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Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Natureza’ Category

Hospedagem em Foz do Iguaçu – Hotel Tarobá Express

Posted by Janaína Calaça On abril - 26 - 2010
Cataratas do Iguaçu

Cataratas do Iguaçu. Fonte: Flickr Hotel Tarobá Express.

Planejar uma viagem envolve uma série de pontos, que precisam ser contemplados para que tudo dê certo para o viajante. Comprar passagens, planejar roteiros, definir quanto pode gastar, tudo isso faz parte da preparação de uma viagem. A escolha de uma hospedagem segura, confortável e que ainda caiba no bolso do turista faz parte também desta reunião de pontos, que definem o sucesso de uma viagem.

Hotel Taborá Express.

Hotel Tarobá Express. Fonte: Flickr Hotel Tarobá Express.

Para você que está de passagem comprada para Foz do Iguaçu, município de Paraná conhecido pela beleza de suas atrações naturais, como as Cataratas do Iguaçu, mas ainda não decidiu onde ficar, trago hoje a dica de um hotel que reúne conforto e economia no mesmo espaço. O Hotel Tarobá Express é o primeiro Hotel 3 estrelas certificado no Brasil pela ABIH (Associação Brasileira da Indústria Hoteleira), além de ser o primeiro hotel também do sul do país a aderir ao Programa Recompense para compensar a emissão de CO2 na atmosfera. Ficou curioso sobre o engajamento do hotel no programa? Então acesse o blog do Tarobá Express e saiba mais.

Hotel Taborá Express. Hospedagem econômica e confortável em Foz do Iguaçu.

Hotel Tarobá Express. Hospedagem econômica e confortável em Foz do Iguaçu. Fonte: Flickr Hotel Tarobá Express.

O Hotel Tarobá Express possui, em todas as suas acomodações, uma infraestrutura moderna e confortável, formada por 81 apartamentos de luxo, que oferecem serviços como: academia, sauna, parque para as crianças, piscina, churrasqueira, cofre particular, garagem, recepcionistas bilíngues, restaurante próprio e climatizado, business center, Tv  a cabo, minibar, rádio e em todos os quartos internet Wi-fi ou a cabo, ar condicionado, fervedor de água e secador próprio.

Hotel econômico em Foz do Iguaçu: Hotel Taborá Express.

Hotel econômico em Foz do Iguaçu: Hotel Tarobá Express. Fonte: Flickr Hotel Tarobá Express.

O Tarobá Express oferece desde quarto para solteiros como o Individual Standart e o Duplo Solteiro a quartos para casais como o Triplo Casal + 1, o Super Luxo e outros. O objetivo do Hotel Tarobá Express é sempre atender as necessidades de seus clientes, por isso oferece também diferentes tipos de pacotes, que contam com passeios diferentes e englobam  pontos turísticos de Foz do Iguaçu, variando de acordo com preços e número de dias para a duração da viagem. Os  pacotes oferecem opções para os turistas que adoram aventura e querem fazer um passeio no Macuco Safari ou nas Cataratas, por exemplo;  para os turistas que preferem fazer compras com a família no Paraguai ou Argentina de forma rápida e fácil e para os turistas, que optam por um passeio mais calmo como ir ao Parque das Aves. Há opções para todo perfil de viajante!

Restaurante do Hotek Tarobá Express.

Restaurante do Hotek Tarobá Express. Fonte: Flickr Hotel Tarobá Express.

Diariamente, os hóspedes podem saborear um café da manhã colonial com mais de 40 itens e ainda se deliciar com os diversos tipos de bebidas e lanches oferecidos pelo Restaurante Menu Brasil, que funciona 24 horas e conta com pratos variados e bem preparados.

Hotel Tarobá Express.

Hotel Tarobá Express. Fonte: Flickr Hotel Tarobá Express.

