Jeguiando

Amarrando jegues com estilo!

Archive for abril, 2008

Jacobina – Bar para conversar em Curitiba

Posted by Fabio On abril - 25 - 2008


(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Sem sombra de dúvidas, nossa viagem à Curitiba já teria valido a pena simplesmente pelo fato de ter conhecido o Jacobina.

Um lugar bastante simpático, sobre o qual eu posso afirmar que tem o verdadeiro estilo fusion. A começar pelo nome que, segundo Bia (a proprietária), daria um toque bem brasileiro ao lugar. Posteriormente descobriram a cidade baiana com o mesmo nome, e então as coisas ficaram mais interessantes quando objetos provenientes de lá, inclusive uma placa de carro antiga (amarela), começaram a fazer parte da decoração.

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Abrindo um parentêse aqui: eu (Fábio), me considero filho de Jacobina pois, apesar de ter nascido em Salvador, vivi lá dos 4 aos 18. Quando contei a Bia que era de lá, ela adorou a coincidência e queria uma cópia da minha identidade para agregar na decoração. Teria conseguido se meus pais tivessem ido morar em Jacobina 4 anos antes. :)

Voltando a falar da decoração, a mesma é bastante pitoresca com vários objetos antigos que vão desde aparelhos de rádio e tv até moedores de carne e um baleiro giratório em pleno funcionamento. Também tem rede Wifi, que apesar de não ser diretamente relacionada com a decoração, faz parte do ambiente, agradando aos nerds de plantão.

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

O atendimento é simplesmente impecável, sem formalidades. O pessoal é bastante gentil ao ponto do chef parar em sua mesa e explicar como é feito o molho de pimenta agridoce.

O cardápio é a essência da pluralidade. Composto pelas especialidades da casa como a Costelinha de Adão (você deve comer isso antes de morrer, a menos que seja vegetariano) e por vários pratos de culinárias de lugares como México, Alemanha, Itália, Russia, o nordestino caldo de mocotó e o autêntico prato típico paranaense: o Barreado. Também oferece coisas exóticas como carne de onça (esqueci de perguntar se é só uma brincadeira ou se é onça de verdade), que infelizmente não provamos pois a mesma é servida apenas nas terças.

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Uma dica para quem quiser conhecer o Jacobina: procure chegar cedo ao local, pois o mesmo costuma lotar e com razão. O lugar é muito bom e está longe de ser apenas mais um lugarzinho da moda, afinal já existe há mais de 3 anos.

  • Comida: ★★★★★
  • Preço: ★★★★☆
  • Atendimento: ★★★★★
  • Decoração: ★★★★★

(Jacobina. Imagem: Fábio Brito)

Acredito que não seja difícil de chegar utilizando o transporte público (que costuma ser bom em Curitiba). Dessa vez optamos por utilizar um táxi como meio de transporte, pois tinhámos acabado de chegar em Curitiba e queríamos aproveitar todo o curto tempo disponível. A propósito: táxi lá é bastante acessível.

Ver mapa más grande

Para saber mais visite o site www.jacobinabar.com.br.

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Virada Cultural – São Paulo

Posted by Jana On abril - 24 - 2008


Pela primeira vez divulgaremos no Jeguiando um evento ao qual ainda não comparecemos e registramos com fotos, mas a causa é justa. Se você tem vontade de visitar São Paulo, acredito que esta é uma boa oportunidade de participar de 24 horas de eventos culturais, acontecendo simultaneamente na cidade. As opções na Virada Cultural, que chegou à sua 4ª edição, são múltiplas e dentre as muitas, acredito que você encontre algo que te agrada.

O evento, promovido pela Prefeitura de São Paulo em parceria com a Secretaria Municipal de Cultura, acontecerá nos dias 26 e 27 de abril e terá seu início às 18 horas do sábado e só terminará 24 horas depois. O metrô funcionará durante essas 24 horas, sem interrupção, o que facilitará bastante o deslocamento. Você pode, por exemplo, ir a um show que acontecerá às 3:00 da manhã e haverá transporte seguro garantido.

