Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for the ‘Informalidade’ Category

Kit básico para jeguiar

Posted by Janaína Calaça On fevereiro - 5 - 2008

kit_sobrevivencia.jpg

(Kit para jeguiar – Imagem: Janaína Calaça)

Desde que passei a morar em São Paulo, tive que mudar vários hábitos desde então. Desde o calçado até o que levava na bolsa, muita coisa mudou. Coisas que antes passavam despercebidas ou que não tinham tanta importância, passaram a ter.

São Paulo é grande e isso não é nenhuma novidade e nem uma descoberta grandiosa. É fato apenas.Quando comecei a andar pela cidade, fui percebendo que um sapato mais confortável, uma mochila no lugar da bolsa e uma garrafinha térmica com água, faziam uma diferença grandiosa no que diz respeito ao conforto. Deixei qualquer sapato dos tipos que matam os pés de lado, optei por uma mochilinha, onde posso guardar casaco, camêra fotográfica, carteira, celular, minha garrafinha térmica, bloquinho de anotação, caneta e ainda sobra muitooooooo espaço para você colocar alguma coisa a mais. Facilita muito o transporte, é confortável e equilibra o peso.

Comprei esta mochila em uma lojinha na Sé por R$ 29,90 e é extremamente resistente. A garrafa térmica comprei por R$ 17,90 em uma loja de variedades próximo ao Mercadão.

Não ando também sem meu mapa, que ajuda muito quando você quer se situar nas linhas de metrô, sem precisar correr atrás de um mapa de localização pendurados nas paredes.

A camêra fotográfica eu levo pois é um dos pontos importantes para o Jeguiando: mostrar um panorama geral dos ambientes que indicamos, para que o leitor tenha uma idéia de onde vai se meter. Caderninho de anotações e caneta são ótimos para anotar referências de lugares, para não esquecer. Você ainda pode levar em sua mochila, um lanchinho do tipo rápido, para quando bater fome e você estiver em um lugar sem nada por perto. Enfim, em resumo, um kit básico para você jeguiar bem conta com:

  • mochila;
  • sapato ou tênis confortável;
  • garrafinha térmica;
  • caderninho de anotações;
  • caneta;
  • mapa;
  • lanche rápido (opcional);
  • camêra fotográfica (opcional).

E não esqueça, se vai para longe, use sempre uma roupa em que se sinta confortável. Você vai aproveitar e, por que não dizer, otimizar seus passeios.

Popularity: 1%

Rua 25 de Março

Posted by Janaína Calaça On fevereiro - 3 - 2008

Acredito que um dos pontos mais conhecidos de São Paulo definitivamente é a 25 de Março. São Paulo é conhecida pela sua variedade de serviços e é muito comum ouvir que aqui se encontra de tudo. “A rua 25 de março é onde situa-se o maior centro comercial a céu aberto da América Latina”, segundo verbete publicado na Wikipedia.

rua_25_marco.jpg

(Rua 25 de Março. Imagem: Janaína Calaça)

Como bem ilustra a imagem acima, caminhar pela 25 de Março exige paciência e tempo. Pessoas de várias partes do país transitam por esta rua à procura de produtos, vendidos sempre a um preço mais baixo, se comparado aos das lojas comuns. Os produtos são vendidos nas opções de atacado e varejo e, para quem busca novidades e preços mais em conta, é fácil encontrar estes dois itens por lá.

25_marco.jpg

(Rua 25 de Março. Imagem: Janaína Calaça)

Apesar da 25 de Março ter uma fama já disseminada de vender produtos piratas e de procedência duvidosa em geral, principalmente ao que se refere a eletrônicos, este centro comercial não se resume apenas a isso. Encontramos de tudo. Desde objetos de decoração, como cestas artesanais de vime, a produtos feitos a base de mdf, roupas indianas e árabes com preço mais baixo, material para confecção de bijouterias, fantasias diferenciadas para carnaval, artigos para festas, lojas de esportes, que vendem produtos oficiais, tecidos, calçados, enxoval de bebês, artigos de cama, mesa e banho, etc. Dá para encontrar produtos de qualidade no meio da loucura toda no final das contas.

ladeira_porto_geral.jpg

(Ladeira Porto Geral. Imagem: Janaína Calaça)

As dicas que deixo são as seguintes: calce um tênis ou sapato confortável, porque você vai andar muito; leve uma mochila para transportar as compras e leve-a sempre junto ao corpo, para evitar pequenos furtos; não se desespere com a quantidade de gente; não compre na primeira loja ou barraquinha. Vale a pena pesquisar para encontrar preços mais em conta. Provavelmente você encontrará o que procura por lá, mas cuidado com a procedência e sempre teste o que está comprando, antes de levar.