O ponto que realmente chama atenção neste hotel é o fato de ser econômico, sem que a estrutura do espaço e o conforto dos turistas sejam prejudicados. A economia feita com a hospedagem acaba sendo revertida no melhor aproveitamento da viagem! Então, caros viajantes, fica a dica do Hotel Tarobá Express, esta simpática opção em Foz do Iguaçu, que garante uma estadia agradável ao turista, preocupado não só com o dinheiro e o tempo investidos, mas, principalmente, com a expectativa de guardar boas lembranças da experiência.

Foz do Iguaçu. Paraná. Cataratas.

Foz do Iguaçu. Paraná. Cataratas. Fonte: Flickr Hotel Tarobá Express.

Abraços,

Janaína Calaça.

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Royal Holiday e Rio de Janeiro – 4º dia

Posted by Janaína Calaça On março - 26 - 2010

Eis que chegamos ao fim desta viagem ao Rio de Janeiro, proporcionada pela Royal Holiday. Embalada por uma das canções mais clichês em relação ao Rio, Aquele abraço, despeço-me da cidade para um dia, obviamente, voltar. Este foi apenas o primeiro contato com este lugar de tantas cores e de tantas paisagens, mas um dia eu volto, ah… Eu volto sim!

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Para este último dia de Rio, a programação era livre, logo era usar a imaginação para preencher o tempo. Logo cedo, encontrei-me com a Mari Campos, do Pelo Mundo, a Andréia, do Mundo Afora e a Mila Marques, da Burson. Tomamos café tendo como vista novamente, again, once more, a praia de Copacabana, que definitivamente não canso de ver.

Andréia, Mila e eu no Jardim Botânico. Imagem: Jeguiando.

Andréia, Mila e eu no Jardim Botânico. Imagem: Jeguiando.

Depois do café da manhã, Mari embarcou de volta pra Campinas e Mila, Andréia e eu ficamos no Rio esperando a nossa hora também de voltar pra casa. Andréia então nos deu a dica de irmos visitar o Jardim Botânico para preencher aquele dia de programação livre. Com a definição para onde iríamos já acertada, rumamos para o jardim, que cobra R$ 5,00 ao visitante como taxa de entrada.

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Nossa visita ao Jardim Botânico do Rio de Janeiro foi muito rápida, mas foi suficiente para perceber que, quando achamos que o Rio já tem lugares suficientemente incríveis para visitar, algo mais é adicionado ao roteiro. Passeio ao ar livre é o tipo de passeio que me atrai, que me apetece. Gosto da experiência sensorial de caminhar por um lugar que seja um brinde aos sentidos. Cores, aromas, tudo está ali ao alcance dos olhos, do tato e de tudo mais que seja capaz de traduzir esta experiência.

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Recomendo a visita ao Jardim Botânico para quem curte, como eu, passeios ao ar livre, natureza e um pouco de silêncio. É um lugar muito bacana para quem trabalha ou curte como hobby a fotografia. As minhas não ficaram muito boas, mas dá pro gasto! Um dia aprendo a lidar melhor com uma câmera, com mais destreza!

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Após o passeio no Jardim Botânico, voltamos para o hotel, arrumamos as malas e pegamos nosso rumo de volta à realidade. Mila e eu, como iríamos voltar para São Paulo no mesmo vôo, saímos juntas do Rio Othon Palace. Fui me despedir da Andréia e do Denis, da Royal Holiday no Brasil, e de lá pegamos nosso vôo em Santos Dumont.

Vitória-Régia. Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Vitória-Régia. Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Durante o trajeto para São Paulo, o clima no avião era de saudosismo. Mila e eu ainda conversamos muito sobre turismo, blogs, Royal Holiday e sobre as impressões gerais da viagem. Qual foi o meu balanço destes 4 dias no Rio, ao lado da Mari Campos, do Ariovalo Jr, da Andréia, da Mila, do Denis e de quebra ainda do meu querido Pedro, do Blog Sem Destino? Que toda viagem vale a pena, seja ela para perto, seja ela para bem longe, quando a companhia é agradável e quando há muito o que se aprender com o outro. Somos, definitivamente, seres sociais, que se constroem na dinâmica da interação com outras pessoas e esta viagem foi muito mais do que uma viagem para fins turísticos… Foi uma viagem de trocas, de aprendizagem, de crescimento pessoal. Obrigada a todos pela companhia, meus queridos amigos! Vejo vocês por aí, em uma dessas paragens!