Segundo o site da Virada, “os serviços terão seus horários extendidos. O Metrô funcionará por 24 horas ininterruptas e parte do trânsito da região central será desviado, para maior conforto do público circulante. As linhas de ônibus serão circularizadas e a partir das 16h00 do sábado o Bilhete Amigão poderá ser utilizado”.

Programação sujeita a alterações. Fique ligado!

  • Teatro Municipal
    Na Virada Cultural de 2008, a exemplo do que ocorreu no ano passado, o Teatro Municipal de São Paulo abre suas portas para receber artistas de primeira linha da música popular que executam na íntegra, faixa a faixa, seus álbums mais significativos, clássicos do cancioneiro nacional, discos que marcaram época, como a gravação das canções de Paulo Vanzolini.
  • Palco São João
    O principal palco do evento foi deslocado e funcionará ao lado da Praça Júlio de Mesquita, também no Centro. Este ano, passa pelo palco uma combinação eclética de ritmos, idades, climas e tribos. A abertura ficará a cargo da cabo-verdiana Cesaria Evora. Diversos grandes nomes da música também marcam presença.
  • Instrumental Brasileiro
    Os participantes se sucedem improvisando juntos durante 24 horas. A cada tema executado, um músico deixa o palco e outro entra na roda, num único espetáculo ininterrupto de criatividade e brincadeira musical de grandes instrumentistas.
  • Boteco de Bambas
    Inspiração de um dos maiores clássicos de Adoniran Barbosa, o Viaduto Santa Efigênia se torna o reduto do samba na Virada Cultural 2008. As comunidades de samba de São Paulo recebem seus convidados para uma roda de bambas que vai durar 24 horas, sem interrupções, num palco especialmente desenhado para a ocasião. Ambientado no clima descontraído de um botequim, os sambistas do morro e do asfalto se encontram para uma apresentação inesquecível.
  • Baile do Arouche
    O público pode se preparar para uma seqüência de shows incríveis em um dos palcos mais interessantes de 2008. Nelson Ned, o legendário Roberto Luna, Laffayete e Os Tremendões, são alguns dos nomes que vão se apresentar no Largo do Arouche, revivendo grandes momentos da boêmia paulistana. Alguns discos clássicos serão também aqui executados na íntegra, como o primeiro de Maria Alcina e Alegria Alegria vol. 2 ou Quem Não Tem Swing Morre com a Boca Cheia de Formiga, de Wilson Simonal, interpretado por seu filho. Quem passar pela região a qualquer hora do dia ou da noite durante a Virada Cultural, vai poder curtir a nostalgia em grande estilo.
  • Baile de Bambas
    No final da Avenida Rio Branco, a Virada Cultural ganha uma harmoniosa mistura de ritmos em que o reggae e o arrasta-pé são os primeiros gêneros. A festa termina no domingo com a cantora Inezita Barroso encerrando o espetáculo com toda a riqueza dos ritmos regionais.
  • Roda de Capoeira 24h
    Nesta edição da Virada Cultural a Capoeira vai ter um lugar de destaque. Localizada no Largo do Paissandu, diante da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, uma roda de 24 horas ininterruptas homenageará os mestres da velha guarda da capoeira de São Paulo. Os mestres precursores realizarão a abertura e o encerramento desta grande roda de confraternização. Num encontro de gerações, haverá também a participação dos discípulos, os novos mestres que mantêm viva a expressão desta arte. Entremeando este encontro de grandes capoeiristas, haverá rodas abertas, das quais o público será convidado a participar.
  • Palco Vocacional Dança e Teatro
    A Secretaria Municipal de Cultura, por meio do Departamento de Expansão Cultural – DEC,traz pela primeira vez ao público, na 4º Virada Cultural, a criação de um “espaço-palco” destinado ao Núcleo Vocacional.O espaço será destinado a apresentações dos grupos e turmas que se formaram ou foram orientados pelos projeto do núcleo.
  • Palco de dança
    Como em todos os anos, o palco do Anhagabau apresenta grandes nomes da dança clássica e contemporânea durante 24 horas de arte expressa através do movimento. Nesta edição da Virada, em memória de Umberto da Silva, será concretizado o trabalho de unificar o palco da dança ao Vale e à geografia do centro, segundo o espírito de integração e improviso do evento. Veja também a programação dos Palcos Alternativos de Dança.