Para maiores informações, indico o site Guia da 25 de Março.

  • Acesso ★★★★★
  • Estrutura ★★☆☆☆
  • Variedade de produtos ★★★★★
  • Preço ★★★★☆
  • Segurança ★☆☆☆☆
  • Média ★★★½☆

Como chegar à 25 de Março:

  • Nesta última foto, você pode ver que há uma entrada para a Estação São Bento. Salte na Estação São Bento e pegue a saída para a Ladeira Porto Geral. É a maneira mais fácil e mais rápida de se chegar à 25 de Março.

Popularity: 37%

Liberdade – São Paulo

Posted by Janaína Calaça On janeiro - 31 - 2008

O bairro da Liberdade sem dúvida é um convite para quem se interessa por itens da cultura japonesa e oriental em geral. O bairro reúne “a maior colônia japonesa do mundo, fora do Japão”, segundo verbete publicado na Wikipedia.

liberdade_sao_paulo.jpg

(Liberdade – São Paulo. Imagem: Janaína Calaça)

Para quem busca artigos, como disse anteriormente, principalmente da cultura japonesa, há, ao longo do bairro, várias lojas que vendem tais artigos. Cogumelos, doces feitos a base de feijão, molhos, sake, macarrão específico para o preparo de yakissoba, algas e vários outros itens. É só caminhar, que a oferta é grande.

galeria_compras_liberdade.jpg

(Galeria Sogo – Liberdade. Imagem: Janaína Calaça)

Além das lojas de produtos alimentícios em geral, a Liberdade conta também com as galerias, onde são vendidos artigos importados que vão de bugingangas em geral até camisetas, dvds de desenhos animados raros, brinquedos, miniaturas de vários personagens de quadrinhos, acessórios usados pelos Otakus, etc.

luminarias_liberdade.jpg

(Luminária. Imagem: Janaína Calaça)

Um dos traços identitários da Liberdade são suas luminárias, encontradas ao longo da maioria das ruas. À noite, as luminárias são acesas, dando um colorido tranqüilo e exótico, em contraste aos postes comuns de iluminação.

ikesaki.jpg

(Ikesaki. Imagem: Janaína Calaça)

Para quem gosta ou trabalha diretamente com cosméticos, a Liberdade conta com um dos maiores centros de compra dos itens em São Paulo: o Ikesaki. Lá você encontra desde um simples sabonete à materiais de salão, tintas diferentes para os cabelos e mais uma infinidade de itens. É ir lá, escolher o que precisa e levar.

restaurante_shangai.jpg

(Restaurante Shangai. Imagem: Janaína Calaça)

A Liberdade ainda conta com vários restaurantes de culinária japonesa e culinária chinesa. Deixo como dica o restaurante Shangai, para quem gosta da culinária chinesa e o Asia House, para quem gosta da culinária japonesa. O restaurante Shangai fica localizado no início da rua Galvão Bueno, do lado direito para quem tem como base de orientação a praça da Liberdade.

feira_artesanato_liberdade.jpg

(Feira de artesanato – Liberdade. Imagem: Fábio Brito)

Aos sábados, acontece uma feira de artesanato na Liberdade. Para quem se interessa por artesanato, fica a dica e não se esqueça de visitar as barraquinhas que vendem também rolinho primavera, tempurá, camarão frito no palito e até porções de sushi. A Liberdade também possui vários sebos, que vendem de livros raros a best sellers. Vale a pena conferir e você ainda economiza na compra de bons livros.

metro_liberdade.jpg

(Estação de metrô Liberdade. Imagem: Janaína Calaça)

Como chegar à Liberdade: Pegue o metrô até a estação Liberdade, salte na mesma e aproveite para caminhar bastante e conhecer cada pedaço deste espaço tão múltiplo e convidativo.