Fonte. Jardim Botânico. Imagem: Jeguiando.

Fonte. Jardim Botânico. Imagem: Jeguiando.

Segue abaixo a lista dos blogs que participaram deste 4º Encontro de Blogueiros de Turismo, proporcionado pela Royal Holiday:

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

Jardim Botânico. Rio de Janeiro. Imagem: Jeguiando.

É isso aí, meus queridos blogueiros, até o próximo encontro! :D

Abraços,

Janaína Calaça e Jegueton.

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Vila de Paranapiacaba – Santo André/SP

Posted by Janaína Calaça On janeiro - 18 - 2010

Conhecer a Vila de Paranapiacaba, que significa em tupi-guarani “lugar de onde se avista o mar”, é um exemplo de como é possível viajar sem gastar muito e ter uma experiência para guardar e recordar. Obviamente, o passeio fica barato para quem vive em São Paulo ou no ABC, mas este post na verdade é um convite ao leitor a tentar descobrir, próximo à sua cidade, algum lugarzinho interessante de visitar como assim o fiz, morando em São Paulo. Neste fim de semana descobri, através da indicação de uma grande amiga, a Natalina Costa (a quem agradeço a companhia), este encanto de vila, situada em Santo André, no ABC Paulista.

Paranapiacaba. Santo André/SP. Imagem: Jeguiando.

Viajar para mim independe da distância percorrida, mas sim da sensação de “estar em outro lugar”, de ter a oportunidade de conhecer outras paisagens. Para chegar em Paranapiacaba, peguei metrô, trem e um ônibus metropolitano, comum. Foi um pouco mais de uma hora e vinte de viagem, que me proporcionou um fim de semana agradável, tranquilo, fotos e recordações interessantes.

Locobreque de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

A Vila de Paranapiacaba, que trata-se de um distrito do município de Santo André, é um museu a céu aberto. Sim, literalmente um museu. A vila foi tombada como patrimônio histórico pela sua importância na economia do Brasil no século XIX e conserva algumas características da época em que funcionava a todo vapor (com todos os trocadilhos possíveis!).

Locobreque de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

Segundo verbete extraído da Wikipedia, Paranapiacaba “surgiu como centro de controle operacional e residência para os funcionários da companhia inglesa de trens São Paulo Railway – estrada de ferro que possibilitava o transporte de cargas e pessoas do interior paulista para o porto de Santos, e vice-versa (…)”.  “A São Paulo Railway inaugurou sua linha férrea em 1º de janeiro de 1867. Ela primeiramente serviu como transporte de passageiros de Santos a São Paulo e Jundiaí (última estação); também serviu como escoamento da produção de café da província paulista para o porto de Santos. Em 1874, é inaugurada a Estação do Alto da Serra, que mais tarde seria denominada Paranapiacaba”.

Vila de Paranapiacaba. Imagem: Jeguiando.

A vila é dividida em Parte Alta e Parte Baixa, que corresponde a uma espécie de pequeno vale. Não há hotéis em Paranapiacaba, somente pequenas pousadas. Natalina e eu, enquanto escolhíamos onde ficar, acabamos optando por uma pousada localizada na parte alta da, que fica próxima ao ponto de ônibus, a Pousada da Casa Roxa, administrada pelo Álvaro e pela Margarete, que transformaram sua casa em um hostel simples, mas daqueles em que você se sente bem à vontade. O ponto positivo desta pousada, além da simpatia e receptividade dos seus anfitriões, é a vista privilegiada da vila. A casa é quase um mirante e de lá consegui tirar fotos panorâmicas e ter o prazer de jogar um baralhinho no final do dia, presenciando a neblina descer sinuosa e cobrir a vila. Linda cena! Ah! E o bolo de fubá do seu Álvaro também vale a pena a visita!