  • Piano na Praça
    Desde a primeira edição da Virada Cultural acontece o projeto Piano na Praça e sua conhecida programação na Praça Dom José Gaspar, que se transformou em um projeto permanente da Secretaria Municipal de Cultura, trazendo para o público grandes pianistas como João Donato, Francis Hime, entre outros. Nesta edição, os amantes do piano e aqueles que passam pela Praça poderão apreciar o som de pianistas emergentes no cenário musical, a participação de Zé Celso e de consagrados nomes.
  • Rock República
    Neste ano, o tradicional Palco do Rock ganhou mais diversidade e promete agradar a todos os fãs do velho e bom Rock’n’Roll. Do progressivo de O Terço e Casa das Máquinas à versatilidade de Arnaldo Antunes e Lobão, do bom humor do Ultraje a Rigor, que executa na íntegra seu clássico disco “Nós Vamos Invadir Sua Praia”, às bandas Volcano e Korzus, passando pela lenda viva do Metal, Paul Di’Anno, que interpretará seu histórico Killers da época em que fazia parte do Iron Maiden.
  • Canja Rock-Blues
    O palco recebe, sem intervalos, alguns dos músicos mais atuantes da cena paulistana em uma descontraída jam session. Assim, reencontros e encontros de diversos grupos e bandas, atuais e históricas, se sucederão por 24 horas ininterruptas.
  • Festivais Independentes
    O tradicional Pateo do Colégio vai receber um público bem diferente daquele ao qual está acostumado. Por meio de uma parceria da Secretaria Municipal de Cultura com a Associação Brasileira de Festivais Independentes, 30 bandas vindas de todos os pontos do Brasil, escolhidas pelos respectivos festivais independentes, irão mostrar durante a Virada sua força e criatividade que extrapolam a música e ganham o status de estilo de vida.
  • Maratona de Rua
    Por entre a multidão e os grandes palcos de atrações musicais, durante as 24 horas do evento, diversos artistas se apresentam sucessivamente pela rua, pelos edifícios, em trapézios, escadas, viadutos e becos com suas instalações e intervenções volantes, teatro de rua e circo, cortejos e apresentações de cultura popular e ainda a iluminação cênica do centro da cidade. Nessa maratona a cultura não vai se reunir em um picadeiro único, o centro todo será o palco para os mais variados artistas do circo tradicional e da arte contemporânea. O público passante será expectador de apresentações inusitadas e surpreendentes que podem acontecer ao lado, ao longe ou acima de suas cabeças.
  • Bloco da Virada
    Durante as 24 horas do evento diversos grupos percorrerão as ruas do centro como um bloco carnavalesco permanente, que irá embalar o público com marchinhas, maracatus e outros batuques.
  • Baile Chique
    Em constante circulação pelo centro da cidade de São Paulo no início da década de 80, os precursores do Hip-Hop paulista seguiam em busca de um local em que pudessem estabelecer um ponto de encontro definitivo. Nosso grande baile começa com os protagonistas desse reencontro.
  • Mercado Caipira
    Toda a riqueza da produção musical do interior do país estará representada em um palco que promete emocionar o público. O Mercado Municipal sediará um encontro de vozes dos principais nomes da música caipira. Na parte central do programa, o veterano Tinoco recebe, conta histórias e canta com duplas históricas, improvisando e costurando os espetáculos.
  • Palco das Meninas
    No começo da Av. Ipiranga estará o palco de novos nomes femininos do cenário musical. Essas meninas de idades, contextos e propostas diversas se unem para entreter o publico com seu repertório, cinturas e vozes.
  • Bailinho
    Um ônibus vira palco de aulas e shows de dança de salão e transforma a Rua Bento Freitas num autêntico baile.
  • Praça Roosevelt
    A Virada Cultural de 2008, expandida na geografia do centro, envolve em seu perímetro a praça Roosevelt e nela um complexo de artes. Com uma programação de 24 horas ininterruptas estarão abertas ao público as casas teatrais Parlapatões, Sátiros, Estúdio 184. Ao ar livre sobre a praça terá lugar uma mostra do projeto vocacional de teatro e dança.

