Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for agosto, 2008

BlogCamp São Paulo – 2008

Posted by Fabio On agosto - 30 - 2008

Acontece esse final de semana o BlogCamp São Paulo, edição 2008.

O BlogCamp é um evento onde os blogueiros se reúnem para discutir coisas relacionadas a blogosfera como por exemplo monetização, parcerias, assunstos técnicos, ou apenas para trocar figurinhas em um formato de desconferência.

Vamos ao evento, que vai se realizar no Espaço Gafanhoto, para conhecer alguns outros blogueiros e discutir coisas interessantes sobre a blogosfera. Também vamos aproveitar para realizarmos o lançamento de um outro projeto nosso:

Kitnet Babel

O Kitnet Babel é uma espécie de hub cultural, editado por diversas pessoas (a maioria órfã de outros projetos), com a intenção de ser mais uma voz, mais uma idéia sobre literatura, quadrinhos, cinema, televisão, mundo nerd e cultura em geral.

Se tiver interesse no tema (que não deixa de ser uma viagem :P ), faça uma visitinha, não custa nada. :D

Ah! Se quiser anotar para passar para alguém o endereço é http://kitnetbabel.com.

Continuando sobre o BlogCamp, também vamos aproveitar para tentar da uma jeguiada nas redondezas, pois é uma área de São Paulo que não costumamos ir com muita frequência. O Espaço Gafanhoto fica localizado na Av. Rebouças, 3181.

Para os blogueiros que estão inscritos no BlogCamp (infelizmente as inscrições já estão esgotadas) e que pretendem utilizar o transporte público a melhor opção é tomar a linha 9 (esmeralda) da CPTM (trem) e descer na estação Hebraica-Rebouças.

BlogCamp São Paulo – 2008

  • Local: Espaço Gafanhoto
  • Endereço: Av. Rebouças 3181, Pinheiros, São Paulo
  • Como chegar: tomando como ponto de partida a estação de metrô Palmeiras-Barra Funda, dirigija-se ao embarque da linha 8 (diamante) da CPTM com destino a Amador Bueno e siga até a estação Presidente Altino. Mude para a linha 9 (diamante) e embarque no sentido Grajaú. Desça na estação Hebraica-Rebouças. Siga a pé pela Av. Rebouças até encontrar a numeração.

Exibir mapa ampliado

Popularity: 1%

Rodízio japonês em São Paulo – NAÊ Sushi

Posted by Jana On agosto - 27 - 2008

(Imagem: Fábio Brito)

Recentemente, tivemos a oportunidade de conhecer um novo restaurante dedicado a gastronomia japonesa, o NAÊ. O local é aconchegante, simpático e o atrativo maior sem dúvida é a junção de qualidade dos pratos servidos e de preço justo.

(Imagem: Fábio Brito)

O restaurante funciona no esquema de rodízio e, além de pratos encontrados nos rodízios tradicionais voltados à gastronomia japonesa, o NAÊ destaca-se também pela oferta de novas opções inclusas, como um sushi flambado. Acredito que no prato seja colocado uma dose de sakê e ao chegar à mesa, o garçon o acende. A chama aos poucos flamba o salmão.

(Imagem: Fábio Brito)

É servido também um bolinho frito de salmão, que é delicioso e um sushi empanado com molho de pimenta igualmente agradável ao paladar. O rodízio ainda conta com uma entrada de pepinos cortados em pequenas lâminas (muito bom por sinal!), guioza, rolinhos, shimeji, misoshiro, salmão grelhado, yakissoba, hot rolls e sushis e sashimis variados. O restaurante já chega ao Tatuapé com força e espero que mantenha a qualidade dos pratos e do atendimento, que também merece destaque. Os garçons são atenciosos e os pratos são servidos sem demora.

(Imagem: Fábio Brito)

Como sobremesa, indico o Tempurá de sorvete do NAÊ. Enfim, vale a pena conhecer o restaurante. Os preços do rodízio são:

- Almoço de segunda à sexta: R$ 26,90;

- Sábados, domingos e feriados: R$ 33,90;

- Jantar de terça a domingo: R$ 33,90.

Horário de Funcionamento:

- Terça à Sexta das 12:00h às 15:00h e das 19:00h às 24:00h;

- Sábado, Domingo e Feriado das 12:00h às 16:00h e das 19:00h às 23:00h.

Endereço:

Rua Emilio Mallet, n° 634. Fone: 2091-3801. Tatuapé. São Paulo – SP.