Trem antigo. Imagem: Jeguiando.

Paranapiacaba parece ter parado no tempo, lá nos fins do século XIX, inícios do século XX. As casas, construídas para abrigar os ferroviários e suas famílias, permanecem, muitas delas, com suas características originais. Caminhar pelas ruas é caminhar através do tempo. Muitas dessas casas são habitadas, são residências dos moradores da vila. Outras foram transformadas em ateliês de arte ou pequenos restaurantes, que atendem à população e aos turistas. Como a frequência de turistas é bem variável, os horários dos estabelecimentos, que servem refeições, também variam muito, logo é preciso caminhar um pouco e procurar  onde é possível fazer uma refeição, que quase sempre é caseira, mas bem preparada. Há vários cafés e restaurantes, mas poucos funcionam efetivamente em um horário regular.

Antiga casa em ruínas. Imagem: Jeguiando.

A atração principal da vila é, sem dúvidas, a ferrovia com seu trenzinho que ainda funciona, mas não para fins comerciais. O trem hoje é operado apenas para fins turísticos. Por R$ 5,00 é possível fazer o passeio de 10 minutos. O passeio não é longo, mas vale para conhecer o interior do vagão, a sensação do movimento, os apitos e tudo mais a que se tem direito. O projeto é tocado por voluntários e o ingresso cobrado é o que mantém o trem funcionando.

Trenzinho. Passeio turístico pela vila. Imagem: Jeguiando.

Além do trem, datado de 1814, se não me engano, há uma réṕlica que roda a vila, só que em cima de rodas e não de trilhos. Para passear no trenzinho de mentirinha, o visitante deve se dirigir à Rua Direita. Não tem como errar. Ele está lá paradinho, amarelo e reluzente para fazer a festa de quem visita Paranapiacaba.

Clube União Lira Serrano. Imagem: Jeguiando.

Além das casas dos ferroviários e dos passeios de trenzinho, o visitante pode ainda ter acesso a vários pequenos museus, espalhados ao longo da vila, como o Museu do Funicular, que é uma espécie de casa de máquinas; o Museu do Castelo, ou Castelinho, localizado no alto da colina e antiga moradia do engenheiro-chefe, que de lá fiscaliza o trabalho dos ferroviários; o Clube União Lira Serrano, onde aconteciam exibições de cinema mudo. Além desses pontos turísticos, há ainda o Antigo Mercado e o Pau da Missa.

Utensílios domésticos. Imagem: Jeguiando.

A vila recebe geralmente visitantes de regiões próximas ou ecoturistas, acostumados a enfrentar trilhas árduas para descansar e relaxar em cachoeiras e piscinas naturais. Há vários monitores que trabalham na vila organizando as trilhas e acompanhando os turistas para dar-lhes segurança. Além de seu apelo ecológico, a vila também se tornou ponto de encontro de esotéricos, bruxos e Xamãs. Se não me engano, já rolaram alguns eventos, como encontro de bruxas, na vila.

Paranapiacaba. Santo André/SP. Imagem: Jeguiando.

Bom, queridos Jeguiantes, deixo então a vocês a dica deste simpático distrito de Santo André, que muito me encantou. Tenho planos de voltar lá quando puder, pela acessibilidade da viagem em termos de custo e, principalmente, pela tranquilidade, paz e aconchego que este deslocamento me proporcionou. Aos paulistanos, acostumados ao ritmo acelerado da cidade, uma ressalva: visitar a Vila requer paciência com o ritmo do lugar. Nada de correria, nem de lugares abertos 24 horas. É uma oportunidade de perceber que há sim outras formas possíveis de viver, sem tanta parafernália, sem tanta pressa e que ainda assim funciona e muito! Agora, agradeço à minha companheira nesta viagem, Natalina, pela companhia agradável, pelas partidas de baralho, pelo bate papo e por ter me apresentado este lugar tão bacana. Obrigada, minha querida!