  • Acesso: ★★★★★
  • Restaurantes: ★★★★☆
  • Compras: ★★★★☆
  • Diversidade de produtos: ★★★★½
  • Média: ★★★★½

Popularity: 32%

Zoológico de São Paulo

Posted by Janaína Calaça On janeiro - 29 - 2008

Para quem quer fugir do cinza predominante da cidade de São Paulo, o Zoológico é uma boa dica. Sugiro a ida ao Zoológico nos fins de semana e de preferência sem pressa para voltar. Minha sugestão é: chegue pela manhã e saia antes das 17:00 horas, a hora em que o zoo fecha as portas. O espaço é grande, rodeado de verde e a impressão é de que não estamos na terra da garoa. É uma ilha urbana praticamente. No meio de toda a loucura, corre-corre, um lugar como este é refúgio para quem quer desacelerar.

zoo_tour.jpg

(Zoo Tour. Imagem: Fábio Brito)

Há duas formas de se conhecer o zoológico: a pé e nestes simpáticos carros, perdidos no tempo. Para quem não quer se cansar, as jardineiras estão à serviço, mas acredito que o passeio vale muito mais a pena percorrido a pé, pois há como visitar os animais mais de perto, ver detalhes e é uma oportunidade de colocar um pouco do sedentarismo de lado.

pinguin.jpg

(Pinguim. Imagem: Fábio Brito)

O Zoológico conta com uma variedade considerável de espécies preservadas, inclusive até muitas que encontram-se em extinção. É uma oportunidade de ver, de forma objetiva, o que o crescimento desenfreado das grandes cidades causou em termos de redução não só da fauna como da flora também. Placas espalhadas indicam os animais que correm risco de extinção ou que já estão em processo.

urso.jpg

(Urso. Imagem: Janaína Calaça)

O verde é a cor predominante, é o descanso para os olhos cansados. Cada pedaço caminhado, cada canto, traz o verde como a cor que remete à natureza, ao ar puro, à biodiversidade. Flores, árvores antigas, arbustos, tudo se mistura montando uma paisagem que é pulsante em termos de vida. Se puder, leve sua camêra fotográfica e colha um pouco do colorido que o lugar reúne.

flores.jpg

(Flores. Imagem: Janaína Calaça)

Durante todo o percurso, há áreas voltadas para piquenique, ou seja, quem quiser levar seu lanchinho de casa, pode fazê-lo sem medo. Apenas não esqueça de recolher o lixo e depositar nas latas específicas. Não jogue lixo no chão, seja de qualquer tipo: orgânico ou inorgânico.

zoologico_sao_paulo.jpg

(Habitat dos macacos. Imagem: Janaína Calaça) 

Para quem prefere não levar o lanche de casa, há duas praças de alimentação localizadas na área central do zoológico. No entanto, faço uma ressalva tremenda a estas praças de alimentação. Só servem apenas fast food, não há opções saudáveis e a “comida” servida “bóia” em gordura. Se quiser comer algo saudavél leve sua própria comida, ou peça o que a girafa está comendo. Outro ponto negativo destes locais é a falta de estrutura em termos de mesas e cadeiras, que não acolhe a demanda de consumidores. As pessoas acabam se amontoando nas calçadas e jogando lixo pela área. É um ponto negativo do zôo, que infelizmente é bem gritante.

girafas.jpg

(Girafas. Imagem: Janaína Calaça)

Além das áreas de piquenique e praças de alimentação, o Zoológico conta com uma lojinha de lembrancinhas, ou seja, se você quiser levar uma réplica em pelúcia dos animais, fotos ou outro souvenir do local, é lá que é você encontra.

zoo_safari.jpg

(Zoo Safari. Imagem: Janaína Calaça)

Outro serviço encontrado no Zoológico de São Paulo é o do Zoo Safari. Por uma quantia de 15 reais, se não me engano, há esta opção oferecida. Neste passeio, pegamos uma van, que circula por uma área razoavelmente extensa, onde os animais encontram-se soltos, mas de forma segura. Zebras, emas e uma variedade de animais ficam ao alcance maior dos olhos e outros até mesmo das mãos. Para quem busca um pouco mais de interatividade com os animais, fica esta dica.

animais_zoo_safari.jpg

(Zoo Safari. Imagem: Janaína Calaça)

De maneira geral, o passeio vale muito a pena. Para quem gosta de alternativas ecológicas, de contato com a natureza, de tranqüilidade e de beleza natural, é uma opção realmente válida. Faço apenas ressalvas em relação a alguns pontos, que considero negativos: falta de opções saudáveis nas praças de alimentação (a comida servida é de péssima qualidade), o transporte incluso no pacote vendido na estação Jabaquara, que dá direito à entrada e translado, não é muito seguro. Geralmente os guias ou o próprio motorista enchem um micro-ônibus até sua capacidade máxima ou acima até desta capacidade. As pessoas se espremem no ônibus a ponto de não haver espaço algum de circulação interna. É um ponto extremamente negativo, por menor que o trajeto seja. Por fim, o próprio valor cobrado, 12 reais para entrada de adultos, é caro, principalmente se levarmos em conta que trata-se de um passeio popular. Em uma cidade conhecida pelo alto custo de vida, o preço cobrado para entrada no Zoológico deveria ser ao menos mais barato, visto que em muitas cidades do Brasil, a entrada destes espaços é franca. Fora estes pontos, ainda assim vale se programar para passar um dia neste pedacinho verde, que dá vida a todo este cinza que se espalha absoluto por Sampa.