Estrutura:★★★★★

Atendimento:★★★★★

Preço:★★★★★

Qualidade dos pratos:★★★★★

Média: ★★★★★
Exibir mapa ampliado

Popularity: 29%

20ª Bienal do Livro de São Paulo – Outras impressões

Posted by Jana On agosto - 24 - 2008

Antes de escrever sobre algum lugar, costumamos voltar ao mesmo mais de uma vez para sustentarmos nossas impressões. A proposta do Jeguiando sempre foi a de indicar lugares que valem a pena ser visitados, então resolvemos retornar à Bienal do Livro uma semana depois.

Continuo afirmando que o evento é importantíssimo para o incentivo à leitura e conseqüentemente para a formação de cidadãos com senso crítico e não homens e mulheres facilmente manipuláveis, no entanto, ontem, presenciei uma das cenas mais ridículas e lastimáveis, que já antecipa o quanto a estupidez humana anda em alta.

Sou leitora e admiro há anos o trabalho da escritora Lygia Fagundes Telles e quando vi seu nome entre a lista de autores convidados do evento, não poderia perder a oportunidade de ouvi-la falar sobre aquilo que rege sua vida: a literatura. Fomos então, Fábio, eu e a Fernanda, uma amiga, assistir à palestra de Lygia Fagundes Telles e de Maria Adelaide Amaral. Logo na entrada do Salão de Idéias da Volkswagen, quando já estava na porta, fui surpreendida com o fato de que precisaria de senha para entrar e que deveria ser adquirida com duas horas de antecedência. O detalhe é que enquanto estávamos na fila, nenhum funcionário circulou pela área para avisar sobre a necessidade da senha e não havia nada no site que apontasse para isso. Foi formada uma fila então, ao lado do salão, para pessoas que não tinham a senha em mãos. Quando consegui entrar, vi que não faltavam lugares vazios (eram muitos), mas a necessidade de mostrar poder é incrível, mas esta não foi a cena ridícula a qual me referi no início do texto.

O bate papo entre Lygia, Maria Adelaide e o público não poderia ter sido melhor. Todas as minhas impressões sobre o carisma e a inteligência de Lygia se confirmaram e obviamente quando o bate papo terminou, várias pessoas, como eu, fomos cumprimentar a autora. Como mesmo disse, os livros dela fazem parte do meu imaginário desde menina e depois fizeram parte dos meus estudos como profissional da área de Letras. Quando consegui me aproximar de Lygia para cumprimentá-la e pedir que assinasse uma edição antiga de um dos meus livros preferidos da autora, Ciranda de Pedra, fui grosseiramente atravessada por uma das mulheres que trabalhavam na parte de apoio. Ouvi termos como “inconvenientes” a “ruminantes” serem proferidos enquanto várias pessoas e eu tentávamos trocar umas poucas palavras com a autora. Fomos conduzidos delicademente (hahahaha) para fora do tablado e eles ainda inventaram uma história de que a autora daria autógrafos no stand da Rocco, desculpa esta que foi dada para enganar de forma desrespeitosa os leitores de Lygia. Mas a história não pára por aí.

Muitas pessoas acompanharam Lygia em sua saída, pensando que realmente ela iria para a suposta sessão de autógrafos no stand da Rocco, mas conseguimos ouvir a conversa de que na verdade ela iria embora. Fábio então, que já tinha como eu tentado pedir seu autógrafo dentro ainda do Salão de Idéias, novamente pediu a Lygia para assinar meu livro. A autora foi muito simpática e assinou minha edição de Ciranda de Pedra, mas Fábio ouviu uma boa maré de grosserias por parte de quem a acompanhava, até coisas do tipo “não faça isso, porque se você assinar para um, terá que assinar para outros”, reduzindo o leitor a um nada, sem importância. Neste ponto, é que chega Geraldo Alckmin, candidato à prefeitura de São Paulo e estranhamente todas as portas parecem se abrir. O candidato prontamente foi conduzido à presença de Lygia, pode trocar palavras, tirou foto ao lado da autora, mas não podemos desprezar o fato de que o mesmo está em campanha e tudo não deixa de ser marketing pessoal. É exatamente neste ponto que nasce meu asco e revolta diante disso. O grupo que acompanhava Lygia prontamente abriu todas as portas para um candidato à prefeitura de São Paulo, mas destratou, foi grosseiro, com a maioria daqueles que tentaram se aproximar da autora e falar de sua admiração pelo trabalho da mesma. Quem me garante que Alckmin leu um livro sequer dela? Infelizmente, vivemos em um mundinho regido pela lei silenciosa de que as pessoas valem o que têm e a posição que ocupam. Naquele contexto, imagino que o leitor deveria ser respeitado, porque é o leitor que dá vida à literatura. O leitor é quem movimenta os livros da prateleira, que faz as histórias circularem, que significa os textos. No entanto, neste contexto, o político em campanha, que faz pose para colocar depois no seu clip, tem importância maior do que as pessoas que trouxeram os livros da autora para a vida e que o fizeram por ter algum significado.