  • Cinema na Virada
    A Sétima Arte também será parte integrante desta quarta edição da Virada Cultural. Através de parcerias da Secretaria Municipal de Cultura com alguns dos mais destacados festivais do Brasil, a Virada oferecerá ao espectador um leque diversificado de títulos e sessões de longas, curtas e curtíssimas metragens.

  • Centro Cultural São Paulo
  • O CCSP também participa da  4ª edição da Virada Cultural e contribui com sua atuação artística e cultural. O evento, que já se consolidou no calendário cultural da cidade, traz uma programação gratuita e diversificada com oficinas, dança, shows, teatro, etc. Destacamos a apresentação do grupo Demônios da Garoa, à 0h do dia 27, e uma aula-show, no mesmo dia às 11h , com José Miguel Wisnik e Arthur Nestrovski, entre outro.


Adesões

Esses são os estabelecimentos que enviaram sua programação particular para ampliar o leque de atrações e locais da Virada:

(Fonte da Progamação: Virada Cultural)

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    Linha turismo – Um jeito barato de conhecer Curitiba

    Posted by Jana On abril - 23 - 2008

    (Fonte da Imagem)

    Este primeiro post sobre Curitiba é dedicado exclusivamente ao eficiente sistema de jardineiras, que promove um tipo de turismo mais alternativo e barato na cidade.

    Pelo valor de R$ 16,00, temos o direito a 4 paradas nos principais pontos turísticos de Curitiba. O passageiro escolhe as paradas, desce no ponto exclusivo para a linha de turismo e de meia em meia hora uma nova jardineira passa pelo mesmo ponto.

    Além de 16 reais ser um valor acessível para conhecer a cidade, o sistema das jardineiras é flexível e eficiente. Um dos pontos mais interessantes de se viajar é justamente ter a liberdade de escolher para onde ir, sem estar preso a roteiros engessados e a grupos, que podem não ter nada haver com você. Com o sistema das jardineiras, você desce onde quer, passa o tempo que quiser no local e fica livre para explorar a cidade como bem quiser.

    A jardineira parte do ponto zero da cidade, a praça Tiradentes e é recolhida por volta das 17 horas e 50 minutos na mesma praça. Caso não gaste seus quatro bilhetes em um dia só, você pode perfeitamente utilizar os restantes no dia seguinte.

    Então, para quem curte um passeio acessível, eficiente e flexível, as jardineiras de Curitiba é uma opção mais do que recomendada.

    Itinerário do Passeio:

    - Praça Tiradentes (Primeira jardineira sai às 09:00 horas);

    - Rua das Flores;

    - Rua 24 horas;

    - Centro de Convenções;

    - Museu ferroviário;

    - Teatro Paiol;

    - Jardim Botânico;

    - Estação rodoferroviária;

    - Teatro Guaíra/ Universidade Federal do Paraná;

    - Passeio Público/ Memorial Árabe;

    - Centro Cívico;

    - Museu Oscar Niemeyer;

    - Bosque do Papa/ Memorial Polonês;

    - Bosque Alemão;

    - Universidade Livre do Meio Ambiente;

    - Parque São Lourenço;

    - Ópera de Arame/Pedreira Paulo Leminski;

    - Parque Tanguá;

    - Parque Tingui;

    - Memorial Ucraniano;

    - Portal Italiano;

    - Santa Felicidade;

    - Parque Barigui;

    - Torre Panorâmica;

    - Setor Histórico;

    - Praça Tiradentes.

    Divirta-se!

    Preço: ★★★★★
    Eficiência: ★★★★★
    Flexibilidade: ★★★★★
    Média: ★★★★★

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    Philadelfia – Happy Hour no Tatuapé

    Posted by Fabio On abril - 13 - 2008


    Você passa a semana inteira trabalhando, estudando ou fazendo coisa parecida e fica extremamente ansioso para que o final de semana chegue logo.