Eu e Nathy em Paranapiacaba!

Informações Gerais:

Onde fica? Distrito do município de Santo André, São Paulo.

Como chegar? Acessem o site do Wikipedia e lá tem tudo detalhado para o visitante.

Onde se hospedar? Pousadas. Fiquei na Pousada da Casa Roxa, na Parte Alta da Vila.

Quer conhecer um pouco mais, acesse os sites dedicados à Paranapiacaba!

Paranapiacaba Ecoturismo

Guia Paranapiacaba

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Xcaret – México – Parte I

Posted by Janaína Calaça On outubro - 20 - 2009

Caros jeguiantes,  hoje falaremos um pouco sobre o Xcaret, um dos ecoparques localizados em Cancún, a 70 km da zona hoteleira, que tivemos a oportunidade de conhecer em nossa viagem ao México à convite da Royal Holiday. Cancún é um destino de beleza esculpida, digamos assim. As belezas naturais foram devidamente trabalhadas para encher os olhos. Retoque estético, diria assim, mas é um destino agradável e a cor daquele mar é sem dúvidas argumento suficiente para colocar o destino nos planos. Além das águas indecentemente azuis, Cancún conta com uma estrutura de lazer variada, como o Jungle Tour, de que falamos, mergulho com tanque, passeio em pequenos submarinos, restaurantes variados e os ecoparques. Para quem curte ecoturismo, obviamente um ecoparque não chama a atenção, justamente pelo toque cenográfico, mas ainda assim é uma opção interessante para famílias, que queiram passar um dia diferente com opções que agradem a todos. Como as atrações são variadas, dividirei este post em partes. Nesta primeira etapa, falarei das atrações inclusas no pacote básico e no Xcaret Plus e das atividades que realizamos durante o dia e no próximo post me dedicarei ao Espetáculo que acontece à noite.

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Praia em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

O slogan do Xcaret é “Um dia não é o suficiente” e realmente faz sentido. É um slogan honesto, diria. Devido à variedade de atrações, o visitante acaba saindo do parque com a sensação de que não aproveitou nem metade do que poderia ter aproveitado, tanto que o Xcaret oferece aos visitantes a opção de pagar metade do valor do ingresso no segundo dia.

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Fábio, seu bigode tosco e eu fazendo flutuação e snorkeling. Imagem: Jeguiando.

As opções de preço são variadas. O plano básico de admissão custa 69,00 dólares para adultos e para crianças 34,50 dólares, mas acredito que não valha muito a pena, já que o visitante acaba tendo que alugar todos os equipamentos, como toalhas, óculos e snorkel, nadadeiras, entre outros, para poder participar das atividades. O Xcaret Plus custa 99 doláres para adultos e 49,50 dólares para crianças e inclui almoço em um dos restaurantes do parque, 2 bebidas como água e refrigerante e equipamentos.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Há atrações inclusas no pacote e há as atrações oferecidas fora do pacote. Além de poder caminhar por toda a área do parque, observar a flora e poder ver de perto alguns animais e as ruínas Maias, o visitante pode ainda fazer flutuação no rio com snorkel, atividade que tive a oportunidade de fazer juntamente com Fábio e a turma de blogueiros que viajou conosco. Algumas atrações acontecem também em momentos específicos do dia, como o Jogo de Pelota (bola) Pré-Hispânico e a apresentação dos Voladores de Papantla, de Veracruz.

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Restaurante La Cocina. Imagem: Jeguiando.