É lamentável perceber até que ponto chega a estupidez humana e como as pessoas se deslumbram com coisas que até então não fazem muito sentido. Mas o que esperar de um mundo em que o termo celebridade foi tão deturpado, até chegar ao ponto de pessoas que não têm absolutamente nada a acrescentar, são laureadas e celebradas por nenhum feito que justificasse tal movimento. Como leitora, como profissional da área, me senti totalmente desrespeitada, não pela Lygia, obviamente, que teve minha admiração dobrada pela forma delicada como recebeu seus leitores, mas pelo grupo que a acompanhava e pelo grupo de apoio do Salão de Idéias da Volkswagen, que desconhece, acredito, o valor que o leitor tem na leitura. Mas o que podemos fazer? Talvez nos candidatarmos nas próximas eleições para termos o direito de dar um abraço no autor que admiramos e cuja literatura nos acompanhou por longos anos na vida. Talvez assim não sejamos chamados de inconvenientes e tratados como delinqüentes.

(Janaína Calaça)

Popularity: 1%

Prestinaria, a casa dos pães – Curitiba

Posted by Jana On agosto - 23 - 2008

(Imagem: Fábio Brito)

Em uma de nossas jeguiadas, quando estivemos em Curitiba para passar uns dias, fomos apresentados por Alessandro Martins, amigo nosso, à Prestinaria, a casa dos pães, um cantinho muito agradável e interessante da cidade, voltado para quem aprecia bons lugares e doces e salgados de qualidade.

(Imagem: Fábio Brito)

Segundo resenha da Veja Brasil sobre a Prestinaria, “diariamente, a casa produz cerca de 100 itens, incluindo uma seleção de produtos importados como geléias, mel diet, cafés, mostardas, massas, conservas, marshmallow e queijos. Além do balcão, há 50 lugares para sentar e experimentar as delícias criadas pelo casal André e Sandra Puppi. Uma delas é o sanduíche sputino minoli (pão ciabatta, mussarela de búfala, pasta de champignon, folhas verdes e molho balsâmico), a R$ 9,50. O pão sete grãos (R$ 5,40 a unidade) é um dos mais vendidos, assim como a broa úmida de centeio (R$ 4,80 a unidade). O bolo de fubá cremoso é vendido a R$ 17,80 o quilo e o petipan, pão francês integral, sem adição de açúcar ou gordura, a R$ 0,80 a unidade. A padaria também fabrica sorvetes o ano todo. Custam R$ 38,00 o quilo. A casa tem uma adega da casa com mais de 100 rótulos nacionais e importados”.

(Imagem: Fábio Brito)

Segundo o site oficial da Prestinaria, além de salgados, da confeitaria fina, entre outros produtos servidos, o local ainda “promove eventos trabalhando com buffets de alto padrão”. Pela qualidade do que é servido diariamente, acredito que o serviço de buffet deve seguir a mesma linha de apresentação e sabor dos pratos.

(Imagem: Fábio Brito)

O local é simpático, decorado com peças de antiquário e outras peças artesanais, que tornam a casa dos pães um espaço de aconchego e tranquilidade. Tanto o ambiente interno quanto o externo são agradáveis e vale a pena visitar a Prestinaria nem que seja para um café quentinho e um brownie. Fica então a dica para quem está visitando a cidade. A Prestinaria é um bom lugar para acrescentar à lista de lugares bacanas para serem conhecidos e apreciados.

(Imagem: Fábio Brito)

Endereço: Rua Euclides da Cunha, 699-C. Bigorrilho.

Fone: (41) 3014-4576.