    Philadelfia - Fachada

    (Philadelfia. Imagem: Fábio Brito)

    E as vezes quando ele chega a única coisa que se pensa é em relaxar, dar uma espairada na mente. Pra isso nada melhor que uma cervejinha gelada em um botequim com os amigos para um bate-papo sem quaisquer compromissos.

    Dentro desse conceito o bar Philadelfia consegue suprir todas as necessidades para um bom happy hour nos começos de noite das sextas-feiras.

    Philadelfia - Interior

    (Philadelfia. Imagem: Fábio Brito)

    O ambiente é aconchegante e bastante informal, chegando a ter algumas mesas sobre a calçada. Bem tranquilo, sem a música alta que atrapalha as conversações, é perfeito para quem quiser apenas bater um papinho.

    Têm uma boa oferta de comes e bebes, que não costumam fugir das tradições que se encontram pelos botequins.

    Philadelfia - Balcão

    (Philadelfia. Imagem: Fábio Brito)

    Além dos tira-gostos e pratos, o Philadelfia conta com um forno a lenha de onde saem pizzas que podem ser consumidas ao modo padrão de se comer pizza, isto é em fatias, ou cortada em pedacinhos para serem consumidos como tira-gosto.

    • Comida: ★★★★☆
    • Bebida: ★★★★☆
    • Ambiente: ★★★★☆
    • Preço: ★★★½☆
    • Média: ★★★★☆

    Philadelfia - Chopeira
    (Philadelfia. Imagem: Fábio Brito)

    Para chegar, a partir do metrô Tatuapé, suba a rua Tuiuti até a encontrar a rua Tijuco Preto. Entre nela e siga até a rua Serra de Juréa. Ande só mais um pouquinho até encontrar a Serra de Botucatu. O Philadelfia fica na esquina entre as duas.

    Philadelfia – Rua Serra de Botucatu, 14, Tatuapé, São Paulo.


    Jeguiando – Ver mapa ampliado

    Mais informações (inclusive sobre a choperia Philadelfia disponível em outro endereço) no site do Philadelfia.

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    É proibido fotografar!

    Posted by Fabio On abril - 8 - 2008


    Há alguns dias atrás fomos até a Galeria do Rock a fim de comprarmos algumas camisetas, pois lá encontra-se uma boa diversidade das mesmas, além de bons preços.

    Claro que iríamos aproveitar para preparar algum material aqui para o Jeguiando, afinal achavámos que a Galeria fosse um bom lugar para Jeguiar, pois atendia boa parte dos pré-requisitos: coisas legais, diversidade, preços bons e fácil acesso. Porém não contávamos com uma coisa: a extrema antipatia sobre política de fotos.

    Eu até aceito, e respeito isso, que em determinados locais não seja permitido tirar fotografias ou realizar filmagens, mas que deixem isso claro em algum lugar, como placas informativas espalhadas pelo recinto, por exemplo.

    Descobri que era proibido fotografar da pior maneira possível. Enquanto registrava algumas imagens, aparece do nada um segurança já metendo a mão na lente da câmera como se fosse o dono do pedaço, gritando que era proibido tirar fotos do local, que eu não tinha autorização para isso, que estava errado e que antes eu deveria pedir permissão ao síndico para poder fotografar o ambiente. Totalmente constrangido, minha única reação foi fazer cara de tacho enquanto guardava a câmera na mochila.

    Fiquei muito surpreso com esse tipo de proibição por parte da Galeria do Rock, que de certa forma pode ser considerado um ponto turístico de São Paulo, pois visitantes, que gostam de rock, de diversas partes do país fazem questão de visitar e comprar alguma coisa no local.

    Alguns lugares de acesso público deveriam rever suas políticas sobre captação de imagens e deixá-las claras aos seus visitantes, pois invariavelmente acabam frustrando pessoas de diversas maneiras: desde aqueles que queriam apenas ter material para ilustrar um post até aquele sujeito de fora da cidade, que em passagem pela mesma quis registrar o momento para poder lembrar e compartilhar com seus amigos e familiares ao retornar para sua casa.

    Infelizmente esse é um post sem imagens.

    Fábio Brito

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