Como disse, o visitante tem direito à uma refeição em um dos restaurantes do parque. Escolhemos almoçar no La Cocina, dedicado à gastronomia mexicana. O buffet é farto. As opções de pratos quentes, frios e sobremesas são múltiplas e dá para experimentar um pouco de cada. Como Cancún é um destino frequentado principalmente por americanos, obviamente a gastronomia em um parque como esse é adaptado ao paladar do turista, logo a pimenta, tão presente na cozinha mexicana, é amenizada nos pratos e geralmente servida à parte e não utilizada na preparação. Dentre as outras opções de restaurantes, há o Dos Playas, o La Península, o La Laguna, o La Orquidea, o La Lisla, o La Caleta, El Manglar, o Comida Rápida, o Gran Tlachco e o Bar en las Rocas. A variedade grande de restaurantes visa não só comportar o volume grande de visitantes como também dar opções àqueles que apreciam frutos do mar, por exemplo.

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois que almoçamos no La Cocina, assistimos ao show dos Voladores de Papantla. Lindo show por sinal. No alto desta espécie de mastro, os voladores, presos em cordas, vão descendo até o chão à medida que o carretel é desenrolado. Por fim, no chão, os quatro voladores seguram a corda e esperam o último artista descer e fazer pequenas acrobacias no ar. Já em terra, o espetáculo continua. O grupo faz uma dança (não sei de da chuva ou algo assim) e termina o espetáculo girando neste instrumento visto logo abaixo, que realmente não sei como se chama. Lindo espetáculo!

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Voladores de Paplanta. Imagem: Jeguiando.

Depois da apresentação, Fábio e eu fomos visitar as ruínas Maias, localizadas na área do parque. Obviamente não são grandiosas como as localizadas em Tulum, por exemplo, mas dá um gostinho e desperta a vontade de realmente, em uma outra oportunidade de viagem, visitar as grandes ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

É emocionante imaginar que há séculos, funcionava um centro comercial neste espaço, que hoje se apresenta em ruínas.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Fizemos várias fotos, mas como o post não pode virar um tratado, tentamos trazer as ruínas maiores localizadas na área de Xcaret.

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Ruínas Maias em Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Além das ruínas, visitamos o aquário do Xcaret, os tanques com as gigantescas tartarugas e ainda arraias. A proposta do aquário é não só promover um momento educativo e interativo para visitantes, como também apresentar uma pequena mostragem da riqueza marinha da região. Neste ponto, gostei da proposta do Parque.

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Aquário de Xcaret. Imagem: Jeguiando.

Se há algo em que realmente acredito é que assimilamos muito mais um conhecimento quando estamos relaxados e consequentemente mais receptivos. A interação com a natureza, com os animais, com a flora, cria vínculos que em uma sala de aula, em um espaço de educação formal, se torna mais difícil estabelecer.

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Arraias. Imagem: Jeguiando.

O nível de interação é tão grande que há opções de atividades como nado com alguns animais, só que este tipo de atividade não vem inclusa nos pacotes básicos. Quando o visitante chega ao Xcaret, há guichês que oferecem os passeios, como nado com tubarões, nado com golfinhos e o Sea Trek, em que você caminha em uma espécie de escafandro e ver de pertinho peixes, tartarugas, etc. Fábio, Lucia Malla, Pedro, Sheila e eu optamos por fazer o nado com tubarões e foi uma experiência gostosa. Nadamos com Tubarões-lixa, muito dóceis. Tivemos uma aula antes de como nos portar com os animais e por fim assistimos uma aula sobre preservação e sobre a situação em que se encontram os tubarões, devido à pesca predatória. Proposta realmente interessante!

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Tubarão-lixa. Imagem: Jeguiando.

Bom, para finalizar este primeiro post sobre o Xcaret, deixo vocês com as imagens da praia do parque e das piscinas naturais. Como disse no início do post, como o parque tem muitas atividades, que acho realmente interessantes de serem pontuadas, resolvi dividir o post em duas ou três partes. Este primeiro foi dedicado especificamente a falar muito brevemente sobre as atrações e sobre a estrutura do parque. No próximo ou nos próximos posts, falarei dos espetáculos que rolam por lá. Aguardem!

