por nascentes que surgem no meio das dunas – e não pelo represamento da chuva, como um dia se acreditou – o Abaeté era usado por lavadeiras que, em suas margens, ajudaram a manter vivas muitas das tradições ancestrais que enriquecem a cultura de Salvador”. As histórias da Lagoa estão entranhadas no imaginário popular, sendo cenário de histórias contadas e passadas pela tradição oral.

(Imagem: Janaína Calaça)

Segundo o Ibahia, “a Lagoa do Abaeté resulta do represamento de antigos rios que corriam na região e do acúmulo de água de chuva. Uma curiosidade é que a água tem temperatura diferente em vários trechos, resultante de correntes que não se misturam. A profundidade chega aos cinco metros, e a coloração escura é determinada pelos minerais e microorganismos presentes em toda a extensão da lagoa. As dunas são formadas pelo acúmulo de areia vinda da Praia de Itapoã e adjacências foram emolduradas, com o passar do tempo, por cobertura vegetal. Essa vegetação desempenha um importante papel na preservação da flora local, e entre as espécies mais encontradas estão orquídeas (algumas de espécies raras) e árvores frutíferas, como goiabeiras e cajueiros. A área de Proteção Ambiental desde 1987, é um dos maiores centros de lazer ecológico do Nordeste”.  A Lagoa possui uma área restrita para banho, dividida por bóias, que visa manter a segurança dos banhistas. Sem dúvidas é um cenário interessante para caminhadas, piquiniques e para lindas fotografias.

(Imagem: Janaína Calaça)

A Lagoa conta também com uma série de quiosques reunidos, que abrigam restaurantes e lojas de artesanato. Muitos dos restaurantes e barzinhos oferecem música ao vivo nos fins de semana para os clientes. Baianas do acarajé também compõem o cenário, vendendo em seus tabuleiros abará, acarajé, bolinho de estudante, cocadas. A lagoa é um espaço de lazer e muitos a visitam, principalmente os próprios nativos da cidade.

(Imagem: Janaína Calaça)

Passeio: ★★★★★

Estrutura: ★★★★☆

Segurança: ★★★☆☆

Média: ★★★★☆


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