  • Transporte: ☆☆☆☆☆
  • Preço: ★★☆☆☆
  • Estrutura: ★★★★☆
  • Diversão: ★★★★☆
  • Alimentação: ★☆☆☆☆
  • Serviços: ★★★★☆
  • Média: ★★½☆☆

Como chegar ao Zoológico de São Paulo:

  • Pegue o metrô até a estação Jabaquara;
  • Dirija-se à Plataforma A do EMTU;
  • Procure o balcão de venda do pacote Translado + entrada do Zoológico;
  • Espere pelo translado e fique atento na volta. O último ônibus sai às 17:00 horas.

Popularity: 33%

Restaurante Japonês em São Paulo – Asia House

Posted by Janaína Calaça On janeiro - 21 - 2008

asia_house_lampiao.jpg

(Asia House. Imagem: Janaína Calaça)

A culinária japonesa sem dúvida é conhecida pela explosão de sensações que ela causa. A mistura dos ingredientes, o visual, o sabor, cada vez atrai mais apreciadores. São Paulo tem diversas opções de restaurantes dedicados à culinária japonesa de qualidade e com preço bom. O restaurante que citarei hoje é o Asia House, que conta com um serviço de buffet a quilo ou de sushis a la carte, muito saborosos e que vale a pena visitar caso você seja um apreciador. O preço atual do buffet a quilo é de R$ 27,90. Vale a pena pagar pela qualidade dos pratos.

sushis1.jpg

(Sushis. Imagem: Janaína Calaça)

Por ter uma preferência muito grande por andar pela Liberdade, frequento o Asia House situado na R. da Glória, 86. Mas o restaurante ainda conta com mais 3 endereços em São Paulo. Anote aí:

- R. Augusta, 1918. Jardins. Tel: 11 3064 – 0493;

- R. Antônio de Oliveira, 214. Chácara Santo Antônio. Tel: 11 5183 – 3110;

- Av. Dr.Cardoso de Melo, 1457. Tel: 11 3842 – 2655.

asia_house1.jpg

(Asia House – Ambiente. Imagem: Janaína Calaça)

O ambiente em si é bastante acolhedor e, no caso do restaurante situado na Liberdade, a lotação é de cerca de 70 pessoas. O local é dividido entre o piso térreo e um mezanino e o buffet conta com uma variedade interessante de sushis, sejam os frios ou os quentes, como o Hot Roll, por exemplo e, como foi dito anteriormente, o mesmo também conta com um serviço a La Carte. Se você é apaixonado por culinária japonesa, mas está levando alguém com você para almoçar que não goste da citada culinária, o buffet conta ainda com pratos variados da culinária chinesa, também saborosos e que ampliam as possibilidades.

asia_house_ambiente.jpg

(Asia House. Imagem: Janaína Calaça)

No mais, deixo esta dica para quem queira conhecer um dos cantinhos dedicados a esta cozinha peculiar e saborosa que é a japonesa.

  • Atendimento: ★★★★☆
  • Qualidade dos pratos: ★★★★★
  • Preço: ★★★★☆
  • Higiene: ★★★½☆
  • Estrutura: ★★★☆☆
  • Média: ★★★★☆

Como chegar: Basta pegar o metrô até a a estação Liberdade, saltar na Praça da Liberdade, atravessar a rua Galvão Bueno, descer pela rua dos Estudantes, dobrar a esquerda na Rua da Glória e seguir até a altura do número 86. Bom apetite!

Exibir mapa ampliado

(Mapa de localização do Asia House – Liberdade)

Popularity: 11%

About Me

There is something about me..

Twitter

    Photos

    DSC_0286.NEFDSC_0283.NEFDSC_0281.NEFDSC_0280.NEFDSC_0278.NEFDSC_0276.NEFDSC_0274.NEFDSC_0271.NEFDSC_0269.NEFDSC_0267.NEFDSC_0266.NEFDSC_0263.NEF