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Piscinas naturais. Imagem: Jeguiando.

Para maiores informações, acessem o site do Xcaret.

Horário de Funcionamento: 8:30h às 22:00 horas. Aberto todos oss dias do ano.

Endereço: Está localizado a 56 km ao sul do Aeroporto Internacional de Cancún e a 6 km da Playa del Carmen na Riviera Maia.

Telefones de contato: Em Cancún: (998) 883-3143. Na Riviera Maia: (984) 206 – 0038.

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Museu de Arte da Pampulha – BH/Minas Gerais

Posted by Janaína Calaça On outubro - 13 - 2009

Um dos principais cartões postais de Belo Horizonte é sem dúvidas o Museu de Arte da Pampulha, conhecido antigamente como Cassino da Pampulha. O Museu é um dos projetos arquitetônicos de Oscar Niemeyer, encomendado na década de 40, no tempo que Juscelino Kubitscheck foi prefeito de BH. O museu, segundo verbete extraído da Wikipedia, “faz parte do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que se complementa com a Igreja de São Francisco de Assis, a Casa do Baile da Pampulha e o Iate Clube. Foi o primeiro prédio do conjunto a ser construído”. Infelizmente, do conjunto arquitetônico só conseguimos visitar o museu, porque, como citei nos posts anteriores, minha viagem para Minas foi pontuada por uma gripe chata, febre e sono. Não foi a viagem dos sonhos, mas consegui pelo menos caminhar pelo museu e ver de perto o quão bonito é.

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Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

O Museu conta com um acervo permanente de obras, inclusive de Di Cavalcanti, Iberê Camargo e Tomie Ohtake. Além da exposição permanente, acontecem frequentemente mostras de arte abertas ao público.

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Vista do Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

A estrutura do museu conta também com uma “biblioteca, loja de souvenirs, café e salas de multimídia”.

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Vista do Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

Como citei no início do post, o Museu antigamente era conhecido como Cassino Pampulha, porque foi construído inicialmente para este fim, mas com a proibição do jogo, acabou por dar lugar ao museu. O conjunto arquitetônico foi construído para funcionar como uma espécie de colônia de férias mas depois de tantos contratempos e “perrengues”, foi totalmente reconfigurado em seu sentido e fim.

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Vista do Museu de Arte da Pampulha. Imagem: Jeguiando.

Vale a pena dedicar um tempinho para conhecer o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, principalmente a área que corresponde ao museu de artes. O acesso, para quem se hospeda no centro, não é lá dos mais fáceis, porque infelizmente em BH não há um investimento em linhas de Turismo, que facilitariam bastante a vida dos viajantes. Para quem foge de pacotes turísticos como nós, o ideal mesmo seria contar com uma linha turismo como a de Curitiba, por exemplo, que considero a mais eficiente até hoje, justamente pela flexibilidade de você escolher onde parar sem ter que ficar preso a um grupo. Bom, na falta de uma linha exclusiva para tal fim, o viajante tem que tentar se encontrar no transporte público de BH ou gastar uma graninha para pegar um táxi do Centro até as imediações do museu e, como disse, o trajeto é longo. É… BH precisa urgentemente de um plano que atenda às necessidades do turismo na cidade.

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"O Abraço" de Ceschiatti. Imagem: Jeguiando.

Queridos jeguiantes, espero que tenham gostado do post e que este tenha despertado a curiosidade para conhecer um pouco mais da capital mineira, que vale a pena ser visitada, mas que anda precisando de um incentivo grande em relação ao turismo. A cidade tem potencial turístico, mas acho que ainda não se tocaram disso!

Quer visitar o Museu de Arte da Pampulha? Seguem abaixo as informações.

Endereço: Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16585 – Pampulha – Zona 0.

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