Site oficial: http://www.pao.com.br/

Qualidade dos produtos: ★★★★★

Preço: ★★★★☆

Atendimento: ★★★★☆

Estrutura: ★★★★★

Média: ★★★★½
Exibir mapa ampliado

Popularity: 2%

GOL x TAM – parte 2

Posted by Fabio On agosto - 20 - 2008


Vamos então dar continuidade a nossa série com o comparativo entre as duas maiores companhias aeréas nacionais. No primeiro post comparamos o preço e o atendimento pós-venda.

Serviços Web

O primeiro serviço que é oferecido por ambas as companhias é a compra de bilhete online, o que facilita bastante a vida de quem quer viajar. Com isso não é necessário deslocar-se a uma loja ou a uma agência de viagem, além de reduzir um pouco o custo da passagem pois a companhia vende direto a seu passageiro, sem precisar pagar comissões para agentes de viagem e outros intermediários.

Comprar através do site de qualquer uma das duas não chega a ser uma tarefa difícil, porém no caso da TAM pode requerer um pouco de paciência, pois as quedas, erros  e lentidão no sistema de vendas deles costumam ocorrer com frequência. Isso não quer dizer que a GOL está imune a esse tipo de coisa, porém acontece menos que na TAM, apresentando problemas principalmente em épocas de promoção.

Além do serviço de compra online, ambas as companhias também oferecem o serviço de check-in online. Tanto a GOL quanto a TAM se prepararam para oferecer essa facilidade adicional para o passageiro.

O da GOL, infelizmente, só funciona corretamente no Internet Explorer e usuários de outros navegadores podem acabar se frustrando ao tentar chegar ao final do processo de check-in. Já o da TAM funciona corretamente tanto com o IE quanto com o Firefox.

Ao final do processo de check-in, o passageiro pode optar por imprimir o cartão de embarque no aeroporto, nos totens de auto-atendimento, ou em sua própria impressora. Caso escolha imprimir em casa, a GOL recebe mais um ponto negativo. São necessárias 2 folhas de papel para imprimir cada bilhete da companhia. Já na TAM cabe tudo perfeitamente em uma única folha.

Veredito:

  • GOL: ★★★☆☆
  • TAM: ★★★★☆

Apesar do sistema de vendas da GOL funcionar melhor, os problemas com o serviço de check-in pesaram bastante, principalmente por não funcionar corretamente em outros navegadores além do Internet Explorer. A TAM venceu pois conseguiu fazer uma coisa que facilita a vida do viajante, principalmente dos que viajam sem bagagem que não precisam chegar com a manjada antecedência de pelos menos 1 hora no aeroporto.

Atendimento pré-vôo

Como nem sempre é possível realizar o check-in online, as companhias ainda dispõe do bom(?) e velho check-in offline, ou seja: a tradicional espera em uma fila para ser atendido no balcão, o que faz com que o passageiro precise chegar com pelo menos 1 hora (aconselho ao menos 2 para evitar problemas) de antecedência no aeroporto.

Se der sorte de pegar um dia tranquilo, tudo bem, as duas empresas são mais do mesmo. Faz o check-in, vai pro portão de embarque e pronto. Mas caso pegue um dia um pouco mais complicado a coisa muda um pouco de figura.

Quando isso acontece a GOL pelo menos tenta atender o passageiro de forma a agilizar as coisas, o que nem sempre é possível. Porém eles costumam fornecer infomações um pouco melhores que a da TAM, que tem o hábito de tentar esconder a sujeira para baixo do tapete quando as coisas não estão bem.

A TAM costuma negar atrasos nos vôos, overbooking e coisas do tipo e seu pessoal deveria ser melhor treinado para pelo menos ser sincero com seus clientes, a quem a companhia deve alguma satisfação.

Veredito:

  • GOL: ★★★★☆
  • TAM: ★½☆☆☆

Dessa vez a GOL dá uma lavada em cima da TAM, que precisa avaliar melhor como trata seus passageiros. Um pouco de respeito e de simpatia não fazem custam muito e fazem uma tremenda diferença.

No terceiro, e último, post dessa série trataremos do vôo propriamente dito, avaliando o atendimento de bordo e o conforto dos aviões. Até lá.

Popularity: 6%

About Me

There is something about me..

Twitter

    Photos

    DSC_0286.NEFDSC_0283.NEFDSC_0281.NEFDSC_0280.NEFDSC_0278.NEFDSC_0276.NEFDSC_0274.NEFDSC_0271.NEFDSC_0269.NEFDSC_0267.NEFDSC_0266.NEFDSC_0263.NEF